ENCALHE

março 24, 2009

Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo

Filed under: Indústrias Reunidas daMulta, multas de trânsito, Paulo Maluf — Humberto @ 2:44 am
Já no crepúsculo de sua carreira política, o dr. Paulo deixa um presentinho para os maus motoristas ( que são quase todos, já que não estou me referindo a destreza deles, mas sim ao caráter ): o fiscal-justiceiro terá que “advertir” o pusilânime criminoso que estiver fazendo das suas ao volante.
Dr. Paulo ( que deixa sua herança eleitoral e transfere seus votos à tucanalha ) ainda lança mão da velha mentira frequentemente utilizada pelos cafajas motorizados: a “Indústria da Multa”, um verdadeiro terror totalitário fica inventando multas só para ferrar os anjinhos.
Ironia das ironias: até mesmo o pedestre “abusado” poderá ser advertido. Sabe, né? Na falta de poder mostrar o pedestre como o causador de todo o caos, pegam um exemplo aqui e acolá.
Você, como pedestre, já está sendo confinado à faixa de pedestres ( não é para sua segurança, já que não é observada mesmo ) e, male-male, às péssimas calçadas ( que, observe, são obstáculos, já que cada morador faz a calçada de acordo com a sua própria conveniência e a de seu carro ).
Creio eu que seja o primeiro passo para diminuir as já leves penalidades dadas às péssimas pessoas que, também, são péssimos motoristas. Pegarão o “mau pedestre” como desculpa para reduzir as penalidades aos motoristas, vão anotando.

Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo

Filed under: Indústrias Reunidas daMulta, multas de trânsito, Paulo Maluf — Humberto @ 2:44 am
Já no crepúsculo de sua carreira política, o dr. Paulo deixa um presentinho para os maus motoristas ( que são quase todos, já que não estou me referindo a destreza deles, mas sim ao caráter ): o fiscal-justiceiro terá que “advertir” o pusilânime criminoso que estiver fazendo das suas ao volante.
Dr. Paulo ( que deixa sua herança eleitoral e transfere seus votos à tucanalha ) ainda lança mão da velha mentira frequentemente utilizada pelos cafajas motorizados: a “Indústria da Multa”, um verdadeiro terror totalitário fica inventando multas só para ferrar os anjinhos.
Ironia das ironias: até mesmo o pedestre “abusado” poderá ser advertido. Sabe, né? Na falta de poder mostrar o pedestre como o causador de todo o caos, pegam um exemplo aqui e acolá.
Você, como pedestre, já está sendo confinado à faixa de pedestres ( não é para sua segurança, já que não é observada mesmo ) e, male-male, às péssimas calçadas ( que, observe, são obstáculos, já que cada morador faz a calçada de acordo com a sua própria conveniência e a de seu carro ).
Creio eu que seja o primeiro passo para diminuir as já leves penalidades dadas às péssimas pessoas que, também, são péssimos motoristas. Pegarão o “mau pedestre” como desculpa para reduzir as penalidades aos motoristas, vão anotando.

Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo

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Já no crepúsculo de sua carreira política, o dr. Paulo deixa um presentinho para os maus motoristas ( que são quase todos, já que não estou me referindo a destreza deles, mas sim ao caráter ): o fiscal-justiceiro terá que “advertir” o pusilânime criminoso que estiver fazendo das suas ao volante.
Dr. Paulo ( que deixa sua herança eleitoral e transfere seus votos à tucanalha ) ainda lança mão da velha mentira frequentemente utilizada pelos cafajas motorizados: a “Indústria da Multa”, um verdadeiro terror totalitário fica inventando multas só para ferrar os anjinhos.
Ironia das ironias: até mesmo o pedestre “abusado” poderá ser advertido. Sabe, né? Na falta de poder mostrar o pedestre como o causador de todo o caos, pegam um exemplo aqui e acolá.
Você, como pedestre, já está sendo confinado à faixa de pedestres ( não é para sua segurança, já que não é observada mesmo ) e, male-male, às péssimas calçadas ( que, observe, são obstáculos, já que cada morador faz a calçada de acordo com a sua própria conveniência e a de seu carro ).
Creio eu que seja o primeiro passo para diminuir as já leves penalidades dadas às péssimas pessoas que, também, são péssimos motoristas. Pegarão o “mau pedestre” como desculpa para reduzir as penalidades aos motoristas, vão anotando.

Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo

Filed under: Indústrias Reunidas daMulta, multas de trânsito, Paulo Maluf — Humberto @ 2:44 am
Já no crepúsculo de sua carreira política, o dr. Paulo deixa um presentinho para os maus motoristas ( que são quase todos, já que não estou me referindo a destreza deles, mas sim ao caráter ): o fiscal-justiceiro terá que “advertir” o pusilânime criminoso que estiver fazendo das suas ao volante.
Dr. Paulo ( que deixa sua herança eleitoral e transfere seus votos à tucanalha ) ainda lança mão da velha mentira frequentemente utilizada pelos cafajas motorizados: a “Indústria da Multa”, um verdadeiro terror totalitário fica inventando multas só para ferrar os anjinhos.
Ironia das ironias: até mesmo o pedestre “abusado” poderá ser advertido. Sabe, né? Na falta de poder mostrar o pedestre como o causador de todo o caos, pegam um exemplo aqui e acolá.
Você, como pedestre, já está sendo confinado à faixa de pedestres ( não é para sua segurança, já que não é observada mesmo ) e, male-male, às péssimas calçadas ( que, observe, são obstáculos, já que cada morador faz a calçada de acordo com a sua própria conveniência e a de seu carro ).
Creio eu que seja o primeiro passo para diminuir as já leves penalidades dadas às péssimas pessoas que, também, são péssimos motoristas. Pegarão o “mau pedestre” como desculpa para reduzir as penalidades aos motoristas, vão anotando.

Eu já tinha esquecido o porquê do dr. Paulo é tão querido aqui em São Paulo

Filed under: Indústrias Reunidas daMulta, multas de trânsito, Paulo Maluf — Humberto @ 2:44 am
Já no crepúsculo de sua carreira política, o dr. Paulo deixa um presentinho para os maus motoristas ( que são quase todos, já que não estou me referindo a destreza deles, mas sim ao caráter ): o fiscal-justiceiro terá que “advertir” o pusilânime criminoso que estiver fazendo das suas ao volante.
Dr. Paulo ( que deixa sua herança eleitoral e transfere seus votos à tucanalha ) ainda lança mão da velha mentira frequentemente utilizada pelos cafajas motorizados: a “Indústria da Multa”, um verdadeiro terror totalitário fica inventando multas só para ferrar os anjinhos.
Ironia das ironias: até mesmo o pedestre “abusado” poderá ser advertido. Sabe, né? Na falta de poder mostrar o pedestre como o causador de todo o caos, pegam um exemplo aqui e acolá.
Você, como pedestre, já está sendo confinado à faixa de pedestres ( não é para sua segurança, já que não é observada mesmo ) e, male-male, às péssimas calçadas ( que, observe, são obstáculos, já que cada morador faz a calçada de acordo com a sua própria conveniência e a de seu carro ).
Creio eu que seja o primeiro passo para diminuir as já leves penalidades dadas às péssimas pessoas que, também, são péssimos motoristas. Pegarão o “mau pedestre” como desculpa para reduzir as penalidades aos motoristas, vão anotando.

março 4, 2009

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

fevereiro 10, 2009

Lenda urbana inverossímil, Indústria da Multa só existe na cabeça dos canalhas ( que são muitos )!

Filed under: automóveis, CET, Indústrias Reunidas daMulta, Jaz São Paulo — Humberto @ 7:40 pm
Planeta: Terra
Cidade: São Paulo
Como toda a megalópole que se preza, São Paulo também enfrenta o problema do lixo. Principalmente o lixo orgânico. Mais especificamente, organismos humanos. Pessoas, enfim.
Para ser mais específico ainda, o motorista paulistano. Não consigo ser mais claro e direto…
No dia dois de janeiro deste ano ( ou seja, poderia ser interpretado como uma daquelas tradicionais “decisões de Ano-Novo” ), zelozo cidadão que sou, liguei para a impávida CET, afim de pedir que mandassem um “amarelinho” para ficar ali, fiscalizando uma faixa de pedestres num cruzamento qualquer cujo endereço indiquei.
Um pequeno parênteses: houve um tempo em que solicitações como essa eram atendidas em pouco mais de meia hora. Mas os tempos são outros.
De modo que eu ainda esperava que naquele dia mesmo eu fosse contemplado com a visão agradável e moralmente estimulante de carros sendo multados. Haveria o duelo: o “amarelinho” vs o “Homenzinho Amarelo” ( conheça a saga do Homenzinho Amarelo aqui ).
Qual!
Devo dizer que o problema que eu tentava resolver era: os carros simplesmente ignoravam a tal faixa de pedestres e aguardavam, exatamente sobre ela, a abertura do semáforo. Enquanto isso, o pedestre estava sendo obrigado a passar entre os carros. Uma faixa onde cabem 4 veículos.
O dia destes motoristas estava chegando…Ahahaha!!
Passou-se 1 hora, um dia, uma semana, um mês e… NADA!!!
Várias vezes liguei pra central cobrando o serviço, refazendo a chamada, e fazendo tudo novamente em diversas ocasiões. Além disso, havia uma bagunça: e toda vez eu tinha que me repetir e re-descrever a situação que me obrigara a apelar à Companhia. E, quando voltasse a ligar – já que nada fora solucionado -, repetia o roteiro. Num episódio absurdo, um atendente que, creio eu, não entendeu a natureza de meu pedido, disse-me que eu devia, na verdade, fazer a solicitação POR E-MAIL. Eu retruquei, perguntando-lhe o porquê daquilo, se das outras trocentas vezes ninguém me dera tal instrução. E também indaguei como fariam as pessoas que não dispusessem desse meio. Aí, o cara voltou atrás, e seguiu o protocolo que eu já conheço.
E ficou nisso. Faz uns dias que eu não volto a ligar, e não apareceu ninguém.
Um destes atendentes falou uma coisa que não havia me ocorrido ainda: eu contei-lhe da saudade que tenho da época em que a CET mandava carros, fiscais e guinchos, que apareciam no local apenas meia-hora depois da chamada. Descrevi a satisfação que eu tinha ao ver o meliante punido exemplarmente, tendo o carro trocado por um cavalete! Bons tempos!!
E ele falou meio sem pensar muito, e também sem muita precisão, como se pensasse em voz alta: “É que aumenta…o número de automóveis em circulação…mas o…o…efetivo fica igual…e…!”
Não sou nenhum especialista em orçamentos, e nem sei onde procurar, mas possivelmente seja isso mesmo: aumentou a frota de carros em circulação na cidade, mas não o efetivo ( pessoal, veículos ) necessário para mantê-la na linha. Talvez a grana destinada tenha sido aumentada, mas talvez seja o gasto para manter a coisa em níveis iguais a anos passados. Isso explicaria, além dos congestionamentos cada vez maiores ( descontando o aumento do número de carros em circulação ) porque o motorista perdeu o medo de falar ao celular enquanto dirige ( como um que eu vi, às 13:00 de um dia de semana, em plena avenida Paulista ), estacionar SOBRE AS CALÇADAS na boa, entre outros delitos grosseiramente praticados. Sem receios, pois sabem que sairão impunes. Com a ajuda providencial da Prefeitura de São Paulo, que parece estar permitindo que o “cidadão” exerça todo o seu mau-caratismo sobre rodas, sem ser importunado. A prefeitura parece ter algemado a CET, impossibilitando-a de fiscalizar ( sem eufemismos: multar e guinchar ) o “bom selvagem” ao volante. Este, por sua vez, é selvagem mas não é bobo, e celebra o “apagão fiscalizatório” e aproveita ao máximo a liberdade que a prefeitura lhe conferiu. Parece que, quando o cara tira a carta, pensa que está recebendo uma “carta-branca”. Que lixo.
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