Para diretor do FMI, mundo acredita mais no Brasil que os brasileiros O diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), o economista Paulo Nogueira Batista Jr., prevê que os países emergentes vão ocupar o lugar das nações mais importantes do mundo nos próximos anos. Nesse cenário, segundo ele, o Brasil deve se destacar, em razão do enfraquecimento das principais economias, como a americana. “O governo Bush trouxe sorte ao Brasil. Isso porque o presidente americano geriu mal a política econômica e a política externa do seu país”, afirmou Nogueira Batista.
O economista diz que o Brasil “é um país de sorte, pois tem muito mais credibilidade no exterior que na cabeça dos próprios brasileiros”. Ele atesta que constatou isso ao assumir o cargo no FMI e afirma que o mundo vê melhor o Brasil que os próprios brasileiros. “O peso natural do nosso país vem crescendo há muito tempo, independentemente da competência ou não dos nossos representantes”, disse.
Os deputados petistas Décio Lima (SC), Fernando Ferro (PE) e José Guimarães (CE) concordam com a avaliação do diretor de que o país está crescendo, desenvolvendo-se e tem muitas riquezas. “Esse é o Brasil que sonhamos e que vem sendo muito bem administrado pelo presidente Lula”, afirmou o deputado Décio.
Para Fernando Ferro, a população viveu um período de baixa estima. “Mas agora são novos tempos para a política e para economia, que vem mostrando grandes resultados no desenvolvimento do nosso país. Em vários países, nossa economia tem se destacado e mostrado que o Brasil está vivendo um grande momento” afirmou. Ele acrescentou que a mídia precisa se sintonizar com o momento que o país vive. “Estamos sendo muito bem observados e reconhecidos na mídia internacional”, disse.
Para o deputado José Guimarães, a afirmação do diretor foi centrada, mostra que o Brasil tem uma situação econômica consistente e há um processo contínuo de distribuição de renda. “Nosso governo tem cumprido seu papel com muita dignidade e justiça”, afirmou.
O economista diz que o Brasil “é um país de sorte, pois tem muito mais credibilidade no exterior que na cabeça dos próprios brasileiros”. Ele atesta que constatou isso ao assumir o cargo no FMI e afirma que o mundo vê melhor o Brasil que os próprios brasileiros. “O peso natural do nosso país vem crescendo há muito tempo, independentemente da competência ou não dos nossos representantes”, disse.
Os deputados petistas Décio Lima (SC), Fernando Ferro (PE) e José Guimarães (CE) concordam com a avaliação do diretor de que o país está crescendo, desenvolvendo-se e tem muitas riquezas. “Esse é o Brasil que sonhamos e que vem sendo muito bem administrado pelo presidente Lula”, afirmou o deputado Décio.
Para Fernando Ferro, a população viveu um período de baixa estima. “Mas agora são novos tempos para a política e para economia, que vem mostrando grandes resultados no desenvolvimento do nosso país. Em vários países, nossa economia tem se destacado e mostrado que o Brasil está vivendo um grande momento” afirmou. Ele acrescentou que a mídia precisa se sintonizar com o momento que o país vive. “Estamos sendo muito bem observados e reconhecidos na mídia internacional”, disse.
Para o deputado José Guimarães, a afirmação do diretor foi centrada, mostra que o Brasil tem uma situação econômica consistente e há um processo contínuo de distribuição de renda. “Nosso governo tem cumprido seu papel com muita dignidade e justiça”, afirmou.
25/04/08
OU:
Para diretor do FMI, o mundo acredita mais no Brasil que os próprios brasileiros
24/04/08
Lourenço Canuto
Brasília - O diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), o economista Paulo Nogueira Batista, prevê que os países emergentes vão ocupar o lugar das nações mais importantes do mundo nos próximos anos. Nesse cenário, segundo ele, o Brasil deve se destacar, em razão do enfraquecimento das principais economias, como a americana.
De acordo com Nogueira Batista, o governo Bush trouxe “sorte” para o Brasil. Isso porque, avalia o economista, o presidente americano “geriu mal a política econômica e a política externa do seu país”. Ele falou hoje (24) no seminário Perspectivas para o Brasil no Cenário Internacional, promovido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O economista diz que o Brasil “é um país de sorte, pois tem muito mais credibilidade no exterior que na cabeça dos próprios brasileiros”.
Ele atesta que constatou isso ao assumir o cargo no FMI e afirma que o mundo vê melhor o Brasil que os próprios brasileiros. “O peso natural do nosso país vem crescendo há muito tempo, independentemente da competência ou não dos nossos representantes.”
Segundo o diretor do FMI, o Brasil tem tudo para ser um grande pólo da América do Sul no cenário mundial. Ressalva, porém, que o país ainda é subdesenvolvido, o que persistirá por algum tempo. E lembra que países emergentes, como a China e a Índia, vêm desempenhando um papel estabilizador na economia mundial e, por isso, “também podemos ter vez”.
O conceito de outros governos em relação ao Brasil, afirma Nogueira Batista, é dado pelo conteúdo estrutural do país, e não em razão de um governo em particular. ” A queda no peso das grandes potências, como a antiga União Soviética e a Europa Ocidental, deu lugar a emergentes como a China e a Índia, e o Brasil poderá ter espaço também nessa corrida no mercado internacional.”.

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