maio 26, 2009
Somália: Piratas fazem pescaria ilegal e chegam ao cúmulo de ABANDONAR LIXO NUCLEAR no litoral do país!!!!
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setembro 12, 2008
Não foi somente gasoduto: as telecomunicações na Bolívia também sofreram ataques. Golpe total de quem perdeu eleição e referendo!! 11/09/73 Reloaded!!
Os correspondentes do jornal O Estado de S.Paulo e Associated Press (AP), Renata Miranda e Eduardo Galdieri, passaram entre terça (09/09) e quarta (10/09) por dificuldades na cobertura do conflito na Bolívia, por causa da destruição da Entel, empresa estatal de telecomunicações.
“Ontem (quarta) estava bem complicado”, informa Renata. A correspondente ficou sem comunicação com o Brasil nos dois dias. O ataque aconteceu na terça.
Renata fala ainda de outras dificuldades. Como está em Santa Cruz — epicentro do conflito entre opositores e governistas que culminou com a explosão do gasoduto entre Brasil-Bolívia –, a cobertura em La Paz, sede do governo, fica reduzida.
“Só dá para ir de Santa Cruz a La Paz de avião”, diz o correspondente Galdieri, na Bolívia há seis anos pela AP, como chefe de Fotografia.
Galdieri, contudo, já está “adaptado” aos conflitos na Bolívia. “Para o Brasil, é uma situação violenta porque não se está acostumado”, analisa. O correspondente conta que sofreu uma agressão, em 2003.
Apesar das dificuldades de comunicação, Renata também relata facilidade para cobrir os conflitos. “Passei pelos bloqueios de ontem com tranqüilidade”, afirmou.
Destruição à TV estatal
Com informações da AFP.
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El País/ AGENCIAS – Washington – 12/09/2008
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setembro 8, 2008
"Pre-salt Blues" ou "Pensando melhor, eu não quero mais, pode ficar. Deixa quieto…"
fevereiro 29, 2008
Bolívia denuncia novamente espionagem americana no país. E financiamento de opositores por meio da USAID.
Escrito por Mario Hubert Garrido
Correio da Cidadania
Em um complexo panorama político, no qual prefeitos opositores atentam contra a gestão do governo do presidente Evo Morales, as mais recentes evidências de espionagem da Embaixada estadunidense na Bolívia constituem mais do mesmo.
Durante décadas de ditadura militar e em pouco mais de 20 anos de democracia para os governos neoliberais de turno, as “andanças” pela Paz dos agentes de Washington eram operações de rotina.
Então, o modelo de desenvolvimento se impunha de forma aberta, sobre o setor minero e os hidrocarbonetos, onde os lucros iam parar no país do norte ou nas transnacionais, com ou sem o visto do Congresso.
USAID no banco dos acusados
Em agosto de 2007, o ministro da presidência, Juan Ramón Quintana, apresentou a primeira denúncia pública contra a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), por desconhecer leis nacionais.
Quintana confirmou desvios milionários de fundos para patrocinar ações de pessoas e grupos adversos ao presidente Morales, através de Organizações Não Governamentais.
Segundo a autoridade, até essa data, 89 de 134 milhões de dólares provenientes da cooperação dos Estados Unidos financiaram setores opositores. A resposta da USAID foi o silêncio cúmplice e a exposição de argumentos nos quais, segundo pesquisas, ninguém acreditou.
Outras interrogações a serem esclarecidas pelos Estados Unidos em sua relação com Bolívia têm a ver com uma polêmica fotografia, onde o embaixador Philip Goldberg aparece na feira comercial de Santa Cruz junto a um mafioso colombiano. A imagem foi apresentada pelo presidente Morales na XVI Cúpula Ibero-americana, realizada no Chile, para recalcar as denúncias dos nexos dos EUA com delinqüentes e desafetos ao processo de mudanças.
Grupos irregulares
Por outra parte, o ministro de Governo, Alfredo Rada, denunciou a atividade de grupos irregulares de inteligência como a denominada Organização de Estudos Policiais (ODEP), que realizava espionagem e armou campanhas de desprestígio para desestabilizar a Bolívia.
Rada adiantou que apresentará um informe à Fiscalia sobre essa agrupação anteriormente conhecida como Comando de Operações Especiais (COPES), financiada pela embaixada de EUA em seu país.
Após uma denúncia anônima sobre o seguimento a políticos e jornalistas, a autoridade revelou a existência de três grupos paralelos de Inteligência da Polícia Nacional.
Entre essas organizações, mencionou a ODEP ou COPES, o Grupo de Tarefa de Investigação de Delitos Especiais (GTIDE) e o Grupo de Segurança Antiterrorista, encarregado da segurança da embaixada estadunidense.
Rada pôs como exemplo os seguimentos que esses grupos fizeram à delegação do Irã que visitou o país em setembro de 2007 para negociar com o governo boliviano.
Entre outras novas tentativas de espionagem dos Estados Unidos na Bolívia, verificou-se, atualmente, o emprego de estudantes.
Alex Shaick, um bolsista beneficiário do programa de intercâmbio estudantil Fullbright, denunciou que a embaixada norte-americana pediu-lhe informação sobre trabalhadores venezuelanos e cubanos que trabalham na Bolívia.
Segundo Shaick, o diplomático Vincent Cooper solicitou-lhe espionar para o governo dos Estados Unidos.
Especialistas locais estimam que o embaixador Philip Goldberg, célebre por seu papel sedicioso em Kosovo, deverá explicar esta denúncia em uma reunião com o governo pelo suposto financiamento a grupos irregulares de inteligência.
Por sua parte, o Departamento de Estado norte-americano negou as acusações e alegou que tais solicitações contrariam suas normas.
No entanto, Schaick assegurou que, durante uma reunião sobre as medidas de segurança para sua permanência na Bolívia, Cooper pediu-lhe reportar à embaixada os nomes e a localização dos cooperantes venezuelanos ou cubanos que conhecesse.
A embaixada estadunidense admitiu em uma declaração escrita que algumas reuniões sobre segurança incluíram “informação incorreta”, o que prometeu solucionar de imediato.
Na Bolívia, há, atualmente, seis bolsistas do programa Fullbright, que são proibidos de fazer declarações à imprensa.
ATPDEA, TLC e “COCA ZERO”
O próprio chefe de Estado reconheceu os benefícios que o mercado estadunidense traz ao Estado boliviano, sobretudo na indústria manufatureira. Nesse campo, a prorrogação de preferências tarifárias, segundo a chamada Lei de Promoção Comercial Andina e Erradicação da Droga (ATPDEA, por suas siglas em inglês), permitia a entrada dos produtos e a geração de milhares de empregos na nação andina.
Segundo estatísticas oficiais, em 2006, o comércio boliviano com Estados Unidos gerou 356 milhões de dólares para a economia local. No entanto, a Casa Branca deu luz verde somente para o Peru e para a Colômbia sobre a ampliação desse benefício, que vence no próximo dia 28 de fevereiro de 2008. Trata-se das únicas duas nações cujos governos assinaram os Tratados de Livre Comércio, fórmula à qual, entre os países andinos, se opõem Bolívia e Equador.
A esse respeito, Evo Morales reiterou que Washington não deve discriminar a ninguém e que a política deve buscar um comércio justo, a tempo de remarcar que, nas relações com os Estados Unidos, primará a dignidade dos bolivianos.
Em 2007, o Executivo aprovou um orçamento para que os exportadores possam obter créditos que os ajudem a ingressar nesse mercado. Também o governo central negocia alternativas comerciais com a Comunidade Andina de Nações, com a China e com o Mercado Comum do Sul, após a eventual perda das preferências tarifárias com os Estados Unidos.
A política de erradicação da folha de coca, cultivo milenar, realiza-se em consenso com os camponeses, segundo Morales, independentemente das pressões da potência do norte.
Texto originalmente publicado em
www.adital.com.br
TRIVELA
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Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
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