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julho 24, 2008

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

Inflação em queda não impede Meirelles de subir juros mais uma vez! Mercado financeiro – só ele e a Veja – agradecem!!

Arroz, feijão e carne influenciam queda da inflação
Portal do Consumidor, 23/7/2008
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou pela segunda semana consecutiva. Na terceira semana de julho, o indicador registrou variação de 0,67%, 0,2 ponto percentual menor que a da semana anterior. A taxa é a menor desde o início de abril, quando ficou em 0,64%.
A maior contribuição para o recuo da inflação veio dos itens de alimentação, que subiram 1,44%, menos que os 1,56% da pesquisa anterior. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) os destaques foram os recuos nas taxas de arroz e feijão, de 7,67% para 4,32%; e das carnes bovinas, de 6,99% para 6,00%. Os grupos vestuário e despesas diversas também contribuíram para a menor alta do IPC-S na terceira semana do mês. A taxa de vestuário passou de 0,09% para –0,16%, enquanto despesas diversas passou de 0,36% para 0,28%. Nessas classes de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: roupas (de 0,16% para -0,29%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,70% para 0,26%). Em contrapartida, os grupos habitação, educação, leitura e recreação, transportes e saúde e cuidados pessoais registraram acréscimos em suas taxas de variação.
Fonte: G1
SP: preço da cesta básica cai às vésperas do Copom
Hora do Povo, 23.07.08
Ao contrário da miragem inflacionária projetada semanalmente pelo boletim Focus do Banco Central (BC), a inflação real se encontra em desaceleração, como mostram os indicadores medidos por várias instituições. O valor da cesta básica no município de São Paulo, pesquisado diariamente pela Fundação Procon e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caiu de R$ 304,14 para R$ 303,57, entre 11 e 17 de julho, ou seja, uma redução de 0,19%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), apresentou em junho variação de 0,74%, situando-se abaixo do que foi registrado em maio ( 0,79% ). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aponta uma variação de 0,96% em junho, ante 1,23% em maio. Já o Índice Geral de Preços do Mercado ( IGP-M ), da Fundação Getúlio Vargas ( FGV ), teve um aumento de 1,79% no segundo decêndio de julho, contra 1,83% do mesmo período do ano anterior.
Nesta quarta-feira , o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central vai definir o índice da taxa básica de juros ( Selic ), atualmente em 12,25% ao ano. A inflação se encontra abaixo do limite de 6,5%. A alta localizada em alguns produtos agrícolas e no petróleo é de origem externa, fruto da migração de fundos de “hedge” da especulação financeira, após a derrocada da pirâmide de papéis imobiliários nos EUA, para especulação com commodities.
Sem um descontrole interno de inflação e muito menos sem poder de interferência na especulação no exterior, fica explícito que, ao fim e ao cabo, o objetivo de Henrique Meirelles e demais membros do Comitê de Política monetária ( Copom ) do BC em manter a política de juros altos nada mais é do que frear o crescimento.

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