ENCALHE

agosto 31, 2009

"Teus risonhos lindos copos têm mais flores!" – VEJA AQUI!

Filed under: Hino Nacional Brasileiro, humor, Vanusa — Servílio Gentil Lavapés @ 5:02 am

OU:
http://www.superperolas.com/video-de-vanusa-cantando-errado-o-hino-nacional/

QUESTÃO: TONINHO VANUSA [ falecido recentemente ] sabia cantar decentemente nosso [ o Brasileiro, não o do Palmeiras ] hino? Ou só mascava chiclete?

junho 7, 2009

"O jogo", por Luiz Fernando Veríssimo ( OBS: texto dele, mesmo! )

Filed under: escritores brasileiros, humor, Luiz Fernando Veríssimo — Humberto @ 5:17 am
― Nicou.
― Não nicou.
― Nicou!
― Não nicou!

Atracaram-se. Rolaram pelo chão. Eram vizinhos. Os dois com oito anos. Xingavam-se aos gritos.
― Filho disto!
― Filho daquilo!

As duas mães citadas correram para ver o que estava acontecendo. Separaram os dois, que choravam de dor e de raiva. As mães tiveram que segurar os dois com força e levá-los, cada um para a sua casa. Senão a briga recomeçava.
― Nicou!
― Não nicou!
Nunca mais jogaram bola de gude. Nunca mais brincaram juntos. Quando um deles mudou de casa, botou a cabeça para fora do carro e gritou para o que ficava.
― Nicou!
O outro não teve tempo de responder. Mas fez um gesto expressivo. Nicou aqui, ó!
Reencontraram-se anos depois, por coincidência, no ginásio. Encararam-se, meio sem jeito. Mas não se falaram. No fim do ano, um tinha tirado o primeiro lugar da turma e o outro, o segundo. No ano seguinte, foi o contrário. Disputaram a presidência do grêmio estudantil. Foi uma campanha violenta, com ataques pessoais. Entrou mãe no meio. Houve acusações mútuas de desonestidade no jogo, o que ninguém entendeu. O derrotado fundou um grêmio dissidente. Cada um entrou para um cursinho pré-vestibular. Os cursinhos brigaram, pela imprensa, sobre qual dos dois fizera o melhor vestibular na cidade. Entraram os dois para a Engenharia.
Um casou com a segunda fortuna do país. A notícia saiu em todas as colunas sociais. O outro casou com a terceira fortuna do país. Saiu matéria paga em todas as revistas nacionais. O primeiro edifício construído pelo primeiro se chamava Nico. O segundo construiu um edifício de cinco andares chamado Nonico. Um teve um filho. O outro teve gêmeos. Um foi morar num apartamento de cobertura. O outro comprou a cobertura do lado, um andar mais alto, e mandou colocar uma faixa no lado do prédio, virada para a cobertura do outro. Na faixa havia só uma palavra. Nicou. O outro comprou o edifício ao lado, despejou o vizinho da sua cobertura, destruiu o edifício, ergueu outro em seu lugar, com o gabarito máximo, e foi morar na cobertura. Nos mesmos jornais que anunciavam a inauguração do novo prédio apareceu um misterioso anúncio de página inteira que dizia o seguinte: “Está certo. Mas nicou”.
Quando um construiu um edifício de 36 andares, o outro construiu um de 40. Um anunciou o lançamento do maior empreendimento imobiliário do continente, o Brazilian Golden Palace Tower Suites, edifícios de 80 andares na Rio-Santos com vista para o mar. O outro criticou publicamente a construção de espigões na área e o uso absurdo de nomes em inglês e anunciou a construção, ao lado, de edifícios de 82 andares, Lês Jardins Plein Soleil sur la Mer.
Um construía um edifício, o outro construía dois. Um destruía um marco histórico ou uma casa antiga, o outro destruía um quarteirão. Lideravam grupos sociais rivais. Um organizou a Festa do Pavão Deslumbrado, no Iate. O outro organizou a Noite das Línguas Afiadas para comentar o fracasso da festa do primeiro, no Country. Um fechou o Regine’s com o seu grupo e foi notícia nacional. O outro fechou a Regine na Avenida Atlântica com o seu carro e foi notícia internacional. Um viu-se envolvido na falência fraudulenta do seu grupo imobiliário. Dias depois, o outro também era citado na concordata do seu grupo e fazia questão de dizer que a sua dívida era maior. Ambos foram socorridos pelo Governo. Um comprou um barco com piscina, cinema, sauna e adega climatizada. O outro comprou um avião a jato com cama redonda.
Um decidiu retirar-se da vida empresarial e dedicar-se à arte. O outro também anunciou que renunciava aos grandes negócios e se tornava um patrono da cultura. Para começar, fundou uma revista de crítica de arte.
Um inventou a arte monumental. Seu primeiro trabalho foi um gigantesco obelisco de isopor. (“Simbolizando”, disse a revista do outro, “o que o artista tem na cabeça: absolutamente nada”). A seguir, desapropriou e arrasou uma grande área urbana para erguer uma estranha escultura, grandes bolas pintadas como bolas de gude, sendo que duas das bolas se tocavam. Chamou a escultura de A Grande Nicada. Todo o número seguinte da revista do outro foi dedicado a essa obra insana de uma mente doentia que envergonha a inteligência nacional, além de ser mentirosa. “A Grande Nicada é um embuste!” Houve um grande debate em todo o país sobre a validade ou não e as implicações sociopolíticas da arte monumental a partir de A Grande Nicada, mas o artista recusou-se entrar no debate.
Não responderia aos seus críticos. Convidou autoridades e personalidades para um cruzeiro no seu iate, durante o qual seria inaugurada a sua obra mais recente. Tinha comprado uma ilha no Oceano Atlântico. Na praia colocara uma tabuleta, A Ilha. Com a sua assinatura embaixo.
Todos a bordo do iate comentavam a engenhosidade do artista quando tiveram sua atenção atraída para um avião que sobrevoava a ilha, soltando fumaça branca. Era o avião do outro, que escrevia no céu, de horizonte a horizonte: “Que bobagem!” Mas o outro estava preparado. A uma ordem sua, a cúpula do jardim de inverno do iate abriu-se, revelando a existência de um canhão antiaéreo. O avião do outro foi derrubado. Mas antes de mergulhar no mar, escreveu com fumaça no céu:
“Não nicou.”
O outro, desesperado, afundou o próprio iate. E naufragou junto com os convidados, que não entendiam mais nada, gritando:
“Nicou! Nicou!”

"O jogo", por Luiz Fernando Veríssimo ( OBS: texto dele, mesmo! )

Filed under: escritores brasileiros, humor, Luiz Fernando Veríssimo — Humberto @ 5:17 am
― Nicou.
― Não nicou.
― Nicou!
― Não nicou!

Atracaram-se. Rolaram pelo chão. Eram vizinhos. Os dois com oito anos. Xingavam-se aos gritos.
― Filho disto!
― Filho daquilo!

As duas mães citadas correram para ver o que estava acontecendo. Separaram os dois, que choravam de dor e de raiva. As mães tiveram que segurar os dois com força e levá-los, cada um para a sua casa. Senão a briga recomeçava.
― Nicou!
― Não nicou!
Nunca mais jogaram bola de gude. Nunca mais brincaram juntos. Quando um deles mudou de casa, botou a cabeça para fora do carro e gritou para o que ficava.
― Nicou!
O outro não teve tempo de responder. Mas fez um gesto expressivo. Nicou aqui, ó!
Reencontraram-se anos depois, por coincidência, no ginásio. Encararam-se, meio sem jeito. Mas não se falaram. No fim do ano, um tinha tirado o primeiro lugar da turma e o outro, o segundo. No ano seguinte, foi o contrário. Disputaram a presidência do grêmio estudantil. Foi uma campanha violenta, com ataques pessoais. Entrou mãe no meio. Houve acusações mútuas de desonestidade no jogo, o que ninguém entendeu. O derrotado fundou um grêmio dissidente. Cada um entrou para um cursinho pré-vestibular. Os cursinhos brigaram, pela imprensa, sobre qual dos dois fizera o melhor vestibular na cidade. Entraram os dois para a Engenharia.
Um casou com a segunda fortuna do país. A notícia saiu em todas as colunas sociais. O outro casou com a terceira fortuna do país. Saiu matéria paga em todas as revistas nacionais. O primeiro edifício construído pelo primeiro se chamava Nico. O segundo construiu um edifício de cinco andares chamado Nonico. Um teve um filho. O outro teve gêmeos. Um foi morar num apartamento de cobertura. O outro comprou a cobertura do lado, um andar mais alto, e mandou colocar uma faixa no lado do prédio, virada para a cobertura do outro. Na faixa havia só uma palavra. Nicou. O outro comprou o edifício ao lado, despejou o vizinho da sua cobertura, destruiu o edifício, ergueu outro em seu lugar, com o gabarito máximo, e foi morar na cobertura. Nos mesmos jornais que anunciavam a inauguração do novo prédio apareceu um misterioso anúncio de página inteira que dizia o seguinte: “Está certo. Mas nicou”.
Quando um construiu um edifício de 36 andares, o outro construiu um de 40. Um anunciou o lançamento do maior empreendimento imobiliário do continente, o Brazilian Golden Palace Tower Suites, edifícios de 80 andares na Rio-Santos com vista para o mar. O outro criticou publicamente a construção de espigões na área e o uso absurdo de nomes em inglês e anunciou a construção, ao lado, de edifícios de 82 andares, Lês Jardins Plein Soleil sur la Mer.
Um construía um edifício, o outro construía dois. Um destruía um marco histórico ou uma casa antiga, o outro destruía um quarteirão. Lideravam grupos sociais rivais. Um organizou a Festa do Pavão Deslumbrado, no Iate. O outro organizou a Noite das Línguas Afiadas para comentar o fracasso da festa do primeiro, no Country. Um fechou o Regine’s com o seu grupo e foi notícia nacional. O outro fechou a Regine na Avenida Atlântica com o seu carro e foi notícia internacional. Um viu-se envolvido na falência fraudulenta do seu grupo imobiliário. Dias depois, o outro também era citado na concordata do seu grupo e fazia questão de dizer que a sua dívida era maior. Ambos foram socorridos pelo Governo. Um comprou um barco com piscina, cinema, sauna e adega climatizada. O outro comprou um avião a jato com cama redonda.
Um decidiu retirar-se da vida empresarial e dedicar-se à arte. O outro também anunciou que renunciava aos grandes negócios e se tornava um patrono da cultura. Para começar, fundou uma revista de crítica de arte.
Um inventou a arte monumental. Seu primeiro trabalho foi um gigantesco obelisco de isopor. (“Simbolizando”, disse a revista do outro, “o que o artista tem na cabeça: absolutamente nada”). A seguir, desapropriou e arrasou uma grande área urbana para erguer uma estranha escultura, grandes bolas pintadas como bolas de gude, sendo que duas das bolas se tocavam. Chamou a escultura de A Grande Nicada. Todo o número seguinte da revista do outro foi dedicado a essa obra insana de uma mente doentia que envergonha a inteligência nacional, além de ser mentirosa. “A Grande Nicada é um embuste!” Houve um grande debate em todo o país sobre a validade ou não e as implicações sociopolíticas da arte monumental a partir de A Grande Nicada, mas o artista recusou-se entrar no debate.
Não responderia aos seus críticos. Convidou autoridades e personalidades para um cruzeiro no seu iate, durante o qual seria inaugurada a sua obra mais recente. Tinha comprado uma ilha no Oceano Atlântico. Na praia colocara uma tabuleta, A Ilha. Com a sua assinatura embaixo.
Todos a bordo do iate comentavam a engenhosidade do artista quando tiveram sua atenção atraída para um avião que sobrevoava a ilha, soltando fumaça branca. Era o avião do outro, que escrevia no céu, de horizonte a horizonte: “Que bobagem!” Mas o outro estava preparado. A uma ordem sua, a cúpula do jardim de inverno do iate abriu-se, revelando a existência de um canhão antiaéreo. O avião do outro foi derrubado. Mas antes de mergulhar no mar, escreveu com fumaça no céu:
“Não nicou.”
O outro, desesperado, afundou o próprio iate. E naufragou junto com os convidados, que não entendiam mais nada, gritando:
“Nicou! Nicou!”

maio 24, 2009

Governo Serra: atentando contra a moral e os bons costumes

Claro que está nos garantindo alguns momentos de gozação ( OPS! ) essa história do livro erótico-futebolista. Mas a coisa tá dura ( OPS!, de novo ), colegas.
A “pornografia” está causando certa celeuma mas, eu diria que não é prá tanto. Sabe por quê?
Nada tão escandaloso quanto o aumento das verbas gastas em publicidade pelo, digamos, governo Serra, coisa de 500% prá mais. Como cresceu ( OPS!, desculpem )!!
Se vocês tivessem lido este meu post de alguns dias atrás, veriam que existe outra coisa muito imoral acontecendo: JOSÉ SERRA JORNALEIRO: GOVERNO DISTRIBUIRÁ JORNAIS E REVISTAS DO PIG NAS ESCOLAS, SEM RESISTÊNCIAS! QUANDO ESSA TORTURA IRÁ ACABAR?.
Trata-se da seguinte notícia, publicada na Folha, em 17.05 e, parece, passou batido:
“Secretaria de SP distribuirá jornais nas escolas
Data: 17/05/2009
FOLHA DE S. PAULO – SP
Editoria: COTIDIANO
Educação [ sic ]
A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo fechou acordo para distribuir exemplares dos jornais Folha de S.Paulo e “O Estado de S. Paulo” a todas as 5.449 escolas da rede.
Também serão fornecidas edições das revistas “Época”, “Veja” e “IstoÉ”.
As publicações ficarão em salas de leitura das escolas, que contam também com livros, vídeos, DVDs e CDs.
Os exemplares começam a ser distribuídos amanhã. O acordo foi feito por meio da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (órgão responsável por viabilizar a execução dos projetos definidos pela pasta).”
Vejam que canalhice: meu dinheiro de impostos indo direto pro caixa dos maiores veículos de imprensa do País. Mas o título da Folha faz pensar que é pouca coisa, jornalzinho de bairro. Não é. São os dois entre os três maiores jornais. E não é só: ALÉM de jornais ( o título só menciona jornais ), o Serra botou no pacote as TRÊS MAIORES SEMANAIS DO PAÍS!
Dessa forma, o livro de futebol-erótico é o de menos. A trolha ( OPS!, again ) que vem é outra.

PARECE OBSESSÃO
Há uns posteres nos ônibus paulistanos, informando sobre o “vestibulinho” das escolas técnicas estaduais, vinculadas ao Centro Paula Souza. Dêem uma olhada num destes posteres-informativos ( no canto superior à nossa direita, a logomarca do governo de São Paulo ):

Olha que garota digamos, suculenta. Mas… O que é aquilo que ela tem na mão? Aliás, precisa das duas mãos para segurar o monstruoso objeto cilíndrico. Mas que objeto será esse? Uma saroba descomunal!
Mas que cena sugestiva… Vejam como ela leva o sarobão roliço em direção a seus volumosos seios…
OPS! Perdõem-me! Perdi-me em devaneios lúbricos e lascivos.
Será que ninguém percebeu o quão insinuante ou sugestiva é esta peça infomativo-publicitária?
É propaganda subliminar pura e comprovada!
( LINK para o poster em tamanho maior PDF )
Alguém tem o telefone desta estudantezinha?

Governo Serra: atentando contra a moral e os bons costumes

Claro que está nos garantindo alguns momentos de gozação ( OPS! ) essa história do livro erótico-futebolista. Mas a coisa tá dura ( OPS!, de novo ), colegas.
A “pornografia” está causando certa celeuma mas, eu diria que não é prá tanto. Sabe por quê?
Nada tão escandaloso quanto o aumento das verbas gastas em publicidade pelo, digamos, governo Serra, coisa de 500% prá mais. Como cresceu ( OPS!, desculpem )!!
Se vocês tivessem lido este meu post de alguns dias atrás, veriam que existe outra coisa muito imoral acontecendo: JOSÉ SERRA JORNALEIRO: GOVERNO DISTRIBUIRÁ JORNAIS E REVISTAS DO PIG NAS ESCOLAS, SEM RESISTÊNCIAS! QUANDO ESSA TORTURA IRÁ ACABAR?.
Trata-se da seguinte notícia, publicada na Folha, em 17.05 e, parece, passou batido:
“Secretaria de SP distribuirá jornais nas escolas
Data: 17/05/2009
FOLHA DE S. PAULO – SP
Editoria: COTIDIANO
Educação [ sic ]
A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo fechou acordo para distribuir exemplares dos jornais Folha de S.Paulo e “O Estado de S. Paulo” a todas as 5.449 escolas da rede.
Também serão fornecidas edições das revistas “Época”, “Veja” e “IstoÉ”.
As publicações ficarão em salas de leitura das escolas, que contam também com livros, vídeos, DVDs e CDs.
Os exemplares começam a ser distribuídos amanhã. O acordo foi feito por meio da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (órgão responsável por viabilizar a execução dos projetos definidos pela pasta).”
Vejam que canalhice: meu dinheiro de impostos indo direto pro caixa dos maiores veículos de imprensa do País. Mas o título da Folha faz pensar que é pouca coisa, jornalzinho de bairro. Não é. São os dois entre os três maiores jornais. E não é só: ALÉM de jornais ( o título só menciona jornais ), o Serra botou no pacote as TRÊS MAIORES SEMANAIS DO PAÍS!
Dessa forma, o livro de futebol-erótico é o de menos. A trolha ( OPS!, again ) que vem é outra.

PARECE OBSESSÃO
Há uns posteres nos ônibus paulistanos, informando sobre o “vestibulinho” das escolas técnicas estaduais, vinculadas ao Centro Paula Souza. Dêem uma olhada num destes posteres-informativos ( no canto superior à nossa direita, a logomarca do governo de São Paulo ):

Olha que garota digamos, suculenta. Mas… O que é aquilo que ela tem na mão? Aliás, precisa das duas mãos para segurar o monstruoso objeto cilíndrico. Mas que objeto será esse? Uma saroba descomunal!
Mas que cena sugestiva… Vejam como ela leva o sarobão roliço em direção a seus volumosos seios…
OPS! Perdõem-me! Perdi-me em devaneios lúbricos e lascivos.
Será que ninguém percebeu o quão insinuante ou sugestiva é esta peça infomativo-publicitária?
É propaganda subliminar pura e comprovada!
( LINK para o poster em tamanho maior PDF )
Alguém tem o telefone desta estudantezinha?

Ganhou o Humor: Serra reabilitou Zéfiro

Olha, o que tem de nego que aproveitou a deixa dos livros erótico-futebolistas para fazer alusões à rica obra do Carlos Zéfiro, não é brincadeira. Mas é isso mesmo: tem que focar as oportunidades… Não duvido que os preços no Mercado Livre para os “catecismos” tenham disparado mais que ação da Petrobrás.
Até acho que, além de Serrágio, ele poderia vir a ser alcunhado de… SÉFIRO! Que tal?

maio 16, 2009

ORKUT DO GILMAR MENDES!!!

Essa eu tinha que trazer… Quem deu a dica foi o blog Óleo do Diabo, no post que vem a seguir, devidamente surrupiado por nós. Divirtam-se!
Comédia
Ah, essa internet… Só assim mesmo pra dar umas boas risadas. Essa eu peguei no site do PHA, que vem conseguindo combinar de forma genial jornalismo e humor.Confiram aqui o
Orkut do Gilmar Mendes. Leiam os Scraps que ele recebeu. Confiram os amigos e os capangas!

ORKUT DO GILMAR MENDES!!!

Essa eu tinha que trazer… Quem deu a dica foi o blog Óleo do Diabo, no post que vem a seguir, devidamente surrupiado por nós. Divirtam-se!
Comédia
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Comédia
Ah, essa internet… Só assim mesmo pra dar umas boas risadas. Essa eu peguei no site do PHA, que vem conseguindo combinar de forma genial jornalismo e humor.Confiram aqui o
Orkut do Gilmar Mendes. Leiam os Scraps que ele recebeu. Confiram os amigos e os capangas!

ORKUT DO GILMAR MENDES!!!

Essa eu tinha que trazer… Quem deu a dica foi o blog Óleo do Diabo, no post que vem a seguir, devidamente surrupiado por nós. Divirtam-se!
Comédia
Ah, essa internet… Só assim mesmo pra dar umas boas risadas. Essa eu peguei no site do PHA, que vem conseguindo combinar de forma genial jornalismo e humor.Confiram aqui o
Orkut do Gilmar Mendes. Leiam os Scraps que ele recebeu. Confiram os amigos e os capangas!

fevereiro 27, 2009

Antológica e sensacional capa da MAD: "Neste Carnaval aprenda com o Ronaldão a não se enganar com travecão"!!!

Filed under: humor, MAD ( revista ), Ronaldo Fenômeno — Servílio Gentil Lavapés @ 4:07 pm
BLOG DO MAD
FÓRUM PANINI
Detalhe inspirado: o rosto do Alfred E. Newman no distintivo do Corinthians. Como curiosidade, “MAD” significa “louco”, que é como aparece no canto de guerra de certa torcida.

Antológica e sensacional capa da MAD: "Neste Carnaval aprenda com o Ronaldão a não se enganar com travecão"!!!

Filed under: humor, MAD ( revista ), Ronaldo Fenômeno — Humberto @ 4:07 pm
BLOG DO MAD
FÓRUM PANINI
Detalhe inspirado: o rosto do Alfred E. Newman no distintivo do Corinthians. Como curiosidade, “MAD” significa “louco”, que é como aparece no canto de guerra de certa torcida.

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