ENCALHE

abril 28, 2009

Dório Ferman, Carlos Rodenburg e Humberto Braz, asseclas de Daniel Dantas são indiciados pela Polícia Federal. Mas,…não tá faltando alguém?!

E O TAL DÓRIO FERMAN PEDE QUE OS JORNALISTAS [ MAS JUSTO QUEM? ] INVESTIGUEM A SATIAGRAHA…PARA “MELHORAR A DEMOCRACIA”. DEPOIS, DIZ QUE A “VOZ DAS RUAS” [ OU SEJA, "O POVO". A QUEM, EM TESE, A DEMOCRACIA DEVERIA INCLUIR, REPRESENTAR, SERVIR ] LEVOU AO NAZISMO. ASSIM, ELE [ EM SUA DEFESA, POSSO DIZER QUE NÃO É O ÚNICO A PENSAR ASSIM ] REMETE À IDÉIA DE “DEMOCRACIA”, SÓ QUE SEM POVO.
Polícia Federal indicia presidente e três executivos do Banco Opportunity
da Agência Brasil
São Paulo - Quatro executivos do Banco Opportunity foram indiciados hoje (28) pela Polícia Federal em um dos inquéritos da Operação Satiagraha, que investiga crimes financeiros. Foram indiciados o presidente do banco, Dório Ferman, o gestor Itamar Benigno Filho, o ex-vice-presidente Carlos Rodenburg e o ex-presidente da Brasil Telecom Humberto Braz. Todos foram indiciados formalmente ao comparecerem hoje à sede da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo para prestar depoimentos.
Na saída de seu depoimento à Polícia Federal, por volta das 16h, Dório Ferman disse que é inocente. “Somos pessoas honestas. Não praticamos crimes. Vamos esclarecer dentro da lei e do Estado de Direito”, disse ele.
Aos jornalistas, Ferman disse que é presidente do Opportunity desde a sua criação e defendeu que o seu banco “é uma empresa correta”, que “paga os impostos [ Sempre essa conversa... ], cumpre sua função social e nunca fez evasão fiscal”. O presidente do banco também aproveitou para pedir aos jornalistas que investigassem a Operação Satiagraha [ OPA!! Será alguma senha, algum código, mensagem cifrada talvez? ] “para melhorar a democracia brasileira”.
A voz das ruas [ Um recado para Joaquim Barbosa? E a "voz rouca das ruas", deixou de valer? ] levou à condenação de Jesus Cristo, à fogueira da inquisição e ao nazismo. Cabe a vocês, jornalistas, esclarecer e contribuir para o bem do país”, disse Ferman.
Os quatro executivos foram condenados pelos crimes de gestão fraudulenta, evasão de divisas, empréstimo vedado, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Ontem (27), a Polícia Federal já havia indiciado outras seis pessoas pelos mesmos crimes, entre elas, o banqueiro Daniel Dantas e sua irmã, Verônica Dantas [ ESTA, MAIS CONHECIDA COMO "SÓCIA DA FILHA DE JOSÉ SERRA" ]. No total, 13 pessoas foram indiciadas pelo delegado Ricardo Saadi nesse inquérito da Operação Satiagraha, que investiga especificamente o Banco Opportunity.
Os advogados que defendem Ferman e Braz reclamaram dos indiciamentos e disseram que seus clientes não responderam hoje às perguntas da Polícia Federal porque novos documentos foram anexados aos autos nos últimos dias, entre eles, informações do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Renato de Moraes, advogado que defende Humberto Braz, disse ter orientado seu cliente a se manter calado porque só teve acesso a parte do inquérito policial – formado por 20 volumes e centenas de adendos – no dia 24 de abril e também porque o indiciamento seria “uma mera opinião do delegado”, já previsto no inquérito policial antes mesmo do depoimento de seu cliente à Polícia Federal. Seu cliente, Humberto Braz, já foi condenado pela Justiça Federal na mesma Operação Satiagraha pela tentativa de suborno a um delegado da Polícia Federal para retirar o nome de Daniel Dantas das investigações.
Já o advogado do presidente do banco, Antônio Pitombo, disse que seu cliente não assinou o indiciamento policial e que entrou hoje com um habeas corpus na Justiça Federal, alegando que a defesa não teve acesso aos novos documentos que foram anexados aos autos. “Se for concedido prazo para exames desses documentos, é evidente que nós vamos depor”, disse.
Pitombo também reclamou da pressa da Polícia Federal em terminar o inquérito, que deve ser encaminhado até o final desta semana ao juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Federal de São Paulo. “Há uma pressa política de se encerrar a Operação Satiagraha”, disse o advogado, ressaltando que a operação vai ser uma “marca para os brasileiros”, definindo “o antes e o depois”.
“Ou o Brasil opta por ser um país reacionário ou vai ser o país onde se cumpre a Constituição da República e a lei”, afirmou.
[ Vixxiiii!!! A lei existia, era cumprida à risca, até a Satiagraha chegar e detonar tudo, né? Esse Estado Policial, viu...! ]

dezembro 18, 2008

Ministério Público pede aumento da pena de capanga de Daniel Dantas

MPF/SP pede aumento da pena de Humberto Braz por oferecer R$ 1 milhão a delegado
Notícias MPF , 17/12/08
Para acusação, participação de ex-presidente da Brasil Telecom na tentativa de suborno a delegado do caso, é mais relevante que a de Hugo Chicaroni
O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) apresentou hoje, 17 de dezembro, à Justiça Federal “razões de apelação”, pedindo a reforma parcial da sentença que condenou, pelo crime de corrupção ativa, Daniel Dantas, Humberto Braz e Hugo Chicaroni, acusados de terem oferecido um milhão de reais a um delegado da Polícia Federal para que fossem retirados das investigações os nomes do banqueiro e de sua irmã e parceira de negócios, Verônica Dantas.
No recurso, o MPF/SP pede que o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) aumente a pena do ex-presidente da Brasil Telecom Participações, Humberto Braz, para, no mínimo, oito anos, mudando, conseqüentemente, o regime de pena fixado em semi-aberto para fechado. Em suas razões, o procurador da República Rodrigo de Grandis pede também que as penas de multa sejam aplicadas de forma integral para os três réus, aumentando os valores que deverão ser pagos para cada um.
Para o MPF, o juiz Fausto Martin de Sanctis, ao sentenciar Dantas, Braz e Chicaroni “não agiu com o costumeiro acerto ao equiparar as condutas levadas a efeito pelos apelados Humberto José Rocha Braz e Hugo Sérgio Chicaroni”.
Para Grandis, diante da prova colhida nos autos, a participação de Braz e seu poder decisório no curso da negociação da corrupção, eram maiores que os de Chicaroni e, portanto, a pena aplicada, de sete anos, um mês e dez dias de prisão e 141 dias multa, idêntica à do consultor, é “insuficiente” e ofende o princípio constitucional da individualização da pena.
O MPF entende que Braz “agiu como verdadeiro `lugar-tenente´”, de Daniel Dantas, colaborando para a configuração das condutas corruptoras, “de forma decisiva para a concretização delas, inclusive, quanto à ilusão das autoridades públicas de molde a se constituir em peça-chave para os devaneios de seu `chefe´”, como escreveu Sanctis na decisão.
Veja aqui a apelação.
Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República em São Paulo

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