ENCALHE

novembro 10, 2007

Os brasileiros que lutaram ao lado de Hitler

Há três anos, o professor Dennison de Oliveira, do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná (UFPR), busca uma editora para publicar uma obra no mínimo reveladora sobre a realidade de brasileiros, descendentes de alemães, que lutaram pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Em Os soldados brasileiros de Hitler, o pesquisador relata a história real de seis pessoas que, vivendo na Alemanha e impedidas de voltar ao Brasil por causa da guerra, tiveram de servir às potências do Eixo e viver os conflitos éticos gerados pelo nazismo.
A motivação do autor partiu do curitibano Norberto Toedter, de ascendência alemã, deportado junto com a família depois que seu pai foi acusado de ser espião nazista e convocado a prestar serviços às forças armadas daquele país. Suas memórias, narradas no livro E a guerra continua, serviram de inspiração para que Dennison buscasse mais exemplos de brasileiros que viveram experiência semelhante. “Ele citou que muitas famílias viveram casos como o dele e me passou alguns contatos”, lembra.
As recordações dos entrevistados foram transformadas em livro. Antes de a guerra estourar as famílias desses “soldados” foram para a Alemanha em busca de melhores condições de vida. “Mas, com a eclosão da guerra, ficaram impedidos de voltar”, conta o professor. Enquanto isso, os meninos atingiam a idade de alistamento e, como todo cidadão alemão, tinham de arcar com as obrigações militares.
De acordo com Dennison, centenas de brasileiros passaram por essa situação, mas apenas um relatou um episódio conflituoso ao ser enviado para combater na frente italiana, onde certamente lutaria contra os amigos brasileiros. “Ele deduziu que os colegas estariam lá. Além disso, se fosse capturado e dado como traidor, sofreria represálias”, diz. No entanto, o apelo emocional não foi capaz de tirá-lo da missão. “Quem o livrou foi um médico que, vendo o difícil momento por que passava, na hora do embarque o declarou doente.”
O pesquisador lembra que a motivação desses soldados em estar na Alemanha e participar da guerra estava longe de ser política, segundo seus relatos: era uma questão de sobrevivência e de obrigação com a pátria. Tanto que, de volta ao Brasil, logo após a guerra, eles sofreram as conseqüências da revolta contra o nazismo. “No pós-guerra, tiveram de se evadir do preconceito. Em decorrência disso, elaboraram uma visão de recusa à responsabilidade da Alemanha pela guerra e negaram a perseguição aos judeus”, diz o pesquisador, citando que, ainda assim, alguns dos entrevistados que compõem sua obra reconhecem as atitudes negativas do movimento conduzido por Hitler.
Paraná-Online
09/11/07

dezembro 14, 2006

Estou disposto a acabar com o Natal de vocês!!!

Filed under: China, História, Japão, Massacre de Nanjing — Humberto @ 8:12 pm
A China como promotora de abusos e maus-tratos contra seres humanos vocês já conhecem.
Conheçam – ou relembrem – um pouco da China, vitimada por massacres aterradores e sofrimentos inenarráveis promovidas desta feita pelo Japão Imperial, durante a década de 30.
Trata-se da horrenda história que veio a ser conhecida como O Massacre de Nanjing ( mas não só ), ocorrida entre Dezembro de 1937 a Fevereiro de 1938.
Leiam este relato ( em inglês ) do tratamento dispensado à população chinesa pelas tropas do Japão:

“At 7:30 PM of December 19th, two Japanese soldiers gang raped a seventeen year old woman who has been pregnant for 9 months, led to the abortion of the fetus, the woman became insane.”
(Ref. “Judgment of the International Military Tribunal for the Far East” p 451)

Holiday in Cambodia ?

A conta, a respeito do número de “mortos” – para usar um termo suave – varia de acordo com a fonte ( óbvio !! ).

Alguns estimam em cerca de 300.000 pessoas – idosos, crianças, mulheres e gestantes não foram poupados. Para se ter uma idéia da discordância entre as contagens, existem versões que apontam como 6.000 o número de mortos, passando por “entre 38.000 e 42.000″, e por “200.000″, conforme pode-se verificar no site que publica esta história.

Mais atrocidades relatadas: “(…) Even more savage, a group of Japanese soldiers gang raped a middle-aged lady, later they learned that the lady was pregnant, so they cut open the lady and took out the fetus. They took the fetus as a toy and played in the streets, met with a Japanese officer, they wavered the fetus on their bayonets to the officer, the officer returned a smile. The brutal killing game like this, who knows how many happened. Hundreds? Thousands? Above, we only listed a few instances.(…) “
Isso porque ainda não comecei a falar sobre as experiências com seres humanos capturados – em vários casos, com as cobaias vivas. Faria Menguele se borrar ou vomitar.
E tem também o uso de armas biológicas, como o antrax, a cargo da Unidade 731.
Se entendi direito, o Japão nega ter promovido os massacres a ele atribuídos, durante a guerra da Manchúria. Não se deve ignorar que soldados americanos e australianos também foram capturados e sofreram tratamentos similares ao dispensado às vitimas chinesas.
Segundo se denuncia, os Estados Unidos abafaram o caso, sob a justificativa de proteger os interesses do país. Ignorando o sofrimento das vítimas chinesas e de seus próprios cidadãos.
http://centurychina.com/wiihist/history.htm

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.