ENCALHE

junho 5, 2009

EUA testarão bala controlada por rádio

SÃO PAULO – O exército americano desenvolveu um rifle que é capaz de disparar projéteis que podem mudar de direção durante o percurso por controle de rádio.
O XM25, como é chamado a arma, pode ser uma solução para atirar em alvos de difícil acesso, como soldados escondidos em trincheira, ou um objeto atrás da parede, segundo a milícia dos Estados Unidos. Os protótipos devem ser testados em breve no Iraque ou no Afeganistão e a previsão é que a versão final saia em 2012.
O conceito é simples na prática, mas um tanto complexo no funcionamento. De acordo com a New Scientist, que publicou hoje (04) uma nota explicativa sobre a tecnologia militar, o rifle usa um dispositivo a laser para calcular a distância exata da obstrução. A partir da conta, o soldado pode adicionar ou subtrair até três metros de distância no corpo da arma de fogo e assim fazer o disparo com explosão inteligente.
A detonação aconteceria por um sinal de rádio que a arma envia a uma micro plaqueta dentro da bala, que informa a distância precisa do alvo. O segredo também estaria no transdutor magnético dentro da bala que por meio do campo magnético da Terra é capaz de gerar uma corrente alternada.
Os americanos do exército tratam o invento como uma alternativa mais precisa e barata aos lançadores de granada e às artilharias aéreas, além de trazer menos riscos aos civis.

INFO ONLINE, 04.06.09

EUA testarão bala controlada por rádio

SÃO PAULO – O exército americano desenvolveu um rifle que é capaz de disparar projéteis que podem mudar de direção durante o percurso por controle de rádio.
O XM25, como é chamado a arma, pode ser uma solução para atirar em alvos de difícil acesso, como soldados escondidos em trincheira, ou um objeto atrás da parede, segundo a milícia dos Estados Unidos. Os protótipos devem ser testados em breve no Iraque ou no Afeganistão e a previsão é que a versão final saia em 2012.
O conceito é simples na prática, mas um tanto complexo no funcionamento. De acordo com a New Scientist, que publicou hoje (04) uma nota explicativa sobre a tecnologia militar, o rifle usa um dispositivo a laser para calcular a distância exata da obstrução. A partir da conta, o soldado pode adicionar ou subtrair até três metros de distância no corpo da arma de fogo e assim fazer o disparo com explosão inteligente.
A detonação aconteceria por um sinal de rádio que a arma envia a uma micro plaqueta dentro da bala, que informa a distância precisa do alvo. O segredo também estaria no transdutor magnético dentro da bala que por meio do campo magnético da Terra é capaz de gerar uma corrente alternada.
Os americanos do exército tratam o invento como uma alternativa mais precisa e barata aos lançadores de granada e às artilharias aéreas, além de trazer menos riscos aos civis.

INFO ONLINE, 04.06.09

maio 14, 2009

Noventa e três crianças – uma de apenas 8 dias de vida – morreram nos ataques americanos em Cabul, diz Reuters ( em inglês )

Do INFORMATION CLEARING HOUSE
EXCLUSIVE
List of 140 Afghan Killed In US Attack Includes 93 Children
By Reuters
KABUL (Reuters) – Ninety-three children and 25 adult women are among a list of 140 names of Afghans who villagers say were killed in a battle and U.S. air strikes last week, causing a crisis between Washington and its Afghan allies.
The list, obtained by Reuters, bears the endorsement of seven senior provincial and central government officials, including an Afghan two-star general who headed a task force dispatched by the government to investigate the incident.
Titled “list of the martyrs of the bombardment of Bala Boluk district of Farah Province”, it includes the name, age and father’s name of each alleged victim.
The youngest was listed as 8-day-old baby Sayed Musa, son of Sayed Adam. Fifty-three victims were girls under the age of 18, and 40 were boys. Only 22 were men 18 or older.
The U.S. military continues to dispute the toll and a military spokesman said some of the names could be fake.
The dispute over the number of dead has worsened tension between Washington and Kabul, despite apologies President Barack Obama and Secretary of State Hillary Clinton made during a visit to Washington by President Hamid Karzai last week.
The Afghan government has endorsed the list, and Karzai went on U.S. television to call for an end to all U.S. air strikes, only to be rebuffed by Washington. Afghan officials say the issue helps insurgents by turning the public against foreign forces.
Since last year, U.S. officials adopted new procedures for investigations of civilian casualties designed to ensure their statements agree with those of the Afghan government.Nevertheless, Washington has continued to dispute the death toll. U.S. military spokesman Colonel Greg Julian said villagers had an incentive to invent names of dead relatives in the hope of collecting compensation.
U.S. SAYS NO PROOF
“Well I could give you 140 names too. The problem is there is no evidence of that number of graves … Are those real people? Did they ever actually exist? I can give you a list of 53 girls names with their ages,” he said “There are no birth certificates and there are no death certificates.”
“Conditions exist that encourage exaggeration,” Julian added.”If you say that the Taliban killed your family you’d get nothing. If you say the Americans killed your family, you might get assistance, whether they existed or not.”
Julian said investigators had been shown 26 individual graves at the site and one mass grave, which he said was not large enough to contain so many bodies. He estimated the overall toll could not exceed 80.Because of cultural sensitivity, there were no plans to dig up the graves to determine how many were buried inside, he said.
The U.S. military blames the Taliban for causing the deaths deliberately by herding civilians into houses it knew would be targeted by U.S. troops sent to rescue Afghan police and soldiers from an ambush. It also says the Taliban may have killed some of the villagers with grenades.
“Don’t forget about who is responsible for this whole thing. This was a deliberate plan to create human sacrifices and then blame us,” Julian said.
Karzai told CNN last week that Washington needs to rely on other tactics besides air strikes when it is facing Taliban fighters in villages where civilians might be present.”The air strikes are not acceptable,” Karzai said.
“Terrorism is not in Afghan villages, not in Afghan homes. And you cannot defeat terrorists by air strikes.”
But White House National Security Advisor James Jones said on Sunday that U.S. forces need air power to protect themselves: “We can’t fight with one hand tied behind our back.”

março 15, 2009

CORRUPÇÃO: Bancos facilitam a corrupção em países pobres, revela estudo

Marina Litvinsky
Washington, 13/03/2009, (IPS) – Alguns dos principais bancos do mundo facilitam a corrupção nos países mais pobres, diz um estudo da organização independente Global Witness. O novo informe, intitulado “Diligencia indevida; como os bancos fazem negócios com regimes corruptos”, mostra a forma com que, ao criar vínculos com obscuros clientes em países ricos em recursos naturais, vários bancos facilitaram a corrupção e o saque estatal, o que impede essas nações de terem oportunidade de sair da pobreza e deixarem de ser dependentes da ajuda externa.
“A mesma regulamentação branda que criou a crise de créditos faz com que alguns dos maiores bancos do mundo facilitem o saque de recursos naturais de Estados pobres”, disse o diretor de campanhas da Global Witness, Gavin Hayman. Esta organização sem fins lucrativos se dedica à pesquisa sobre causas e efeitos da exploração da riqueza natural no mundo.
“Se recursos como petróleo, gás e minerais realmente existem para ajudar a tirar a África e outras regiões da pobreza, então os governos devem assumir a responsabilidade de impedir que os bancos façam negócios com ditadores corruptos e com suas famílias”, acrescentou.
O informe cita vários clientes de determinados bancos na Guiné Equatorial, República do Congo, Gabão, Libéria, Angola e Turcomenistão. Nesses países a riqueza natural está sendo, ou foi, saqueada por uns poucos, seja para enriquecimento pessoal, para fortalecer o poder de um ditador que viola os direitos humanos ou para financiar guerras devastadoras. Entre os bancos mencionados estão Barclays, Citibank, Deutsche Bank e HSBC. Quase todas as instituições bancárias incluídas no informe são de alto alcance internacional e todas proclamam seus compromissos de responsabilidade social. Mas, segundo o trabalho, há uma enorme brecha entre esse discurso e a realidade.
A renda com recursos naturais oferece uma potencial saída para a pobreza a muitos países em desenvolvimento. Mas estes ganhos, que poderiam ser destinados ao desenvolvimento, são malversados, usurpados por altos funcionários do governo ou usados para ajudar regimes que oprimem seu próprio povo.
“Os bancos fornecem o mecanismo para que haja corrupção em torno dos recursos naturais”, disse Anthea Lawson, da Global Witness. Entre a evidência apresentada no informe está o caso do banco Barclays que manteve conta aberta para Obiang, filho do ditador da Guiné Equatorial, mesmo muito depois de se tornarem públicas provas de que a família estava envolvida na usurpação das riquezas petrolíferas dessa nação.
Em 2004, o banco Riggs entrou em colapso como resultado de uma investigação de um comitê do Senado norte-americano, na qual se descobriu que mantinha contas em nome do ditador da Guiné Equatorial Teodoro Obiang, bem com de membros de sua família e de seu governo corrupto. Apesar disso, seu filho, que como ministro da Agricultura e florestas no governo de seu pai tinha salário de US$ 4 mil mensais, ainda tinha conta aberta no Barclays em novembro de 2007. O informe assinala que enquanto seu país continua sendo um dos mais pobres da África, ele possui uma mansão de US$ 35 milhões em Malibu (EUA) e gastou US$ 6,3 milhões na compra de automóveis nos últimos 10 anos.
Também está mencionado o caso do Citibank que facilitou o financiamento de duas guerras civis em Serra Leoa e Libéria ao permitir ao ex-presidente liberiano Charles Taylor, agora julgado por crimes de guerra no Tribunal Penal Interacional de Haia, saquear as riquezas naturais de madeira. Como ficou evidente pela atual crise financeira internacional, o informe mostra que quando se trata de respeitar as regras os banqueiros fazem o menos possível. Procuram explorar todos os vazios e ambiguidades nas regulamentações e assumir suas responsabilidades no mínimo nível.
Isto ocorre apesar de uma série de leis contra a lavagem de dinheiro exigir dos bancos diligencia em identificar seus clientes e rejeitar fundos que tenham sido adquiridos de forma ilícita. Mas as atuais normas são ambíguas sobre até onde os bancos devem ir para identificar a pessoa real que está por trás das empresas. Ao aceitar estes clientes suspeitos ajudam direta ou indiretamente os que usam as contas do Estado para enriquecer ou oprimir seus povos, diz o informe.
O trabalho foi apresentado às vésperas da reunião do G-20 prevista para sábado em Londres, onde será analisada a atual crise financeira mundial. “Os líderes do G-20 devem agir sobre suas promessas de ajudar os pobres do mundo. Um elemento-chave para acabar com a pobreza é por fim ao dinheiro roubado ou sacado do orçamento, em primeiro lugar. Evitar este tema deixaria o sistema financeiro global aberto não só a novos fluxos de dinheiro corrupto, mas também às influências desestabilizadoras que causam tanto dano às economias do mundo industrializado”, disse Hayman.
(IPS/Envolverde) (FIN/2009)

CORRUPÇÃO: Bancos facilitam a corrupção em países pobres, revela estudo

Marina Litvinsky
Washington, 13/03/2009, (IPS) – Alguns dos principais bancos do mundo facilitam a corrupção nos países mais pobres, diz um estudo da organização independente Global Witness. O novo informe, intitulado “Diligencia indevida; como os bancos fazem negócios com regimes corruptos”, mostra a forma com que, ao criar vínculos com obscuros clientes em países ricos em recursos naturais, vários bancos facilitaram a corrupção e o saque estatal, o que impede essas nações de terem oportunidade de sair da pobreza e deixarem de ser dependentes da ajuda externa.
“A mesma regulamentação branda que criou a crise de créditos faz com que alguns dos maiores bancos do mundo facilitem o saque de recursos naturais de Estados pobres”, disse o diretor de campanhas da Global Witness, Gavin Hayman. Esta organização sem fins lucrativos se dedica à pesquisa sobre causas e efeitos da exploração da riqueza natural no mundo.
“Se recursos como petróleo, gás e minerais realmente existem para ajudar a tirar a África e outras regiões da pobreza, então os governos devem assumir a responsabilidade de impedir que os bancos façam negócios com ditadores corruptos e com suas famílias”, acrescentou.
O informe cita vários clientes de determinados bancos na Guiné Equatorial, República do Congo, Gabão, Libéria, Angola e Turcomenistão. Nesses países a riqueza natural está sendo, ou foi, saqueada por uns poucos, seja para enriquecimento pessoal, para fortalecer o poder de um ditador que viola os direitos humanos ou para financiar guerras devastadoras. Entre os bancos mencionados estão Barclays, Citibank, Deutsche Bank e HSBC. Quase todas as instituições bancárias incluídas no informe são de alto alcance internacional e todas proclamam seus compromissos de responsabilidade social. Mas, segundo o trabalho, há uma enorme brecha entre esse discurso e a realidade.
A renda com recursos naturais oferece uma potencial saída para a pobreza a muitos países em desenvolvimento. Mas estes ganhos, que poderiam ser destinados ao desenvolvimento, são malversados, usurpados por altos funcionários do governo ou usados para ajudar regimes que oprimem seu próprio povo.
“Os bancos fornecem o mecanismo para que haja corrupção em torno dos recursos naturais”, disse Anthea Lawson, da Global Witness. Entre a evidência apresentada no informe está o caso do banco Barclays que manteve conta aberta para Obiang, filho do ditador da Guiné Equatorial, mesmo muito depois de se tornarem públicas provas de que a família estava envolvida na usurpação das riquezas petrolíferas dessa nação.
Em 2004, o banco Riggs entrou em colapso como resultado de uma investigação de um comitê do Senado norte-americano, na qual se descobriu que mantinha contas em nome do ditador da Guiné Equatorial Teodoro Obiang, bem com de membros de sua família e de seu governo corrupto. Apesar disso, seu filho, que como ministro da Agricultura e florestas no governo de seu pai tinha salário de US$ 4 mil mensais, ainda tinha conta aberta no Barclays em novembro de 2007. O informe assinala que enquanto seu país continua sendo um dos mais pobres da África, ele possui uma mansão de US$ 35 milhões em Malibu (EUA) e gastou US$ 6,3 milhões na compra de automóveis nos últimos 10 anos.
Também está mencionado o caso do Citibank que facilitou o financiamento de duas guerras civis em Serra Leoa e Libéria ao permitir ao ex-presidente liberiano Charles Taylor, agora julgado por crimes de guerra no Tribunal Penal Interacional de Haia, saquear as riquezas naturais de madeira. Como ficou evidente pela atual crise financeira internacional, o informe mostra que quando se trata de respeitar as regras os banqueiros fazem o menos possível. Procuram explorar todos os vazios e ambiguidades nas regulamentações e assumir suas responsabilidades no mínimo nível.
Isto ocorre apesar de uma série de leis contra a lavagem de dinheiro exigir dos bancos diligencia em identificar seus clientes e rejeitar fundos que tenham sido adquiridos de forma ilícita. Mas as atuais normas são ambíguas sobre até onde os bancos devem ir para identificar a pessoa real que está por trás das empresas. Ao aceitar estes clientes suspeitos ajudam direta ou indiretamente os que usam as contas do Estado para enriquecer ou oprimir seus povos, diz o informe.
O trabalho foi apresentado às vésperas da reunião do G-20 prevista para sábado em Londres, onde será analisada a atual crise financeira mundial. “Os líderes do G-20 devem agir sobre suas promessas de ajudar os pobres do mundo. Um elemento-chave para acabar com a pobreza é por fim ao dinheiro roubado ou sacado do orçamento, em primeiro lugar. Evitar este tema deixaria o sistema financeiro global aberto não só a novos fluxos de dinheiro corrupto, mas também às influências desestabilizadoras que causam tanto dano às economias do mundo industrializado”, disse Hayman.
(IPS/Envolverde) (FIN/2009)

CORRUPÇÃO: Bancos facilitam a corrupção em países pobres, revela estudo

Marina Litvinsky
Washington, 13/03/2009, (IPS) – Alguns dos principais bancos do mundo facilitam a corrupção nos países mais pobres, diz um estudo da organização independente Global Witness. O novo informe, intitulado “Diligencia indevida; como os bancos fazem negócios com regimes corruptos”, mostra a forma com que, ao criar vínculos com obscuros clientes em países ricos em recursos naturais, vários bancos facilitaram a corrupção e o saque estatal, o que impede essas nações de terem oportunidade de sair da pobreza e deixarem de ser dependentes da ajuda externa.
“A mesma regulamentação branda que criou a crise de créditos faz com que alguns dos maiores bancos do mundo facilitem o saque de recursos naturais de Estados pobres”, disse o diretor de campanhas da Global Witness, Gavin Hayman. Esta organização sem fins lucrativos se dedica à pesquisa sobre causas e efeitos da exploração da riqueza natural no mundo.
“Se recursos como petróleo, gás e minerais realmente existem para ajudar a tirar a África e outras regiões da pobreza, então os governos devem assumir a responsabilidade de impedir que os bancos façam negócios com ditadores corruptos e com suas famílias”, acrescentou.
O informe cita vários clientes de determinados bancos na Guiné Equatorial, República do Congo, Gabão, Libéria, Angola e Turcomenistão. Nesses países a riqueza natural está sendo, ou foi, saqueada por uns poucos, seja para enriquecimento pessoal, para fortalecer o poder de um ditador que viola os direitos humanos ou para financiar guerras devastadoras. Entre os bancos mencionados estão Barclays, Citibank, Deutsche Bank e HSBC. Quase todas as instituições bancárias incluídas no informe são de alto alcance internacional e todas proclamam seus compromissos de responsabilidade social. Mas, segundo o trabalho, há uma enorme brecha entre esse discurso e a realidade.
A renda com recursos naturais oferece uma potencial saída para a pobreza a muitos países em desenvolvimento. Mas estes ganhos, que poderiam ser destinados ao desenvolvimento, são malversados, usurpados por altos funcionários do governo ou usados para ajudar regimes que oprimem seu próprio povo.
“Os bancos fornecem o mecanismo para que haja corrupção em torno dos recursos naturais”, disse Anthea Lawson, da Global Witness. Entre a evidência apresentada no informe está o caso do banco Barclays que manteve conta aberta para Obiang, filho do ditador da Guiné Equatorial, mesmo muito depois de se tornarem públicas provas de que a família estava envolvida na usurpação das riquezas petrolíferas dessa nação.
Em 2004, o banco Riggs entrou em colapso como resultado de uma investigação de um comitê do Senado norte-americano, na qual se descobriu que mantinha contas em nome do ditador da Guiné Equatorial Teodoro Obiang, bem com de membros de sua família e de seu governo corrupto. Apesar disso, seu filho, que como ministro da Agricultura e florestas no governo de seu pai tinha salário de US$ 4 mil mensais, ainda tinha conta aberta no Barclays em novembro de 2007. O informe assinala que enquanto seu país continua sendo um dos mais pobres da África, ele possui uma mansão de US$ 35 milhões em Malibu (EUA) e gastou US$ 6,3 milhões na compra de automóveis nos últimos 10 anos.
Também está mencionado o caso do Citibank que facilitou o financiamento de duas guerras civis em Serra Leoa e Libéria ao permitir ao ex-presidente liberiano Charles Taylor, agora julgado por crimes de guerra no Tribunal Penal Interacional de Haia, saquear as riquezas naturais de madeira. Como ficou evidente pela atual crise financeira internacional, o informe mostra que quando se trata de respeitar as regras os banqueiros fazem o menos possível. Procuram explorar todos os vazios e ambiguidades nas regulamentações e assumir suas responsabilidades no mínimo nível.
Isto ocorre apesar de uma série de leis contra a lavagem de dinheiro exigir dos bancos diligencia em identificar seus clientes e rejeitar fundos que tenham sido adquiridos de forma ilícita. Mas as atuais normas são ambíguas sobre até onde os bancos devem ir para identificar a pessoa real que está por trás das empresas. Ao aceitar estes clientes suspeitos ajudam direta ou indiretamente os que usam as contas do Estado para enriquecer ou oprimir seus povos, diz o informe.
O trabalho foi apresentado às vésperas da reunião do G-20 prevista para sábado em Londres, onde será analisada a atual crise financeira mundial. “Os líderes do G-20 devem agir sobre suas promessas de ajudar os pobres do mundo. Um elemento-chave para acabar com a pobreza é por fim ao dinheiro roubado ou sacado do orçamento, em primeiro lugar. Evitar este tema deixaria o sistema financeiro global aberto não só a novos fluxos de dinheiro corrupto, mas também às influências desestabilizadoras que causam tanto dano às economias do mundo industrializado”, disse Hayman.
(IPS/Envolverde) (FIN/2009)

CORRUPÇÃO: Bancos facilitam a corrupção em países pobres, revela estudo

Marina Litvinsky
Washington, 13/03/2009, (IPS) – Alguns dos principais bancos do mundo facilitam a corrupção nos países mais pobres, diz um estudo da organização independente Global Witness. O novo informe, intitulado “Diligencia indevida; como os bancos fazem negócios com regimes corruptos”, mostra a forma com que, ao criar vínculos com obscuros clientes em países ricos em recursos naturais, vários bancos facilitaram a corrupção e o saque estatal, o que impede essas nações de terem oportunidade de sair da pobreza e deixarem de ser dependentes da ajuda externa.
“A mesma regulamentação branda que criou a crise de créditos faz com que alguns dos maiores bancos do mundo facilitem o saque de recursos naturais de Estados pobres”, disse o diretor de campanhas da Global Witness, Gavin Hayman. Esta organização sem fins lucrativos se dedica à pesquisa sobre causas e efeitos da exploração da riqueza natural no mundo.
“Se recursos como petróleo, gás e minerais realmente existem para ajudar a tirar a África e outras regiões da pobreza, então os governos devem assumir a responsabilidade de impedir que os bancos façam negócios com ditadores corruptos e com suas famílias”, acrescentou.
O informe cita vários clientes de determinados bancos na Guiné Equatorial, República do Congo, Gabão, Libéria, Angola e Turcomenistão. Nesses países a riqueza natural está sendo, ou foi, saqueada por uns poucos, seja para enriquecimento pessoal, para fortalecer o poder de um ditador que viola os direitos humanos ou para financiar guerras devastadoras. Entre os bancos mencionados estão Barclays, Citibank, Deutsche Bank e HSBC. Quase todas as instituições bancárias incluídas no informe são de alto alcance internacional e todas proclamam seus compromissos de responsabilidade social. Mas, segundo o trabalho, há uma enorme brecha entre esse discurso e a realidade.
A renda com recursos naturais oferece uma potencial saída para a pobreza a muitos países em desenvolvimento. Mas estes ganhos, que poderiam ser destinados ao desenvolvimento, são malversados, usurpados por altos funcionários do governo ou usados para ajudar regimes que oprimem seu próprio povo.
“Os bancos fornecem o mecanismo para que haja corrupção em torno dos recursos naturais”, disse Anthea Lawson, da Global Witness. Entre a evidência apresentada no informe está o caso do banco Barclays que manteve conta aberta para Obiang, filho do ditador da Guiné Equatorial, mesmo muito depois de se tornarem públicas provas de que a família estava envolvida na usurpação das riquezas petrolíferas dessa nação.
Em 2004, o banco Riggs entrou em colapso como resultado de uma investigação de um comitê do Senado norte-americano, na qual se descobriu que mantinha contas em nome do ditador da Guiné Equatorial Teodoro Obiang, bem com de membros de sua família e de seu governo corrupto. Apesar disso, seu filho, que como ministro da Agricultura e florestas no governo de seu pai tinha salário de US$ 4 mil mensais, ainda tinha conta aberta no Barclays em novembro de 2007. O informe assinala que enquanto seu país continua sendo um dos mais pobres da África, ele possui uma mansão de US$ 35 milhões em Malibu (EUA) e gastou US$ 6,3 milhões na compra de automóveis nos últimos 10 anos.
Também está mencionado o caso do Citibank que facilitou o financiamento de duas guerras civis em Serra Leoa e Libéria ao permitir ao ex-presidente liberiano Charles Taylor, agora julgado por crimes de guerra no Tribunal Penal Interacional de Haia, saquear as riquezas naturais de madeira. Como ficou evidente pela atual crise financeira internacional, o informe mostra que quando se trata de respeitar as regras os banqueiros fazem o menos possível. Procuram explorar todos os vazios e ambiguidades nas regulamentações e assumir suas responsabilidades no mínimo nível.
Isto ocorre apesar de uma série de leis contra a lavagem de dinheiro exigir dos bancos diligencia em identificar seus clientes e rejeitar fundos que tenham sido adquiridos de forma ilícita. Mas as atuais normas são ambíguas sobre até onde os bancos devem ir para identificar a pessoa real que está por trás das empresas. Ao aceitar estes clientes suspeitos ajudam direta ou indiretamente os que usam as contas do Estado para enriquecer ou oprimir seus povos, diz o informe.
O trabalho foi apresentado às vésperas da reunião do G-20 prevista para sábado em Londres, onde será analisada a atual crise financeira mundial. “Os líderes do G-20 devem agir sobre suas promessas de ajudar os pobres do mundo. Um elemento-chave para acabar com a pobreza é por fim ao dinheiro roubado ou sacado do orçamento, em primeiro lugar. Evitar este tema deixaria o sistema financeiro global aberto não só a novos fluxos de dinheiro corrupto, mas também às influências desestabilizadoras que causam tanto dano às economias do mundo industrializado”, disse Hayman.
(IPS/Envolverde) (FIN/2009)

CORRUPÇÃO: Bancos facilitam a corrupção em países pobres, revela estudo

Marina Litvinsky
Washington, 13/03/2009, (IPS) – Alguns dos principais bancos do mundo facilitam a corrupção nos países mais pobres, diz um estudo da organização independente Global Witness. O novo informe, intitulado “Diligencia indevida; como os bancos fazem negócios com regimes corruptos”, mostra a forma com que, ao criar vínculos com obscuros clientes em países ricos em recursos naturais, vários bancos facilitaram a corrupção e o saque estatal, o que impede essas nações de terem oportunidade de sair da pobreza e deixarem de ser dependentes da ajuda externa.
“A mesma regulamentação branda que criou a crise de créditos faz com que alguns dos maiores bancos do mundo facilitem o saque de recursos naturais de Estados pobres”, disse o diretor de campanhas da Global Witness, Gavin Hayman. Esta organização sem fins lucrativos se dedica à pesquisa sobre causas e efeitos da exploração da riqueza natural no mundo.
“Se recursos como petróleo, gás e minerais realmente existem para ajudar a tirar a África e outras regiões da pobreza, então os governos devem assumir a responsabilidade de impedir que os bancos façam negócios com ditadores corruptos e com suas famílias”, acrescentou.
O informe cita vários clientes de determinados bancos na Guiné Equatorial, República do Congo, Gabão, Libéria, Angola e Turcomenistão. Nesses países a riqueza natural está sendo, ou foi, saqueada por uns poucos, seja para enriquecimento pessoal, para fortalecer o poder de um ditador que viola os direitos humanos ou para financiar guerras devastadoras. Entre os bancos mencionados estão Barclays, Citibank, Deutsche Bank e HSBC. Quase todas as instituições bancárias incluídas no informe são de alto alcance internacional e todas proclamam seus compromissos de responsabilidade social. Mas, segundo o trabalho, há uma enorme brecha entre esse discurso e a realidade.
A renda com recursos naturais oferece uma potencial saída para a pobreza a muitos países em desenvolvimento. Mas estes ganhos, que poderiam ser destinados ao desenvolvimento, são malversados, usurpados por altos funcionários do governo ou usados para ajudar regimes que oprimem seu próprio povo.
“Os bancos fornecem o mecanismo para que haja corrupção em torno dos recursos naturais”, disse Anthea Lawson, da Global Witness. Entre a evidência apresentada no informe está o caso do banco Barclays que manteve conta aberta para Obiang, filho do ditador da Guiné Equatorial, mesmo muito depois de se tornarem públicas provas de que a família estava envolvida na usurpação das riquezas petrolíferas dessa nação.
Em 2004, o banco Riggs entrou em colapso como resultado de uma investigação de um comitê do Senado norte-americano, na qual se descobriu que mantinha contas em nome do ditador da Guiné Equatorial Teodoro Obiang, bem com de membros de sua família e de seu governo corrupto. Apesar disso, seu filho, que como ministro da Agricultura e florestas no governo de seu pai tinha salário de US$ 4 mil mensais, ainda tinha conta aberta no Barclays em novembro de 2007. O informe assinala que enquanto seu país continua sendo um dos mais pobres da África, ele possui uma mansão de US$ 35 milhões em Malibu (EUA) e gastou US$ 6,3 milhões na compra de automóveis nos últimos 10 anos.
Também está mencionado o caso do Citibank que facilitou o financiamento de duas guerras civis em Serra Leoa e Libéria ao permitir ao ex-presidente liberiano Charles Taylor, agora julgado por crimes de guerra no Tribunal Penal Interacional de Haia, saquear as riquezas naturais de madeira. Como ficou evidente pela atual crise financeira internacional, o informe mostra que quando se trata de respeitar as regras os banqueiros fazem o menos possível. Procuram explorar todos os vazios e ambiguidades nas regulamentações e assumir suas responsabilidades no mínimo nível.
Isto ocorre apesar de uma série de leis contra a lavagem de dinheiro exigir dos bancos diligencia em identificar seus clientes e rejeitar fundos que tenham sido adquiridos de forma ilícita. Mas as atuais normas são ambíguas sobre até onde os bancos devem ir para identificar a pessoa real que está por trás das empresas. Ao aceitar estes clientes suspeitos ajudam direta ou indiretamente os que usam as contas do Estado para enriquecer ou oprimir seus povos, diz o informe.
O trabalho foi apresentado às vésperas da reunião do G-20 prevista para sábado em Londres, onde será analisada a atual crise financeira mundial. “Os líderes do G-20 devem agir sobre suas promessas de ajudar os pobres do mundo. Um elemento-chave para acabar com a pobreza é por fim ao dinheiro roubado ou sacado do orçamento, em primeiro lugar. Evitar este tema deixaria o sistema financeiro global aberto não só a novos fluxos de dinheiro corrupto, mas também às influências desestabilizadoras que causam tanto dano às economias do mundo industrializado”, disse Hayman.
(IPS/Envolverde) (FIN/2009)

dezembro 29, 2008

Chile: Comunidad palestina protesta frente a la embajada de Israel ( espanhol ). Plus: A versão israelense. Plus II: The Shministim

Filed under: Faixa de Gaza, guerras, Hamas, Islã, Israel, Jihad, OIC, Palestina, The Shministim — Humberto @ 2:39 am

Espero que vocês entendam inglês e espanhol, pois copiei notícias nesses idiomas:

SANTIAGO, Chile, Diciembre 27 La comunidad palestina residente en Chile, la más numerosa fuera del mundo árabe, protestó este domingo frente a la embajada de Israel en Santiago, para expresar su molestia por los ataque israelíes en la Franja de Gaza que han dejado cerca de 300 muertos. El presidente de la Federación Palestina, Mauricio Abu Ghosh, dijo que estas movilizaciones se multiplicarán “de forma cada vez más creativa”, ya que en su pueblo “hay mucha efervescencia, porque lo que está pasando no se puede creer”. En declaraciones a Radio Cooperativa, la comunidad palestina también informó que se reunirá con el canciller Alejandro Foxley para manifestar su preocupación por el conflicto en Medio Oriente. En tanto La Moneda condenó “enérgicamente” los ataques perpetrados en la Franja de Gaza y que provocaron más de 280 muertos y 700 heridos, y expresó “su más profunda preocupación por la escalada de violencia que se vive en la región”.
latam: reporte Copyright 2008 por United Press International

Comunidad palestina protesta frente a la embajada de Israel en Santiago
EL MERCÚRIO

El presidente de la Federación Palestina en Chile, Mauricio Abu Ghosh, anunció que estas movilizaciones se multiplicarán “de forma cada vez más creativa”.
SANTIAGO.- La comunidad palestina residente en Chile protestó frente a la embajada de Israel en Santiago, para expresar su molestia por la ofensiva militar israelí en la Franja de Gaza.
El presidente de la Federación Palestina, Mauricio Abu Ghosh, anunció que estas movilizaciones se multiplicarán “de forma cada vez más creativa”, ya que en su pueblo “hay mucha efervescencia, porque lo que está pasando no se puede creer”.
De acuerdo a lo informado por Radio Cooperativa, la comunidad árabe también informó que se reunirá con el canciller Alejandro Foxley para manifestar su preocupación por el conflicto en Medio Oriente.
Ayer, el Gobierno condenó “enérgicamente” los ataques perpetrados en la Franja de Gaza y que provocaron más de 280 muertos y 700 heridos, y expresó “su más profunda preocupación por la escalada de violencia que se vive en la región”.
Protestas en el mundo
En esta jornada, las embajadas de Israel en varios países han sido objeto de protestas por parte de grupos que rechazan los ataques en Gaza.
En Londres, unas 700 personas se agruparon en las afueras de las instalaciones de la embajada israelí. La policía metropolitana dijo que hasta el momento se registran sólo tres detenidos.
En España, unas mil personas, entre ellas una importante representación de la colonia palestina en Madrid, se concentraron en la sede diplomática de Israel. Los manifestantes, convocados por la Asociación Hispano Palestina y Paz Ahora, y que portaban decenas de banderas palestinas y kurdas, corearon consignas en contra de la ocupación israelí y a favor de la lucha del pueblo palestino y la Intifada.
En un manifiesto, leído por la actriz española Alicia Hermida, se condenó duramente la pasividad de la comunidad internacional y la falta de apoyo al pueblo palestino.
Hana Cheikh Ali, de la Asociación Hispano Palestina, instó al Gobierno español, a la UE y al Consejo de Seguridad de la ONU que pida a Israel que detenga los ataques contra la población civil palestina y le “exija responsabilidades”.
En Francia, en tanto, más de un millar de personas se manifestaron este domingo en sendas marchas en París para protestar por la ofensiva de la aviación israelí en Gaza. Según la policía, en la mayor de las manifestaciones participaron 1.300 personas, que ondearon banderas palestinas y banderolas con el lema “Stop a la masacre de inocentes”.

POR OUTRO LADO, ESTE BLOG DESCOLOU A SEGUINTE MENSAGEM, PUBLICADA NO SITE DA EMBAIXADA ISRAELENSE NO BRASIL:


DECLARAÇÃO DA VICE-PRIMEIRA-MINISTRA E MINISTRA DAS RELAÇÕES EXTERIORES DE ISRAEL, SRA. TZIPI LIVNI SOBRE OS CONFLITOS ENTRE ISRAEL E O GRUPO TERRORISTA HAMAS
Embaixada de Israel
27 de dezembro de 2008
Os cidadãos israelenses estão sob ameaças de ataques partindo da Faixa de Gaza diariamente.
Somente esta semana, centenas de míssies e morteiros foram lançados contra alvos civis israelenses incluindo o lançamento de 80 mísseis em um único dia.
Até agora nós temos agido moderadamente. Mas hoje não há outra opção que não seja a operação militar. Nós precisamos proteger nossos cidadãos de ataques através de uma resposta militar contra o terror instaurado na Faixa de Gaza.
Esta é a resposta de nossos direitos básicos de auto-defesa.
Israel deixou Gaza em ordem para criar uma oportunidade de paz. Em retorno, o grupo terrorista Hamas tomou controle de Gaza e está usando seus cidadãos como cobertura, enquanto atacam deliberadamente comunidades israelenses e negam qualquer chance de paz.
Nós temos tentado de tudo para alcançar a calma sem usar a força. Concordamos com a trégua após a intervenção do Egito e ela foi violada pelo Hamas que continuou a atacar Israel, mantiveram preso o soldado israelense Gilad Shalit e continuaram construindo armamentos.
Israel continua a agir na prevenção de crises humanitárias e na diminuição dos danos causados aos civis Palestinos. Infelizmente o Hamas sinicamente abusa de sua população civil e os fazem sofrer com propósitos propagandistas. A responsabilidade dos danos causados aos civis é do Hamas.
O Hamas é uma organização terrorista, apoiada pelo Iran, que não representa os interesses
legítimos do povo Palestino, mas uma agenda Islamica radical que insiste a negar a paz para as pessoas daquela região.
Enquanto confronta o Hamas, Israel continua a acreditar na solução de dois Estados e mantém seu comprometimento às negociações com a legitimidade da Autoridade Palestina no contexto do processo de paz, alcançado em Annapolis.
Israel espera o apoio e o entendimento da comunidade internacional enquanto confronta o terror e avança no interesse de todos aqueles que acreditam nas força de paz e co-existência para derminar os interesses daquela região.

MAS:

The OIC Secretary General condemns the massacre perpetrated by Israel in Gaza and calls for a ministerial meeting
Organisation of The Islamic Conference
Date: 27/12/2008
The Secretary General of the Organization of the Islamic Conference (OIC), Professor Ekmeleddin Ihsanoglu, condemned the horrendous massacre perpetrated by Israel against unarmed civilians in the Gaza Strip today, Saturday 27th December 2008. He pointed out that the recent Israeli massacre is a war crime that reflects Israel’s disregard for international law and for the Fourth Geneva Convention Relative to the Protection of Civilian Persons in Time of War. The massacre of innocent civilians reaffirms the urgent need for a serious and urgent action by the international community to put an end to Israel’s aggression against the Palestinian people and its disrespect for human values and for international laws and treaties that criminalize the targeting of civilians. He also called for the resumption and consolidation of the truce and for avoiding the targeting of civilians. Professor Ihsanoglu also urged the national Palestinian factions to engage immediately in a serious national dialogue in order to restore national cohesion, move out of their divisiveness, and face up to the difficult circumstances afflicting Palestinian cause. He emphasized that a call will be made to convene an urgent meeting of the OIC Executive Committee at the ministerial level to discuss the situation in the Gaza Strip. He also called on the UN Security Council to move promptly in order to induce Israel to put an end to its violations and take action to protect the Palestinian people from the oppression and aggression of Israel.

Ministério das Relações Exteriores
Assessoria de Imprensa do Gabinete
Palácio Itamaraty
Nota nº 724 – 27/12/2008
Distribuição 22 e 23
Situação na Faixa de Gaza
O Governo brasileiro acompanhou com apreensão a intensificação do lançamento de foguetes por milicianos do Hamas contra o sul de Israel e recebeu com grande preocupação a notícia do ataque aéreo israelense à faixa de Gaza na manhã deste sábado, que vitimou mais de 150 pessoas e causou ferimentos em outras 300.
A escalada da violência na região após o fim do cessar-fogo entre Israel e Hamas atinge especialmente a população civil e prejudica os esforços em favor de uma solução negociada e pacífica para o conflito israelo-palestino.
O Brasil deplora a reação desproporcional israelense, bem como o lançamento de foguetes contra o sul de Israel.
O Governo brasileiro conclama as partes a se absterem de novos atos de violência e estende sua solidariedade aos familiares das vítimas dos bombardeios desta manhã.
O Governo brasileiro reitera seu entendimento de que apenas a moderação e o diálogo construtivo poderão conferir ao processo de paz o impulso necessário para que avanços efetivos sejam alcançados, nos moldes do pactuado na Conferência de Annapolis.

Gaza: The Untold Story
By Ramzy Baroud
December 29 2008, “Information Clearinghouse” — – It’s incomprehensible that a region such as the Gaza Strip, so rich with history, so saturated with defiance, can be reduced to a few blurbs, sound bites and reductionist assumptions, convenient but deceptive, vacant of any relevant meaning, or even true analytical value.
The fact is that there is more to the Gaza Strip than 1.5 million hungry Palestinians, who are supposedly paying the price for Hamas’s militancy, or Israel’s ‘collective punishment’ whichever way the media decide to brand the problem.
More importantly, Gaza’s existence since time immemorial must not be juxtaposed with its proximity to Israel, failure or success in ‘providing’ a tiny Israeli town – itself built on conquered land that was seen only 60 years ago as part of the Gaza province – with its need for security. It’s this very expectation that made the killing and wounding of thousands of Palestinians in Gaza a price worth paying, in the callous eyes of many.
These unrealistic expectations and disregard of important history will continue to be costly, and will only serve the purpose of those interested in swift generalizations.
Yes, Gaza might be economically dead, but its current struggles and tribulations are consistent with a legacy of conquerors, colonialism and foreign occupations, and more, its people’s collective triumph in rising above the tyranny of those invaders.
In relatively recent history, Gaza became a recurring story following the 1948 influx of refugees, who were driven from their homes by Zionist militias or fled for their families’ sake, hoping to return once Palestine was recovered. They settled in Gaza, subsisting in absolute poverty, a situation that continues, more or less, to this day.
The history of Gaza, and the place itself was largely irrelevant, if not revolting from the point of view of the refugees who poured into the Strip mostly from the south of Palestine, for it represented the pinnacle of their loss, humiliation and, at times, despair. It mattered little to the peasant refugees as they fled to Gaza that that they probably walked on the same ancient road that ran along the Palestinian coast when Gaza was once the last metropolis for travellers to Egypt, just before they embarked on an unforgiving desert journey through Sinai.
So what if Gaza was described as the city, as told in the Book of Judges, where Samson performed his famous deed and perished. Christianity was relevant to the refugees insofar as a few of Gaza’s ancient churches provided shelter to the tired bodies escaping snipers, bullets and massacres. Even the strong belief amongst Muslims that Prophet Muhammad’s – peace be upon him – great-grandfather Hashem died on one of his journeys from Makkah to the Levant and was buried in Gaza, was largely sentimental. His shrine in Gaza City was visited by numerous refugees, who kneeled and prayed to God that they, some day soon, would be sent back to their humble existence, and their ways of life from which they have been forcefully estranged.
But Gaza’s history became more relevant to the refugees when it appeared that their temporary journey to the Strip was likely to be extended. Only then the area’s many stories of conquerors, tragedies, triumphs but also sheer goodness, became of essence. A pilgrim to the Holy Land, who passed through Gaza in 570 AD, wrote in Latin, “Gaza is a splendid city, full of pleasant things; the men in it are most honest, distinguished by every generosity, and warm to friends and visitors.”
Gaza’s history became even more relevant when the refugees realized that their violent encounters with Israel were not yet over, and that they needed the moral tenacity to survive what would eventually be viewed as one of most severe humanitarian catastrophes in recent memory. And indeed, there was much history to marvel upon, and from which to extract strength and substantiation.
Conquerors came and went, and Gaza stood where it still stands today. This was the recurring lesson for generations, even millennia. Ancient Egyptians came and went, as did the Hyksos, the Assyrians, the Persians, the Greeks, the Romans, the Ottomans, the British, and now the Israelis. And through it all, Gaza stood strong and defiant. Neither Alexander the Great’s bloody conquest of 332 BC, nor Alexander Janneus’s brutal attack of 96 BC broke Gaza’s spirit or took away from its eternal grandeur. It always rose again to reach a degree of civilianisation unheard of, as it did in the 5th century AD.
It was in Gaza that the Crusaders surrendered their strategic control of the city to Saladin in 1170, only to open up yet another era of prosperity and growth, occasionally interrupted by conquerors and outsiders with colonial designs, but to no avail.
All the neglected ruins of past civilisations were only reminders that Gaza’s enemies would never prevail, and would, at best, merely register their presence by another neglected structure of concrete and rocks.
Now Gaza is undergoing another phase of hardship and defiance. Its modern conquerors are as unpitying as its ancient ones. True, Gaza is ailing, but standing, it people resourceful and durable as ever, defiant as they have always been, and hell-bent on surviving, for that’s what Gazans do best. And I should know, it’s my hometown.
- Excerpts from this article will appear in Ramzy Baroud’s new book, My Father Was a Freedom Fighter – Gaza: The Untold Story (Pluto Press, London).
-Ramzy Baroud ( http://www.ramzybaroud.net/ ) is an author and editor of PalestineChronicle.com. His work has been published in many newspapers, journals and anthologies around the world. His latest book is The Second Palestinian Intifada: A Chronicle of a People’s Struggle (Pluto Press, London).

Israel set for ground invasion
Hisham Abu Taha Arab News
An injured Palestinian prisoner reaches for help after being buried in the rubble of the Hamas security headquarters and prison in Gaza after it was hit in an Israeli missile strike on Sunday. (AP)

GAZA CITY: Israeli warplanes continued pounding the Gaza Strip yesterday as the casualty toll in the two-day offensive reached 296 killed and over 900 injured. At least 180 of the injured were in critical condition, Palestinian medical sources said.
The UN Security Council urged an immediate end to all military activities in the Gaza Strip, but Israel brushed it aside and lined up tanks on the border of the coastal strip in apparent preparation for a ground invasion. Tel Aviv also called up reservists.
Custodian of the Two Holy Mosques King Abdullah and Jordan’s King Abdallah discussed Israeli hostilities in Gaza and other matters of mutual concern over telephone yesterday.
The Saudi Shoura Council condemned Israel’s savage bombing in Gaza and called for immediate international intervention for the cessation of hostilities.
In one airstrike yesterday, three missiles fired from an American-supplied F-16 fighter jet hit the main security compound known as Al-Sarayya in the center of Gaza City, completely destroying it. The compound included the Gaza Strip’s main prison. Dozens of Palestinian prisoners were seen escaping unharmed while others were trapped under the rubble.
Shortly before targeting Al-Sarayya, the warplanes bombed a medical storage facility in Rafah city and a truck carrying fuel.
On Saturday night, Israeli warplanes carried out 23 airstrikes including one on a mosque located near Al-Shifa Hospital. The warplanes also targeted the Hamas-run Al-Aqsa Television station.
Israel’s Cabinet authorized a call-up of at least 6,500 reserve soldiers, suggesting plans to expand the offensive. Infantry and armored units were already headed to the Gaza border for a possible ground invasion.
Defiant Palestinians kept up the pressure on Israel, firing dozens of rockets and mortars at border communities. Two rockets struck close to the largest city in southern Israel, Ashdod, some 38 km from Gaza, reaching deeper into Israel than ever before.
Palestinian President Mahmoud Abbas, a fierce rival of Hamas, urged the group to renew a truce with Israel that collapsed last week. After meeting with Egyptian President Hosni Mubarak in Cairo, he told reporters: “We have warned of this grave danger and said that we should remove all pretexts used by Israel. We all hope to end the aggression and return to the calm. We want to protect Gaza.”
Egyptian Foreign Minister Ahmed Aboul Gheit said a renewal of the truce should be a priority. “There has been a calm and we should work to restore it,” said Aboul Gheit. Deputy Hamas leader Moussa Abu Marzouk dismissed such talk and blasted Egypt for what he said was its attempt to weigh the actions of both sides equally.
“Those who are calling for calm should tell the Zionist enemy to end the aggression,” Abu Marzouk told Hezbollah’s Al-Manar TV from the Syrian capital of Damascus.
Egyptian police fired in the air near the Gaza border town of Rafah yesterday to prevent Palestinians entering Egypt after Israel launched airstrikes to destroy tunnels along the tense frontier.
“Dozens of civilians tried to break through the Barahma crossing after Israel launched airstrikes along the Gaza-Egypt border. They were repelled by Egyptian police firing in the air,” the official said. Some Palestinians managed to climb over the border wall into Egypt.
Tensions on the border crossing, Gaza’s only one to bypass Israel, had risen during the day, with Egypt blaming Hamas for not letting wounded Palestinians through and Hamas asking for medical aid to be handed over.
Hamas said it was drawing up lists of the wounded but it was proving difficult to transport them to the border because of the seriousness of their injuries and ongoing Israeli strikes. Several truckloads of aid are also waiting to be allowed into the Gaza Strip, an Egyptian security official said.
— With input from agencies

SAIBA DISSO:

FREE THE SHMINISTIM – ISRAEL’S YOUNG CONSCIENTIOUS OBJECTORS. The Shministim are Israeli high school students who have been imprisoned for refusing to serve in an army that occupies the Palestinian Territories. December 18 marks the launch date of a global campaign to release them from jail. Join over 20,000 people including American conscientious objectors,Ronnie Gilbert, Adrienne Rich, Robert Meeropol, Adam Hochschild, Rabbi Lynn Gottleib, Howard Zinn, Rela Mazali, Debra Chasnoff, Ed Asner and Aurora Levins-Morales and show your support by contacting the Israeli Minister of Defense using the form below. 22,000 LETTERS AND COUNTING!

Sem olhos ( e braços, pernas, cabeça, tórax, vida ) em Gaza!!

Filed under: Faixa de Gaza, guerras, Hamas, Israel, OLP, Oriente Médio, Palestina — Humberto @ 2:21 am
UN exige fim da violência em Gaza
DW, 28.12.08
O Conselho de Segurança das Nações Unidas exigiu o fim imediato da violência e das atividades militares por parte de Israel e palestinos. Após uma sessão de mais de quatro horas de duração, que ocorreu sem a participação do secretário-geral, Ban-ki Moon, o Conselho expressou neste domingo (28/12) sua preocupação com a escalada da violência na região e cobrou a abertura das fronteiras entre Israel e a Faixa de Gaza. A sessão de urgência havia sido solicitada pela Líbia em nome da Liga Árabe. (rr)
Em Gaza, sofre quem não merece
Peter Phillip
DW, 28.12.08
Se é possível mobilizar tropas contra terroristas e piratas, então o mundo deveria estar em condições de contribuir com muito mais que apenas palavras bonitas, comenta Peter Philipp.
Nenhum país do mundo admitiria ser constantemente atacado por mísseis sem reagir. É por isso que Israel apela para a compreensão internacional e usa os novos ataques com mísseis Kassam da Faixa de Gaza como justificativa para sua intensa operação militar contra o Hamas. Este – assim como outros grupos ativos na Faixa de Gaza – “vinga-se” novamente atirando mísseis no sul de Israel.
Se não acontecer um milagre, este será o cenário perfeito para mais uma escalada da violência, com conseqüências imprevisíveis. Também será a prova final, por mais que absolutamente desnecessária, de que a promessa de negociar uma solução de paz até o fim de 2008, feita em Annapolis em novembro de 2007, era uma promessa vazia.
Caso este fim de ano traga uma nova guerra declarada, isso certamente terá a ver com muito mais que apenas com mísseis recentes. Israel e Hamas retornam aos tempos em que ambos apelavam à violência devido à falta de conceitos sensatos, apesar de já estar comprovado há tempos que a violência só gera mais violência e que o círculo vicioso é praticamente impossível de se quebrar.
Agora, Israel comete o erro capital de achar que pode eliminar o Hamas com uma operação militar. Extamente como há dois anos e meio, quando achou que podia fazer o mesmo com o Hisbolá. Pelo contrário, os ataques maciços no Líbano deram ao Hisbolá responsabilidade de governo, e algo semelhante deverá acontecer com o Hamas na Palestina. O Hamas já governa desde que venceu as eleições de janeiro de 2006 e um grande ataque israelense jogará de vez os palestinos nos braços da organização.
No entanto, o grande erro do Hamas e dos frustrados e, em todos os sentidos, sofridos palestinos é acreditar que a postura irredutível do Hamas traga solução ou redenção. A rejeição veemente ao direito de existência de Israel não pode ser base para a paz. Até o antigo líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Iasser Arafat, teve que reconhecê-lo após décadas de luta armada contra Israel.
O Acordo de Oslo e a autonomia palestina foram conseqüências disso. Israel perdeu essa chance ao diluir a implementação do acordo. Ou, por exemplo, ao construir cada vez mais colônias em territórios ocupados, destruindo a esperança que os palestinos haviam depositado no acordo.
Nem mesmo a decisão unilateral de Israel de se retirar da Faixa de Gaza pôde mudar isso: esta passou de um território “ocupado” a um território “sitiado” sob bloqueio estrito. Especialmente depois que o Hamas assumiu o controle de Gaza em 2006.
Como sempre, sofre quem não merece. Não os ideólogos, nem os que atiram mísseis, mas em primeiro lugar a população civil, mulheres, crianças e idosos. Mais uma vez, serão eles os que mais sofrerão. Pois bombas não podem discernir.
O mundo não deveria continuar apenas olhando sem agir. Se é possível mobilizar tropas contra terroristas e piratas, então o mundo deveria estar em condições de contribuir com mais que apenas palavras bonitas.
Peter Philipp
é chefe da equipe de correspondentes da Deutsche Welle e especialista em Oriente Médio.
UE condena violência desproporcional em Gaza – 28.12.08

setembro 12, 2008

Não foi somente gasoduto: as telecomunicações na Bolívia também sofreram ataques. Golpe total de quem perdeu eleição e referendo!! 11/09/73 Reloaded!!

Ataque ao sistema de telecomunicações na Bolívia prejudica cobertura
COMUNIQUE-SE
Os correspondentes do jornal O Estado de S.Paulo e Associated Press (AP), Renata Miranda e Eduardo Galdieri, passaram entre terça (09/09) e quarta (10/09) por dificuldades na cobertura do conflito na Bolívia, por causa da destruição da Entel, empresa estatal de telecomunicações.
“Ontem (quarta) estava bem complicado”, informa Renata. A correspondente ficou sem comunicação com o Brasil nos dois dias. O ataque aconteceu na terça.
Renata fala ainda de outras dificuldades. Como está em Santa Cruz — epicentro do conflito entre opositores e governistas que culminou com a explosão do gasoduto entre Brasil-Bolívia –, a cobertura em La Paz, sede do governo, fica reduzida.
“Só dá para ir de Santa Cruz a La Paz de avião”, diz o correspondente Galdieri, na Bolívia há seis anos pela AP, como chefe de Fotografia.
Galdieri, contudo, já está “adaptado” aos conflitos na Bolívia. “Para o Brasil, é uma situação violenta porque não se está acostumado”, analisa. O correspondente conta que sofreu uma agressão, em 2003.
Apesar das dificuldades de comunicação, Renata também relata facilidade para cobrir os conflitos. “Passei pelos bloqueios de ontem com tranqüilidade”, afirmou.
Destruição à TV estatal
Nesta quarta, um grupo de opositores da juventude de Santa Cruz saqueou e destruiu os computadores e móveis da escritório regional da TV estatal na cidade. O diretor da TV, o jornalista Jorge Mamani, denunciou ter sido agredido por manifestantes.
Com informações da AFP.
Leia também:
Manifestantes saqueiam TV e rádio na Bolívia
Correspondentes na Bolívia narram clima de tensão
.Entretanto, no Brasil, assim diz o PIG:
“Oposição boliviana explode gasoduto”
Gás para Brasil terá corte de 10%; governo de Evo Morales fala em “terrorismo”
O Estado de São Paulo, 11.09.08
“Terrorismo”, entre aspas? Explosão de gasoduto e destruição de rede de comunicações é “terrorismo”? E que tal isso:
Polícia dos EUA diz ter descoberto plano terrorista contra aeroporto de NY
Folha Online, 02.06.07
FBI confisca material vinculado a ataque a aeroporto de Nova York
Folha Online, 11.06.07
Ai, meu São Aparício de Itararé!!! “Vinculado” a um ataque que NÃO houve?
Atentado na Bolívia reduz gás ao Brasil
Folha de São Paulo – 11/9/2008
Bom, isto significaria que já estamos envolvidos na guerra, uma vez que tivemos sob ataque os nossos interesses naquele país?
E o El País da Espanha, o que prioriza nessa questão toda?:
Hugo Chávez secunda a Evo Morales y expulsa al embajador de EE UU
“¡Váyanse al carajo, yanquis de mierda”, ha expresado el mandatario venezolano en un acto en el que se ha solidarizado con Bolivia, que ayer expulsó al embajador de EE UU
El País /AGENCIAS – Caracas – 12/09/2008
EE UU expulsa al embajador de Bolivia
El anuncio se da un día después de que La Paz declarase persona non grata al diplomático estadounidense
El País/ AGENCIAS – Washington – 12/09/2008
Chávez asegura que hay varios detenidos por el presunto complot en su contra
El presidente venezolano ordenó ayer emprender una investigación sobre la supuesta conspiración de militares
Morales expulsará al embajador de EE UU por “dividir” Bolivia
Un atentado daña el mayor gasoducto del país y reduce el suministro a Brasil
El País, 11.09.08
Evo Morales exige la retirada del embajador de EE UU de La Paz
El presidente de Bolivia acusa al diplomático de instigar las protestas contra su Gobierno
El País, 10.09.08

setembro 9, 2008

Afeganistão: Médico captura em celular imagens de cadáveres de civis massacrados por tropas americanas.

Filed under: Afeganistão, EUA, George W. Bush, guerras, massacres de civis — Humberto @ 1:38 am
Video Shows US Carnage In Afghanistan
Harrowing video film backs Afghan villagers’ claims of carnage caused by US troops

http://www.timesonline.co.uk/tol/news/times_online_tv/?vxSiteId=d8fa78dc-d7ad-4d5a-8886-e420d4bc4200&vxChannel=Times%20Online%20News&vxClipId=1152_timesonline1224&vxBitrate=300

http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/asia/article4699077.ece

As the doctor walks between rows of bodies, people lift funeral shrouds to reveal the faces of children and babies, some with severe head injuries.
Women are heard wailing in the background. “Oh God, this is just a child,” shouts one villager. Another cries: “My mother, my mother.”
The grainy video eight-minute footage, seen exclusively by The Times, is the most compelling evidence to emerge of what may be the biggest loss of civilian life during the Afghanistan war.
These are the images that have forced the Pentagon into a rare U-turn. Until yesterday the US military had insisted that only seven civilians were killed in Nawabad on the night of August 21. ( CONTINUE… )


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