A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.
outubro 5, 2008
O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É
A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.
O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É
A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.
O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É
A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.
O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É
A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.
junho 24, 2008
Alemanha: políticos de diversas tendências exigem a retirada de arsenal nuclear americano do país. Anacronismo da Guerra Fria.
Políticos exigem que EUA retirem arsenal nuclear da Alemanha
DW, 23.06.08
Após estudo da Força Aérea dos EUA apontar falhas nos depósitos americanos de armas nucleares na Europa, social-democratas e oposição em Berlim exigem completa retirada de armas atômicas norte-americanas da Alemanha.
“Armas nucleares na Alemanha são resquícios da Guerra Fria e têm que ir embora”, afirmou o presidente do Partido Liberal (FDP), Guido Westerwelle, na edição desta segunda-feira (23/06) do diário Berliner Zeitung.
A razão da exigência de Westerwelle é um estudo encomendado pelas Forças Aéreas dos Estados Unidos e publicado pela Federação de Cientistas Americanos (FAS). Segundo o estudo, a maioria dos depósitos norte-americanos de armas nucleares na Europa não corresponde a padrões mínimos de segurança estabelecidos pelo Pentágono.
A Base Aérea de Büchel, no Oeste Alemão, seria um dos arsenais em que foram constatados problemas. Políticos social-democratas e dos partidos da oposição alemã exigem agora a completa retirada dos arsenais nucleares norte-americanos do país.
Conseqüência do relatório
O estudo divulgado pela FAS foi encomendado pelas Forças Aéreas norte-americana depois que, em agosto de 2007, uma avião transportou seis ogivas nucleares através dos Estados Unidos sem que o comando das Forças Aéreas tivesse sido informado. A FAS estima que os americanos possuam de 200 a 350 bombas atômicas na Europa. Segundo a revista alemã Focus, dez a vinte bombas deste arsenal estariam armazenadas em Büchel.
Na Europa, fora da Alemanha, os Estados Unidos possuem arsenais nucleares espalhados pela Bélgica, Reino Unido, Itália, Países Baixos e Turquia. Como primeira conseqüência do relatório, explicam os cientistas, os EUA planejam concentrar suas armas atômicas em um número menor de depósitos na Europa.
Entre os pontos falhos apontados pelos cientistas estão problemas com o sistema de segurança, a vedação e a estabilidade dos edifícios. Em um dos casos, soldados em serviço militar obrigatório teriam sido escalados, após somente nove meses de treinamento, para proteger as armas contra roubo.
Transformação em sucata
Se existem riscos de segurança, esta é mais uma razão para que se retirem todas as armas atômicas táticas existentes ainda na Alemanha”, comentou Westerwelle, acrescentando que o governo em Berlim deveria procurar rapidamente uma solução juntamente com os Estados Unidos. Segundo o político liberal, a retirada também poderia ser um sinal de novos esforços de desarmamento na Europa. Críticas também partiram de políticos do Partido Verde e da Esquerda.
Além da remoção de todas as armas nucleares, o vice-líder da bancada dos Verdes, Jürgen Trittin, exige que as Forças Armadas Alemãs retirem seu compromisso de participar de uma eventual guerra nuclear ao lado da Otan.
O chefe da bancada do partido A Esquerda, Gregor Gysi, é da opinião de que o governo alemão deveria exigir dos Estados Unidos a imediata retirada dos arsenais nucleares e, se possível, sua transformação em sucata. A Alemanha e a Europa estariam assim em segurança. Segundo Gysi, as falhas nos depósitos de bombas atômicas demonstram que “com armas nucleares não existe segurança”.
Avanço do desarmamento nuclear
Já entre os partidos que compõem o governo de grande coalizão na Alemanha, as opiniões se dividem. O deputado Niels Annen, especialista em relações internacionais do Partido Social Democrata (SPD), afirmou que a retirada seria um grande passo no avanço do desarmamento nuclear.
Quanto ao tema, os partidos conservadores que também formam a grande coalizão se mostraram bastante reticentes. Eckart Von Klaeden, porta-voz de política de relações exteriores da bancada conservadora, afirmou que as armas teriam que ser armazenadas, naturalmente, segundo os mais elevados padrões de segurança.
Em entrevista ao Berliner Zeitung, o porta-voz acresceu, no entanto, que “enquanto houver armas nucleares no mundo, nós não podemos dispensá-las. Elas também nos protegem”.
“Armas nucleares na Alemanha são resquícios da Guerra Fria e têm que ir embora”, afirmou o presidente do Partido Liberal (FDP), Guido Westerwelle, na edição desta segunda-feira (23/06) do diário Berliner Zeitung.
A razão da exigência de Westerwelle é um estudo encomendado pelas Forças Aéreas dos Estados Unidos e publicado pela Federação de Cientistas Americanos (FAS). Segundo o estudo, a maioria dos depósitos norte-americanos de armas nucleares na Europa não corresponde a padrões mínimos de segurança estabelecidos pelo Pentágono.
A Base Aérea de Büchel, no Oeste Alemão, seria um dos arsenais em que foram constatados problemas. Políticos social-democratas e dos partidos da oposição alemã exigem agora a completa retirada dos arsenais nucleares norte-americanos do país.
Conseqüência do relatório
O estudo divulgado pela FAS foi encomendado pelas Forças Aéreas norte-americana depois que, em agosto de 2007, uma avião transportou seis ogivas nucleares através dos Estados Unidos sem que o comando das Forças Aéreas tivesse sido informado. A FAS estima que os americanos possuam de 200 a 350 bombas atômicas na Europa. Segundo a revista alemã Focus, dez a vinte bombas deste arsenal estariam armazenadas em Büchel.
Na Europa, fora da Alemanha, os Estados Unidos possuem arsenais nucleares espalhados pela Bélgica, Reino Unido, Itália, Países Baixos e Turquia. Como primeira conseqüência do relatório, explicam os cientistas, os EUA planejam concentrar suas armas atômicas em um número menor de depósitos na Europa.
Entre os pontos falhos apontados pelos cientistas estão problemas com o sistema de segurança, a vedação e a estabilidade dos edifícios. Em um dos casos, soldados em serviço militar obrigatório teriam sido escalados, após somente nove meses de treinamento, para proteger as armas contra roubo.
Transformação em sucata
Se existem riscos de segurança, esta é mais uma razão para que se retirem todas as armas atômicas táticas existentes ainda na Alemanha”, comentou Westerwelle, acrescentando que o governo em Berlim deveria procurar rapidamente uma solução juntamente com os Estados Unidos. Segundo o político liberal, a retirada também poderia ser um sinal de novos esforços de desarmamento na Europa. Críticas também partiram de políticos do Partido Verde e da Esquerda.
Além da remoção de todas as armas nucleares, o vice-líder da bancada dos Verdes, Jürgen Trittin, exige que as Forças Armadas Alemãs retirem seu compromisso de participar de uma eventual guerra nuclear ao lado da Otan.
O chefe da bancada do partido A Esquerda, Gregor Gysi, é da opinião de que o governo alemão deveria exigir dos Estados Unidos a imediata retirada dos arsenais nucleares e, se possível, sua transformação em sucata. A Alemanha e a Europa estariam assim em segurança. Segundo Gysi, as falhas nos depósitos de bombas atômicas demonstram que “com armas nucleares não existe segurança”.
Avanço do desarmamento nuclear
Já entre os partidos que compõem o governo de grande coalizão na Alemanha, as opiniões se dividem. O deputado Niels Annen, especialista em relações internacionais do Partido Social Democrata (SPD), afirmou que a retirada seria um grande passo no avanço do desarmamento nuclear.
Quanto ao tema, os partidos conservadores que também formam a grande coalizão se mostraram bastante reticentes. Eckart Von Klaeden, porta-voz de política de relações exteriores da bancada conservadora, afirmou que as armas teriam que ser armazenadas, naturalmente, segundo os mais elevados padrões de segurança.
Em entrevista ao Berliner Zeitung, o porta-voz acresceu, no entanto, que “enquanto houver armas nucleares no mundo, nós não podemos dispensá-las. Elas também nos protegem”.
Agências (ca)
setembro 11, 2007
Cubanos presos nos Estadous Unidos recebem apoio de todas as partes do mundo!!!!
Países realizam atos pela liberação dos Cinco
Adital -
Movimentos e organizações de diversas partes da América Latina começam amanhã (12), uma série de atividades pela liberdade dos cinco cubanos, presos políticos, nos Estados Unidos, em 1998. As atividades que recordam os 9 anos da prisão dos cubanos Fernando, René, Gerar, Ramón e Antonio, popularmente conhecidos como “Os Cinco”, ocorrerão não só na América Latina, como em países de outros continentes.
Os países aderentes à Jornada Internacional pela Liberação dos Cinco Cubanos Patriotas, que segue de 12 de setembro a 8 de outubro, farão referência à causa com a liberação de cinco pombas brancas durante a realização de suas atividades, de preferência às 5 pela manhã, hora da prisão dos cubanos.
Na Venezuela, as atividades se desenvolverão na Plaza Bolívar, em Caracas, de onde serão libertadas as cinco pombas. Da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Cuba, Chile, Peru, Porto Rico e México também serão soltas pombas pelos Cinco nas marchas e concentrações que realizarão.
As mobilizações acontecem também em pelo menos outros 13 países de diferentes partes do mundo, como Inglaterra, Espanha, França, Bélgica, Guiné Bissau e Canadá, além dos Estados Unidos. Neste país, as atividades serão em Washington DC, nos dias 12 e 21 de setembro e 6 de outubro, com a realização de palestras, exibição de um documentário e oficinas. Em Cuba, os participantes do Capítulo Cubano da Rede de Redes em Defesa da Humanidade colocaram à disposição de todos o spot televisivo (25 segundos) que Cubavisión está emitindo pela Jornada Internacional. O vídeo pode ser visto na http://www.defensahumanidad.cult.cu/video.php .
No Brasil, o Movimento Brasileiro de Solidariedade com Cuba estará mobilizado pela causa realizando atividades nos país. Segundo a organização, a Câmara Municipal de Diadema, em São Paulo, divulgou a realização de uma audiência pública especial em favor dos Cinco, a partir da qual foi aprovada a “Carta de Diadema”, que pede a liberação dos cubanos. A idéia é que a carta seja enviada à embaixada dos Estados Unidos no Brasil (Brasília), ao consulado estadunidense em São Paulo e ao Congresso norte-americano.
Movimentos e organizações de diversas partes da América Latina começam amanhã (12), uma série de atividades pela liberdade dos cinco cubanos, presos políticos, nos Estados Unidos, em 1998. As atividades que recordam os 9 anos da prisão dos cubanos Fernando, René, Gerar, Ramón e Antonio, popularmente conhecidos como “Os Cinco”, ocorrerão não só na América Latina, como em países de outros continentes.
Os países aderentes à Jornada Internacional pela Liberação dos Cinco Cubanos Patriotas, que segue de 12 de setembro a 8 de outubro, farão referência à causa com a liberação de cinco pombas brancas durante a realização de suas atividades, de preferência às 5 pela manhã, hora da prisão dos cubanos.
Na Venezuela, as atividades se desenvolverão na Plaza Bolívar, em Caracas, de onde serão libertadas as cinco pombas. Da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Cuba, Chile, Peru, Porto Rico e México também serão soltas pombas pelos Cinco nas marchas e concentrações que realizarão.
As mobilizações acontecem também em pelo menos outros 13 países de diferentes partes do mundo, como Inglaterra, Espanha, França, Bélgica, Guiné Bissau e Canadá, além dos Estados Unidos. Neste país, as atividades serão em Washington DC, nos dias 12 e 21 de setembro e 6 de outubro, com a realização de palestras, exibição de um documentário e oficinas. Em Cuba, os participantes do Capítulo Cubano da Rede de Redes em Defesa da Humanidade colocaram à disposição de todos o spot televisivo (25 segundos) que Cubavisión está emitindo pela Jornada Internacional. O vídeo pode ser visto na http://www.defensahumanidad.cult.cu/video.php .
No Brasil, o Movimento Brasileiro de Solidariedade com Cuba estará mobilizado pela causa realizando atividades nos país. Segundo a organização, a Câmara Municipal de Diadema, em São Paulo, divulgou a realização de uma audiência pública especial em favor dos Cinco, a partir da qual foi aprovada a “Carta de Diadema”, que pede a liberação dos cubanos. A idéia é que a carta seja enviada à embaixada dos Estados Unidos no Brasil (Brasília), ao consulado estadunidense em São Paulo e ao Congresso norte-americano.
agosto 25, 2007
Os EUA entre a contenção e a agressão ao Irã
Newton Carlos *
Num press release Nicholas Burns, subsecretário de Estado americano, reproduziu o que disse depois numa comissão do Congresso sobre o Irã no lugar da ex-União Soviética na Guerra Fria. O regime iraniano representaria hoje o que Moscou foi no passado, o maior desafio aos interesses do Ocidente, sobretudo dos EUA. É adotada a mesma estratégia que derrotou e acabou destruindo a ex-URSS, a da “contenção”. Emprego de “diplomacia pesada”, com inserções de ameaças militares, como o envio ao golfo Pérsico de um segundo porta-aviões. A ABC News informou que Bush autorizou a CIA a executar “operações encobertas” que desestabilizem o Irã. É a velha guerra suja, ontem contra a “ameaça comunista”, hoje contra a “ameaça islâmica radical”. Em 1953, ela ajudou a derrubar o governo nacionalista do mesmo Irã. A “contenção” pode esticar limites, mas a sua essência, como foi feito com a ex-URSS, é alcançar objetivos por meio de pressões e intimidações, sem chegar às vias de fato. Há riscos; e sérios. Um especialista em Oriente Médio, Roger Hardy, avisou que “tanto em Washington como em Teerã existem diferentes centros de poder com agendas próprias, de pombos a falcões”. O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Mohamed el Baradei, falou da existência de “malucos que gostariam de ir em frente e bombardear o Irã”. O alvo da irritação foi a turma do vice-presidente americano, Dick Cheney. A secretária de Estado, Condoleezza Rice, a cargo da “contenção” junto com o secretário da Defesa, Robert Gates, saiu em campo de imediato. “Nossa opção é a diplomacia”, afirmou Rice. Ela e Gates conduzem a montagem de uma frente anti-Irã juntando paises árabes “moderados” e Israel. As promessas de entregas bilionárias de armas são parte do esquema. Nele também se incluem manifestações de “soft power”. Washington gasta milhões de dólares em transmissões em farsi. Como não tem relações com o Irã, instalou escutas sobretudo em Dubai, onde é grande a concentração de iranianos. E se a contenção falhar, não conseguindo isolar o Irã, conter a expansão de sua influência e ambições nucleares? Uma das hipóteses é a de que o caminho ficaria livre para a turma de Cheney, da qual faz parte Elliot Abrams, um dos personagens de ponta da guerra dos anos 80 na América Central. Hoje cuida do Oriente Médio no Conselho de Segurança Nacional.
(*) O jornalista Newton Carlos é especialista em questões internacionais
PSB
10/08/2007
10/08/2007
julho 12, 2007
Antiga escola de ditadores persisite
Newton Carlos
Disposto a preservar parcela da América Latina na guerra contra o terrorismo, o Pentágono trata de evitar o fechamento de uma relíquia dos anos de chumbo, a Escola das Américas. Até 1984 ela funcionou no Panamá, de onde se deslocou para Forte Benning, nos EUA, por imposição do tratado de 1977 acabando com a ocupação americana da zona do canal. Um deputado do clã dos Kennedy, com o nome de seu avô Joseph, assumiu o compromisso de sepultá-la e neste ano dois parlamentares, Jim McGovern e John Lewis, apresentaram emenda que significaria o seu fim, ainda não alcançado. Há manifestações hostis diante dos portões de Forte Benning. Uma das presenças constantes é a do ator Martin Sheen, famoso em boa parte pelo papel de presidente num seriado de televisão. ONGs como a School of the Americas Watch denunciam o que significou e pode significar a escola na transição da Guerra Fria para essa nova espécie de conflito sob suspeita de aplicar métodos brutais, inclusive tortura. A má fama da SOA fez com que o Pentágono pedisse e conseguisse do Congresso, em 2002, a mudança de nome. Agora é o Western Hemisphere Institute for Security Cooperation, ou Whinsec, a sigla em inglês cuja pronúncia, mais difícil, pode amenizar aparências. Em Washington, o Council of Hemispheric Affairs preparou um dossiê sobre origens, denúncias e constatações. A Escola das Américas foi criada em 1946, como instrumento da Guerra Fria. Não tardaram a surgir rumores de que em seus manuais havia técnicas de interrogatório que violavam direitos humanos, como tortura. Um jornal panamenho, o “La Prensa”, chamou-a de “escola de assassinos”. Um ex-presidente do Panamá, Jorge Llueca, considerou-a “a maior base de desestabilização da América Latina”. O apelido mais comum ficou sendo o de “escola de ditadores”. Mas não faltaram outros com apêndices de brutalidade, como “enfermaria de esquadrões da morte”. Em seus 59 anos, a ex-SOA treinou mais de 60 mil militares latino-americanos em práticas de contra-insurgência. No ano passado foram 670, a grande maioria da Colômbia, o que configura a transição para a guerra contra o terrorismo. Vários ex-ditadores latino-americanos, como o chileno Augusto Pinochet, foram treinados lá. Um de seus ex-alunos mais notórios foi o major Roberto D’Aubuisson, assassino do arcebispo Oscar Romero, de El Salvador. As impressões digitais da ex-SOA ficaram no massacre de El Mozote (900 homens, mulheres e crianças) e no esquadrão da morte do general hondurenho Humberto Regalado. Também há rumores de que os manuais tinham técnicas de gole de de Estado. O Pentágono enfrenta dificuldades em incorporar militarmente a América Latina na guerra contra o terror. Uma das peças-chave, a base de Manta, no Equador, está sob ameaça de fechamento em 2009, quando expira a concessão. O novo presidente equatoriano, um populista de esquerda, já disse que não vai renová-la. Tampouco andam bem as manobras navais conjuntas Unitas. Mas o Whinsec continua de pé.
O jornalista NEWTON CARLOS é analista de questões internacionais
Folha de São Paulo
Folha de São Paulo

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
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