ENCALHE

julho 16, 2008

CUBA: Maus-tratos a presos revoltam o mundo!! ARRGHH!! ( Vídeo )

Filed under: 11 de Setembro, 9/11, Canada, combate ao terror, EUA, George W.Bush, Guantánamo Spa — Humberto @ 5:50 am

http://www.informationclearinghouse.info/article20286.htm

Help Me – Help Me – Help Me

Omar Kahdr’s Interrogation Video From Guantanamo.


Another proud moment in US history
Kahdr held in Concentration Camp for 5 years without charge.

A Canadian citizen born in Toronto, he is the youngest prisoner held in extrajudicial detention by the United States and has been frequently referred to as a child soldier. The only Western citizen remaining in Guantanamo, Khadr is unique in that Canada has refused to seek extradition or repatriation despite the urgings of Amnesty International, UNICEF, the Canadian Bar Association and other prominent organisations.

Khadr is the only Guantanamo detainee who has faced a judge and who is not boycotting the military tribunals, and has spent six years in the Guantanamo Bay detention camps charged with war crimes and providing support to terrorism after allegedly throwing a grenade that killed a US soldier. In February 2008, the Pentagon accidentally released documents that revealed that although Khadr was present during the firefight, there was no other evidence that he had thrown the grenade. In fact, military officials had originally reported that another of the surviving militants had thrown the grenade just before being killed.

VEJA MAIS:

Divulgado vídeo de interrogatório em Guantánamo BBC, 15.07.08
Advogados canadenses divulgaram o primeiro vídeo de um interrogatório de um detento na prisão de Guantánamo, em Cuba, que mostra o canadense Omar Khadr, de 16 anos, chorando e dizendo que ninguém se importa com ele.

maio 12, 2008

Pentágono treina analistas para mídia

Milton Coelho da Graça (*)
Comunique-se
09/05/08
150 mil militares americanos continuam atolados no Iraque e no Afeganistão, mas o Pentágono também luta num outro front – o da mídia, especialmente rádio e tevê -, no esforço cada vez mais penoso de explicar ao povo americano e ao mundo suas razões, meios e objetivos nessa “guerra ao terrorismo”.
O New York Times, em sua edição de 20 de abril, publicou longa matéria do repórter David Barstow, contando toda a história, desde que o Pentágono, preocupado com as denúncias da Anistia Internacional e outras organizações de defesa dos direitos humanos sobre as violências cometidas contra prisioneiros, juntou um grupo de militares já reformados “para um tour a Guantánamo cuidadosamente orquestrado”.
“Para o público, esses homens são membros de uma fraternidade familiar” – disse Barstow logo no início de sua matéria – “apresentada dezenas de milhares de vezes no rádio e na televisão como ´analistas militares´, cujo longo tempo de serviço os preparou para apresentar julgamentos respeitáveis sobre as questões mais candentes do mundo pós-setembro de 2001. Escondido, entretanto, atrás da aparência de objetividade, está um aparato de informação que usa esses analistas numa campanha para gerar cobertura noticiosa favorável à performance do governo em tempo de guerra, conforme The New York Times desvendou.”
A CNN informou a Barstow que, durante quase três anos, não sabia que um de seus principais analistas militares, general Marks, estava, segundo o repórter, “profundamente envolvido no negócio de procurar contratos com o governo, incluindo contratos relacionados com o Iraque”. Ele se esforçava para obter um contrato no valor de US$ 4,7 bilhões (que pagariam milhares de tradutores no Iraque)!
A CNN encerrou a relação com o general Marks depois disso.
Mas outras redes de televisão – Fox e CBS – recusaram-se a comentar o assunto.
É muito possível que essa reportagem de Barstow venha a ganhar o Pulitzer ou outro dos vários importantes prêmios conferidos nos Estados Unidos a trabalhos jornalísticos. Mas nenhum jornal brasileiro se interessou pela publicação, embora alguns tenham contratos com o NYT. Os interessados podem acessar o sítio do jornal (
www.nytimes.com.br) e fazer o necessário cadastro.
******
(*) Milton Coelho da Graça, 77, jornalista desde 1959. Foi editor-chefe de O Globo e outros jornais (inclusive os clandestinos Notícias Censuradas e Resistência), das revistas Realidade, IstoÉ, 4 Rodas, Placar, Intervalo e deste Comunique-se

abril 20, 2008

Convidados do "Guantanamo Spa DeLuxe" processam governo e serviços secretos britânicos em milhões de libras por péssimo serviço de quarto ( ENG )

Filed under: Afeganistão, EUA, Guantánamo Spa, Inglaterra, invasão, Iraque, MI5, MI6, Paquistão, tortura — Humberto @ 5:41 pm
From The Times
April 19, 2008
Guantanamo Britons to sue MI5 over ‘illegal interrogation’

The eight men were detained in Afghanistan and Pakistan at various times

Fiona Hamilton
Eight men freed from Guantanamo Bay are suing the British Government for millions of pounds, claiming that it was complicit in the process in which they were detained and sent for interrogation at the detention camp.
The group have issued writs against MI5 and MI6 and said that the British authorities had knowledge of their illegal abduction, treatment and interrogation.
The eight men were detained in Afghanistan and Pakistan at various times. It is understood that they claim that the British authorities were aware that they would be removed to Guantanamo but nonetheless continued to co-operate with the Americans. The Daily Mail last night reported that two separate writs had been lodged by the group, with five Britons and three foreign citizens naming “The Security Services”, “The Secret Intelligence Agency” and “The Attorney-General” as defendants.
The first writ was issued at the High Court in London by lawyers acting for Omar Deghayes, a Libyan, Jamil el-Banna, a Jordanian — both released last December — and Bisher al-Rawi, an Iraqi, released this year. All three men live in Britain but are foreign nationals.

The second names five Britons as claimants: Moazzam Begg, released in 2005, Richard Belmar, and the so-called “Tipton Three” — Ruhal Ahmed, Shafiq Rasul and Asif Iqbal. All were released in previous years.
The newspaper reported that one of the eight men claimed that the group were put on CIA “torture flights” to the prison camp in Cuba.
The Government has faced calls recently to order an independent inquiry into the process, known as “extraordinary rendition”, in which terrorism suspects are sent for interrogation in states where they have no legal protection.
Irene Membhard, a solicitor with Birnberg Pierce, confirmed that writs had been issued on behalf of the men. She told the Daily Mail: “Service is not imminent but watch this space within the next two months.”
Mr Begg, who was arrested by the CIA in Pakistan in 2002, said that the case would centre on the “general behaviour and complicity in the abuse of British citizens” by MI5 and MI6.
Mr Begg, from Birmingham, told the newspaper: “It is actual involvement in some cases, in the process of interrogation, in the process of us being handed over. It is culpability by the British authorities in being involved in most of the process, their presence on every step of the journey before we got to Guantanamo.”
The eight men were all re-arrested when they returned to Britain but freed without charge.
The three men from Tipton launched a lawsuit against the American authorities two years ago, alleging they were mistreated during their time in captivity. The US Court of Appeal dismissed their action earlier this year but they are appealing to the Supreme Court.
News of the lawsuits came as it was reported that America’s most senior general was “hoodwinked” by officials in the Bush Administration in relation to interrogation procedures at the prison.
The Guardian reported that General Richard Myers, chairman of the US Joint Chiefs of Staff from 2001 to 2005, wrongly believed that inmates at Guantanamo were protected by the Geneva conventions. It said that he was duped by senior officials in Washington who believed that the Geneva conventions and other traditional safeguards were out of date.
The disclosures were contained in a new book by Philippe Sands, QC, a professor at University College London. The book, Torture Team, also claims that the Guantanamo lawyers charged with devising interrogation techniques were inspired by the character Jack Bauer, from the television series 24.

Breaking News and Alternative Media

março 14, 2008

Anistia divulga investigação sobre os luxuosos SPAs que os EUA mantém ao redor do mundo…

Terror e tortura
Anistia aponta bases secretas usadas pelos EUA
Claudio Julio Tognolli
A Anistia Internacional, entidade de direitos humanos do mundo, divulga nesta sexta-feira (14/3) sua maior investigação sobre o programa de detenções secretas de suspeitos de terrorismo. As prisões são feitas pela CIA, a central de inteligência dos Estados Unidos. O programa foi retomado, em junho de 2007, pelo presidente George W. Bush (
Clique aqui para ler a íntegra do relatório em inglês).
Os detalhes das operações da CIA foram dados com exclusividade para a Anistia pelo detento Khaled Abdu Ahmed Saleh al-Maqtari, natural do Iêmen. Ele tem 31 anos de idade. Inicialmente tido como um preso “fantasma” (sem registro) na cadeia de Abu Ghraib, no Iraque, ele foi transferido, sob custódia da CIA, para o Afeganistão. Desde então, peregrinou por várias cadeias desconhecidas, em todo o mundo, por dois anos e meio. Tudo isso sem ter os registros de suas passagens pelos locais e sem que seu paradeiro fosse conhecido. Khaled Abdu sustenta que foi submetido a sessões de tortura.
Ele foi detido em Fallujah, no Iraque, em janeiro de 2004, por soldados americanos juntamente com outros 60 suspeitos de terrorismo, segundo o relatório. Khaled Abdu afirma que foi espancado, impedido de dormir, suspenso por cordas para que seu sono fosse impossibilitado, intimidado por cães e induzido à hipotermia. “Numa ocasião, após ter sido espancado num pequeno quarto, fui forçado ficar nu defronte a um ar condicionado potente, sendo obrigado a segurar com uma das mãos um recipiente cheio de água. Também fui dependurado de ponta-cabeça, com as mãos algemadas para trás, e mergulhado num poço de água, nesta condição”.
Após sair do Iraque, ele sustenta ter sido mantido por três meses numa central de tortura da CIA, no Afeganistão. “Lá havia luzes e efeitos sonoros, diuturnamente, empregados como forma de tortura”, diz. Juntamente com ele, segundo os dados, foram torturados Majid Khan, tido como o principal preso mantido pelos EUA na Base Naval de Guantánamo, em Cuba.
“Também fiquei preso numa central secreta da CIA na Europa Oriental, por 28 meses, antes que voltasse ao Iêmen em maio de 2007”, afirma ele.
Reação
O relatório da Anistia Internacional vem à tona exatamente uma semana depois de o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, ter vetado legislação aprovada pelo Congresso que proibiria a CIA de simular afogamento e outras técnicas controversas de interrogatório. Os legisladores americanos inseriram a medida contra a tortura em uma lei mais ampla sobre o que seria permitido nas atividades da inteligência americana.
“Como o perigo continua, nós temos que assegurar aos nossos funcionários da inteligência todas as ferramentas que eles precisem para conter os terroristas”, disse Bush em uma rádio. Segundo ele, a legislação “iria reduzir essas ferramentas vitais”. A Câmara dos Deputados aprovou a legislação contra a tortura em dezembro. O Senado confirmou a lei, em fevereiro, apesar dos avisos da Casa Branca de que ela seria vetada.
O diretor da CIA, Michael Hayden, disse no mês passado ao Congresso que interrogadores do governo simularam afogamento em três suspeitos capturados depois dos ataques de 11 de setembro. O presidente do Comitê de Inteligência no Congresso, Silvestre Reyes, tentou enquadrar a votação como um referendo dos direitos humanos. “Trata-se de tortura”, disse.
Os legisladores queriam que a CIA a utilizasse apenas os 19 métodos de interrogatório aprovados no manual do Exército. O guia proíbe a utilização de simulação de afogamento. Mas o governo vetou esse desejo.
O começo
Todas essas ações de Bush se baseiam no chamado Patriotic Act, um pacote legislativo gerado pelo temor aos terroristas, 45 dias após o 11 de setembro sem nenhuma consulta à população. O significado da expressão Patriotic — Provide Appropriate Tools Required to Intercept and Obstruct Terrorism — explica a intenção do governo Bush: gerar ferramentas necessárias para interceptar e obstruir atos de terrorismo.
Para manter essas centrais de inteligência, inclusive as prisões secretas mundo afora, o governo dos EUA gastou US$ 43,5 bilhões no ano de 2007. O dado consta de documento tornado público, na noite de terça-feira (30/10), pelo diretor nacional de inteligência do país, Mike McConnell.
O orçamento da espionagem americana é mais de duas mil vezes maior do que o orçamento da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência. Seu orçamento, em 2007, ficou na casa dos R$ 40 milhões.
Revista
Consultor Jurídico
14 de março de 2008

fevereiro 6, 2008

CIA: Afogamento ou lavagem cerebral?

Filed under: 11 de Setembro, Al-Qaida, CIA, EUA, Guantánamo Spa, tortura — Humberto @ 2:43 pm
CIA admite uso de técnica de afogamento em interrogatórios
BBC Brasil
O diretor da CIA, Michael Hayden, admitiu nesta terça-feira que a agência de inteligência americana utilizou a técnica de interrogatório conhecida como waterboarding, que simula a sensação de afogamento, em três suspeitos da Al-Qaeda.
Em pronunciamento durante uma audiência no Senado americano, Hayden disse que a prática foi adotada há cinco anos e, depois, não foi mais usada.
Na polêmica técnica, o prisioneiro é deitado e um pano é colocado em sua boca ou um pedaço de plástico colocado sobre seu rosto. Os interrogadores jogam então água sobre o rosto do prisioneiro.
Segundo James Coomarasamy, correspondente da BBC em Washington, esta é a primeira vez que uma autoridade do alto escalão do governo americano revela quando e em quem a técnica foi utilizada.
Guantánamo
Em seu depoimento para o Senado, Hayden afirmou que, no final de 2001 e em 2002, três suspeitos da Al-Qaeda, que estão atualmente presos em Guantánamo, passaram pela técnica que simula a sensação de afogamento.
Entre os três estava Khaled Sheikh Mohammed, que teria planejado os ataques de 11 de setembro de 2001.
Hayden afirmou que a técnica, que foi proibida entre os militares, mas não para a CIA, não foi usada nos últimos cinco anos e apenas foi usada naquela ocasião porque as autoridades temiam um outro ataque contra os Estados Unidos.
Em dezembro de 2007, a CIA admitiu que tinha destruído vídeos que mostravam os interrogatórios de dois dos três homens que foram citados por Hayden em seu depoimento desta terça-feira.
De acordo com Coomarasamy, a pressão para que o governo de George W. Bush declare que a técnica de interrogatório é contra a lei está aumentando.
Críticos e organizações de defesa dos direitos humanos afirmam que a simulação da sensação de afogamento é tortura.
Mas o novo secretário da Justiça dos Estados Unidos, Michael Mukasey, já se recusou diversas vezes a revelar sua opinião sobre a legalidade da técnica.

fevereiro 5, 2008

ONG británica revela que EEUU compró algunos presos de Guantánamo por cinco mil dólares ( ESP. )

Filed under: Corredor da Morte, Espanha, EUA, Guantánamo Spa, Portugal, REPRIEVE, terrorismo — Humberto @ 6:43 pm
TeleSUR _ 02/02/08
El documento de la ONG de abogados, titulado el ”El viaje de la Muerte”, ha puesto nombre y cara a 728 de los 744 sospechosos de terrorismo que fueron transportados por EEUU a Guantánamo.
Dinamarca pedirá explicaciones a EEUU por aviones de la CIA en Groenlandia

A través de un informe, Reprieve -una Organización No Gubernamental (ONG) británica- reveló que el Gobierno estadounidense compró sospechosos de “terrorismo”, que ahora están en la cárcel de Guantánamo, en Cuba, por la suma de cinco mil dólares en Afganistán y Pakistán. Luego, los detenidos fueron trasladados en vuelos de la Agencia Central de Inteligencia (CIA), con ayuda de Portugal.
La ONG denuncia que más de 700 presos han sido ilegalmente entregados a Estados Unidos con ayuda de Portugal y también España. Tal es el caso de Shaker Aamer, preso en Guantánamo desde febrero de 2002, quien fue secuestrado en Pakistán y “vendido” a los norteamericanos por cinco mil dólares (algo más de tres mil euros).
“Muero aquí cada día, mental y físicamente. Eso nos pasa a todos. Hemos sido olvidados, encerrados en el medio del océano durante años”, dice Aamer, residente de larga duración en el Reino Unido.
Aamer, padre de cuatro hijos con nacionalidad británica, ya había conocido antes la tortura: primero en una cárcel de Kabul, después en Bagram y más tarde en Kandahar, donde fue golpeado y obligado a permanecer despierto durante días. La suya es sólo una de las historias de los 744 sospechosos que han pasado por Guantánamo.
“Mientras nos llevaban andando en cuclillas de un avión a otro, uno de los guardias me golpeó en los grilletes (de tres piezas, en los pies, manos y cadera) y los hierros de las piernas se clavaron profundamente en mis tobillos”, relata otro preso, Said Farhi.
En la misma situación se encuentra Sami al Haj, ciudadano sudanés y periodista de Al Yazira, fue enviado a Guantánamo en 2002 a través de Portugal, luego de haber sido capturado el 15 de diciembre de 2001 en Afganistán porque la administración estadounidense pensó que había grabado una entrevista con Bin Laden. Hace un año, Sami al Haj empezó una huelga de hambre en protesta por su detención sin cargos ni juicio. Es alimentado por la fuerza atado a una silla.
Ayuda Europea
El documento de la ONG de abogados, titulado el “El viaje de la Muerte”, ha puesto nombre y cara a 728 de los 744 sospechosos de terrorismo que fueron transportados por EEUU a Guantánamo.
Todos ellos pasaron por “jurisdicción portuguesa”, es decir, o bien pisaron suelo nacional (nueve lo hicieron, todos en las Azores), o cruzaron el espacio aéreo, según las pesquisas de Reprieve.
Para llegar a esta conclusión cruzaron las listas de vuelos de la Aviación Civil lusa, los testimonios de algunos de sus clientes y documentos desclasificados por EE UU de los que se deduce el día en que cada uno de los reos, con un número de matrícula, desembarcó en la base de Guantánamo.
Esos 48 viajes hacia “la isla de la muerte”, como la denomina uno de los detenidos entrevistados por Reprieve, comenzaron el 11 de enero de 2002 -con un vuelo que procedía de Morón de la Frontera-, y se mantuvieron a lo largo de tres Gobiernos hasta marzo de 2006.
Del mismo modo, se sugiere que la implicación española en la operación es mayor de lo que se reconoció cuando el asunto llegó a la prensa.
Si se busca “España” en el informe que ha elaborado Reprieve, aparece cuatro veces. Una por cada vuelo ilegal que hizo escala o, directamente, partió desde suelo español. Dos veces mientras gobernaba el Partido Popular, que llegó a enviar policías a Guantánamo, y dos desde que gobierna el Partido Socialista, que lo negó aunque Europa lo confirmó.
Aquellos vuelos, según el informe, transportaban sospechosos de terrorismo detenidos por las fuerzas estadounidense hasta la cárcel de Guantánamo. Algunos de esos sospechosos, que jamás han disfrutado de un juicio y son sometidos a torturas cotidianas, llevan años encerrados.
Reacciones
La eurodiputada socialista portuguesa Ana Gomes fue atacada y vilipendiada, incluso por miembros de su propio partido y del Gobierno, cuando exigió a su país, hace meses, que informara sobre los vuelos de la CIA.
El Ejecutivo español califica las acusaciones de Reprieve como “una interpretación liviana de datos ya conocidos”.
Manfred Nowak, comisionado de la ONU para casos de tortura cree que sería exagerado pensar que Portugal “ayudó” a la CIA, pero admite que, en 2005 y 2006, todo el mundo tenía sospechas sobre las operaciones de la agencia: “En los casos en que no se actuó para impedir pasar los vuelos por su espacio aéreo o aterrizar en su territorio, hay una violación activa de los derechos humanos”.
“Guantánamo es peor que los corredores de la muerte”
El director de asuntos legales de la ONG Reprieve, Clive Stafford Smith, en una entrevista concedida a El país de España, asegura que la cárcel de Guantánamo es peor que cualquier corredor de la muerte.
“He pasado 25 años representando a presos condenados a muerte y le puedo asegurar que las condiciones en Guantánamo son peores que en cualquier corredor de la muerte. Es gente que no ha sido acusada de nada. Está lleno de gente inocente”, dijo.
Estimó que, sin la ayuda europea, Estados Unidos “no habría podido hacer llegar a los presos a su fatal destino”. “Son presos que ahora están en Guantánamo y se enfrentan a la pena de muerte. Es obligación de la UE no enviar a presos a países donde se les va aplicar la pena capital”, expuso.
TeleSUR- Retrieve- El País- Rebelión/ av – AV
REPRIEVE REPORT DOCUMENTS OVER 700 PRISONERS ILLEGALLY RENDERED TO GUANTANAMO BAY WITH THE HELP OF PORTUGAL ( PDF )
http://www.reprieve.org.uk/

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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