20/07/2009
O Programa Luz Fraterna, do Governo do Estado, beneficiou uma média de 235 mil famílias no primeiro semestre de 2009 no Paraná com o fornecimento de energia elétrica sem custos. Os recursos repassados durante o período foram de R$ 14,3 milhões. Desde o início do ano, foi entregue 1,4 milhão de benefícios.
O Programa Luz Fraterna, do Governo do Estado, beneficiou uma média de 235 mil famílias no primeiro semestre de 2009 no Paraná com o fornecimento de energia elétrica sem custos. Os recursos repassados durante o período foram de R$ 14,3 milhões. Desde o início do ano, foi entregue 1,4 milhão de benefícios.
O Luz Fraterna foi instituído em 2003 pelo governador Roberto Requião e permite ao Governo do Estado quitar a conta de energia elétrica de famílias paranaenses de baixa renda, quando o consumo não ultrapassar o limite de 100 quilowatts-hora no mês. O programa é desenvolvido pela Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social em parceria com as Secretarias de Planejamento e Coordenação Geral, pela Copel e pelas concessionárias de energia elétrica que atendem o estado. De acordo com o secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia, o Luz Fraterna tem gerado bons resultados. “Só no mês de junho foram investidos R$ 2,4 milhões, sendo 251.842 os beneficiários. Com a ajuda, o dinheiro que é poupado todo mês pode servir para a compra de alimento, educação e saúde”, afirmou Garcia.
Incentivada
Por uma companheira de trabalho, Nelci Terezinha Ribas Gomes, que gasta menos que 100kWh por mês de consumo, também pretende participar do programa. “O Luz Fraterna ajuda famílias como a minha e a de Eugenia, e é por isso que fiquei interessada. Toda ajuda sempre é bem-vinda”, ressalta.
CRESCIMENTO – Em 2004, o primeiro ano de prestação do serviço, cerca de 227 mil residências receberam energia elétrica sem custos. Em 2005, o número de casas beneficiadas aumentou cerca de 4,78%, atendendo mais de 237 mil famílias. Em 2006, o programa atingiu seu maior crescimento, 10,23%, que corresponde a um aumento de 24,3 mil moradias, totalizando cerca de 262 mil benefícios. Em 2007, o programa atingiu cerca de 265.787 famílias. Em 2008, a média foi de 247.150 mil famílias tiveram as contas de luz pagas pelo Governo Estadual. Para participar do programa, a família deve possuir renda mensal de até R$ 120,00 por pessoa e fazem parte do Cadastro Único para Programas Sociais. O titular da conta de energia não pode possuir mais de uma conta de luz no seu nome nem débitos em atraso com a Copel e o consumo de energia elétrica deve manter-se em até 100kWh por mês.
Arquivos anexados: 2007 Luz Fraterna.doc
Arquivos anexados: 2007 Luz Fraterna.doc
LEITURA COMPLEMENTAR:
REQUIÃO ENFRENTA OS INVESTIDORES E NÃO REPASSA AUMENTO DA CONTA DE LUZ AOS CONSUMIDORES! DÁ-LE, REQUIÃO!
EM SÃO PAULO, NO ENTANTO, SEGUE-SE O CONTRATO À RISCA: 13 E POUCOS PORCENTO DE AUMENTO NO LOMBO DO CONSUMIDOR, SOB O BENEPLÁCITO DO GOVERNO ESTADUAL TUCANO! CHUPA CQC! E QUEM GOSTA E ACREDITA NO CQC, PODE CHUPAR TAMBÉM! E CHUPA DE NOVO, CLASSE MÉDIA IGNARA PAULISTANA!
Governo do Paraná enfrenta resistência de conselho da Copel
Os acionistas minoritários da Companhia Paranaense de Energia (Copel) vão protestar em assembleia contra a decisão do governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB) de não repassar aos consumidores atendidos pela estatal de energia o reajuste médio de 12,98% nas suas tarifas autorizada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Na quinta-feira, assembleia geral extraordinária examinará o tema e os acionistas manifestarão seus constantes descontentamentos com decisões do governador que afetam as receitas da companhia. Apesar das manifestações em assembleia, os minoritários têm consciência de que não conseguirão vetar a medida, uma vez que Requião representa o controlador da companhia, o Estado, que concentra 58,6% das ações ordinárias (ON, com direito a voto) da empresa. Três conselheiros independentes da Copel, segundo apurou o Valor, apoiaram a posição dos minoritários em reunião extraordinária realizada na sexta-feira, que examinou o tema. No encontro, a ausência de repasse foi aprovada para os consumidores adimplentes e que paguem pontualmente suas faturas, mas os conselheiros Nelson Fontes Siffert Filho, chefe do departamento de energia elétrica do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Jorge Michel Lepeltier, consultor, e Luiz Antonio Rodrigues Elias, secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia, apresentaram um extenso voto contrário à medida. No documento, ressaltam, entre outros pontos, que vinham aprovando decisões do controlador, como a de pagamento apenas de dividendo mínimo, em favor das necessidades de preservação do caixa da empresa para promover seu crescimento. Mas destacam que o orçamento de 2009 aprovado para a companhia ano passado previa o repasse do reajuste autorizado pela Aneel aos cerca de 3,5 milhões de consumidores atendidos por ela. O argumento de Requião é o de que a medida irá estimular a economia em período de crise e atrair investimentos para o Estado. Em anos anteriores, ele também já havia impedido o reajuste nas contas de luz. A falta de repasse reduz receitas da elétrica, o que deverá afetar os resultados da companhia, prejudicando, consequentemente, o retorno aos acionistas minoritários.
Os acionistas minoritários da Companhia Paranaense de Energia (Copel) vão protestar em assembleia contra a decisão do governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB) de não repassar aos consumidores atendidos pela estatal de energia o reajuste médio de 12,98% nas suas tarifas autorizada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Na quinta-feira, assembleia geral extraordinária examinará o tema e os acionistas manifestarão seus constantes descontentamentos com decisões do governador que afetam as receitas da companhia. Apesar das manifestações em assembleia, os minoritários têm consciência de que não conseguirão vetar a medida, uma vez que Requião representa o controlador da companhia, o Estado, que concentra 58,6% das ações ordinárias (ON, com direito a voto) da empresa. Três conselheiros independentes da Copel, segundo apurou o Valor, apoiaram a posição dos minoritários em reunião extraordinária realizada na sexta-feira, que examinou o tema. No encontro, a ausência de repasse foi aprovada para os consumidores adimplentes e que paguem pontualmente suas faturas, mas os conselheiros Nelson Fontes Siffert Filho, chefe do departamento de energia elétrica do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Jorge Michel Lepeltier, consultor, e Luiz Antonio Rodrigues Elias, secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia, apresentaram um extenso voto contrário à medida. No documento, ressaltam, entre outros pontos, que vinham aprovando decisões do controlador, como a de pagamento apenas de dividendo mínimo, em favor das necessidades de preservação do caixa da empresa para promover seu crescimento. Mas destacam que o orçamento de 2009 aprovado para a companhia ano passado previa o repasse do reajuste autorizado pela Aneel aos cerca de 3,5 milhões de consumidores atendidos por ela. O argumento de Requião é o de que a medida irá estimular a economia em período de crise e atrair investimentos para o Estado. Em anos anteriores, ele também já havia impedido o reajuste nas contas de luz. A falta de repasse reduz receitas da elétrica, o que deverá afetar os resultados da companhia, prejudicando, consequentemente, o retorno aos acionistas minoritários.
20.07.09 – Valor Econômico/Por Ana Paula Ragazzi

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