ENCALHE

julho 22, 2009

EM SÃO PAULO NÃO TEM DISSO: Programa do governo do PR isenta da conta de luz 235 mil famílias!! CHUPA CQC! Perguntem pro Serra porque SP não tem isso!

Programa que isenta conta de luz ajuda 235 mil famílias no Paraná
20/07/2009
O Programa Luz Fraterna, do Governo do Estado, beneficiou uma média de 235 mil famílias no primeiro semestre de 2009 no Paraná com o fornecimento de energia elétrica sem custos. Os recursos repassados durante o período foram de R$ 14,3 milhões. Desde o início do ano, foi entregue 1,4 milhão de benefícios.
O Luz Fraterna foi instituído em 2003 pelo governador Roberto Requião e permite ao Governo do Estado quitar a conta de energia elétrica de famílias paranaenses de baixa renda, quando o consumo não ultrapassar o limite de 100 quilowatts-hora no mês. O programa é desenvolvido pela Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social em parceria com as Secretarias de Planejamento e Coordenação Geral, pela Copel e pelas concessionárias de energia elétrica que atendem o estado. De acordo com o secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia, o Luz Fraterna tem gerado bons resultados. “Só no mês de junho foram investidos R$ 2,4 milhões, sendo 251.842 os beneficiários. Com a ajuda, o dinheiro que é poupado todo mês pode servir para a compra de alimento, educação e saúde”, afirmou Garcia.
Incentivada
Por uma companheira de trabalho, Nelci Terezinha Ribas Gomes, que gasta menos que 100kWh por mês de consumo, também pretende participar do programa. “O Luz Fraterna ajuda famílias como a minha e a de Eugenia, e é por isso que fiquei interessada. Toda ajuda sempre é bem-vinda”, ressalta.
CRESCIMENTO – Em 2004, o primeiro ano de prestação do serviço, cerca de 227 mil residências receberam energia elétrica sem custos. Em 2005, o número de casas beneficiadas aumentou cerca de 4,78%, atendendo mais de 237 mil famílias. Em 2006, o programa atingiu seu maior crescimento, 10,23%, que corresponde a um aumento de 24,3 mil moradias, totalizando cerca de 262 mil benefícios. Em 2007, o programa atingiu cerca de 265.787 famílias. Em 2008, a média foi de 247.150 mil famílias tiveram as contas de luz pagas pelo Governo Estadual. Para participar do programa, a família deve possuir renda mensal de até R$ 120,00 por pessoa e fazem parte do Cadastro Único para Programas Sociais. O titular da conta de energia não pode possuir mais de uma conta de luz no seu nome nem débitos em atraso com a Copel e o consumo de energia elétrica deve manter-se em até 100kWh por mês.
Arquivos anexados:
2007 Luz Fraterna.doc
LEITURA COMPLEMENTAR:
REQUIÃO ENFRENTA OS INVESTIDORES E NÃO REPASSA AUMENTO DA CONTA DE LUZ AOS CONSUMIDORES! DÁ-LE, REQUIÃO!
EM SÃO PAULO, NO ENTANTO, SEGUE-SE O CONTRATO À RISCA: 13 E POUCOS PORCENTO DE AUMENTO NO LOMBO DO CONSUMIDOR, SOB O BENEPLÁCITO DO GOVERNO ESTADUAL TUCANO! CHUPA CQC! E QUEM GOSTA E ACREDITA NO CQC, PODE CHUPAR TAMBÉM! E CHUPA DE NOVO, CLASSE MÉDIA IGNARA PAULISTANA!
Governo do Paraná enfrenta resistência de conselho da Copel
Os acionistas minoritários da Companhia Paranaense de Energia (Copel) vão protestar em assembleia contra a decisão do governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB) de não repassar aos consumidores atendidos pela estatal de energia o reajuste médio de 12,98% nas suas tarifas autorizada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Na quinta-feira, assembleia geral extraordinária examinará o tema e os acionistas manifestarão seus constantes descontentamentos com decisões do governador que afetam as receitas da companhia. Apesar das manifestações em assembleia, os minoritários têm consciência de que não conseguirão vetar a medida, uma vez que Requião representa o controlador da companhia, o Estado, que concentra 58,6% das ações ordinárias (ON, com direito a voto) da empresa. Três conselheiros independentes da Copel, segundo apurou o Valor, apoiaram a posição dos minoritários em reunião extraordinária realizada na sexta-feira, que examinou o tema. No encontro, a ausência de repasse foi aprovada para os consumidores adimplentes e que paguem pontualmente suas faturas, mas os conselheiros Nelson Fontes Siffert Filho, chefe do departamento de energia elétrica do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Jorge Michel Lepeltier, consultor, e Luiz Antonio Rodrigues Elias, secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia, apresentaram um extenso voto contrário à medida. No documento, ressaltam, entre outros pontos, que vinham aprovando decisões do controlador, como a de pagamento apenas de dividendo mínimo, em favor das necessidades de preservação do caixa da empresa para promover seu crescimento. Mas destacam que o orçamento de 2009 aprovado para a companhia ano passado previa o repasse do reajuste autorizado pela Aneel aos cerca de 3,5 milhões de consumidores atendidos por ela. O argumento de Requião é o de que a medida irá estimular a economia em período de crise e atrair investimentos para o Estado. Em anos anteriores, ele também já havia impedido o reajuste nas contas de luz. A falta de repasse reduz receitas da elétrica, o que deverá afetar os resultados da companhia, prejudicando, consequentemente, o
retorno aos acionistas minoritários.
20.07.09 – Valor Econômico/Por Ana Paula Ragazzi

junho 16, 2009

"Nosso objetivo é ter a tarifa de energia elétrica mais baixa do Brasil", pondera Requião

Requião garante que tarifa da energia elétrica não vai aumentar no Paraná
AEN/ PR
15/06/2009
O governador Roberto Requião afirmou que o preço da energia elétrica não irá subir no Paraná. A meta do governo é que o Paraná tenha a energia mais baixa do País. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (15), durante a reunião semanal da Operação Mãos Limpas. “O Brasil inteiro está aumentando, em média, 20% o preço da energia elétrica. Mas, os paranaenses podem ficar tranquilos. O Governo do Estado se recusa a aumentar a energia neste momento de crise”, afirmou Requião. O baixo preço da energia elétrica no Estado será incentivo para a instalação de indústrias em todo o Estado, gerando assim mais emprego e renda, conforme explicado por Requião. “Energia elétrica barata significa aumento do número dos consumidores e empresas que virão se instalar no Paraná. Mais gente, mais consumidores, nós ganhamos na escala”, completou o governador.
O índice de reajuste anual para as tarifas praticadas pela Copel deverá ser anunciado nos próximos dias pela Agência Nacional de Energia Elétrica, com vigência a partir de 24 de junho. Embora o número ainda não seja conhecido oficialmente, o governador Requião já antecipou que ele não será aplicado de imediato na conta de luz dos consumidores atendidos pela Copel. “Estamos negociando com a Aneel a adoção de mecanismos de amortecimento para que o aumento a ser anunciado não tenha reflexos na conta de luz de nossos consumidores”, explicou o presidente da Copel, Rubens Ghilardi. “Além disso, a nossa tarifa média permanece praticamente a mesma desde junho de 2006, pois em 2007 nosso reajuste foi de 1,22% negativo e em 2008 foi de 0,04%”.
Em junho de 2003, a Aneel autorizou reajuste de 25,27% para a Copel que, no entanto, não foi repassado para a conta de luz dos consumidores adimplentes. Parte do percentual (15%) foi repassado apenas em janeiro do ano seguinte e o restante só em junho de 2004, quando um novo reajuste – agora de 14,43% – foi anunciado. O sistema de repasses parciais e gradativos de reajustes e sua não aplicação às contas de luz vigorou até junho de 2006, proporcionando nesse período economia superior a R$ 1 bilhão a todos os consumidores de energia elétrica atendidos pela Copel. “Isso é o mesmo que dizer que todos os nossos clientes tiveram 4 meses de luz elétrica de graça”, comparou Rubens Ghilardi. “Todo esse dinheiro foi preservado em poder da população, que pôde com ele investir no próprio negócio ou fazer frente a outras despesas, melhorando a sua qualidade de vida”.

maio 29, 2009

Governo federal segue exemplo do PR e planeja reduzir ICMS de medicamentos

Governo federal segue exemplo do PR e planeja reduzir ICMS de medicamentos
AEN/PR, 27/05/2009
O deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, informou nesta quarta-feira (27) que o governo federal abriu negociações com a indústria farmacêutica para reduzir o ICMS dos medicamentos. Hoje, o Paraná é o estado onde os preços desses produtos são os mais baixos do País, após a minirreforma tributária sancionada pelo governador Roberto Requião.
“O governador Requião saiu na frente de todos os estados e baixou o ICMS dos remédios para 12%. Agora, temos o anúncio do governo federal que estuda a mesma medida, com a expectativa de diminuir a alíquota de 12% a 6%, com o objetivo de aumentar a oferta de remédios para a população e diminuir custos de tratamento”, disse Romanelli.
“O ICMS é um dos exemplos que comprova o compromisso do Governo com a parcela da sociedade que realmente precisa dele, mesmo que isso implique bater de frente com setores da nossa sociedade que não querem as reformas”, disse Romanelli.
“Apenas no âmbito fiscal, a política de isenção e redução de impostos para micro e pequenas empresas – que hoje atendem 175 mil estabelecimentos no Paraná – serviu de referência para o governo federal adotar o Simples Nacional, que é o regime tributário destinados a empresas deste porte”, completou.
REMÉDIOS — O governo federal estuda a redução da atual média da alíquota, de 17,5%, para 12% e, em alguns casos, em até 6%. Segundo estimativas do mercado farmacêutico, a redução para 12% no ICMS pode representar uma queda de até 9% nos preços de medicamentos de grande consumo.
No Paraná, a minirreforma entrou em vigor em abril. Aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada por Requião em dezembro passado, a lei 16.016 reduz de 25% e 18% para 12% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em operações internas, sobre 95 mil itens de consumo popular — medicamentos, alimentos, produtos de higiene e eletrodomésticos.
Um estudo realizado pelo Departamento Econômico da Federação das Indústrias do Paraná mostra que a reforma pode colocar R$ 315 milhões por ano no bolso de aposentados e pensionistas que recebem até sete salários-mínimos por mês. Trata-se de um incremento de 0,89% na renda de 3,8 milhões de paranaenses, conclui o levantamento.“Entre as várias vantagens que a reforma trouxe para a população, existe um fator que não é muito conhecido, o combate a sonegação fiscal. Taxas mais justas motivam os empresários a manter em dia suas contribuições”, lembrou Romanelli.

Governo federal segue exemplo do PR e planeja reduzir ICMS de medicamentos

Governo federal segue exemplo do PR e planeja reduzir ICMS de medicamentos
AEN/PR, 27/05/2009
O deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, informou nesta quarta-feira (27) que o governo federal abriu negociações com a indústria farmacêutica para reduzir o ICMS dos medicamentos. Hoje, o Paraná é o estado onde os preços desses produtos são os mais baixos do País, após a minirreforma tributária sancionada pelo governador Roberto Requião.
“O governador Requião saiu na frente de todos os estados e baixou o ICMS dos remédios para 12%. Agora, temos o anúncio do governo federal que estuda a mesma medida, com a expectativa de diminuir a alíquota de 12% a 6%, com o objetivo de aumentar a oferta de remédios para a população e diminuir custos de tratamento”, disse Romanelli.
“O ICMS é um dos exemplos que comprova o compromisso do Governo com a parcela da sociedade que realmente precisa dele, mesmo que isso implique bater de frente com setores da nossa sociedade que não querem as reformas”, disse Romanelli.
“Apenas no âmbito fiscal, a política de isenção e redução de impostos para micro e pequenas empresas – que hoje atendem 175 mil estabelecimentos no Paraná – serviu de referência para o governo federal adotar o Simples Nacional, que é o regime tributário destinados a empresas deste porte”, completou.
REMÉDIOS — O governo federal estuda a redução da atual média da alíquota, de 17,5%, para 12% e, em alguns casos, em até 6%. Segundo estimativas do mercado farmacêutico, a redução para 12% no ICMS pode representar uma queda de até 9% nos preços de medicamentos de grande consumo.
No Paraná, a minirreforma entrou em vigor em abril. Aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada por Requião em dezembro passado, a lei 16.016 reduz de 25% e 18% para 12% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em operações internas, sobre 95 mil itens de consumo popular — medicamentos, alimentos, produtos de higiene e eletrodomésticos.
Um estudo realizado pelo Departamento Econômico da Federação das Indústrias do Paraná mostra que a reforma pode colocar R$ 315 milhões por ano no bolso de aposentados e pensionistas que recebem até sete salários-mínimos por mês. Trata-se de um incremento de 0,89% na renda de 3,8 milhões de paranaenses, conclui o levantamento.“Entre as várias vantagens que a reforma trouxe para a população, existe um fator que não é muito conhecido, o combate a sonegação fiscal. Taxas mais justas motivam os empresários a manter em dia suas contribuições”, lembrou Romanelli.

maio 23, 2009

Jeffrey Smith, na Escola de Governo do Paraná: "Consumo de transgênicos fez DOBRAR doenças relacionadas alimentação nos EUA"

Como receber a íntegra da palestra de Jeffrey Smith
SITE: TRANSGÊNICOS.PR.GOV
21/5/2009 O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo em Curitiba. Para receber a íntegra da palestra envie mensagem em FALE CONOSCO.
Jeffrey Smith: pesquisas mostram que transgênicos fazem mal à saúde
O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo desta terça-feira (12/05). Smith, diretor-executivo do Instituto pela Tecnologia Responsável, lembrou que, na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental exigiu a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos.Smith é considerado uma das autoridades mundiais no assunto e já publicou dois livros, que alertam para o perigo dos organismos geneticamente modificados (OGM). Smith presenteou o governador Roberto Requião e secretários de Estado com sua obra mais recente, “Roleta Genética”. Nessa publicação ele afirma que os transgênicos “jamais deveriam ter sido introduzidos na nossa cultura”. Requião determinou que todas as Bibliotecas Cidadãs, localizadas em grande parte dos municípios paranaenses, tenham um exemplar da publicação nos seus acervos.
“Desde que conheci o governador, tive a chance de falar sobre a sua luta contra os transgênicos em 32 países. Eu o descrevi como uma pessoa visionária, que não está disposta a aceitar a imposição das indústrias e do poder corporativo”, afirmou Jeffrey. “Espero ter a oportunidade de contar ao mundo que o Paraná assumiu a liderança em eliminar os perigos apresentados pelos OGMs no Brasil”, destacou.
TERRITÓRIOS – Smith declarou que apoia o governador do Paraná e outros líderes de territórios que querem se declarar áreas livres dos transgênicos. “Na Europa, 4,5 mil jurisdições já fizeram isso”, contou. Ele também afirmou que é preciso que a população brasileira se una contra comidas e sementes modificadas. “Minha esperança é que as informações sobre os perigos dos transgênicos cheguem a cada mãe, que seja responsável pela compra de alimento para sua família. Para que dessa forma, os brasileiros possam declarar seu próprio corpo livre dos transgênicos.”
Jeffrey Smith garantiu ter evidências indiscutíveis de que esses tipos de alimento não são bons para o ser humano. Segundo ele, alguns animais utilizados em pesquisas de laboratório sobre OGMs morreram, outros adquiriram doenças e alguns ficaram estéreis. “Trabalhei com mais de 30 cientistas em todo o mundo, para documentar os riscos à saúde dos OGM.”
De acordo com o escritor, quando os transgênicos foram introduzidos no mundo, em 1976, 7% dos norte-americanos tinham três ou mais doenças crônicas. Depois de nove anos, a porcentagem quase dobrou, tendo atingido o patamar dos 13%. “As doenças relacionadas com a alimentação nos Estados Unidos mais do que dobraram nesse período. Agora, os médicos estão dizendo que alergias, autismo e uma série de mazelas podem estar relacionadas com o consumo de alimentos geneticamente modificados”, revelou.
Smith disse que organizações médicas têm reconhecido o perigo dos transgênicos à saúde humana e recomendam mudanças nos hábitos alimentares. “Na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental editou resolução exigindo a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos. Também foi pedido aos médicos que ajudem a educar seus pacientes, receitando-lhes dietas sem organismos geneticamente modificados”, afirmou. “Os pesquisadores se basearam nas evidências de que os transgênicos podem aumentar ou tornar mais severos os quadros de alergia, acelerar o envelhecimento, gerar problemas de reprodução e uma série de fatores descobertos em laboratórios e fazendas de todo o mundo”, completou.
PESQUISA – Jeffrey Smith lamentou a falta de estudos sobre alimentos geneticamente modificados em todo o mundo e a pressão que os pesquisadores sofrem por empresas que lidam com transgênicos. “Não sou contra a ciência da engenharia genética ou contra o uso de transgênicos para a geração de remédios. Mas, a geração atual desses organismos está cheia de efeitos desconhecidos e estamos expondo não só nós, mas também as gerações futuras, nossos filhos, a esses efeitos”, observou.
Informações sobre as conclusões de Smith e pesquisadores podem ser conhecidas pelos sites www.responsibletechnology.org e www.seedsofdeception.com.

Jeffrey Smith, na Escola de Governo do Paraná: "Consumo de transgênicos fez DOBRAR doenças relacionadas alimentação nos EUA"

Como receber a íntegra da palestra de Jeffrey Smith
SITE: TRANSGÊNICOS.PR.GOV
21/5/2009 O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo em Curitiba. Para receber a íntegra da palestra envie mensagem em FALE CONOSCO.
Jeffrey Smith: pesquisas mostram que transgênicos fazem mal à saúde
O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo desta terça-feira (12/05). Smith, diretor-executivo do Instituto pela Tecnologia Responsável, lembrou que, na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental exigiu a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos.Smith é considerado uma das autoridades mundiais no assunto e já publicou dois livros, que alertam para o perigo dos organismos geneticamente modificados (OGM). Smith presenteou o governador Roberto Requião e secretários de Estado com sua obra mais recente, “Roleta Genética”. Nessa publicação ele afirma que os transgênicos “jamais deveriam ter sido introduzidos na nossa cultura”. Requião determinou que todas as Bibliotecas Cidadãs, localizadas em grande parte dos municípios paranaenses, tenham um exemplar da publicação nos seus acervos.
“Desde que conheci o governador, tive a chance de falar sobre a sua luta contra os transgênicos em 32 países. Eu o descrevi como uma pessoa visionária, que não está disposta a aceitar a imposição das indústrias e do poder corporativo”, afirmou Jeffrey. “Espero ter a oportunidade de contar ao mundo que o Paraná assumiu a liderança em eliminar os perigos apresentados pelos OGMs no Brasil”, destacou.
TERRITÓRIOS – Smith declarou que apoia o governador do Paraná e outros líderes de territórios que querem se declarar áreas livres dos transgênicos. “Na Europa, 4,5 mil jurisdições já fizeram isso”, contou. Ele também afirmou que é preciso que a população brasileira se una contra comidas e sementes modificadas. “Minha esperança é que as informações sobre os perigos dos transgênicos cheguem a cada mãe, que seja responsável pela compra de alimento para sua família. Para que dessa forma, os brasileiros possam declarar seu próprio corpo livre dos transgênicos.”
Jeffrey Smith garantiu ter evidências indiscutíveis de que esses tipos de alimento não são bons para o ser humano. Segundo ele, alguns animais utilizados em pesquisas de laboratório sobre OGMs morreram, outros adquiriram doenças e alguns ficaram estéreis. “Trabalhei com mais de 30 cientistas em todo o mundo, para documentar os riscos à saúde dos OGM.”
De acordo com o escritor, quando os transgênicos foram introduzidos no mundo, em 1976, 7% dos norte-americanos tinham três ou mais doenças crônicas. Depois de nove anos, a porcentagem quase dobrou, tendo atingido o patamar dos 13%. “As doenças relacionadas com a alimentação nos Estados Unidos mais do que dobraram nesse período. Agora, os médicos estão dizendo que alergias, autismo e uma série de mazelas podem estar relacionadas com o consumo de alimentos geneticamente modificados”, revelou.
Smith disse que organizações médicas têm reconhecido o perigo dos transgênicos à saúde humana e recomendam mudanças nos hábitos alimentares. “Na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental editou resolução exigindo a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos. Também foi pedido aos médicos que ajudem a educar seus pacientes, receitando-lhes dietas sem organismos geneticamente modificados”, afirmou. “Os pesquisadores se basearam nas evidências de que os transgênicos podem aumentar ou tornar mais severos os quadros de alergia, acelerar o envelhecimento, gerar problemas de reprodução e uma série de fatores descobertos em laboratórios e fazendas de todo o mundo”, completou.
PESQUISA – Jeffrey Smith lamentou a falta de estudos sobre alimentos geneticamente modificados em todo o mundo e a pressão que os pesquisadores sofrem por empresas que lidam com transgênicos. “Não sou contra a ciência da engenharia genética ou contra o uso de transgênicos para a geração de remédios. Mas, a geração atual desses organismos está cheia de efeitos desconhecidos e estamos expondo não só nós, mas também as gerações futuras, nossos filhos, a esses efeitos”, observou.
Informações sobre as conclusões de Smith e pesquisadores podem ser conhecidas pelos sites www.responsibletechnology.org e www.seedsofdeception.com.

"Lucia Hippolito age de forma repugnante", diz Governo do Paraná em reação a notícia inverídica dada pela jornalista da Globo

Governo do PR rebate críticas de Lúcia Hippólito
As críticas feitas por Lucia Hippólito na edição desta quinta-feira (21/05) do programa Estúdio I, da Globonews, sobre transporte que o governo do Paraná teria feito em seu avião oficial do deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho a São Paulo tiveram dura resposta do governo Roberto Requião. Carli Filho se envolvem em um acidente em que duas pessoas morreram.
Em nota enviada à Globonews e a parte da imprensa, o governo afirma que Lúcia agiu de forma irresponsável, afirmando que a informação se trata de uma mentira. “Fez mais, ainda — com base em informação errada, mal apurada, sentiu-se no direito de espinafrar o governador do Paraná, de dizer que ele ‘passou a mão na cabeça de um homicida’”.
“É aterrador, repugnante, que Lucia Hipólito, funcionária da maior rede de comunicação do País, para quem comenta em telejornais, emissoras de rádio, jornais e revistas, sinta-se de tal forma acima das leis para cometer crime de calúnia em rede nacional de televisão. Pois, tivesse cumprido a regra de ouro do jornalismo — apurar exaustivamente, ter certeza da veracidade de qualquer informação antes de torná-la pública —, jamais poderia ter dito o que disse”, diz o governo na nota.
Lucia disse a Comunique-se que as informações foram publicadas nos principais veículos do Paraná, no Globo, revista Época, e no site do Ministério Público estadual. “Estou muito tranqüila porque sei que as fontes estão à disposição de todo mundo. Na época em que a notícia foi veiculada não vi nenhum desmentido do governo. Então, para mim, a informação continua valendo”, completou.
Durante a transmissão do Estúdio I, foi lida a seguinte nota:
“O governo do Paraná informou hoje que -diferentemente do que dissemos ontem aqui no programa – o avião do governo não foi usado para transportar o deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho, depois que ele se envolveu no acidente que matou duas pessoas./ segundo a secretaria de comunicação social do estado do Paraná, o jato Citation, prefixo PP-EIF voou, no dia dez de maio, até Jundiaí, em São Paulo, onde passou por manutenção periódica no hangar da tam./ a nota do governo do Paraná lamentou que a informação tenha sido divulgada e pediu a correção da notícia”.
( COMUNIQUE-SE, 22/5/2009 )
Exame não constata remédios ou drogas na amostra de sangue de deputado
AEN/PR, 22/05/2009
O Instituto Médico-Legal do Paraná divulgou, no começo da noite desta sexta-feira (22), que o exame toxicológico realizado na amostra de sangue do deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho apontou que não há vestígios de anfetaminas ou cocaína no material analisado. O laudo, com informações mais específicas, será divulgado apenas na segunda-feira (25).
O sangue examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico, para exames clínicos, e solicitado pela Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) para que fosse feito o exame toxicológico e de dosagem alcoólica. Segundo informações contidas no inquérito, o sangue teria sido colhido cerca de duas horas depois de o deputado ter deixado o restaurante, em que estava antes do acidente, ocorrido na madrugada de 7 de maio.
Ainda restam os resultados dos demais laudos periciais, como o de levantamento de local do acidente, que possibilitará compreender como ocorreu a colisão e a possível velocidade dos veículos envolvidos. Também resta o resultado do laudo de necropsia das vítimas. Em breve, a polícia também fará a reconstituição do acidente. Na segunda-feira (18), foi divulgado o resultado do exame de dosagem alcoólica que comprovou que o deputado estava embriagado na madrugada do acidente que matou dois jovens. De acordo com o resultado, havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool, por litro de sangue. Para o Código de Trânsito, artigo 306, 6 decigramas já são considerados crime.
ACIDENTE – A colisão aconteceu na madrugada de 7 de maio, no bairro Mossunguê, em Curitiba. O veículo do deputado, o Passat placas ANR-0097, trafegava pela Avenida Monsenhor Ivo Zanlorenzi. O outro veículo, o Honda Fit, BEK-9253, conduzido por Gilmar Rafael Souza Yared, 26, e tendo como passageiro Carlos Murilo de Almeida, 20, entrou naquela via pela Rua Paulo Gorski, e foi atingido pelo Passat.

abril 29, 2009

Paraná apresenta aos servidores o projeto de reajuste salarial. "Terceiro ano consecutivo que daremos reajuste a todas as categorias", diz SAC

Governo apresenta aos servidores o projeto de reajuste salarial
AEN/PR, 28/04/2009
O Governo do Paraná debateu na manhã desta terça-feira (28) com o Fórum dos Servidores Estaduais a proposta de reajuste salarial do funcionalismo. Projeto de lei, que já está na Assembleia Legislativa, estabelece correção salarial de 6% para funcionários de todos os quadros, inclusive a aposentados e pensionistas. Os integrantes do Fórum dos Servidores foram recebidos no Palácio das Araucárias pela secretária da Administração e da Previdência, Maria Marta Lunardon, e pelos diretores gerais das secretarias da Administração, Regina Gubert; do Planejamento, José Zaniratti; e da Fazenda, Nestor Bueno. O deputado estadual Professor Lemos também participou da reunião. O fórum é coordenado pela presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde, Elaine Rodella.
A secretária e os diretores gerais ressaltaram que os 6% propostos estão um pouco acima da inflação estimada para os últimos 12 meses (maio de 2008 a abril de 2009), que seria de 5,24%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O reajuste nos salários de todos os 249 mil servidores vai representar um impacto nas despesas de pessoal do Executivo de quase R$ 36 milhões por mês.
“Esses cálculos foram feitos com o acompanhamento e auxílio do Dieese – Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos”, assinalou Nestor Bueno. “Com um trabalho minucioso das Secretarias da Administração, da Fazenda e do Planejamento, e com o empenho pessoal do governador Requião, pelo terceiro ano consecutivo aplicaremos reajuste a todas as categorias”, observou Maria Marta.
Maria Marta, Nestor Bueno, José Zaniratti e Regina Gubert explicaram aos líderes do Fórum dos Servidores que o Governo do Paraná vai dedicar todos os esforços para pagar o reajuste nos salários do mês de maio. Eles frisaram que, por outro lado, conforme fixa a Lei de Responsabilidade Fiscal, o projeto de lei enviado à Assembleia condiciona a aplicação do reajuste ao comportamento das despesas e das receitas do Estado.
PAUTA – Diante dos outros itens da pauta do fórum, a secretária Maria Marta ressaltou que são reivindicações que vão ao encontro daquilo que o Governo vê como necessário ajustar. Revisar o auxílio alimentação (pago ao servidor que recebe até dois salários mínimos) e as gratificações (que variam de quadro para quadro) e ainda a implantação das promoções dos agentes de apoio e agentes de execução do Quadro Próprio do Poder Executivo são os pontos da pauta coincidentes.
A secretária e os diretores gerais salientaram que, no momento, a prioridade é assegurar a aplicação do reajuste geral. Eles reiteram a disposição de manter encontros frequentes com o Fórum, para o acompanhamento dos dados referentes às despesas com pessoal e para discussão de medidas que contemplem a pauta de melhorias previstas tanto pelo Governo como pela entidade que representa os servidores.

Paraná apresenta aos servidores o projeto de reajuste salarial. "Terceiro ano consecutivo que daremos reajuste a todas as categorias", diz SAC

Governo apresenta aos servidores o projeto de reajuste salarial
AEN/PR, 28/04/2009
O Governo do Paraná debateu na manhã desta terça-feira (28) com o Fórum dos Servidores Estaduais a proposta de reajuste salarial do funcionalismo. Projeto de lei, que já está na Assembleia Legislativa, estabelece correção salarial de 6% para funcionários de todos os quadros, inclusive a aposentados e pensionistas. Os integrantes do Fórum dos Servidores foram recebidos no Palácio das Araucárias pela secretária da Administração e da Previdência, Maria Marta Lunardon, e pelos diretores gerais das secretarias da Administração, Regina Gubert; do Planejamento, José Zaniratti; e da Fazenda, Nestor Bueno. O deputado estadual Professor Lemos também participou da reunião. O fórum é coordenado pela presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde, Elaine Rodella.
A secretária e os diretores gerais ressaltaram que os 6% propostos estão um pouco acima da inflação estimada para os últimos 12 meses (maio de 2008 a abril de 2009), que seria de 5,24%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O reajuste nos salários de todos os 249 mil servidores vai representar um impacto nas despesas de pessoal do Executivo de quase R$ 36 milhões por mês.
“Esses cálculos foram feitos com o acompanhamento e auxílio do Dieese – Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos”, assinalou Nestor Bueno. “Com um trabalho minucioso das Secretarias da Administração, da Fazenda e do Planejamento, e com o empenho pessoal do governador Requião, pelo terceiro ano consecutivo aplicaremos reajuste a todas as categorias”, observou Maria Marta.
Maria Marta, Nestor Bueno, José Zaniratti e Regina Gubert explicaram aos líderes do Fórum dos Servidores que o Governo do Paraná vai dedicar todos os esforços para pagar o reajuste nos salários do mês de maio. Eles frisaram que, por outro lado, conforme fixa a Lei de Responsabilidade Fiscal, o projeto de lei enviado à Assembleia condiciona a aplicação do reajuste ao comportamento das despesas e das receitas do Estado.
PAUTA – Diante dos outros itens da pauta do fórum, a secretária Maria Marta ressaltou que são reivindicações que vão ao encontro daquilo que o Governo vê como necessário ajustar. Revisar o auxílio alimentação (pago ao servidor que recebe até dois salários mínimos) e as gratificações (que variam de quadro para quadro) e ainda a implantação das promoções dos agentes de apoio e agentes de execução do Quadro Próprio do Poder Executivo são os pontos da pauta coincidentes.
A secretária e os diretores gerais salientaram que, no momento, a prioridade é assegurar a aplicação do reajuste geral. Eles reiteram a disposição de manter encontros frequentes com o Fórum, para o acompanhamento dos dados referentes às despesas com pessoal e para discussão de medidas que contemplem a pauta de melhorias previstas tanto pelo Governo como pela entidade que representa os servidores.

abril 14, 2009

A convite de Lula, Orlando Pessuti, governador em exercício do Paraná irá a Brasilia

A convite de Lula, Pessuti vai a Brasília para audiência privada
13/04/2009
O governador em exercício Orlando Pessuti viajou nesta segunda-feira (13) para audiência privada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A pedido do governador Roberto Requião, presidente do Codesul, Pessuti irá entregar a Lula três moções aprovadas na última reunião do conselho que reúne os chefes do Poder Executivo de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.
No encontro convocado pelo presidente da República, Pessuti também irá tratar de assuntos políticos como a sucessão no Paraná e no Brasil — os dois foram companheiros de palanque na última eleição presidencial, quando o governador em exercício participou da campanha pela reeleição de Lula.
Numa das moções, os governadores do Codesul pedem ao presidente para que determine a realização de estudos sobre a dívida pública dos Estados, o congelamento da dívida por pelo menos seis meses e a mudança de indicadores de reajuste para reduzir o comprometimento da receita líquida com o pagamento dos débitos. O texto também reivindica a edição de medida provisória que altere a fórmula de refinanciamento da dívida.
Outra moção propõe a Lula o restabelecimento das alíquotas da Cide, o imposto dos combustíveis, quando houver redução no preço dos derivados de petróleo. As moções já foram enviadas por Requião à presidência da República, mas o governador pediu a Pessuti que reforçasse os pedidos junto a Lula.
A terceira moção leva propostas para o enfrentamento da crise financeira internacional. Os governadores sugerem a estatização do crédito, com os bancos públicos administrando os recursos liberados do depósito compulsório. O documento ainda apoia o aumento do salário mínimo, o uso de moedas locais nas transações comerciais entre os países do Mercosul e a aceleração na redução das taxas de juros.
No encontro reservado, o presidente também irá receber das mãos de Pessuti uma carta de reivindicações da Associação de Municípios do Paraná (AMP). No documento, os prefeitos paranaenses reivindicam a suspensão da IPI e do imposto de renda, que são base do Fundo de Participação dos Municípios, ou a manutenção dos mesmos valores do FPM repassados em 2008.
A AMP também pede uma reforma tributária ampla, com a partilha das contribuições federais, a suspensão da retenção do FPM para parcelamento de dívidas previdenciárias, a renegociação dos débitos municipais, mudanças no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e ampliação dos recursos federais destinados ao programa Saúde da Família, entre outras reivindicações.
AEN/PR

abril 10, 2009

Governo do Paraná já lista terrenos disponíveis para o projeto "Minha Casa, Minha Vida".

Filed under: Cohapar, Governo do Estado do Paraná, governo Lula, Minha Vida" — Humberto @ 2:45 pm
Governo lista terrenos para o “Minha Casa, Minha Vida”
COHAPAR, 06/04/2009
O Governo do Paraná já tem uma lista dos terrenos do Estado onde poderão ser implantados os novos loteamentos de casas do projeto do Governo Federal “Minha Casa, Minha Vida”. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (3) pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Luiz Forte Neto, durante reunião de planejamento organizada pela Cohapar, na sede da Companhia. O levantamento dos terrenos foi feito pela Coordenadoria de Patrimônio do Estado (CPE), ligada à Secretaria da Administração e da Previdência.
A reunião desta sexta contou com as presenças do superintendente da Caixa, Arielson Bittencourt, do representante do Ministério Público, João Zaions Junior, e do secretário estadual do Desenvolvimento Urbano, Luiz Forte Neto. Também estiveram presentes 24 prefeitos e secretários municipais da região metropolitana de Curitiba para iniciar a implantação, no Paraná, do programa habitacional.
RAPIDEZ - “A rapidez com a qual o governador Requião mandou entregar os terrenos públicos para o desenvolvimento do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ mostra a vontade política de humanizar a região metropolitana de Curitiba. A partir de hoje, todos os prefeitos têm os esclarecimentos necessários para cada um fazer a sua parte”, explicou o presidente da Cohapar, Rafael Greca.
O secretário Forte Neto frisou que as áreas oferecidas vão ser analisadas pelos municípios. “Repassamos hoje para diversos municípios um número relativamente grande de terrenos do Patrimônio do Estado. Alguns receberam dois ou três, mas outros foram beneficiados com 15, 20 terrenos, que poderão ser utilizados para a implantação do programa”.
Para o superintendente da Caixa, Arielson Bittencourt, este é um momento único. “Considero a reunião de hoje fundamental, pois deu a oportunidade a todos os municípios da região metropolitana de ter mais conhecimentos sobre o projeto”, declarou.
“Além disso, o Governo do Estado, com a preocupação de fechar o programa o mais rápido possível, já identificou as áreas do Estado que podem ser utilizadas dentro de cada município da região metropolitana de Curitiba para o desenvolvimento do programa”, completou Bittencourt.
REGULAMENTAÇÃO – A divulgação da regulamentação e parte normativa do ‘Minha Casa, Minha Vida’ por parte do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal será feita no próximo dia 13. “Com a divulgação de toda a parte normativa onde veremos as condições para o enquadramento dos projetos de acordo com a renda salarial poderemos aprofundar mais o programa e dar ainda mais velocidade na implantação”, concluiu o superintendente da Caixa.
Além das áreas já levantadas pela Secretaria da Administração, o governador Requião já havia colocado à disposição um terreno, em Piraquara, ao lado do Asilo São Roque, suficiente para 500 casas.
BOX
Programa prevê mais de 44 mil casas em todo o Paraná
O “Minha Casa, Minha Vida” prevê a construção de 44.172 casas no Estado, mas pode dobrar esse número, em razão do custo menor alcançado pela Cohapar na construção da moradias. O governador Roberto Requião detalhou essa semana que outro fator para diminuir o custo das moradias é a doação de áreas pelo Estado ou prefeitura, além da aquisição, pelo menor preço no atacado, de materiais de construção obtido pela isenção de ICMS.
“Faremos casas mais baratas. Eu e o Rafael (Greca) acreditamos que com R$ 1,76 bilhão previstos pelo Governo Federal será possível chegar a 80 mil casas”, afirmou o governador na Escola de Governo.
Ainda de acordo com Requião, as cidades das regiões metropolitanas do Paraná terão prioridades na implantação do programa. Os demais municípios continuarão sendo atendidos com os empreendimentos da Cohapar nos 300 canteiros de obras.
ENTREMENTES, EM SÃO PAULO…
2/Abril/2009
São Paulo não tem terrenos para o plano habitacional
Secretário diz que prefeitura prefere mais investimento em infraestrutura
A Prefeitura de São Paulo não tem terrenos disponíveis para participar do programa habitacional do governo federal lançado na semana passada, batizado de “Minha Casa, Minha Vida”. Segundo o secretário de Habitação, Elton Santa Fé Zacarias, não falta interesse da prefeitura de participar do programa, mas o município não tem como entregar terrenos.
“Essa é a grande dificuldade: não temos terrenos públicos disponíveis. Para ter esses terrenos, o município tem de desapropriar”, explicou o secretário, ressaltando que seria um processo demorado.
Zacarias relatou que, durante reunião em Brasília, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que o governo federal iria canalizar os recursos para o programa de construção de residências, deixando outros programas “meio de lado”. Entretanto, ele enfatizou que, para resolver o problema habitacional, a capital paulista precisa de mais investimentos em infraestrutura e saneamento. “O município de São Paulo gostaria de mais recursos para esses programas.”
“O foco do programa, que é construir casas, não se encaixa exatamente no que São Paulo precisa”, avaliou. Ele ressaltou que não interessa à prefeitura construir mais casas em zonas afastadas do centro, como foi o caso de Cidade Tiradentes, pois isso só eleva os custos de transporte para o município.
“As famílias moram em favelas centrais porque não querem morar na periferia. Elas querem estar perto do trabalho, da escola e do hospital”, explicou. “O Brasil não é São Paulo. Esse programa deve funcionar bem no Nordeste, no Centro-Oeste. São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília têm características muito peculiares.”
Para o secretário, o melhor ponto do programa federal para São Paulo é a facilitação do acesso ao financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF). “A conta do Programa de Arrendamento Residencial da CEF não estava andando mais porque os limites eram muito baixos, a conta não fechava para o empreendedor. Com o aumento dos limites, isso deve melhorar”, avaliou.
O governo federal estimou que, da meta de 1 milhão de moradias, 176 mil devem ser construídas no Estado de São Paulo. Ontem, o secretário estadual de Habitação, Lair Krähenbühl, calculou que o Estado tem 20 mil moradias licitadas e prontas para serem construídas.
Fonte: O Estado de S. Paulo
PEQUENO COMENTÁRIO: Esse texto do Estadão fala que a cidade se São Paulo “não tem” terrenos. Mas não ficamos sabendo quanto a disposição do Estado de São Paulo em disponibilizá-los ou não. O texto é de 02 de Abril. No texto anterior, a informação é de que no dia 3 de Abril o governo parnaense declarou já possuir uma lista de terrenos onde poderão ser construídas as moradias do projeto federal.

Governo do Paraná já lista terrenos disponíveis para o projeto "Minha Casa, Minha Vida".

Filed under: Cohapar, Governo do Estado do Paraná, governo Lula, Minha Vida" — Humberto @ 2:45 pm
Governo lista terrenos para o “Minha Casa, Minha Vida”
COHAPAR, 06/04/2009
O Governo do Paraná já tem uma lista dos terrenos do Estado onde poderão ser implantados os novos loteamentos de casas do projeto do Governo Federal “Minha Casa, Minha Vida”. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (3) pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Luiz Forte Neto, durante reunião de planejamento organizada pela Cohapar, na sede da Companhia. O levantamento dos terrenos foi feito pela Coordenadoria de Patrimônio do Estado (CPE), ligada à Secretaria da Administração e da Previdência.
A reunião desta sexta contou com as presenças do superintendente da Caixa, Arielson Bittencourt, do representante do Ministério Público, João Zaions Junior, e do secretário estadual do Desenvolvimento Urbano, Luiz Forte Neto. Também estiveram presentes 24 prefeitos e secretários municipais da região metropolitana de Curitiba para iniciar a implantação, no Paraná, do programa habitacional.
RAPIDEZ - “A rapidez com a qual o governador Requião mandou entregar os terrenos públicos para o desenvolvimento do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ mostra a vontade política de humanizar a região metropolitana de Curitiba. A partir de hoje, todos os prefeitos têm os esclarecimentos necessários para cada um fazer a sua parte”, explicou o presidente da Cohapar, Rafael Greca.
O secretário Forte Neto frisou que as áreas oferecidas vão ser analisadas pelos municípios. “Repassamos hoje para diversos municípios um número relativamente grande de terrenos do Patrimônio do Estado. Alguns receberam dois ou três, mas outros foram beneficiados com 15, 20 terrenos, que poderão ser utilizados para a implantação do programa”.
Para o superintendente da Caixa, Arielson Bittencourt, este é um momento único. “Considero a reunião de hoje fundamental, pois deu a oportunidade a todos os municípios da região metropolitana de ter mais conhecimentos sobre o projeto”, declarou.
“Além disso, o Governo do Estado, com a preocupação de fechar o programa o mais rápido possível, já identificou as áreas do Estado que podem ser utilizadas dentro de cada município da região metropolitana de Curitiba para o desenvolvimento do programa”, completou Bittencourt.
REGULAMENTAÇÃO – A divulgação da regulamentação e parte normativa do ‘Minha Casa, Minha Vida’ por parte do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal será feita no próximo dia 13. “Com a divulgação de toda a parte normativa onde veremos as condições para o enquadramento dos projetos de acordo com a renda salarial poderemos aprofundar mais o programa e dar ainda mais velocidade na implantação”, concluiu o superintendente da Caixa.
Além das áreas já levantadas pela Secretaria da Administração, o governador Requião já havia colocado à disposição um terreno, em Piraquara, ao lado do Asilo São Roque, suficiente para 500 casas.
BOX
Programa prevê mais de 44 mil casas em todo o Paraná
O “Minha Casa, Minha Vida” prevê a construção de 44.172 casas no Estado, mas pode dobrar esse número, em razão do custo menor alcançado pela Cohapar na construção da moradias. O governador Roberto Requião detalhou essa semana que outro fator para diminuir o custo das moradias é a doação de áreas pelo Estado ou prefeitura, além da aquisição, pelo menor preço no atacado, de materiais de construção obtido pela isenção de ICMS.
“Faremos casas mais baratas. Eu e o Rafael (Greca) acreditamos que com R$ 1,76 bilhão previstos pelo Governo Federal será possível chegar a 80 mil casas”, afirmou o governador na Escola de Governo.
Ainda de acordo com Requião, as cidades das regiões metropolitanas do Paraná terão prioridades na implantação do programa. Os demais municípios continuarão sendo atendidos com os empreendimentos da Cohapar nos 300 canteiros de obras.
ENTREMENTES, EM SÃO PAULO…
2/Abril/2009
São Paulo não tem terrenos para o plano habitacional
Secretário diz que prefeitura prefere mais investimento em infraestrutura
A Prefeitura de São Paulo não tem terrenos disponíveis para participar do programa habitacional do governo federal lançado na semana passada, batizado de “Minha Casa, Minha Vida”. Segundo o secretário de Habitação, Elton Santa Fé Zacarias, não falta interesse da prefeitura de participar do programa, mas o município não tem como entregar terrenos.
“Essa é a grande dificuldade: não temos terrenos públicos disponíveis. Para ter esses terrenos, o município tem de desapropriar”, explicou o secretário, ressaltando que seria um processo demorado.
Zacarias relatou que, durante reunião em Brasília, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que o governo federal iria canalizar os recursos para o programa de construção de residências, deixando outros programas “meio de lado”. Entretanto, ele enfatizou que, para resolver o problema habitacional, a capital paulista precisa de mais investimentos em infraestrutura e saneamento. “O município de São Paulo gostaria de mais recursos para esses programas.”
“O foco do programa, que é construir casas, não se encaixa exatamente no que São Paulo precisa”, avaliou. Ele ressaltou que não interessa à prefeitura construir mais casas em zonas afastadas do centro, como foi o caso de Cidade Tiradentes, pois isso só eleva os custos de transporte para o município.
“As famílias moram em favelas centrais porque não querem morar na periferia. Elas querem estar perto do trabalho, da escola e do hospital”, explicou. “O Brasil não é São Paulo. Esse programa deve funcionar bem no Nordeste, no Centro-Oeste. São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília têm características muito peculiares.”
Para o secretário, o melhor ponto do programa federal para São Paulo é a facilitação do acesso ao financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF). “A conta do Programa de Arrendamento Residencial da CEF não estava andando mais porque os limites eram muito baixos, a conta não fechava para o empreendedor. Com o aumento dos limites, isso deve melhorar”, avaliou.
O governo federal estimou que, da meta de 1 milhão de moradias, 176 mil devem ser construídas no Estado de São Paulo. Ontem, o secretário estadual de Habitação, Lair Krähenbühl, calculou que o Estado tem 20 mil moradias licitadas e prontas para serem construídas.
Fonte: O Estado de S. Paulo
PEQUENO COMENTÁRIO: Esse texto do Estadão fala que a cidade se São Paulo “não tem” terrenos. Mas não ficamos sabendo quanto a disposição do Estado de São Paulo em disponibilizá-los ou não. O texto é de 02 de Abril. No texto anterior, a informação é de que no dia 3 de Abril o governo parnaense declarou já possuir uma lista de terrenos onde poderão ser construídas as moradias do projeto federal.
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