ENCALHE

junho 10, 2008

Entrevista de ex-presidente da Varig, publicada em site de aviação em JANEIRO de 2008, desmente vEJA e suas "falácias" ( a vEJA adora esse termo )!!!!

Os Amigos do Presidente Lula, 09.06.08
Aqui matamos a cobra e mostramos a cobra morta.
A revista Veja INVENTOU boa parte da reportagem que fez esta semana sobre a Varig.
Foi feita sem qualquer apuração maior, recheada de frases de efeito e meras zombarias.
É desmentida pela recente entrevista do ex-presidente da Varig ao jetsite (clique aqui para ver) em janeiro de 2008:
MENTIRA No. 1 da revista Veja:
A revista diz que a TAM tinha uma oferta para comprar a Varig maior (o dobro) do que a GOL e foi “preterida” ( acredito que a revista insinua que tenha sido preterida pelo governo federal, pois a matéria é muito mal escrita em termos de objetividade para entender claramente ).
Marco Antonio Audi – quem comprou e vendeu a Varig – desmente:
“A situação de caixa era tão apertada, que nós tínhamos que vender rápido, senão iríamos parar de voar. Na reta final, havia a TAM e da Gol [ interessadas em comprar ]. A da TAM era muito melhor, só que ela exigia mais tempo para fechar o negócio. E esse tempo nós não tínhamos. Afinal, no escritório dos advogados, assinamos o contrato com a GOL, à meia-noite de uma quarta-feira, de 28 para 29 de março de 2007.
Estávamos tão apertados que precisávamos de 4 milhões de reais somente para rodar o caixa da companhia até a segunda-feira seguinte, 2 de abril. Só que não tínhamos dinheiro para nada… Na segunda-feira, 2 de abril, a Gol assumiu a gestão do caixa da companhia. A Varig, em novas mãos, estava salva. Mais uma vez. Recebemos quase 100 milhões de dólares, em dinheiro e mais o equivalente a 177 milhões, em ações da Gol.”
A Veja mentiu duas vezes. A TAM não foi preterida e a venda foi por US$ 277 milhões e não US$ 320 milhões.
MENTIRA No. 2 da revista Veja:
A revista disse que a Varig foi comprada por apenas US$ 24 milhões.
Marco Antonio Audi, desmente:
“.. Assim iniciamos a captação dos empréstimos que seriam no valor de até 485 milhões de dólares como estabelecido no Business Plan [ Plano de investimentos necessários para comprar e reerguer a Varig ]… Até aquele dia, dos 485 milhões que necessitaríamos, havíamos obtido 211 milhões. Faltaram 270 milhões para captar, pois eles não cumpriram a parte deles e as empresas ficaram sem caixa. Naquele dia percebi que não teria escolha, a não ser vender a Varig. Caso contrário, iríamos quebrar. E ia levar tudo junto. Aí tivemos que vender a companhia.”
A Veja mentiu, pois a Varig foi ARREMATADA em leilão por US$ 24 milhões, e depois foram investidos na empresa pelo menos 211 milhões, antes da venda. Total: US$ 235 milhões.
Atualização: O Jornal Nacional entrevistou o representante do Fundo em Nova York, Lap Chan, e ele disse que foram cerca de US$ 250 milhões investidos antes da venda da Varig.
MENTIRA No. 3 da revista Veja e também do Estadão:
Diz que os sócios brasileiros eram “laranjas”. Marco Antonio Audi desmente:
“Jetsite: os recursos para a compra vinham dos sócios norte-americanos?
Marco Antonio Audi: Não. O fundo Mattlin Patterson não investiu um centavo na companhia. O fundo conseguiu empréstimos. Não era investimento deles. Está lá para quem quiser ver; Tudo registrado no Banco Central. Aquilo que se pode chamar de investimento foi feito por nós, pela Volo do Brasil. Eu e meus sócios brasileiros investimos 40%, e eles entraram com 60%.
O maior aporte de recursos vem de empréstimos. O nosso papel era arrumar a casa e tocar o negócio: o deles era arrumar os empréstimos. Com tudo isto entendido, começamos a vida assim em agosto de 2006.”
Além disso, o próprio fato de Marco Antonio Audi ter sido o presidente da Varig, é uma constatação inequívoca de que ele não era um “laranja”.
A CORRUPÇÃO TUCANA na ALSTOM deve ser maior de que pensamos, para publicarem QUALQUER COISA que faça cortina de fumaça ( até de charuto apagado serve )… a toque de caixa, sem qualquer apuração. Mesmo que seja este verdadeiro DEBOCHE DO LEITOR.
Continue lendo aqui…

junho 3, 2008

Suposto apagão aéreo e vôo da Gol: Controladores são responsabilizados e deverão responder a processos nas justiças Militar e Federal

Controladores responderão a ações por acidente da Gol
Agência Estado, 02.06.2008
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os controladores de tráfego aéreo envolvidos no acidente com o Boeing da Gol, em 2006, devem responder a dois processos distintos: um na Justiça Militar, por crimes militares, e outro na Justiça Federal, por crime comum. O ministro Cesar Asfor Rocha, vice-presidente do STJ, negou seguimento ao recurso com o qual o Ministério Público Federal (MPF) tentava que o Supremo Tribunal Federal (STF) revisse a decisão.
Os controladores de vôo Felipe Santos dos Reis, Jomarcelo Fernandes dos Santos, Lucivando Tibúrcio de Alencar e Leandro José dos Santos de Barros foram denunciados junto à Justiça Federal pelo crime de atentado contra a segurança de transporte aéreo, definido de modo diferente na legislação militar.
Já na ação em curso na Justiça Militar, Felipe, Lucivando e Leandro foram denunciados pelo crime de inobservância de lei, regulamento ou instrução, previsto exclusivamente na legislação militar. Ainda na mesma auditoria, Jomarcelo responde por homicídio culposo, que tem igual definição na lei penal comum e na militar.

outubro 27, 2007

Relatório da CPI no Senado do suposto apagão aéreo: no apagar das luzes, ainda tenta faturar de algum jeito

Carlos Wilson para Demóstenes: “O tempo vai mostrar quem é o verdadeiro chefe de quadrilha”
O deputado federal Carlos Wilson (PT/PE) afirmou que recebeu com “surpresa e indignação” o relatório final da CPI do setor aéreo no Senado, elaborado pelo senador Demóstenes Torres (DEM-PFL/GO), que o acusa de chefiar um suposto esquema de desvio de recursos na Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária). Por meio de nota, o deputado disse na quarta-feira que o texto produzido pelo ex-pefelista é irresponsável e “baseado em meras ilações”.
“Não tenho nenhuma dúvida que o tempo e as provas irão revelar quem é o verdadeiro chefe de quadrilha e o que está por trás da CPI do Apagão Aéreo, comandada por Demóstenes Torres, um velho conhecido pela prática do espalhafato”, afirmou Carlos Wilson.
Na defensiva, Demóstenes respondeu que “Carlos Wilson é um São Jorge de prostíbulo: olha tudo e nada vê”.
No relatório, Demóstenes Torres recomenda ainda o indiciamento de 23 pessoas, alegando que 21 estariam envolvidas no superfaturamento de contratos da Infraero para obras em aeroportos e para gerenciamento de verbas publicitárias.
O relator admitiu que perdeu força a tese da pista de Congonhas como causa da tragédia da TAM que matou 199 pessoas, a qual utilizou tanto para fazer catilinárias contra Lula.

agosto 29, 2007

“Pilotos” do Legacy fogem de prestar depoimento e serão julgados à revelia

Filed under: apagão aéreo, Gol Linhas Aéreas, golpismo, imprensalão, Legacy, MPF, tragédia — Humberto @ 9:00 pm
O juiz federal Murilo Mendes, da Vara de Sinop, no Mato Grosso, determinou na segunda-feira (27) que os pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino sejam julgados à revelia. Nenhum dos dois compareceu à primeira audiência brasileira nem pretendem estar presentes no processo que apura o acidente do jato Legacy com um Boeing da Gol em setembro de 2006.
De acordo com o procurador da República Thiago Lemos de Andrade a ausência dos dois norte-americanos não influenciará no andamento do processo. “A ausência, no entender o Ministério Público, não interfere no prosseguimento da ação. O interrogatório é um ato defensivo e cabe ao acusado decidir se pretende ou não se defender por meio dele. Na visão do Ministério Público o que ocorreu aqui foi uma recusa de prestação de depoimento”, disse.
Na denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal à Justiça eles são indiciados por “atentado contra a segurança de transporte aéreo”. As investigação da CPI do Setor Aéreo e da Polícia Federal apontaram que o transponder do Legacy – um dispositivo de comunicação eletrônico que complementa o sistema de localização da aeronave durante o vôo – estava desligado antes da aeronave se chocar contra o avião da Gol. Na tragédia, ocorrida em setembro do ano passado em uma fazenda no Norte do Mato Grosso, todas as 154 pessoas a bordo do avião da companhia brasileira morreram. A denúncia foi aceita em junho, e o depoimento estava marcado para acontecer na cidade matogrossense.
A defesa de Lepore e Paladino solicitou ao juiz que fossem ouvidos nos Estados Unidos. “Em território estrangeiro o juiz brasileiro não tem jurisdição, ou pelo menos não a tem plenamente como convém a um agente investido de poderes estatais para solucionar conflitos de interesse”, respondeu o magistrado ao negar o pedido. Além disso, “o réu deve vir ao juiz, não o juiz ir ao réu”, completou Mendes em repúdio ao descaso dos pilotos estadunidenses.
Lexi Hazam, que representa famílias de vítimas do acidente com o Boeing da Gol, também critica a tentativa dos pilotos de serem interrogados nos Estados Unidos. Para ela, o depoimento não teria a mesma validade se ocorresse fora do Brasil. “Julgamos inteiramente inadequada a sugestão de que seria adequado dar testemunho a partir dos Estados Unidos, em vez de perante o júri e do público do Brasil”, assinalou Hazam, que está movendo uma ação civil em um tribunal nova-iorquino contra a ExcelAire, proprietária do jato Legacy.
Hora do Povo
29/08/07

agosto 25, 2007

As boas do imprensalão…

Filed under: Gol Linhas Aéreas, imprensalão, Legacy, transponder — Humberto @ 3:38 am
…ou será que devo dizer, do Apagão Educacional Continuado?
Vejam esta manchete interna, publicada no jornal Estado de São Paulo, em 10 de Maio de 2005, página C3:
ERRO DEIXOU TRANSPONDER DESLIGADO
Segundo inquérito da PF, perícia revela que ele não tinha defeito e foi tirado do ar ‘involuntariamente’ por pilotos
Sujeito da oração? Inexistente, oculto, indefinido, “suposto”…
Para a redação do maçante jornal, o sujeito é o “ERRO”: “Erro só faz cagada…”, ou “Erro cobra propina na privatização da Vale…”.
Tudo para não incriminar os american citizen.

agosto 15, 2007

O Hora do Povo está impossível!!! Ali Kamel é o próximo a ser abatido!

Kamel e o teste das mentiras
“A grande imprensa está sob ataque” – assim começa o artigo de Ali Kamel, publicado há alguns dias em “O Globo”.
“Grande imprensa” é como Kamel, ex-editor assistente da “Veja” e atualmente diretor de jornalismo da Rede Globo, chama a mídia golpista. Parafraseando um dito célebre, essa imprensa só lhe parece “grande” porque Kamel vive em permanente genuflexão. No entanto, mesmo nessa posição incômoda, ele esforça-se por dar cambalhotas: tudo é invertido – naturalmente, o país é que esteve sob ataque dessa mídia. Por isso, ela levou a pior. É dessa última parte do negócio que Kamel está se queixando.
Porém, não é a imprensa, grande ou pequena, que Kamel quer defender. Ele está defendendo apenas a si próprio, ao seu lauto salário – e à sua incompetência, que levou a “Globo” a uma situação inédita de acelerado descrédito. Kamel é, sem dúvida, o mais inepto diretor de jornalismo que a “Globo” já teve. Inclusive, e sobretudo, do ponto de vista do ilusionismo e da prestidigitação que são chamados de jornalismo pela “Globo”. Kamel é incapaz de disfarçar os truques que está tentando fazer. Assim, o “jornalismo” torna-se inútil, e, pior que isso, um risco para a própria “Globo”, além de um estrupício para os anunciantes, que são associados, sem querer, à desonestidade flagrante do veículo onde anunciam.
Voltemos ao seu artigo. Diz ele: “na cobertura da tragédia da TAM, a grande imprensa se portou como devia. Não é pitonisa, como não é adivinha, desde o primeiro instante foi, honestamente, testando hipóteses, montando um quebra-cabeça que está longe do fim”.
Resumindo: a mídia não erra. Não mente. Não falseia nem falsifica. Ela apenas “testa hipóteses”. Não tem culpa se a hipótese é falsa. Para que ela noticiasse apenas os fatos, seria necessário que ela fosse “pitonisa” ou “adivinha” (o que, aliás, é a mesma coisa).
Kamel não explica porque o “testar hipóteses” que preconiza como o supra-sumo da atividade jornalística é sempre contra o mesmo lado e a favor do mesmo outro lado.
CALÚNIAS
Mas é interessante essa nova teoria jornalística. “Testando hipóteses”? Sim, leitor, foi isso o que o sujeito escreveu. Ao invés de noticiar os fatos, a imprensa tem que “testar hipóteses”. Será possível forma mais desastrada de confessar a mentira, ainda por cima defendendo que é muito justo mentir? Só se ele escrevesse algo como: “desde o primeiro instante a mídia golpista foi, honestamente, mentindo, montando um quebra-cabeça que está longe do fim”.
Mas, dessa honestidade o sr. Ali Kamel realmente não é capaz. Nem que um raio o atingisse no caminho para a Barra da Tijuca (lá é a central de novelas e não de jornalismo? Perdão, leitores, pela compreensível confusão).
Continuemos: jornalismo que, em vez de noticiar os fatos, fica “testando hipóteses” é mentira, calúnia, e não jornalismo. Pois é exatamente esse o “jornalismo” que Kamel defende. Não por acaso, seu primeiro cargo de importância foi na “Veja”, que não faz outra coisa: fica “testando hipóteses” que interessam aos seus donos. Kamel levou essa tecnologia para a “Globo” – que, desde que ele deu com os costados lá, não faz outra coisa senão seguir a “Veja” com alguns dias de atraso.
Porém, vejamos algumas hipóteses que ele testou recentemente:
1) Às vésperas do primeiro turno das eleições passadas, Kamel “testou a hipótese” de que não existia um avião da Gol, com 154 pessoas a bordo, que estava desaparecido. Todos os telejornais daquele dia divulgaram o desaparecimento, menos um: o “Jornal Nacional”. Kamel “testou essa hipótese” porque achou que a divulgação do desaparecimento do avião ofuscaria o “teste” de outra “hipótese”: a de atribuir, dois dias antes das eleições e com o programa eleitoral gratuito encerrado, ao presidente Lula a compra de um dossiê, com a exibição escandalosa das imagens do dinheiro com que alguns aloprados tentaram adquiri-lo – imagens, de resto, inteiramente ilegais. Tudo isso para “testar” outra “hipótese”: a de que o presidente Lula não fosse o eleito. As três “hipóteses” eram falsas, mas Kamel, segundo seu parecer, não errou. Estava apenas “testando hipóteses”. Afinal, o rapaz não é “pitonisa”.
2) Em seguida, Kamel “testou a hipótese” de que a queda do avião da Gol não havia sido provocada pelos dois irresponsáveis pilotos norte-americanos do Legacy, como era evidente, mas pelo controle de vôo da Aeronáutica. A hipótese também era falsa. Mas Kamel também não errou. O problema é que ele não “adivinha”. Por isso, estava “testando a hipótese” da realidade ser falsa e do falso ser realidade.
3) Mas Kamel não desanimou: arrumou uma nova hipótese para testar: a de que o irmão mais velho do presidente da República, Vavá, um homem idoso, pobre e doente, era um terrível gênio do tráfico de influência. Nada havia que indicasse qualquer influência de Vavá no governo ou na máquina administrativa, nenhum suposto pedido seu havia sido atendido – e, aliás, nem feito. Seria o primeiro cidadão a traficar influência sem ter influência. Mas isso são questões de somenos importância. Importante era “testar a hipótese” – que também era falsa, mas o importante é testar. A realidade, que se dane.
4) Convicto, Kamel continuou seus experimentos, sempre “testando hipóteses”: diante de uma vaia claramente armada pelo ilustre filósofo do factóide, César Maia, Kamel insistiu que eram “vaias espontâneas” ao presidente. Ele realmente estava bem informado: segundo vários relatos, Kamel participou de uma reunião onde a vaia espontânea foi discutida – e armada. Portanto, a vaia só poderia ser espontânea, ora essa. O problema é que todo mundo viu que não foi. Mas o importante é que a hipótese foi testada, isto é, a vaia apareceu no “Jornal Nacional”.
5) Por último, nesse resumo das atividades científicas de Kamel: menos de uma hora após a queda do avião da TAM, a “Globo” já tinha lançado a hipótese de que o problema era a pista que o governo reformara, que a falta de “grooving” causara o acidente, e que a culpa era do presidente Lula. Não se sabia nada sobre as condições do pouso, a caixa-preta não havia sido encontrada, não havia nem mesmo palpite de algum técnico, mas Kamel, dinâmico como sempre, já estava “testando” a sua hipótese: a culpa é do Lula. O teste deu errado. Ou, melhor, deu certo, porque, como se sabe, a mídia não erra. A “hipótese” é que era falsa.
FABRICAÇÃO
Referindo-se a estudos sobre a mídia que apontam a cavalar falta de isenção contra Lula nos meses anteriores às eleições, diz ele: “tais estudos se esquecem apenas de contar que todo o noticiário sobre o mensalão e outros escândalos foi considerado prova de desequilíbrio contra Lula. Ora, se é assim, qual seria a alternativa para que o estudo apontasse equilíbrio? Não noticiar os escândalos? Mas isso sim seria perder o equilíbrio e a isenção”.
Não é uma gracinha? Os caras fabricam um escândalo, não conseguem provar nada, passam por cima de todas as evidências e provas, tentam dar um golpe, difamam, insultam e caluniam, e depois acham uma injustiça que se aponte que essa porcaria toda era mera tentativa golpista. Segundo Kamel, se não divulgasse o que ele mesmo fabricou, “isso sim seria perder o equilíbrio e a isenção”. Ou seja, as hipóteses que Kamel testa são sempre contra Lula porque Lula é sempre culpado, não importa o que faça – ou deixe de fazer.
CARLOS LOPES
HORA DO POVO

junho 28, 2007

Imprensa noticia ( ?!! ) denúncia de desvio de dinheiro público na Nossa Caixa

Reportagem da Folha de S.Paulo aponta esquema semelhante a desvendado no Distrito Federal, pela Operação Aquarela, da Polícia Federal

São Paulo – A Operação Aquarela, que no último dia 14 desvendou a existência de um esquema de desvio de verbas públicas no Distrito Federal, pode respingar sobre a direção da Nossa Caixa. De acordo com a edição desta quarta, dia 26, da Folha de S.Paulo, o Ministério Público e a Polícia Federal do DF dizem ter fortes indícios de que há uma fraude semelhante ao da capital federal em São Paulo.
O procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bandarra, não deu maiores detalhes sobre o caso paulista por conta do segredo de Justiça. “O que posso dizer é que provavelmente a modalidade criminosa descoberta aqui ( DF )…foi copiada em outras unidades da federação”, disse Bandarra para à reportagem da Folha.
A falcatrua no Distrito Federal envolve o Banco Regional de Brasília ( BRB ), com sede no Distrito Federal, seu governador à época, Joaquim Roriz ( PMDB ), a ONG Caminhar e o presidente do conselho de administração da Gol Linhas Aéreas, Nenê Constantino. Neste caso, o valor da fraude seria de aproximadamente de R$ 3 milhões mensais, somando um total de R$ 50 milhões.
As suspeitas chegaram na Nossa Caixa, pois ao checar as empresas envolvidas na denúncia do Distrito Federal, os investigadores descobriram que elas têm contrato também com o banco paulista. O valor dos acordos em São Paulo, entretanto, é cinco vezes maior, ou R$ 15 milhões por mês, de acordo com a Folha de S.Paulo.
André Rossi – 27/06/2007
Sindicato dos Bancários

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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