ENCALHE

julho 16, 2008

CUBA: Maus-tratos a presos revoltam o mundo!! ARRGHH!! ( Vídeo )

Filed under: 11 de Setembro, 9/11, Canada, combate ao terror, EUA, George W.Bush, Guantánamo Spa — Humberto @ 5:50 am

http://www.informationclearinghouse.info/article20286.htm

Help Me – Help Me – Help Me

Omar Kahdr’s Interrogation Video From Guantanamo.


Another proud moment in US history
Kahdr held in Concentration Camp for 5 years without charge.

A Canadian citizen born in Toronto, he is the youngest prisoner held in extrajudicial detention by the United States and has been frequently referred to as a child soldier. The only Western citizen remaining in Guantanamo, Khadr is unique in that Canada has refused to seek extradition or repatriation despite the urgings of Amnesty International, UNICEF, the Canadian Bar Association and other prominent organisations.

Khadr is the only Guantanamo detainee who has faced a judge and who is not boycotting the military tribunals, and has spent six years in the Guantanamo Bay detention camps charged with war crimes and providing support to terrorism after allegedly throwing a grenade that killed a US soldier. In February 2008, the Pentagon accidentally released documents that revealed that although Khadr was present during the firefight, there was no other evidence that he had thrown the grenade. In fact, military officials had originally reported that another of the surviving militants had thrown the grenade just before being killed.

VEJA MAIS:

Divulgado vídeo de interrogatório em Guantánamo BBC, 15.07.08
Advogados canadenses divulgaram o primeiro vídeo de um interrogatório de um detento na prisão de Guantánamo, em Cuba, que mostra o canadense Omar Khadr, de 16 anos, chorando e dizendo que ninguém se importa com ele.

julho 7, 2008

Fatos espetaculares ajudam, e muito

Os trechos grifados, como de praxe, são do blog.
Popularidade de Uribe sobe para 91,72% após resgate
BBC, 04.07.08
DOIS ANOS DEPOIS
Carta aberta à imprensa sobre o 11 de Setembro
Observatório da Imprensa, 09.09.03
“(…) Bush, sem nenhuma expressão para um chefe de Estado, lutava para se firmar com minguados 51% de popularidade. Depois dos atentados, esse índice foi catapultado para 90%, conseguindo do Congresso poderes nunca antes obtidos por nenhum outro presidente (…)”.
Bush encurralado
Correio Braziliense, 20.05.02
Partido do presidente dos EUA diz que oposição quer acabar com seu prestígio. A Casa Branca afirma que novos ataques podem acontecer a qualquer momento
Enric González El País
Os atentados de 11 de setembro fizeram do presidente norte-americano, George W. Bush, um líder popular e respeitado (…)
Gafe de assessor deixa McCain na defensiva
Terra, 24.06.08
O candidato republicano à Casa Branca John McCain estava nesta terça-feira na defensiva após a divulgação de uma declaração de um de seus mais próximos assessores afirmando que um novo atentado terrorista nos Estados Unidos beneficiaria o lado republicano.

junho 11, 2008

Bush não lamenta invasão no Iraque

Filed under: 11 de Setembro, Afeganistão, George W.Bush, Iraque, Saddam Hussein — Humberto @ 2:52 pm
Correio da Manhã, 11.06.08
O Presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou esta quarta-feira que não lamenta ter ordenado a invasão no Iraque, iniciada em Março de 2003.
À margem de uma reunião com a chanceler alemã, Angela Merkel, Bush garantiu que não está arrependido e que “destituir Saddam Hussein fez do mundo um lugar mais seguro”.
Bush realiza a última viagem à Europa antes de deixar a Casa Branca. O presidente norte-americano está no seu segundo mandato e não pode voltar a concorrer.

junho 5, 2008

"Racismo arraigado e máquina republicana de difamação esmagarão Obama e McCain vencerá.", diz intelectual norteamericano

Chomsky: máquina de difamação republicana vencerá Obama
Vermelho, 04.06.08
O lingüista e ativista de esquerda americano Noam Chomsky prevê que os democratas obterão maioria no Senado e no Congresso sob a liderança de Barack Obama nas eleições do dia 4 de novembro, mas que o republicano John McCain vencerá as eleições presidenciais. Para Chomsky, Obama será vítima da “máquina de difamação” republicana.
São duas as razões que, na opinião de Chomsky, impedirão, “com toda probabilidade”, que o candidato democrata seja proclamado o primeiro presidente negro da história dos EUA: o racismo que subsiste na sociedade americana, sobretudo no sul do país, e a falta de escrúpulos dos republicanos na hora de desqualificarem seus rivais.
O exemplo de 2004
“O partido Republicano, que tem uma vertente realmente fascista, conta com uma formidável máquina de difamação e vilipêndio que ainda não foi colocada em ação contra Obama, mas que sem dúvida será usada”, declarou Chomsky à agência de notícias Efe por telefone.
Chomsky fez menção à campanha de 2004, entre o atual presidente George Bush e o democrata John Kerry, para apoiar seu argumento: “Um dos candidatos – disse em referência a Kerry – lutou no Vietnã, em uma das frentes mais difíceis e sangrentas. O outro – em referência a Bush – usou suas conexões para evitar o serviço militar”.
Racismo “está enraizado” nos EUA
“Pois bem, a máquina difamatória republicana conseguiu inverter os termos e o herói de guerra acabou se tornando um traidor, enquanto aquele que o papai ajudou a se livrar da guerra se tornou em um patriota americano”, declarou.
Além disso, Chomsky chamou de “alarmantes” as pesquisas que revelam que “uma alta percentagem de democratas afirmam que não votariam em um candidato negro”.
“O racismo está enraizado de forma muito profunda” nos EUA, disse ao afirmar que as primárias não refletem necessariamente o voto popular e que, além disso, no dia das eleições apenas 50% do eleitorado vai às urnas, o que faz com que a vitória de Obama nas primárias não lhe garanta o voto democrata em bloco.
Fonte: EFE

junho 1, 2008

Comunidade cubano-americana rompe com idéias de extremistas gusanos, e querem que tropas dos EUA deixem o Iraque

Muda o perfil da comunidade cubana nos EUA
Newton Carlos , especial para a Folha
27/05/2008
Os votos hispânicos podem somar 11% do eleitorado nas eleições presidenciais de novembro nos EUA, bem mais do que os 6% de 2000.
Os cubano-americanos compõem um segmento expressivo não só numericamente. Têm poder político na Flórida, um grande Estado, e estão envolvidos com um dos itens mais tumultuados da política externa americana. Razões pelas quais Barack Obama falou sobre América Latina à sombra da Fundação Nacional Cubano-Americana, em Miami, na última sexta, ao que parece sem levar em conta fatores e novidades importantes.
Essa fundação, de início embalada pelo assessor de segurança nacional do governo Reagan (1981-89) Richard Allen, virou um lobby anti-Castros intolerante e truculento, com peso em Washington. Seu criador, Jorge Más Canosa, após longo reinado como um construtor da agenda cubana do Departamento de Estado, morreu decadente não faz muito.
Mas muda o perfil da comunidade cubana nos EUA, em tom dissonante com a velha guarda de exilados. Aumentaram de 40% para 65%, desde 1991, os cubano-americanos favoráveis ao diálogo com o regime comunista, segundo a Universidade Internacional da Flórida. Supõe-se que o percentual favorável a uma “acomodação” continue a crescer.
Um especialista em pesquisas do partido Democrata, Sergio Bendixon, convenceu-se de que exilados jovens dão importância secundária a Cuba. Estão mais preocupados com educação, cobertura médica e imigração.
São transformações que botam roupagem nova num segmento importante do eleitorado. Mais surpreendente foi o que constataram pesquisadores democratas num distrito de Miami repleto de cubanos: acabar com o regime comunista figura em sexto lugar entre as preocupações levantadas. Sair do Iraque está em primeiro.
Em discurso em outubro sobre Cuba, Bush ignorou as transformações e usou a retórica repetitiva de chamar Cuba de “gulag tropical”.
“Se alguma coisa é capaz de reviver Fidel Castro, essa coisa seria a fala de Bush”, disse Michael Shifter, do Inter-American Dialogue, de Washington. São realimentados confrontos desgastados. A comunidade se volta mais para questões internas.
O advogado cubano-americano Otto de Córdoba, 51, votou duas vezes em Bush e se disse frustrado com sua incompetência na Guerra do Iraque e no furacão Katrina.
Bush também calcula mal o apoio de dissidentes na ilha. Oswaldo Payá, um dos que têm maior potencial de liderança, tem buscado deixar claro que a oposição interna não aceita interferência na transição. Antes do discurso de Bush, Payá disse que é tempo de os governos em Cuba e nos EUA ouvirem o que quer o povo cubano.
O jornalista NEWTON CARLOS é analista de questões internacionais.

maio 29, 2008

"Campanha de propaganda política visando a manipulação de formadores de opinião", e muquiando os propósitos: assim Bush levou os EUA ao Iraque ( ENG )

Essa imagem não aparece na matéria do Washington Post
Ex-Press Aide Writes That Bush Misled U.S. on Iraq
Washington Post
Wednesday, May 28, 2008
Former
White House press secretary Scott McClellan writes in a new memoir that the Iraq war was sold to the American people with a sophisticated “political propaganda campaign” led by President Bush and aimed at “manipulating sources of public opinion” and “downplaying the major reason for going to war.”
McClellan includes the charges in a 341-page book, “What Happened: Inside the Bush White House and Washington’s Culture of Deception,” that delivers a harsh look at the White House and the man he served for close to a decade. He describes Bush as demonstrating a “lack of inquisitiveness,” says the White House operated in “permanent campaign” mode, and admits to having been deceived by some in the president’s inner circle about the leak of a
CIA operative’s name.
The book, coming from a man who was a tight-lipped defender of administration aides and policy, is certain to give fuel to critics of the administration, and McClellan has harsh words for many of his past colleagues. He accuses former White House adviser
Karl Rove of misleading him about his role in the CIA case. He describes Secretary of State Condoleezza Rice as being deft at deflecting blame, and he calls Vice President Cheney “the magic man” who steered policy behind the scenes while leaving no fingerprints.
McClellan stops short of saying that Bush purposely lied about his reasons for invading Iraq, writing that he and his subordinates were not “employing out-and-out deception” to make their case for war in 2002.
But in a chapter titled “Selling the War,” he alleges that the administration repeatedly shaded the truth and that Bush “managed the crisis in a way that almost guaranteed that the use of force would become the only feasible option.”
“Over that summer of 2002,” he writes, “top Bush aides had outlined a strategy for carefully orchestrating the coming campaign to aggressively sell the war. . . . In the permanent campaign era, it was all about manipulating sources of public opinion to the president’s advantage.”
McClellan, once a staunch defender of the war from the podium, comes to a stark conclusion, writing, “What I do know is that war should only be waged when necessary, and the Iraq war was not necessary.”
McClellan resigned from the White House on April 19, 2006, after nearly three years as Bush’s press secretary. The departure was part of a shake-up engineered by new
Chief of Staff Joshua B. Bolten that also resulted in Rove surrendering his policy-management duties.
A White House spokeswoman declined to comment on the book, some contents of which were first disclosed by
Politico.com. The Washington Post acquired a copy of the book yesterday, in advance of its official release Monday.
Responding to a request for comment, McClellan wrote in an e-mail: “Like many Americans, I am concerned about the poisonous atmosphere in Washington. I wanted to take readers inside the White House and provide them an open and honest look at how things went off course and what can be learned from it. Hopefully in some small way it will contribute to changing Washington for the better and move us beyond the hyper-partisan environment that has permeated Washington over the past 15 years.”
The criticism of Bush in the book is striking, given that it comes from a man who followed him to Washington from Texas.
Bush is depicted as an out-of-touch leader, operating in a political bubble, who has stubbornly refused to admit mistakes. McClellan defends the president’s intellect — “Bush is plenty smart enough to be president,” he writes — but casts him as unwilling or unable to be reflective about his job.
“A more self-confident executive would be willing to acknowledge failure, to trust people’s ability to forgive those who seek redemption for mistakes and show a readiness to change,” he writes.
In another section, McClellan describes Bush as able to convince himself of his own spin and relates a phone call he overheard Bush having during the 2000 campaign, in which he said he could not remember whether he had used cocaine. “I remember thinking to myself, ‘How can that be?’ ” he writes.
The former aide describes Bush as a willing participant in treating his presidency as a permanent political campaign, run in large part by his top political adviser, Rove.
“The president had promised himself that he would accomplish what his father had failed to do by winning a second term in office,” he writes. “And that meant operating continually in campaign mode: never explaining, never apologizing, never retreating. Unfortunately, that strategy also had less justifiable repercussions: never reflecting, never reconsidering, never compromising. Especially not where Iraq was concerned.”
McClellan has some kind words for Bush, calling him “a man of personal charm, wit and enormous political skill.” He writes that the president “did not consciously set out to engage in these destructive practices. But like others before him, he chose to play the Washington game the way he found it, rather than changing the culture as he vowed to do at the outset of his campaign for the presidency.”
McClellan charges that the campaign-style focus affected Bush’s entire presidency. The ill-fated Air Force One flyover of New Orleans, after Hurricane Katrina struck the city, was conceived of by Rove, who was “thinking about the political perceptions” but ended up making Bush look “out of touch,” he writes.
He says the White House’s reaction to Katrina was more than just a public relations disaster, calling it “a failure of imagination and initiative” and the result of an administration that “let events control us.” He adds: “It was a costly blunder.”
McClellan admits to letting himself be deceived about the unmasking of CIA operative
Valerie Plame Wilson, which resulted in his relentless pounding by the White House press corps over the activities of Rove and of Cheney aide I. Lewis “Scooter” Libby in the matter.
“I could feel something fall out of me into the abyss as each reporter took a turn whacking me,” he writes of the withering criticism he received as the story played out. “It was my reputation crumbling away, bit by bit.” He also suggests that Rove and Libby may have worked behind closed doors to coordinate their stories about the Plame leak. Late last year, McClellan’s publisher released an excerpt of the book that suggested Bush had knowledge of the leak, something that won McClellan no friends in the administration.
As McClellan departed the White House, he said: “Change can be helpful, and this is a good time and good position to help bring about change. I am ready to move on.”
He choked up as he told Bush on the South Lawn, “I have given it my all, sir, and I have given you my all.”
Bush responded at the time: “He handled his assignments with class, integrity. He really represents the best of his family, our state and our country. It’s going to be hard to replace Scott.”

maio 25, 2008

Iraquinoduto: bilhões de dólares em impostos gastos na invasão criminosa ao Iraque não têm justificação documentada ( ING )

Filed under: EUA, George W.Bush, guerras, Iraque, Pentágono — Humberto @ 3:05 am
Report: Defense Department cannot fully account for $7.8B spent in Iraq
By Dan Friedman
CongressDaily
May 22, 2008
A House panel Thursday displayed vouchers showing single U.S. Army payments of up to $11 million made without any documentation showing how the money was spent.
The House Oversight and Government Reform Committee used a hearing to publicize a Defense Department inspector general’s report, released Thursday, which estimates that of $8.2 billion used to buy commercial goods and services in the war, the Defense Finance and Accounting Service processed $7.8 billion in payments without adequate documentation.
For $1.4 billion of payments, the Army lacked the minimum justification required for payment, the report estimates.
“We don’t know what we paid for,” testified Mary Ugone, the Defense Department’s deputy inspector general for auditing.
The IG made estimates by extrapolating from a sample of 702 commercial payments; a methodology the Army questioned in a written response to the report.
Lawmakers highlighted some of the largest single payouts made without adequate paperwork, such as a voucher showing an $11.1 million payment in 2005 to contractor IAP Worldwide Services that “was missing both the receiving report and invoice,” the report said, and a $5.6 million payment made in 2004 to an Iraqi company without any description of how the money was used.
The report also highlights $135 million in payments made without documentation through the Commander’s Emergency Response Program, which was created to give local U.S. military commandeers in Iraq the ability to back small local projects. While the program is generally used to pay Iraqis for supporting U.S. forces, the report notes large lump sum payments of up $8 million made to foreign governments with troops in Iraq. The United Kingdom got $68 million, Poland $45 million and South Korea $21 million. But the IG report says of 22 related vouchers reviewed “none contained sufficient supporting documentation to provide reasonable assurance that these funds were used for their intended purpose.”
The report says auditors could not identify any reconstruction project resulting from the funds. Ugone denied that war conditions excuse sloppy recordkeeping. She said auditors used standards significantly less rigorous than those for domestic spending to decide if payments were adequately documented.
“There are challenges, but there should be some semblance of accountability,” she said. “No documentation, from our perspective, is not acceptable.” Ugone noted that from 2003 to 2006, the audit found accounting did not improve.
House Oversight and Government Reform ranking member Tom Davis, R-Va., pointed out that problems accounting for payments have long plagued the Defense Department, putting it on GAO’s high-risk list for the last 15 years. But Davis joined Democrats in faulting the Army for its response to the issue. Due to the audit, the Pentagon moved the DFAS office reconciling Iraqi payments from Kuwait to a Rome, N.Y. facility, but Ugone said she was unsure what larger fixes are underway.
House Oversight and Government Reform Committee Chairman Henry Waxman, D-Calif., said the Pentagon had refused to send a witness to Thursday’s hearing even though “the department has known about this audit for more than a year and has known about this hearing for several weeks.” Members noted Pentagon officials had claimed they needed time to review the report, but had already sent extensive written comments on it to the IG.

maio 24, 2008

Cuba considerou "ridículo" discurso de Bush sobre celular

Cuba classificou na última quinta-feira (22), como um “show decadente” um discurso do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em que ele autorizou residentes americanos a enviar telefones celulares a seus parentes em Cuba.
A medida adotada pelo presidente norte-americano serviria como uma pequena fissura no embargo comercial ( aplicado pelos EUA há mais de 45 anos contra Cuba ) e ainda como uma forma de pressionar a aceleração das reformas na ilha socialista.
“Foi um discurso ridículo, irrelevante e cínico, um ato de propaganda de mau gosto”, afirmou o chanceler Felipe Pérez Roque em entrevista à imprensa, em Havana.
O presidente Raúl Castro, que assumiu a Presidência em fevereiro, no lugar de seu irmão Fidel, que está doente, autorizou em abril a venda de telefones celulares aos cubanos, para ( sic ) melhorar a qualidade de vida deles*. Em discurso, durante a comemoração do recém-criado “Dia da Solidariedade com o Povo Cubano”, Bush afirmou que a política sobre Cuba não vai mudar a não ser que Castro conceda mais liberdades, solte os presos políticos e faça reformas econômicas, mas que não acredita que essa seja a intenção do regime daquele país.
Roque disse que o americano é um “líder exausto”, que está “fazendo suas malas para ir para seu rancho no Texas desacreditado e rejeitado em seu próprio país.”
Além disso, o ministro cubano pediu uma explicação americana para o comportamento de seu alto diplomata na ilha Michael Parmly, acusado por Cuba, nesta semana, de enviar dinheiro americano de um exílio anti Castro nos Estados Unidos para dissidentes na ilha.
Desde que fez a acusação na segunda-feira, o governo mostrou vídeos e e-mails das conversas da dissidente Martha Beatriz Roque, que teria recebido dinheiro de um grupo fundado em Miami pelo empresário Santiago Alvarez.
Roque declarou acreditar que os Estados Unidos vão tomar medidas para corrigir a conduta de seus diplomatas em Cuba.
Portal Imprensa, com informações da Reuters
- Estados Unidos liberam que cidadãos enviem celulares para Cuba
*Essa é boa! Qual é a relação? “Melhorar a qualidade de vida” de um país que costuma apresentar altos níveis em Saúde e Educação, maiores que os de ( quse ) todos os países do Ocidente!?! ( Talvez Bush queira tirar um troco para ajudar a economia de seu país em crise. Vender, vender, vender, qualquer porto numa tempestade. )
Na verdade, o mais provável é que o país – Cuba – comece, isso sim, a decair, já que está mais do que provada a relação ( aí sim ) entre telefones celulares e retardo mental agudo. Basta andar num transporte público em São Paulo, que os sinais de autismo saltam agressivamente aos nossos olhos e ouvidos. E pensar que o Metrô investirá para permitir que os celulares funcionem nos trens. Acabou o sossego.

maio 19, 2008

Ataque dos EUA no Iraque que vitimou dois jornalistas em 2003 foi deliberado

Filed under: Al Jazeera, EUA, George W.Bush, Iraque, jornalistas — Humberto @ 3:38 am
Redação Portal IMPRENSA
Adrienne Kinne, uma ex-sargento do Exército dos Estados Unidos, revelou ao site Democracy Now! ter visto documentos militares secretos que listavam o Hotel Palestina, no Iraque, como possível alvo.
A declaração põe em cheque a justificativa norte-americana de que o ataque que vitimou os jornalistas Jose Couso e Taras Protsyuk, em 8 de abril de 2003, foi um acidente.
A ex-sargento garantiu ainda que recebeu ordens para vigiar norte-americanos que trabalhassem para órgãos de comunicação social e organizações não-governamentais e estivessem trabalhando no país.
Perante estes dados, a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) instou o governo dos EUA a “dizer toda a verdade” sobre a morte de jornalistas por soldados norte-americanos, uma vez que “lentamente a terrível verdade sobre os acontecimentos daquele dia estão vindo à tona”.
A necessidade de uma revelação total é ainda mais urgente, na medida em que uma decisão de um tribunal espanhol na última terça-feira (13) invocou a “insuficiência de provas” como base para abandonar um processo judicial contra três oficiais norte-americanos – o sargento Thomas Gibson, o capitão Philip Wolford e o tenente-coronel Philip de Camp – acusados da morte de Jose Couso.
A FIJ lembrou também que há dois outros casos para serem esclarecidos: o ataque norte-americano às instalações da Al Jazeera em Bagdá, que matou o repórter Tareq Ayyoub na manhã de 8 de abril de 2003; e as mortes de Terry Lloyd, Fred Nerac e Hussein Osman, membros de uma equipe de reportagem da ITN que acompanhava o início da guerra em Basra.
As informações são do site do Sindicato de Jornalistas de Portugal

maio 14, 2008

Secretário de Agricultura do Paraná alerta: oligopólio de fertilizantes encarece alimentos

AEN/ PR
12/05/2008
O pouco número de empresas que produzem fertilizantes aumentou o preço do produto em mais de 50% só este ano, o que vem causando um repasse de custos inaceitável na produção de alimentos. O alerta foi feito nesta segunda-feira (12) pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, durante audiência pública na Assembléia Legislativa, onde defendeu a necessidade de o Brasil discutir os 15 anos de privatização do setor e encontrar soluções alternativas para ampliar o fornecimento do insumo.
Para Bianchini, a agricultura brasileira está muito dependente de insumos importados derivados do petróleo e, segundo ele, em pouco tempo essa situação não será mais viável.
“Como solução, é preciso que o país crie mais empresas do setor de fertilizantes, sejam estatais ou privadas”, defendeu.
Segundo Bianchini, a Petrobrás deve retirar seus projetos da gaveta e retomar o mercado de insumos agrícolas em nome da soberania nacional.
“Se nada for feito, em breve a sociedade pagará essa conta quando o custo dos alimentos se tornarem ainda mais caros”, alertou.
O secretário sugeriu a ampliação de pesquisas sobre a utilização de insumos, o resgate de técnicas antigas que, com novas matrizes tecnológicas, podem aumentar a eficiência e a competitividade das lavouras como a integração lavoura-pecuária, manejo biológico de pragas, entre outras.
“São técnicas que podem ser repaginadas tecnologicamente e que levam ao cultivo de uma agricultura sustentável”, destacou.
“Para responder ao aumento da demanda mundial de alimentos e para se tornar uma potência na diversificação da matriz energética, o Brasil tem que enfrentar essa situação de extrema dependência da importação de fertilizantes cujo setor está oligopolizado”, ressaltou Bianchini. Atualmente, o Brasil importa cerca de 70% dos fertilizantes que consome, segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Petroquímicas do Paraná.
“A preocupação com o oligopólio é que ele mostra a sua cara justamente em anos em que os preços das principais commodities estão em alta, como neste ano”, disse o secretário. As empresas, disse Bianchini, aumentam os preços dos fertilizantes acima das expectativas de inflação.
Para isso, apontou ainda o secretário, as indústrias alegam uma série de fatores como o impacto dos aumentos no preço do petróleo, o crescimento da demanda mundial e a entrada de países emergentes que estão consumindo mais.
“Mas é claro que numa situação onde há pouca concorrência, predominam os índices que elas decidem”, frisou Bianchini.
ALTA – Um levantamento feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento mostra que no período de fevereiro de 2007 ao mesmo mês deste ano, os preços dos fertilizantes subiram 62%, em média no Paraná. Entre os 18 tipos de formulações NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio) pesquisadas no Estado, há casos de aumento de 100%, passando de R$ 695,00 a tonelada para R$ 1.390,00 a tonelada.
A fórmula mais barata de NPK, a 4-14-8, fertilizante muito utilizado por pequenos produtores na olericultura, no cultivo de feijão e milho de baixa tecnologia, teve aumento de 50%, passando de R$ 532,00 a tonelada para R$ 798,00 a tonelada.
Esse aumento nos preços dos insumos está provocando impactos no aumento dos custos de produção do milho safrinha e do trigo. Com certeza, também irá impactar os custos de produção da safra de verão 2008/09, informa a engenheira agrônoma do Deral, Margorete Demarchi.
Apesar da queda do dólar de 2004 para cá, o custo da matéria-prima para a formulação do fertilizante subiu muito e passou a pressionar os custos de produção dos principais produtos agrícolas, aponta ainda o levantamento do Deral. Conforme o estudo, o peso dos fertilizantes no custo de produção passou a 12% no caso do feijão, para 25% na produção de milho e 16% na de soja.
“No acumulado de 2000 a 2007, os preços dos fertilizantes subiram mais do que os preços dos alimentos”, disse Bianchini. Ele destacou a disposição da Secretaria da Agricultura do Paraná em firmar parcerias com o governo federal e outras entidades para buscar alternativas para essa situação, desde a necessidade de ampliar a presença de mais misturadoras no País, até convencer a Petrobrás a voltar a investir no setor de fertilizantes.
O secretário destacou ainda a disponibilidade da Seab em discutir novos modelos de agricultura que leve em conta a diversificação e a incorporação de técnicas alternativas para que o País possa aproveitar as oportunidades com o aumento da demanda mundial por alimentos.
“O Brasil tem um papel preponderante na produção de alimentos e precisa ocupar esse espaço com inclusão social, com a preservação da Agricultura Familiar e com a preservação da Amazônia”, finalizou o secretário da Agricultura do Paraná.
FMI: alta do petróleo preocupa mais que a de alimentos
Para além da recessão: No princípio da segunda etapa da crise global

maio 12, 2008

Pentágono treina analistas para mídia

Milton Coelho da Graça (*)
Comunique-se
09/05/08
150 mil militares americanos continuam atolados no Iraque e no Afeganistão, mas o Pentágono também luta num outro front – o da mídia, especialmente rádio e tevê -, no esforço cada vez mais penoso de explicar ao povo americano e ao mundo suas razões, meios e objetivos nessa “guerra ao terrorismo”.
O New York Times, em sua edição de 20 de abril, publicou longa matéria do repórter David Barstow, contando toda a história, desde que o Pentágono, preocupado com as denúncias da Anistia Internacional e outras organizações de defesa dos direitos humanos sobre as violências cometidas contra prisioneiros, juntou um grupo de militares já reformados “para um tour a Guantánamo cuidadosamente orquestrado”.
“Para o público, esses homens são membros de uma fraternidade familiar” – disse Barstow logo no início de sua matéria – “apresentada dezenas de milhares de vezes no rádio e na televisão como ´analistas militares´, cujo longo tempo de serviço os preparou para apresentar julgamentos respeitáveis sobre as questões mais candentes do mundo pós-setembro de 2001. Escondido, entretanto, atrás da aparência de objetividade, está um aparato de informação que usa esses analistas numa campanha para gerar cobertura noticiosa favorável à performance do governo em tempo de guerra, conforme The New York Times desvendou.”
A CNN informou a Barstow que, durante quase três anos, não sabia que um de seus principais analistas militares, general Marks, estava, segundo o repórter, “profundamente envolvido no negócio de procurar contratos com o governo, incluindo contratos relacionados com o Iraque”. Ele se esforçava para obter um contrato no valor de US$ 4,7 bilhões (que pagariam milhares de tradutores no Iraque)!
A CNN encerrou a relação com o general Marks depois disso.
Mas outras redes de televisão – Fox e CBS – recusaram-se a comentar o assunto.
É muito possível que essa reportagem de Barstow venha a ganhar o Pulitzer ou outro dos vários importantes prêmios conferidos nos Estados Unidos a trabalhos jornalísticos. Mas nenhum jornal brasileiro se interessou pela publicação, embora alguns tenham contratos com o NYT. Os interessados podem acessar o sítio do jornal (
www.nytimes.com.br) e fazer o necessário cadastro.
******
(*) Milton Coelho da Graça, 77, jornalista desde 1959. Foi editor-chefe de O Globo e outros jornais (inclusive os clandestinos Notícias Censuradas e Resistência), das revistas Realidade, IstoÉ, 4 Rodas, Placar, Intervalo e deste Comunique-se

abril 20, 2008

Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque

Eu nem sabia que existia. A Veja nem o Estadão falaram a respeito. Vamos tentar consertar.
Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque Segunda Audiência, em Lisboa aos 18 de Abril de 2008
Tribunal-Iraque Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque
Segunda Audiência
Lisboa, 18 de Abril, 21:30h, Casa do Alentejo
Entrada livre
Cinco anos de ocupação e de resistência em avaliação. as responsabilidades dos EUA e do Reino Unido
. a cumplicidade das autoidades portuguesas
. as violações do direito, os crimes cometidos, a restrição das garantias individuais, os pretextos da luta “antiterrorista”, as prisões secretas e os voos da CIA, a resistência iraquiana
Acusação formulada pelo magistrado Dr Eduardo Maia Costa
Grupo de Jurados constituído por personalidades representativas da sociedade portuguesa
Testemunhos
. Eman Khamas, Iraque
. Carlos Varea, Espanha
. Manuel Raposo, Tribunal-Iraque
O Iraque está a ser vítima de uma agressão de consequências humanas brutais: destruição das condições de vida das populações, saque de recursos e de bens patrimoniais, violação dos direitos individuais, regresso à colonização mais selvagem.
Nada disto pode ser esquecido nem legitimado: crimes foram e estão a ser cometidos no Iraque.
Para que os agressores e os cúmplices não continuem por acusar e por condenar, constituiu-se em 2003
o Tribunal Mundial sobre o Iraque (TMI) [texto em inglês], na tradição do Tribunal Russell para o Vietname, com o apoio de figuras internacionalmente prestigiadas.
Na sua primeira sessão, em
Bruxelas, o TMI contou nomeadamente com a participação do sociólogo e padre católico François Houtard, um dos fundadores do Fórum Social de Porto Alegre, do economista Samir Amin, da médica e escritora Nawal al Saadawi, dos ex-responsáveis pelo programa humanitário da ONU para o Iraque Denis Haliday e Hans von Sponeck, do jurista norte-americano e ex-ministro da Justiça Ramsey Clark, de Haifa Zangana, Sabah al-Mukhtar e Al-Bayati, resistentes iraquianos exilados.
No final de Junho de 2005, realizou-se em Istambul a sessão final do TMI. Como sessão culminante de uma vintena de outras, o Tribunal de Istambul teve o mérito de incorporar o essencial das abordagens feitas noutros países.
Do sentido geral das intervenções no TMI-Istambul pode tirar-se a ideia de que no Iraque está em jogo a liberdade dos iraquianos mas também o futuro dos outros povos do mundo. Todo o apoio é pois necessário, por uma e outra razão, à resistência dos iraquianos, que constitui uma ponta avançada da luta contra as pretensões norte-americanas. Se outras “guerras preventivas” ainda não foram lançadas é porque os EUA estão bloqueados no Iraque, sem grande margem de manobra.
Prosseguir a missão do TMI justifica-se também por isso.
As conclusões do WTI respondem às principais questões que estão colocadas, designadamente em dois aspectos essenciais:
o apoio sem condições à resistência iraquiana, reconhecendo-lhe o direito de ripostar por todos os meios à ocupação;
a exigência inequívoca da retirada dos ocupantes como condição prévia para a normalização da vida do país.
Declaração de Princípios
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