ENCALHE

outubro 5, 2008

O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É

Filed under: Cáucaso, EUA, Eurásia, Geopolítica, Guerra Fria, Ocidente, Rússia, União Européia — Humberto @ 2:27 am
A VOZ DA RÚSSIA, 03.10.08
A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.

O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É

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A VOZ DA RÚSSIA, 03.10.08
A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.

O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É

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A VOZ DA RÚSSIA, 03.10.08
A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.

O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É

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A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.

O OCIDENTE PRECISA ACEITAR A RÚSSIA ASSIM COMO ELA É

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A Rússia precisa ser aceita tal como ela é, e não como querem vê-la, declarou a alta comissária da União Européia para as Relações Exteriores e Política, Benita Ferrero-Valdner em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt. A representante da EU recordou sobre a verdade banal, porém visível na qual as pessoas devem se basear até mesmo no cotidiano. Por exemplo, contraindo matrimonio. A Rússia nunca pediu a ninguém relações de privilégios. Ela simplesmente deseja relações honestas, iguais, estáveis, previsíveis e de respeito mútuo com os países do Ocidente e também do Leste. Infelizmente nem sempre consegue isso. Nos EUA e em uma série de países da Europa existe uma constante percepção distorcida e negativa com relação à Rússia que foi preservada desde o tempo da guerra fria. Ela praticamente não muda, apesar de que há muito não somos mais divididos por divergências ideológicas, mas unidos pelos valores democráticos e fidelidade à economia de mercado. Analise a imprensa ocidental. Sobre que ela escreve? Que a Rússia é um determinado “buraco negro” gigantesco e sem saída aonde tudo vai mal. De acordo com os padrões ocidentais, o país de Puchkin, Tolstoi, Dostoievski, Gagarin – tudo é o mesmo urso terrível de maneiras imperiais. O exemplo mais visível dessa concepção sobre a Rússia é a reação impropriamente inadequada, desonesta e simplesmente vergonhosa dos EUA e duma série de países da Europa com relação aos recentes acontecimentos no Cáucaso. Desprezando todos os fatos visíveis e as regras do bom tom, Washington e Bruxelas se posicionaram ao lado do regime de Saakashvili que desfechou a agressão contra a Ossétia do Sul e atribuíram à Rússia a culpa por esta guerra. E além do mais eles ainda tiveram a ousadia de ensinar Moscou e assustá-la com os diferentes tipos de sanções. Parece que essas personalidades no Ocidente, depois da desintegração da União Soviética e o default de 1998, não calcularam que a Rússia se recuperasse rapidamente e começasse a defender seriamente os seus interesses nacionais no exterior. E aqui não existe caminho de volta. Está certa a senhora Benita Ferrero-Valdner quando diz que a Rússia é mercado importante para a Europa e jogador sério no cenário mundial. Verdadeiramente sem a Rússia é impossível solucionar as questões do desarmamento, os problemas com a proliferação nuclear, a luta contra o terrorismo e trafico de drogas, crime organizado, pobreza e muitas outras ameaças e desafios. De forma que se falarmos francamente os EUA e seus aliados não têm outra escolha se não levar em consideração a Rússia, respeitar seus interesses e aceitá-la como ela é. É lamentável que isso não chegue aos ouvidos de algumas pessoas no Ocidente; escreveu Victor Enikeiev.

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