ENCALHE

julho 18, 2009

RONALDO CAIADO ( DEM-GO ) PODERÁ TER MANDATO CASSADO! MINISTÉRIO PÚBLICO ACUSA RURALISTA POR PRATICAS ELEITORAIS ILÍCITAS! TOOMMEE!!

MPE/GO recorre ao TSE para cassar deputado federal Ronaldo Caiado

17/7/2009 18h29
Parlamentar é apontado pela prática de captação e uso ilícito de recursos para fins eleitorais
O procurador regional eleitoral em Goiás, Alexandre Moreira Tavares dos Santos, entrou hoje, 17 de julho, com recurso contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO) que não cassou o mandato do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO). De acordo com o acórdão relatado pela juíza Elizabeth Maria da Silva, apesar de ter sido comprovado que o parlamentar realizou arrecadação e gastos irregulares durante a campanha eleitoral de 2006, “o gasto ilícito correspondeu a 5,24% do montante gasto”. Isso, para a maioria dos juízes, não teve “impacto no pleito” sob a perspectiva do princípio da proporcionalidade.
Por discordar da decisão do TRE, o procurador regional eleitoral pretende que o caso seja levado à Brasília e julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“O bem jurídico tutelado pela lei é o princípio constitucional da moralidade, razão pela qual não exige para sua configuração a potencialidade de o ilícito influenciar nas eleições”, destaca Alexandre Moreira.
O deputado Ronaldo Caiado é apontado pelo Ministério Público Eleitoral em Goiás (MPE/GO) pela prática de captação e uso ilícito de recursos para fins eleitorais (art. 30-A da Lei nº 9.504/97). De acordo com as investigações do MPE, além de despesas não declaradas na prestação de contas, dois outros episódios sustentam o pedido de cassação do diploma do parlamentar.
O primeiro é a terceirização da arrecadação com a realização do evento “Leilão dos Amigos de Caiado”. A Lei nº 9.504/97 exige que isso se dê por meio do próprio candidato ou por um comitê financeiro. Essa prática rompe com todas as regras de transparência, já que não é possível aferir com segurança a origem e o destino dos recursos. De acordo com as investigações do MPE, os “amigos de Caiado” chegaram a pagar despesas da campanha do candidato em valores que ultrapassaram R$ 60 mil.”Se prevalecer essa modalidade de arrecadação – terceirizada – nas campanhas eleitorais estarão abertas as portas para a lavagem de dinheiro sujo na campanha eleitoral. Sem saber-se quem são os doadores, a origem dos recursos e os valores, não há qualquer possibilidade de fiscalização desses recursos”, pontua.
O segundo episódio que evidência a necessidade de cassar o diploma do parlamentar é a realização de vários saques “na boca do caixa” para o pagamento de despesas em dinheiro vivo, num total de quase R$ 332 mil (28,52% do gasto total da campanha). A Resolução do TSE nº 22.250 obriga a abertura de conta bancária específica em nome do candidato e do comitê financeiro para registro de todo o movimento financeiro da campanha. Os pagamentos, portanto, devem ser feitos em cheque nominal ou transferência bancária.
“Essa infração injustificada e de relevante proporção dentro de uma campanha para deputado federal, que tem assessoria jurídica e contábil especializada, constitui um forte indício de caixa 2″, alerta o procurador regional eleitoral.
O número da representação é 1432, sob o protocolo nº 223779/2006.
Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República em Goiás
62 3243-5454 ou 5266
E-mail: ascom@prgo.mpf.gov.br

FALE COM O ACUSADO:

http://www.ronaldocaiado.com/
GALERIA

Marconi vai à posse de Caiado no DEM
Diário da Manhã – Política e Justiça 05 de Fevereiro de 2009 Edição nº 7760

RONALDO CAIADO ( DEM-GO ) PODERÁ TER MANDATO CASSADO! MINISTÉRIO PÚBLICO ACUSA RURALISTA POR PRATICAS ELEITORAIS ILÍCITAS! TOOMMEE!!

MPE/GO recorre ao TSE para cassar deputado federal Ronaldo Caiado

17/7/2009 18h29
Parlamentar é apontado pela prática de captação e uso ilícito de recursos para fins eleitorais
O procurador regional eleitoral em Goiás, Alexandre Moreira Tavares dos Santos, entrou hoje, 17 de julho, com recurso contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO) que não cassou o mandato do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO). De acordo com o acórdão relatado pela juíza Elizabeth Maria da Silva, apesar de ter sido comprovado que o parlamentar realizou arrecadação e gastos irregulares durante a campanha eleitoral de 2006, “o gasto ilícito correspondeu a 5,24% do montante gasto”. Isso, para a maioria dos juízes, não teve “impacto no pleito” sob a perspectiva do princípio da proporcionalidade.
Por discordar da decisão do TRE, o procurador regional eleitoral pretende que o caso seja levado à Brasília e julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“O bem jurídico tutelado pela lei é o princípio constitucional da moralidade, razão pela qual não exige para sua configuração a potencialidade de o ilícito influenciar nas eleições”, destaca Alexandre Moreira.
O deputado Ronaldo Caiado é apontado pelo Ministério Público Eleitoral em Goiás (MPE/GO) pela prática de captação e uso ilícito de recursos para fins eleitorais (art. 30-A da Lei nº 9.504/97). De acordo com as investigações do MPE, além de despesas não declaradas na prestação de contas, dois outros episódios sustentam o pedido de cassação do diploma do parlamentar.
O primeiro é a terceirização da arrecadação com a realização do evento “Leilão dos Amigos de Caiado”. A Lei nº 9.504/97 exige que isso se dê por meio do próprio candidato ou por um comitê financeiro. Essa prática rompe com todas as regras de transparência, já que não é possível aferir com segurança a origem e o destino dos recursos. De acordo com as investigações do MPE, os “amigos de Caiado” chegaram a pagar despesas da campanha do candidato em valores que ultrapassaram R$ 60 mil.”Se prevalecer essa modalidade de arrecadação – terceirizada – nas campanhas eleitorais estarão abertas as portas para a lavagem de dinheiro sujo na campanha eleitoral. Sem saber-se quem são os doadores, a origem dos recursos e os valores, não há qualquer possibilidade de fiscalização desses recursos”, pontua.
O segundo episódio que evidência a necessidade de cassar o diploma do parlamentar é a realização de vários saques “na boca do caixa” para o pagamento de despesas em dinheiro vivo, num total de quase R$ 332 mil (28,52% do gasto total da campanha). A Resolução do TSE nº 22.250 obriga a abertura de conta bancária específica em nome do candidato e do comitê financeiro para registro de todo o movimento financeiro da campanha. Os pagamentos, portanto, devem ser feitos em cheque nominal ou transferência bancária.
“Essa infração injustificada e de relevante proporção dentro de uma campanha para deputado federal, que tem assessoria jurídica e contábil especializada, constitui um forte indício de caixa 2″, alerta o procurador regional eleitoral.
O número da representação é 1432, sob o protocolo nº 223779/2006.
Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República em Goiás
62 3243-5454 ou 5266
E-mail: ascom@prgo.mpf.gov.br

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Marconi vai à posse de Caiado no DEM
Diário da Manhã – Política e Justiça 05 de Fevereiro de 2009 Edição nº 7760

dezembro 2, 2008

Candidato do PSDB à prefeitura de São Bernardo do Campo ( SP ), Orlando Morando, NÃO PRESTA…

…contas e pode ficar inelegível!!!
Morando não presta contas e pode ficar inelegivel
O prazo limite para justificar gastos de campanha venceu no último dia 26/11
ABCDMaior, 01.12.08

Morando: candidato foi derrotapo por Luiz Marinho. Foto: Luciano Vicioni

Candidato derrotado do PSDB à Prefeitura de São Bernardo, deputado estadual Orlando Morando, não prestou contas dos gastos na campanha e, caso seja candidato nas próximas duas eleições, pode ficar inelegível (ter o registro de candidatura negado). O prazo limite para justificar os gastos venceu no último dia 25/11. Adversário de Morando no segundo turno, o prefeito eleito Luiz Marinho (PT), já prestou contas ao cartório eleitoral da cidade, zona 174.
A punição aplicada ao candidato que tem a prestação de contas negada, ou, simplesmente, não justificou gastos, é feita por jurisprudência, de acordo com o especialista em direito político Artur Rolo. O descumprimento da lei praticado por Morando, não prejudica o mandato que exerce como deputado estadual, mas apenas para as próximas candidaturas. “Ele não perde o mandato, mas se tentar se reeleger terá o registro de candidatura negado”, explicou Rolo.
No entanto, de acordo com o especialista, se Morando tiver uma boa justificativa para o atraso na prestação de contas poderá resolver o problema, sem prejudicar próximas eleições. “Depende do contexto Ele pode alegar problemas com disquetes e entregar tudo certinho com atraso e ter a prestação de contas aprovadas”, completou.
Mas o tucano, conta, ainda, com outro inimigo: o tempo. Caso o atraso se estenda muito além do permitido, a desculpa pode não ser aceita. “Se ele demorar um ou dois meses para entregar toda a documentação, não tem como alegar problemas com disquetes”, disse Rolo.
A reportagem do ABCD MAIOR questionou o candidato por meio de assessoria de imprensa, que se comprometeu a checar o atraso e informar o motivo.

agosto 2, 2008

Entre os deputados candidatos a prefeito no Grande ABC, tucano foi o que se deu melhor em termos de valorização patrimonial no cômputo de dois anos

Morando lidera lista de bens entre deputados candidatos
Reporter Diário, 02.08.08

Orlando Morando (PSDB) ampliou ganhos em R$ 404 mil
Dos 27 candidatos que almejam o posto de comandante municipal, cinco são representantes do ABC na Assembléia Legislativa. São Bernardo tem dois: Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), seguida por Diadema com a dupla José Augusto (PSDB) e Mário Reali (PT). Santo André conta com um parlamentar, Vanderlei Siraque (PT).
O que mais chama atenção entre os pares é a diferença na declaração de bens. Por ocuparem o cargo de deputado estadual, todos eles tiveram que listar o patrimônio em 2006. A ação foi repetida neste ano, já que os cinco postulam as sucessões municipais de outubro.
No entanto, há um abismo entre a evolução dos bens de cada um deles que chega a R$ 362 mil. Enquanto o petista Mário Reali conquistou R$ 42 mil em dois anos, o tucano Orlando Morando conseguiu ampliar R$ 404 mil no biênio.
Vanderlei Siraque registrou aumento de R$ 236 mil, Alex Manente R$ 139 mil e José Augusto R$ 61 mil. “Fui o que menos aumentei os bens porque tenho como rendimento exclusivamente o meu salário de deputado estadual”, explicou Reali.
“Está tudo declarado no imposto de renda. A valorização se deve a própria valorização dos imóveis, pois nos últimos anos houve um boom imobiliário”, afirmou Siraque. Os candidatos Orlando Morando e José Augusto não quiseram comentar o assunto.
Postulantes a vice têm mais dinheiro
Os 22 candidatos à vice das prefeituras do ABC somam mais que os próprios candidatos. Os 27 cabeças de chapa atingem a marca de “apenas” R$16 mi. Por outro lado, os vice figuram com R$ 29 mi. Vale lembrar que cinco postulantes à vice não declararam bens. Só a cidade de Santo André é responsável por metade da cota dos vices. Dinah Zekcer (PTB) vice de Aidan Ravin lidera a lista com R$ 12 mi. Seguida por Fernando Gomes (PSDB), vice de Brandão, com R$ 5 milhões.
PSDB lidera ranking entre os mais ricos
Entre os 27 pleiteantes às administrações municipais da região, que juntos somam o patrimônio de quase 30 milhões, os representantes do PSDB foram os que declararam possuir mais bens.
Os tucanos compõem o podium com o ex-prefeito de Santo André Newton Brandão, em primeiro lugar com R$ 3.282.341.36. Na seqüência, dois correligionários. O ex-prefeito de Ribeirão Pires Valdírio Prisco com R$ 1.813.000,00 e Orlando Morando com R$ 1.397,721,96.
“A política fez eu perder dinheiro. Tinha uma grande clínica médica. O fato de eu ter sido prefeito três vezes não influencia na minha declaração, pois se eu não fosse político, hoje poderia ter muito mais do que eu tenho atualmente”, explicou-se Newton Brandão.
Somatória
A cidade de Santo André é a que possui os prefeituráveis “mais ricos”. Os cinco postulantes ao Paço, somam R$ 6,2 mi. Além do ex-prefeito Newton Brandão, que lidera o levantamento, aparecem: Raimundo Salles (DEM) R$1,3 mi, Vanderlei Siraque (PT) R$ 758.906,71, Aidan Ravin (PTB) R$474.464,57 e Ricardo Alvarez (Psol) R$ 366.008,55.
Embora seja o maior município do ABC, os prefeituráveis bernardenses colocam a cidade na terceira posição entre as que possuem os pleiteantes com mais bens. Orlando Morando com R$1,3 é o responsável por mais da metade do patrimônio dos candidatos. Os cinco, juntos, somam R$ 2,2 mi. Bem longe do tucano aparecem, Alex Manente (PPS) R$ 339 mil, Evandro de Lima (PTdoB) R$ 328 mil, Aldo Santos (Psol) R$ 179 mil e Luiz Marinho (PT) R$ 15 mil ( o ex-ministro alega que os bens estão todos no nome da esposa Nilza de Oliveira ). Os prefeituráveis de São Caetano colocam a cidade na quarta colocação em questão de bens patrimoniais. Da quantia de R$2.2 mi declarada pelos candidatos, o atual prefeito e candidato a reeleição José Auricchio Júnior (PTB) é dono de R$ 1,1 mi. Na seqüência aparecem Jayme Tortorello (PT) 358 mil e Horácio Neto (Psol) 249 mil.
A cidade de Diadema aparece na penúltima colocação no quesito de patrimônio dos candidatos. Da soma de R$1,1 mi, José Augusto (PSDB) lidera o ranking com R$ 611 mil, seguido por Ricardo Yoshio (PMN) com R$ 300 mil, Mário Reali (PT) com R$ 220 mil e Vladimir Campos (PCB) – o Vladão R$ 3 mil. Empatada na penúltima posição com Diadema, Mauá soma R$1,1 mi, porém com um candidato a mais. Oswaldo Dias foi o que mais declarou, R$ 439 mil. Na seqüência seguem Chiquinho do Zaíra (PSB) R$ 412 mi, Diniz Lopez (PSDB) R$ 275 mil e Mateus Prado (Psol) R$ 30 mil. Embora seja um dos menores municípios do ABC, os três postulantes de Ribeirão Pires, juntos, figuram na segunda colocação entre os concorrentes que mais possuem bens. Do total de R$ 2,6 mi, o ex-prefeito Valdírio Prisco figura no topo com R$ 1,8 mi, seguido pelo atual prefeito Clóvis Volpi (PV) com R$ 480 mil e Mário Nunes (PT) com R$ 395 mil. A menor cidade da região também é a menor em patrimônio dos prefeituráveis. Os três postulantes ao cargo de Rio Grande da Serra, juntos, não atingem a casa do milhão, somam R$ 865 mil. Carlos Augusto César (PT) é o “mais rico” com R$ 370 mil, seguido por Nilson Gonçalves (PR) com R$ 300 mil. O atual chefe do Executivo Adler Kiko Teixeira (PSDB) foi o que menos declarou e aparece com R$ 195 mil.
Prefeituráveis planejam gastar R$ 63 milhões
Diário do Grande ABC
Os candidatos às sete prefeituras do Grande ABC estimam gastar R$ 63,265 milhões durante a campanha. O valor é mais do que o dobro do previsto nas eleições municipais de 2004 ( R$ 27,3 milhões ), apesar de o número de candidatos ser maior há quatro anos: 31 frente aos atuais 27.
A previsão dos gastos é entregue no ato do registro das candidaturas. Normalmente, os pleiteantes informam o limite máximo a ser usado, pois preferem superestimar os gastos a ter problemas na prestação de contas junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Isso porque não podem gastar um centavo a mais do que foi declarado na previsão. Como o dinheiro é arrecadado por meio de doações (em alguns casos o fundo partidário também contribui) é possível que muitos candidatos não alcancem esses valores.
No topo da lista aparece São Bernardo, cuja soma da declaração dos cinco concorrentes à Prefeitura é de R$ 32,5 milhões. A liderança da cidade é puxada pelo sindicalista Luiz Marinho (PT), que projetou R$ 15 milhões para a sua campanha. Depois do petista, prevêem os maiores gastos Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS), com R$ 6 milhões cada um. Logo em seguida aparece Evandro de Lima (PTdoB), com R$ 5 milhões ( ??!!?…??! ). Aldo Santos (Psol) fecha a lista, com R$ 500 mil.
Na corrida milionária às prefeituras, a segunda cidade do Grande ABC onde os candidatos pretendem gastar mais é Santo André. Aidan Ravin (PTB) é o recordista, com R$ 5 milhões, seguido pelo candidato petista Vanderlei Siraque (com R$ 3,2 milhões), pelo ex-prefeito tucano Newton Brandão (R$ 2,8 milhões), pelo democrata Raimundo Salles (R$ 1,5 milhão) e Ricardo Alvarez, do Psol, com R$ 250 mil.
Em Mauá, Chiquinho do Zaíra (PSB) registrou R$ 3 milhões, seguido por Oswaldo Dias (PT), R$ 2, 2 milhões. Diniz Lopes (PSDB) pretende gastar R$ 1,2 milhão e Mateus Prado (Psol) fecha a conta, com R$ 500 mil.
Em Diadema, José Augusto (PSDB) sai na frente com R$ 2,5 milhões. Depois vem Mário Reali (PT), com R$ 1,95 milhão. Vladão está bem atrás, com R$ 15 mil.
Em São Caetano, o petista Jayme Tortorello projeta R$ 2,4 milhões com sua candidatura. José Auricchio Júnior (PTB) prevê R$ 1,5 milhão para a reeleição, enquanto Horácio Neto (Psol) calcula R$ 500 mil.
Em Ribeirão Pires, Mário Nunes (PT) registrou R$ 1 milhão, seguido pelo prefeito Clóvis Volpi (PV), com R$ 650 mil, e Valdírio Prisco (PSDB), R$ 400 mil.
Na briga pela reeleição em Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB) pretende gastar R$ 200 mil. Cafu (PT) e Nilson Gonçalves (PR), assim como Ricardo Yoshio (PMN), de Diadema, não foram localizados pelo Diário.

Entre os deputados candidatos a prefeito no Grande ABC, tucano foi o que se deu melhor em termos de valorização patrimonial no cômputo de dois anos

Morando lidera lista de bens entre deputados candidatos
Reporter Diário, 02.08.08

Orlando Morando (PSDB) ampliou ganhos em R$ 404 mil
Dos 27 candidatos que almejam o posto de comandante municipal, cinco são representantes do ABC na Assembléia Legislativa. São Bernardo tem dois: Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), seguida por Diadema com a dupla José Augusto (PSDB) e Mário Reali (PT). Santo André conta com um parlamentar, Vanderlei Siraque (PT).
O que mais chama atenção entre os pares é a diferença na declaração de bens. Por ocuparem o cargo de deputado estadual, todos eles tiveram que listar o patrimônio em 2006. A ação foi repetida neste ano, já que os cinco postulam as sucessões municipais de outubro.
No entanto, há um abismo entre a evolução dos bens de cada um deles que chega a R$ 362 mil. Enquanto o petista Mário Reali conquistou R$ 42 mil em dois anos, o tucano Orlando Morando conseguiu ampliar R$ 404 mil no biênio.
Vanderlei Siraque registrou aumento de R$ 236 mil, Alex Manente R$ 139 mil e José Augusto R$ 61 mil. “Fui o que menos aumentei os bens porque tenho como rendimento exclusivamente o meu salário de deputado estadual”, explicou Reali.
“Está tudo declarado no imposto de renda. A valorização se deve a própria valorização dos imóveis, pois nos últimos anos houve um boom imobiliário”, afirmou Siraque. Os candidatos Orlando Morando e José Augusto não quiseram comentar o assunto.
Postulantes a vice têm mais dinheiro
Os 22 candidatos à vice das prefeituras do ABC somam mais que os próprios candidatos. Os 27 cabeças de chapa atingem a marca de “apenas” R$16 mi. Por outro lado, os vice figuram com R$ 29 mi. Vale lembrar que cinco postulantes à vice não declararam bens. Só a cidade de Santo André é responsável por metade da cota dos vices. Dinah Zekcer (PTB) vice de Aidan Ravin lidera a lista com R$ 12 mi. Seguida por Fernando Gomes (PSDB), vice de Brandão, com R$ 5 milhões.
PSDB lidera ranking entre os mais ricos
Entre os 27 pleiteantes às administrações municipais da região, que juntos somam o patrimônio de quase 30 milhões, os representantes do PSDB foram os que declararam possuir mais bens.
Os tucanos compõem o podium com o ex-prefeito de Santo André Newton Brandão, em primeiro lugar com R$ 3.282.341.36. Na seqüência, dois correligionários. O ex-prefeito de Ribeirão Pires Valdírio Prisco com R$ 1.813.000,00 e Orlando Morando com R$ 1.397,721,96.
“A política fez eu perder dinheiro. Tinha uma grande clínica médica. O fato de eu ter sido prefeito três vezes não influencia na minha declaração, pois se eu não fosse político, hoje poderia ter muito mais do que eu tenho atualmente”, explicou-se Newton Brandão.
Somatória
A cidade de Santo André é a que possui os prefeituráveis “mais ricos”. Os cinco postulantes ao Paço, somam R$ 6,2 mi. Além do ex-prefeito Newton Brandão, que lidera o levantamento, aparecem: Raimundo Salles (DEM) R$1,3 mi, Vanderlei Siraque (PT) R$ 758.906,71, Aidan Ravin (PTB) R$474.464,57 e Ricardo Alvarez (Psol) R$ 366.008,55.
Embora seja o maior município do ABC, os prefeituráveis bernardenses colocam a cidade na terceira posição entre as que possuem os pleiteantes com mais bens. Orlando Morando com R$1,3 é o responsável por mais da metade do patrimônio dos candidatos. Os cinco, juntos, somam R$ 2,2 mi. Bem longe do tucano aparecem, Alex Manente (PPS) R$ 339 mil, Evandro de Lima (PTdoB) R$ 328 mil, Aldo Santos (Psol) R$ 179 mil e Luiz Marinho (PT) R$ 15 mil ( o ex-ministro alega que os bens estão todos no nome da esposa Nilza de Oliveira ). Os prefeituráveis de São Caetano colocam a cidade na quarta colocação em questão de bens patrimoniais. Da quantia de R$2.2 mi declarada pelos candidatos, o atual prefeito e candidato a reeleição José Auricchio Júnior (PTB) é dono de R$ 1,1 mi. Na seqüência aparecem Jayme Tortorello (PT) 358 mil e Horácio Neto (Psol) 249 mil.
A cidade de Diadema aparece na penúltima colocação no quesito de patrimônio dos candidatos. Da soma de R$1,1 mi, José Augusto (PSDB) lidera o ranking com R$ 611 mil, seguido por Ricardo Yoshio (PMN) com R$ 300 mil, Mário Reali (PT) com R$ 220 mil e Vladimir Campos (PCB) – o Vladão R$ 3 mil. Empatada na penúltima posição com Diadema, Mauá soma R$1,1 mi, porém com um candidato a mais. Oswaldo Dias foi o que mais declarou, R$ 439 mil. Na seqüência seguem Chiquinho do Zaíra (PSB) R$ 412 mi, Diniz Lopez (PSDB) R$ 275 mil e Mateus Prado (Psol) R$ 30 mil. Embora seja um dos menores municípios do ABC, os três postulantes de Ribeirão Pires, juntos, figuram na segunda colocação entre os concorrentes que mais possuem bens. Do total de R$ 2,6 mi, o ex-prefeito Valdírio Prisco figura no topo com R$ 1,8 mi, seguido pelo atual prefeito Clóvis Volpi (PV) com R$ 480 mil e Mário Nunes (PT) com R$ 395 mil. A menor cidade da região também é a menor em patrimônio dos prefeituráveis. Os três postulantes ao cargo de Rio Grande da Serra, juntos, não atingem a casa do milhão, somam R$ 865 mil. Carlos Augusto César (PT) é o “mais rico” com R$ 370 mil, seguido por Nilson Gonçalves (PR) com R$ 300 mil. O atual chefe do Executivo Adler Kiko Teixeira (PSDB) foi o que menos declarou e aparece com R$ 195 mil.
Prefeituráveis planejam gastar R$ 63 milhões
Diário do Grande ABC
Os candidatos às sete prefeituras do Grande ABC estimam gastar R$ 63,265 milhões durante a campanha. O valor é mais do que o dobro do previsto nas eleições municipais de 2004 ( R$ 27,3 milhões ), apesar de o número de candidatos ser maior há quatro anos: 31 frente aos atuais 27.
A previsão dos gastos é entregue no ato do registro das candidaturas. Normalmente, os pleiteantes informam o limite máximo a ser usado, pois preferem superestimar os gastos a ter problemas na prestação de contas junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Isso porque não podem gastar um centavo a mais do que foi declarado na previsão. Como o dinheiro é arrecadado por meio de doações (em alguns casos o fundo partidário também contribui) é possível que muitos candidatos não alcancem esses valores.
No topo da lista aparece São Bernardo, cuja soma da declaração dos cinco concorrentes à Prefeitura é de R$ 32,5 milhões. A liderança da cidade é puxada pelo sindicalista Luiz Marinho (PT), que projetou R$ 15 milhões para a sua campanha. Depois do petista, prevêem os maiores gastos Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS), com R$ 6 milhões cada um. Logo em seguida aparece Evandro de Lima (PTdoB), com R$ 5 milhões ( ??!!?…??! ). Aldo Santos (Psol) fecha a lista, com R$ 500 mil.
Na corrida milionária às prefeituras, a segunda cidade do Grande ABC onde os candidatos pretendem gastar mais é Santo André. Aidan Ravin (PTB) é o recordista, com R$ 5 milhões, seguido pelo candidato petista Vanderlei Siraque (com R$ 3,2 milhões), pelo ex-prefeito tucano Newton Brandão (R$ 2,8 milhões), pelo democrata Raimundo Salles (R$ 1,5 milhão) e Ricardo Alvarez, do Psol, com R$ 250 mil.
Em Mauá, Chiquinho do Zaíra (PSB) registrou R$ 3 milhões, seguido por Oswaldo Dias (PT), R$ 2, 2 milhões. Diniz Lopes (PSDB) pretende gastar R$ 1,2 milhão e Mateus Prado (Psol) fecha a conta, com R$ 500 mil.
Em Diadema, José Augusto (PSDB) sai na frente com R$ 2,5 milhões. Depois vem Mário Reali (PT), com R$ 1,95 milhão. Vladão está bem atrás, com R$ 15 mil.
Em São Caetano, o petista Jayme Tortorello projeta R$ 2,4 milhões com sua candidatura. José Auricchio Júnior (PTB) prevê R$ 1,5 milhão para a reeleição, enquanto Horácio Neto (Psol) calcula R$ 500 mil.
Em Ribeirão Pires, Mário Nunes (PT) registrou R$ 1 milhão, seguido pelo prefeito Clóvis Volpi (PV), com R$ 650 mil, e Valdírio Prisco (PSDB), R$ 400 mil.
Na briga pela reeleição em Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB) pretende gastar R$ 200 mil. Cafu (PT) e Nilson Gonçalves (PR), assim como Ricardo Yoshio (PMN), de Diadema, não foram localizados pelo Diário.

Entre os deputados candidatos a prefeito no Grande ABC, tucano foi o que se deu melhor em termos de valorização patrimonial no cômputo de dois anos

Morando lidera lista de bens entre deputados candidatos
Reporter Diário, 02.08.08

Orlando Morando (PSDB) ampliou ganhos em R$ 404 mil
Dos 27 candidatos que almejam o posto de comandante municipal, cinco são representantes do ABC na Assembléia Legislativa. São Bernardo tem dois: Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), seguida por Diadema com a dupla José Augusto (PSDB) e Mário Reali (PT). Santo André conta com um parlamentar, Vanderlei Siraque (PT).
O que mais chama atenção entre os pares é a diferença na declaração de bens. Por ocuparem o cargo de deputado estadual, todos eles tiveram que listar o patrimônio em 2006. A ação foi repetida neste ano, já que os cinco postulam as sucessões municipais de outubro.
No entanto, há um abismo entre a evolução dos bens de cada um deles que chega a R$ 362 mil. Enquanto o petista Mário Reali conquistou R$ 42 mil em dois anos, o tucano Orlando Morando conseguiu ampliar R$ 404 mil no biênio.
Vanderlei Siraque registrou aumento de R$ 236 mil, Alex Manente R$ 139 mil e José Augusto R$ 61 mil. “Fui o que menos aumentei os bens porque tenho como rendimento exclusivamente o meu salário de deputado estadual”, explicou Reali.
“Está tudo declarado no imposto de renda. A valorização se deve a própria valorização dos imóveis, pois nos últimos anos houve um boom imobiliário”, afirmou Siraque. Os candidatos Orlando Morando e José Augusto não quiseram comentar o assunto.
Postulantes a vice têm mais dinheiro
Os 22 candidatos à vice das prefeituras do ABC somam mais que os próprios candidatos. Os 27 cabeças de chapa atingem a marca de “apenas” R$16 mi. Por outro lado, os vice figuram com R$ 29 mi. Vale lembrar que cinco postulantes à vice não declararam bens. Só a cidade de Santo André é responsável por metade da cota dos vices. Dinah Zekcer (PTB) vice de Aidan Ravin lidera a lista com R$ 12 mi. Seguida por Fernando Gomes (PSDB), vice de Brandão, com R$ 5 milhões.
PSDB lidera ranking entre os mais ricos
Entre os 27 pleiteantes às administrações municipais da região, que juntos somam o patrimônio de quase 30 milhões, os representantes do PSDB foram os que declararam possuir mais bens.
Os tucanos compõem o podium com o ex-prefeito de Santo André Newton Brandão, em primeiro lugar com R$ 3.282.341.36. Na seqüência, dois correligionários. O ex-prefeito de Ribeirão Pires Valdírio Prisco com R$ 1.813.000,00 e Orlando Morando com R$ 1.397,721,96.
“A política fez eu perder dinheiro. Tinha uma grande clínica médica. O fato de eu ter sido prefeito três vezes não influencia na minha declaração, pois se eu não fosse político, hoje poderia ter muito mais do que eu tenho atualmente”, explicou-se Newton Brandão.
Somatória
A cidade de Santo André é a que possui os prefeituráveis “mais ricos”. Os cinco postulantes ao Paço, somam R$ 6,2 mi. Além do ex-prefeito Newton Brandão, que lidera o levantamento, aparecem: Raimundo Salles (DEM) R$1,3 mi, Vanderlei Siraque (PT) R$ 758.906,71, Aidan Ravin (PTB) R$474.464,57 e Ricardo Alvarez (Psol) R$ 366.008,55.
Embora seja o maior município do ABC, os prefeituráveis bernardenses colocam a cidade na terceira posição entre as que possuem os pleiteantes com mais bens. Orlando Morando com R$1,3 é o responsável por mais da metade do patrimônio dos candidatos. Os cinco, juntos, somam R$ 2,2 mi. Bem longe do tucano aparecem, Alex Manente (PPS) R$ 339 mil, Evandro de Lima (PTdoB) R$ 328 mil, Aldo Santos (Psol) R$ 179 mil e Luiz Marinho (PT) R$ 15 mil ( o ex-ministro alega que os bens estão todos no nome da esposa Nilza de Oliveira ). Os prefeituráveis de São Caetano colocam a cidade na quarta colocação em questão de bens patrimoniais. Da quantia de R$2.2 mi declarada pelos candidatos, o atual prefeito e candidato a reeleição José Auricchio Júnior (PTB) é dono de R$ 1,1 mi. Na seqüência aparecem Jayme Tortorello (PT) 358 mil e Horácio Neto (Psol) 249 mil.
A cidade de Diadema aparece na penúltima colocação no quesito de patrimônio dos candidatos. Da soma de R$1,1 mi, José Augusto (PSDB) lidera o ranking com R$ 611 mil, seguido por Ricardo Yoshio (PMN) com R$ 300 mil, Mário Reali (PT) com R$ 220 mil e Vladimir Campos (PCB) – o Vladão R$ 3 mil. Empatada na penúltima posição com Diadema, Mauá soma R$1,1 mi, porém com um candidato a mais. Oswaldo Dias foi o que mais declarou, R$ 439 mil. Na seqüência seguem Chiquinho do Zaíra (PSB) R$ 412 mi, Diniz Lopez (PSDB) R$ 275 mil e Mateus Prado (Psol) R$ 30 mil. Embora seja um dos menores municípios do ABC, os três postulantes de Ribeirão Pires, juntos, figuram na segunda colocação entre os concorrentes que mais possuem bens. Do total de R$ 2,6 mi, o ex-prefeito Valdírio Prisco figura no topo com R$ 1,8 mi, seguido pelo atual prefeito Clóvis Volpi (PV) com R$ 480 mil e Mário Nunes (PT) com R$ 395 mil. A menor cidade da região também é a menor em patrimônio dos prefeituráveis. Os três postulantes ao cargo de Rio Grande da Serra, juntos, não atingem a casa do milhão, somam R$ 865 mil. Carlos Augusto César (PT) é o “mais rico” com R$ 370 mil, seguido por Nilson Gonçalves (PR) com R$ 300 mil. O atual chefe do Executivo Adler Kiko Teixeira (PSDB) foi o que menos declarou e aparece com R$ 195 mil.
Prefeituráveis planejam gastar R$ 63 milhões
Diário do Grande ABC
Os candidatos às sete prefeituras do Grande ABC estimam gastar R$ 63,265 milhões durante a campanha. O valor é mais do que o dobro do previsto nas eleições municipais de 2004 ( R$ 27,3 milhões ), apesar de o número de candidatos ser maior há quatro anos: 31 frente aos atuais 27.
A previsão dos gastos é entregue no ato do registro das candidaturas. Normalmente, os pleiteantes informam o limite máximo a ser usado, pois preferem superestimar os gastos a ter problemas na prestação de contas junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Isso porque não podem gastar um centavo a mais do que foi declarado na previsão. Como o dinheiro é arrecadado por meio de doações (em alguns casos o fundo partidário também contribui) é possível que muitos candidatos não alcancem esses valores.
No topo da lista aparece São Bernardo, cuja soma da declaração dos cinco concorrentes à Prefeitura é de R$ 32,5 milhões. A liderança da cidade é puxada pelo sindicalista Luiz Marinho (PT), que projetou R$ 15 milhões para a sua campanha. Depois do petista, prevêem os maiores gastos Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS), com R$ 6 milhões cada um. Logo em seguida aparece Evandro de Lima (PTdoB), com R$ 5 milhões ( ??!!?…??! ). Aldo Santos (Psol) fecha a lista, com R$ 500 mil.
Na corrida milionária às prefeituras, a segunda cidade do Grande ABC onde os candidatos pretendem gastar mais é Santo André. Aidan Ravin (PTB) é o recordista, com R$ 5 milhões, seguido pelo candidato petista Vanderlei Siraque (com R$ 3,2 milhões), pelo ex-prefeito tucano Newton Brandão (R$ 2,8 milhões), pelo democrata Raimundo Salles (R$ 1,5 milhão) e Ricardo Alvarez, do Psol, com R$ 250 mil.
Em Mauá, Chiquinho do Zaíra (PSB) registrou R$ 3 milhões, seguido por Oswaldo Dias (PT), R$ 2, 2 milhões. Diniz Lopes (PSDB) pretende gastar R$ 1,2 milhão e Mateus Prado (Psol) fecha a conta, com R$ 500 mil.
Em Diadema, José Augusto (PSDB) sai na frente com R$ 2,5 milhões. Depois vem Mário Reali (PT), com R$ 1,95 milhão. Vladão está bem atrás, com R$ 15 mil.
Em São Caetano, o petista Jayme Tortorello projeta R$ 2,4 milhões com sua candidatura. José Auricchio Júnior (PTB) prevê R$ 1,5 milhão para a reeleição, enquanto Horácio Neto (Psol) calcula R$ 500 mil.
Em Ribeirão Pires, Mário Nunes (PT) registrou R$ 1 milhão, seguido pelo prefeito Clóvis Volpi (PV), com R$ 650 mil, e Valdírio Prisco (PSDB), R$ 400 mil.
Na briga pela reeleição em Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB) pretende gastar R$ 200 mil. Cafu (PT) e Nilson Gonçalves (PR), assim como Ricardo Yoshio (PMN), de Diadema, não foram localizados pelo Diário.

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