ENCALHE

junho 30, 2009

Jornal brasileiro atropela imprensa mundial e revela, em primeira mão, a CAUSA DA MORTE DO CANTOR MICHAEL JACKSON! EXCLUSIVO!

Filed under: esportes, Futebol, Lance ( jornal ), Michael Jackson, soccer — Humberto @ 1:55 am
Da série “Mas o que isso tem a ver com aquilo?”
Eu estava numa banca de jornais filando o que desse para filar, e veio o assunto de repercussão do momento. A certa altura, discutíamos sobre a possibilidade de o cantor Michael Jackson ter sido vítima de uma ardilosa conspiração cujos mentores seriam José Sarney e o presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, com o claro objetivo de desviar as atenções das denúncias que ambos estão sendo alvos.
Aí o jornaleiro começou a folhear o glorioso jornal de esportes, o Lance. E o mundo, mais uma vez, se curva à imprensa brasileira. Observem aquilo que o Lance escreveu na capa da edição de sábado ( 26.06 ), sobre a morte de Michael Jackson:
A MORTE DO PELÉ DO POP
Michael Jackson morre nos EUA após sofrer parada cardíaca, um dia após a histórica classificação americana para a final da Copa das Confederações”

Trata-se, descobriu o jornal, de uma claríssima relação de causa e conseqüência: devido à histórica classificação da seleção americana de futebol à final da Copa das Confederações, o coração do torcedor fanático de soccer Michael Jackson pifou. Não aguentou a emoção! Caput!

Após a classificação ( e não antes ), o cantor faleceu. O advérbio “após”, aqui empregado, denota “consequência”, e não “período de tempo”. Quer dizer, ficou meio ambíguo. Os jornais – os sérios, os “formadores de opinião” – costumam fazer esse tipo de coisa direto. Este exemplo, a meu ver, é bem didático. Por isso, merece o destaque aqui em nosso blog. Uma lição empírica do jornalismo praticado aqui na terrinha.

novembro 29, 2008

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Filed under: Campeonato Brasileiro 2008, Futebol, Futebol Brasileiro, SPFC — Humberto @ 1:39 am
Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

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Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Filed under: Campeonato Brasileiro 2008, Futebol, Futebol Brasileiro, SPFC — Humberto @ 1:39 am
Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Filed under: Campeonato Brasileiro 2008, Futebol, Futebol Brasileiro, SPFC — Humberto @ 1:39 am
Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

setembro 11, 2008

Lula não dá bronca em Selecinha ANTES DA PARTIDA, e mascarados apenas empatam com Bolívia. Quer ver jogo bom? Vá à Argentina…

Filed under: CBF, Futebol, Futebol Brasileiro, Seleção Brasileira ( Fut ) — Humberto @ 3:11 pm
Eu não acompanho tanto o esporte como fazia quando era moleque. Às vezes, eu assisto um jogo na TV. Pode ser até do Corínthians. Não tenho muito saco, apesar de gostar de futebol.
Não perdi tempo com Brasil e Bolívia, já que sabia de antemão o resultado, que me foi informado pelos jornais em suas manchetes pré-jogo. Ou seja , o resultado aguardado – e mais que certo, segundo as manchetes triunfais:
BRASIL: Goleada X BOLÍVIA: Zero
Não foi o que se viu. Aliás, o que vocês viram.
Pobre Dunga. Por pior jogador que pudesse ter sido ( sei lá, pode ser questão de oportunidade ou da falta de; se estivesse em campo contra a Itália em 82, talvez o resultado tivesse sido outro ), sempre me passou a impressão de honrar a camisa amarela.
Bem, durante a madrugada ( provavelmente o jogo já havia terminado ), a TV Cultura passou um excelente documentário sobre LEÔNIDAS DA SILVA, que assisti com muito gosto, apesar de não ter pego desde o começo.
Sobre o tal Júlio Cesar: nada a comentar. Apenas o óbvio. Goleiro é Marcos e Rogério Ceni.

agosto 22, 2008

Futebol feminino do Brasil queria ouro e levou couro. Azar dos Muppets da Globo!!

Como sempre, dá nojo ler o que os jornais falavam antes do jogo: “Vai, Brasil, é vingança!!”, ou: “Go home, Tio Sam, que essa já é nossa!!”. BLEARRGH!!!
Eu assisti um pouco do jogo, mas tinha que sair logo, então nem cheguei a ver a prorrogação. Não foi surpresa nenhuma. Na verdade, o futebol americano ( soccer ) feminino é mais vencedor que o masculino, e tem história nas Olimpíadas. Ou seja: poderia se dizer que havia um clássico na decisão do Ouro. Então, clássico é clássico.
O futebol do americanos – agora eu falo do masculino – é aplicado como o alemão, e é mais bonito de se assistir ( pelo menos os jogos em Copas do Mundo que eu me lembro ) que o inglês. É forte e não é desleal. Costuma ter goleiros excelentes. Mas peca pela ingenuidade. Ainda está aprendendo e, quando eles aprenderem…
Pois bem. A partir dos 40 do 2º. tempo – e é típico deles -, as americanas começaram, finalmente, a jogar para ganhar, e podiam tê-lo feito, que chances boas elas tiveram. Melhores, aliás, que as do Brasil, que dominou o jogo, a posse de bola. As brasileiras não conseguiam sair da marcação. Quando uma pegava a bola, três lá estavam. Lealmente. Quando retomavam a bola, em seu campo de defesa, as gringas não conseguiam sair jogando decentemente, e perdiam várias bolas no meio de campo. Isso deve ter dado a nossas meninas a impressão de domínio completo. Lembro duma boa chance de uma brasileira, pela esquerda, entrando na pequena área, e a brilhante defesa da lindíisssiiima goleira dos EUA, que espalmou com a mão direita. Só me lembro disso.

MUPPETS?

É aquela vergonha de sempre: a Globo dá um jeito de juntar um bando de gente, parentes, amigos de algum dos jogadores ( das jogadoras ). Bota todo mundo lá, assistindo a TV e torcendo por nossa gente. Nossa gente quer sair na TV. Nossa gente não pode ver uma câmera de TV, que o espírito de claque toma conta. “FILMA NÓIS!!”.
Todos devida e obedientemente paramentados, a caráter. Tudo pelo Brasil. “A Revolução não será televisionada”, porque não haverá revolução. Na hora que os brazuqueviques se juntarem, aqueles milhões de vítimas da fome, prontos para tomar o poder, bastará meia dúzia de emissoras aparecerem com câmeras, que a revolução desanda. E tome nego fazendo pose, berrando, fazendo macaquices.

Por quê um desses parentes não chegou no responsável pela cobertura no local onde o circo seria armado, e perguntou onde estava a Dona GLOBO ( as outras também, claro ) durante estes 4 anos, desde a última Olimpíada? Que Campeonato de futebol feminino nós temos? Depois vem aquela chorumela, que “nego cresceu na favela”, que “agora a chance de brilhar”, e blablabla. Todos os envolvidos parecem ter seu discurso pré-definido e seu papel delineado, pronto a ser seguido.
Lembram do Sócrates? “Boicotem a Globo para salvar o futebol brasileiro”. Pra quê, Doutor? Chega na Hora H, a Globo instala suas câmeras na sala de estar de algumas famílias e pronto!! As dificuldades e diferenças se esvaem.
Pois as agruras que as meninas passam para seguir com as suas vidas têm duas serventias, dependendo da ocasião: se vencer, é prova de que as dificuldades – as sociais, eu digo – podem ser vencidas, bastando acreditar. isso se tornará uma verdade que deverá valer para o resto da sociedade; em caso de derrota, “o Brasil é isso mesmo”, “esse país não dá chance”, “a culpa é dus puliticus” ( esta entidade abstrata e intangível, que só aparece na hora de pedir nosso voto em época de eleição; passado esse tempo, eles voltam para seus afazeres habituais; por exemplo, alguns são proprietários de redes de TV que retransmitem a programação da Rede Globo ), as “deficiências educacionais” ( outra abstração ), a “falta de estrutura”. Não que estas não sejam verdade.
Mas, repito – e eu posso estar falando besteira e sendo injusto – não há quase nada que prove o poder da televisão, do que as imagens das pessoas – que são prejudicas pela participação nada isenta e neutra das empresas de Comunicação ( TV, revistas, jornais ) tentando ditar os rumos de nossa política, economia e modo de vida – na tela pulando, gritando como se estivessem sendo regidos, sorrindo e baixando a cabeça docilmente. Para, depois, chorar as pitangas do descaso e do esquecimento.
Claro que peitar a Globo pode dar problema. O grande Nelson Piquet cansou de fazê-los engolir a seco com suas respostas. Quando o reporter vinha com aquelas lorotas ufanistas tipo “o Brasil ganhou”, a resposta era: “quem ganhou fui eu”. Resultado: A Globo bancou a imagem do Ayrton Senna, tornando o falecido piloto numa espécie de encarnação do “Brasil que dá certo e leva o nome do país lá pra fora” ( Milton Santos não significa nada pra essa gente ). Transformou um piloto que ganhou tanto como vários outros, em mito “incontestável”. Em troca da obediência eterna, claro. Com essa postura, Senna virou uma espécie de ídolo da classe média brasileira. Vencer, às custas da integridade, contanto que seja rentável e proveitoso. Não que o Senna não fosse excepcional. Mas o Piquet também foi ótimo. Só que sua imagem não era muito vendável, como foi a de Senna. Os pais e parentes de jogadoras deveriam se espelhar um pouco no Piquet e mandar os reporteres oportunistas se foderem. Mas, daqui a 4 anos, “FILMA ELES GALVÃO, QUE AGORA VAI!!”…

Futebol feminino do Brasil queria ouro e levou couro. Azar dos Muppets da Globo!!

Como sempre, dá nojo ler o que os jornais falavam antes do jogo: “Vai, Brasil, é vingança!!”, ou: “Go home, Tio Sam, que essa já é nossa!!”. BLEARRGH!!!
Eu assisti um pouco do jogo, mas tinha que sair logo, então nem cheguei a ver a prorrogação. Não foi surpresa nenhuma. Na verdade, o futebol americano ( soccer ) feminino é mais vencedor que o masculino, e tem história nas Olimpíadas. Ou seja: poderia se dizer que havia um clássico na decisão do Ouro. Então, clássico é clássico.
O futebol do americanos – agora eu falo do masculino – é aplicado como o alemão, e é mais bonito de se assistir ( pelo menos os jogos em Copas do Mundo que eu me lembro ) que o inglês. É forte e não é desleal. Costuma ter goleiros excelentes. Mas peca pela ingenuidade. Ainda está aprendendo e, quando eles aprenderem…
Pois bem. A partir dos 40 do 2º. tempo – e é típico deles -, as americanas começaram, finalmente, a jogar para ganhar, e podiam tê-lo feito, que chances boas elas tiveram. Melhores, aliás, que as do Brasil, que dominou o jogo, a posse de bola. As brasileiras não conseguiam sair da marcação. Quando uma pegava a bola, três lá estavam. Lealmente. Quando retomavam a bola, em seu campo de defesa, as gringas não conseguiam sair jogando decentemente, e perdiam várias bolas no meio de campo. Isso deve ter dado a nossas meninas a impressão de domínio completo. Lembro duma boa chance de uma brasileira, pela esquerda, entrando na pequena área, e a brilhante defesa da lindíisssiiima goleira dos EUA, que espalmou com a mão direita. Só me lembro disso.

MUPPETS?

É aquela vergonha de sempre: a Globo dá um jeito de juntar um bando de gente, parentes, amigos de algum dos jogadores ( das jogadoras ). Bota todo mundo lá, assistindo a TV e torcendo por nossa gente. Nossa gente quer sair na TV. Nossa gente não pode ver uma câmera de TV, que o espírito de claque toma conta. “FILMA NÓIS!!”.
Todos devida e obedientemente paramentados, a caráter. Tudo pelo Brasil. “A Revolução não será televisionada”, porque não haverá revolução. Na hora que os brazuqueviques se juntarem, aqueles milhões de vítimas da fome, prontos para tomar o poder, bastará meia dúzia de emissoras aparecerem com câmeras, que a revolução desanda. E tome nego fazendo pose, berrando, fazendo macaquices.

Por quê um desses parentes não chegou no responsável pela cobertura no local onde o circo seria armado, e perguntou onde estava a Dona GLOBO ( as outras também, claro ) durante estes 4 anos, desde a última Olimpíada? Que Campeonato de futebol feminino nós temos? Depois vem aquela chorumela, que “nego cresceu na favela”, que “agora a chance de brilhar”, e blablabla. Todos os envolvidos parecem ter seu discurso pré-definido e seu papel delineado, pronto a ser seguido.
Lembram do Sócrates? “Boicotem a Globo para salvar o futebol brasileiro”. Pra quê, Doutor? Chega na Hora H, a Globo instala suas câmeras na sala de estar de algumas famílias e pronto!! As dificuldades e diferenças se esvaem.
Pois as agruras que as meninas passam para seguir com as suas vidas têm duas serventias, dependendo da ocasião: se vencer, é prova de que as dificuldades – as sociais, eu digo – podem ser vencidas, bastando acreditar. isso se tornará uma verdade que deverá valer para o resto da sociedade; em caso de derrota, “o Brasil é isso mesmo”, “esse país não dá chance”, “a culpa é dus puliticus” ( esta entidade abstrata e intangível, que só aparece na hora de pedir nosso voto em época de eleição; passado esse tempo, eles voltam para seus afazeres habituais; por exemplo, alguns são proprietários de redes de TV que retransmitem a programação da Rede Globo ), as “deficiências educacionais” ( outra abstração ), a “falta de estrutura”. Não que estas não sejam verdade.
Mas, repito – e eu posso estar falando besteira e sendo injusto – não há quase nada que prove o poder da televisão, do que as imagens das pessoas – que são prejudicas pela participação nada isenta e neutra das empresas de Comunicação ( TV, revistas, jornais ) tentando ditar os rumos de nossa política, economia e modo de vida – na tela pulando, gritando como se estivessem sendo regidos, sorrindo e baixando a cabeça docilmente. Para, depois, chorar as pitangas do descaso e do esquecimento.
Claro que peitar a Globo pode dar problema. O grande Nelson Piquet cansou de fazê-los engolir a seco com suas respostas. Quando o reporter vinha com aquelas lorotas ufanistas tipo “o Brasil ganhou”, a resposta era: “quem ganhou fui eu”. Resultado: A Globo bancou a imagem do Ayrton Senna, tornando o falecido piloto numa espécie de encarnação do “Brasil que dá certo e leva o nome do país lá pra fora” ( Milton Santos não significa nada pra essa gente ). Transformou um piloto que ganhou tanto como vários outros, em mito “incontestável”. Em troca da obediência eterna, claro. Com essa postura, Senna virou uma espécie de ídolo da classe média brasileira. Vencer, às custas da integridade, contanto que seja rentável e proveitoso. Não que o Senna não fosse excepcional. Mas o Piquet também foi ótimo. Só que sua imagem não era muito vendável, como foi a de Senna. Os pais e parentes de jogadoras deveriam se espelhar um pouco no Piquet e mandar os reporteres oportunistas se foderem. Mas, daqui a 4 anos, “FILMA ELES GALVÃO, QUE AGORA VAI!!”…

Futebol feminino do Brasil queria ouro e levou couro. Azar dos Muppets da Globo!!

Como sempre, dá nojo ler o que os jornais falavam antes do jogo: “Vai, Brasil, é vingança!!”, ou: “Go home, Tio Sam, que essa já é nossa!!”. BLEARRGH!!!
Eu assisti um pouco do jogo, mas tinha que sair logo, então nem cheguei a ver a prorrogação. Não foi surpresa nenhuma. Na verdade, o futebol americano ( soccer ) feminino é mais vencedor que o masculino, e tem história nas Olimpíadas. Ou seja: poderia se dizer que havia um clássico na decisão do Ouro. Então, clássico é clássico.
O futebol do americanos – agora eu falo do masculino – é aplicado como o alemão, e é mais bonito de se assistir ( pelo menos os jogos em Copas do Mundo que eu me lembro ) que o inglês. É forte e não é desleal. Costuma ter goleiros excelentes. Mas peca pela ingenuidade. Ainda está aprendendo e, quando eles aprenderem…
Pois bem. A partir dos 40 do 2º. tempo – e é típico deles -, as americanas começaram, finalmente, a jogar para ganhar, e podiam tê-lo feito, que chances boas elas tiveram. Melhores, aliás, que as do Brasil, que dominou o jogo, a posse de bola. As brasileiras não conseguiam sair da marcação. Quando uma pegava a bola, três lá estavam. Lealmente. Quando retomavam a bola, em seu campo de defesa, as gringas não conseguiam sair jogando decentemente, e perdiam várias bolas no meio de campo. Isso deve ter dado a nossas meninas a impressão de domínio completo. Lembro duma boa chance de uma brasileira, pela esquerda, entrando na pequena área, e a brilhante defesa da lindíisssiiima goleira dos EUA, que espalmou com a mão direita. Só me lembro disso.

MUPPETS?

É aquela vergonha de sempre: a Globo dá um jeito de juntar um bando de gente, parentes, amigos de algum dos jogadores ( das jogadoras ). Bota todo mundo lá, assistindo a TV e torcendo por nossa gente. Nossa gente quer sair na TV. Nossa gente não pode ver uma câmera de TV, que o espírito de claque toma conta. “FILMA NÓIS!!”.
Todos devida e obedientemente paramentados, a caráter. Tudo pelo Brasil. “A Revolução não será televisionada”, porque não haverá revolução. Na hora que os brazuqueviques se juntarem, aqueles milhões de vítimas da fome, prontos para tomar o poder, bastará meia dúzia de emissoras aparecerem com câmeras, que a revolução desanda. E tome nego fazendo pose, berrando, fazendo macaquices.

Por quê um desses parentes não chegou no responsável pela cobertura no local onde o circo seria armado, e perguntou onde estava a Dona GLOBO ( as outras também, claro ) durante estes 4 anos, desde a última Olimpíada? Que Campeonato de futebol feminino nós temos? Depois vem aquela chorumela, que “nego cresceu na favela”, que “agora a chance de brilhar”, e blablabla. Todos os envolvidos parecem ter seu discurso pré-definido e seu papel delineado, pronto a ser seguido.
Lembram do Sócrates? “Boicotem a Globo para salvar o futebol brasileiro”. Pra quê, Doutor? Chega na Hora H, a Globo instala suas câmeras na sala de estar de algumas famílias e pronto!! As dificuldades e diferenças se esvaem.
Pois as agruras que as meninas passam para seguir com as suas vidas têm duas serventias, dependendo da ocasião: se vencer, é prova de que as dificuldades – as sociais, eu digo – podem ser vencidas, bastando acreditar. isso se tornará uma verdade que deverá valer para o resto da sociedade; em caso de derrota, “o Brasil é isso mesmo”, “esse país não dá chance”, “a culpa é dus puliticus” ( esta entidade abstrata e intangível, que só aparece na hora de pedir nosso voto em época de eleição; passado esse tempo, eles voltam para seus afazeres habituais; por exemplo, alguns são proprietários de redes de TV que retransmitem a programação da Rede Globo ), as “deficiências educacionais” ( outra abstração ), a “falta de estrutura”. Não que estas não sejam verdade.
Mas, repito – e eu posso estar falando besteira e sendo injusto – não há quase nada que prove o poder da televisão, do que as imagens das pessoas – que são prejudicas pela participação nada isenta e neutra das empresas de Comunicação ( TV, revistas, jornais ) tentando ditar os rumos de nossa política, economia e modo de vida – na tela pulando, gritando como se estivessem sendo regidos, sorrindo e baixando a cabeça docilmente. Para, depois, chorar as pitangas do descaso e do esquecimento.
Claro que peitar a Globo pode dar problema. O grande Nelson Piquet cansou de fazê-los engolir a seco com suas respostas. Quando o reporter vinha com aquelas lorotas ufanistas tipo “o Brasil ganhou”, a resposta era: “quem ganhou fui eu”. Resultado: A Globo bancou a imagem do Ayrton Senna, tornando o falecido piloto numa espécie de encarnação do “Brasil que dá certo e leva o nome do país lá pra fora” ( Milton Santos não significa nada pra essa gente ). Transformou um piloto que ganhou tanto como vários outros, em mito “incontestável”. Em troca da obediência eterna, claro. Com essa postura, Senna virou uma espécie de ídolo da classe média brasileira. Vencer, às custas da integridade, contanto que seja rentável e proveitoso. Não que o Senna não fosse excepcional. Mas o Piquet também foi ótimo. Só que sua imagem não era muito vendável, como foi a de Senna. Os pais e parentes de jogadoras deveriam se espelhar um pouco no Piquet e mandar os reporteres oportunistas se foderem. Mas, daqui a 4 anos, “FILMA ELES GALVÃO, QUE AGORA VAI!!”…

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