ENCALHE

novembro 30, 2008

Bambis, Obama e o Vasco da Gama

Ficou curioso, heim? Quer descobrir como vou relacionar esses três personagens? Na raça, claro.
O SPFC tem um apelido de origem meio atravessada: Bambi. Piadas preconceituosas e homofóbicas. Derivariam de outro apelido, o “Pó-de-Arroz”. Que, no início, seria exclusividade do Fluminense. Mas não por questões sexuais. Pior. Racismo. Um jogador ( breve pesquisa no Google dá o nome: Carlos Alberto ) usava a maquiagem para disfarçar a cor de sua cútis, negra. Para ser aceito num clube da elite carioca. Parece que foi a torcida do América/ RJ quem começou a tirar o jogador: “Aí heim, pó-de-arroz…!”
Como não conheço muito a história dos clubes, não sei bem porque o tricolor paulista seria a versão daqui do clube elitista carioca, ou seja, também um clube da elite. Mas, até onde sei, essa fama ficou.
Do “Pó-de-Arroz” racista – que não sei se o SPFC merece tal fama, acho mais possível o Palmeiras ter tido um perfil racista, mas sei lá – para o “Bambi” homofóbico.
Pois bem. Na contramão do racismo, o Vasco da Gama/ RJ – informa-nos o Google – disputou o Carioca da Segunda Divisão de 1922 e estreou na Primeira Divisão em 1923, com um time formado em sua maioria, de jogadores negros e mulato. O Bangú teve o pioneirismo de aceitar negros no time, mas parece que o C.R.Vasco da Gama causou frisson. E parece que jogou bonito.
Aliás, se você estiver lendo este post, chegou até aqui, tenho duas sugestões:
A – Se for um torcedor de futebol padrão ( estereotipado, semiglota, fanático-ortodoxo, viciado, alienado, ignorante, que só tem no guarda-roupa diversas versões do uniforme do clube, e só interessado em seu time e ponto final ) ou seja, como a maioria dos torcedores de futebol, PARE POR AQUI e deixe o blog. Visite o blog do Paulinho e sinta-se em casa. Ou…
B – Se for uma pessoa equilibrada e interessada no futebol como um espetáculo, reconhecendo as glórias alheias, admirador da arte e apreciador da História do esporte, então, antes de prosseguir com o post, veja que documento legal, sobre a história do Vasco da Gama neste LINK. Depois volte ao blog. Obrigado.
Voltou? Legal. Continuando, então.
Bem, vejam só: no caso – não tenho certeza, lembrem disso – do SPFC ter, merecidamente, recebido a pecha de clube racista, pois o apelido “pó-de-arroz” indicaria isso, o presidente dos EUA, o Barack Obama, se tivesse nascido em São Paulo nos idos de 20 e 30, e tornado-se jogador de soccer, para poder ser aceito e jogar no SPFC ele teria – hipoteticamente – que usar uma “pintura de guerra”, ou seja, o pó-de-arroz.
Mas, se ele fosse jogar no Vasco da Gama, em 1923, teria lugar na equipe, independente da cor de sua pele. Claro que, em ambos os casos, tinha que saber tratar bem a redonda, né?
Chega-se à suprema – simbólica – ironia ( acho eu ): no ano em que um tabú caiu fragorosamente, para nunca mais voltar, ou seja, a vitória de um afro-americano nas eleições presidenciais nos EUA, periga de ser campeão brasileiro um clube – hipoteticamente, lembrem – cuja origem seria elitista e promotora de episódios de racismo.
Simultaneamente, um clube que entrou para a história do futebol brasileiro por ter disputado ( e vencido ) um campeonato estadual com um escrete majoritariamente negro e mestiço, numa época em que não se aceitavam [ ou ( male, male ) tolerava-se apenas ] a presença de negros nas equipes do football, pois bem, esse time, o Vasco da Gama pode ser rebaixado para a Segundona.
Um texto meio tosco, feito na raça, algumas forçadas de barra, mas acho que dei o recado. Pelo menos a relação [ bem distante, eu sei ] entre os personagens, que me propus traçar, eu consegui.

Bambis, Obama e o Vasco da Gama

Ficou curioso, heim? Quer descobrir como vou relacionar esses três personagens? Na raça, claro.
O SPFC tem um apelido de origem meio atravessada: Bambi. Piadas preconceituosas e homofóbicas. Derivariam de outro apelido, o “Pó-de-Arroz”. Que, no início, seria exclusividade do Fluminense. Mas não por questões sexuais. Pior. Racismo. Um jogador ( breve pesquisa no Google dá o nome: Carlos Alberto ) usava a maquiagem para disfarçar a cor de sua cútis, negra. Para ser aceito num clube da elite carioca. Parece que foi a torcida do América/ RJ quem começou a tirar o jogador: “Aí heim, pó-de-arroz…!”
Como não conheço muito a história dos clubes, não sei bem porque o tricolor paulista seria a versão daqui do clube elitista carioca, ou seja, também um clube da elite. Mas, até onde sei, essa fama ficou.
Do “Pó-de-Arroz” racista – que não sei se o SPFC merece tal fama, acho mais possível o Palmeiras ter tido um perfil racista, mas sei lá – para o “Bambi” homofóbico.
Pois bem. Na contramão do racismo, o Vasco da Gama/ RJ – informa-nos o Google – disputou o Carioca da Segunda Divisão de 1922 e estreou na Primeira Divisão em 1923, com um time formado em sua maioria, de jogadores negros e mulato. O Bangú teve o pioneirismo de aceitar negros no time, mas parece que o C.R.Vasco da Gama causou frisson. E parece que jogou bonito.
Aliás, se você estiver lendo este post, chegou até aqui, tenho duas sugestões:
A – Se for um torcedor de futebol padrão ( estereotipado, semiglota, fanático-ortodoxo, viciado, alienado, ignorante, que só tem no guarda-roupa diversas versões do uniforme do clube, e só interessado em seu time e ponto final ) ou seja, como a maioria dos torcedores de futebol, PARE POR AQUI e deixe o blog. Visite o blog do Paulinho e sinta-se em casa. Ou…
B – Se for uma pessoa equilibrada e interessada no futebol como um espetáculo, reconhecendo as glórias alheias, admirador da arte e apreciador da História do esporte, então, antes de prosseguir com o post, veja que documento legal, sobre a história do Vasco da Gama neste LINK. Depois volte ao blog. Obrigado.
Voltou? Legal. Continuando, então.
Bem, vejam só: no caso – não tenho certeza, lembrem disso – do SPFC ter, merecidamente, recebido a pecha de clube racista, pois o apelido “pó-de-arroz” indicaria isso, o presidente dos EUA, o Barack Obama, se tivesse nascido em São Paulo nos idos de 20 e 30, e tornado-se jogador de soccer, para poder ser aceito e jogar no SPFC ele teria – hipoteticamente – que usar uma “pintura de guerra”, ou seja, o pó-de-arroz.
Mas, se ele fosse jogar no Vasco da Gama, em 1923, teria lugar na equipe, independente da cor de sua pele. Claro que, em ambos os casos, tinha que saber tratar bem a redonda, né?
Chega-se à suprema – simbólica – ironia ( acho eu ): no ano em que um tabú caiu fragorosamente, para nunca mais voltar, ou seja, a vitória de um afro-americano nas eleições presidenciais nos EUA, periga de ser campeão brasileiro um clube – hipoteticamente, lembrem – cuja origem seria elitista e promotora de episódios de racismo.
Simultaneamente, um clube que entrou para a história do futebol brasileiro por ter disputado ( e vencido ) um campeonato estadual com um escrete majoritariamente negro e mestiço, numa época em que não se aceitavam [ ou ( male, male ) tolerava-se apenas ] a presença de negros nas equipes do football, pois bem, esse time, o Vasco da Gama pode ser rebaixado para a Segundona.
Um texto meio tosco, feito na raça, algumas forçadas de barra, mas acho que dei o recado. Pelo menos a relação [ bem distante, eu sei ] entre os personagens, que me propus traçar, eu consegui.

Bambis, Obama e o Vasco da Gama

Ficou curioso, heim? Quer descobrir como vou relacionar esses três personagens? Na raça, claro.
O SPFC tem um apelido de origem meio atravessada: Bambi. Piadas preconceituosas e homofóbicas. Derivariam de outro apelido, o “Pó-de-Arroz”. Que, no início, seria exclusividade do Fluminense. Mas não por questões sexuais. Pior. Racismo. Um jogador ( breve pesquisa no Google dá o nome: Carlos Alberto ) usava a maquiagem para disfarçar a cor de sua cútis, negra. Para ser aceito num clube da elite carioca. Parece que foi a torcida do América/ RJ quem começou a tirar o jogador: “Aí heim, pó-de-arroz…!”
Como não conheço muito a história dos clubes, não sei bem porque o tricolor paulista seria a versão daqui do clube elitista carioca, ou seja, também um clube da elite. Mas, até onde sei, essa fama ficou.
Do “Pó-de-Arroz” racista – que não sei se o SPFC merece tal fama, acho mais possível o Palmeiras ter tido um perfil racista, mas sei lá – para o “Bambi” homofóbico.
Pois bem. Na contramão do racismo, o Vasco da Gama/ RJ – informa-nos o Google – disputou o Carioca da Segunda Divisão de 1922 e estreou na Primeira Divisão em 1923, com um time formado em sua maioria, de jogadores negros e mulato. O Bangú teve o pioneirismo de aceitar negros no time, mas parece que o C.R.Vasco da Gama causou frisson. E parece que jogou bonito.
Aliás, se você estiver lendo este post, chegou até aqui, tenho duas sugestões:
A – Se for um torcedor de futebol padrão ( estereotipado, semiglota, fanático-ortodoxo, viciado, alienado, ignorante, que só tem no guarda-roupa diversas versões do uniforme do clube, e só interessado em seu time e ponto final ) ou seja, como a maioria dos torcedores de futebol, PARE POR AQUI e deixe o blog. Visite o blog do Paulinho e sinta-se em casa. Ou…
B – Se for uma pessoa equilibrada e interessada no futebol como um espetáculo, reconhecendo as glórias alheias, admirador da arte e apreciador da História do esporte, então, antes de prosseguir com o post, veja que documento legal, sobre a história do Vasco da Gama neste LINK. Depois volte ao blog. Obrigado.
Voltou? Legal. Continuando, então.
Bem, vejam só: no caso – não tenho certeza, lembrem disso – do SPFC ter, merecidamente, recebido a pecha de clube racista, pois o apelido “pó-de-arroz” indicaria isso, o presidente dos EUA, o Barack Obama, se tivesse nascido em São Paulo nos idos de 20 e 30, e tornado-se jogador de soccer, para poder ser aceito e jogar no SPFC ele teria – hipoteticamente – que usar uma “pintura de guerra”, ou seja, o pó-de-arroz.
Mas, se ele fosse jogar no Vasco da Gama, em 1923, teria lugar na equipe, independente da cor de sua pele. Claro que, em ambos os casos, tinha que saber tratar bem a redonda, né?
Chega-se à suprema – simbólica – ironia ( acho eu ): no ano em que um tabú caiu fragorosamente, para nunca mais voltar, ou seja, a vitória de um afro-americano nas eleições presidenciais nos EUA, periga de ser campeão brasileiro um clube – hipoteticamente, lembrem – cuja origem seria elitista e promotora de episódios de racismo.
Simultaneamente, um clube que entrou para a história do futebol brasileiro por ter disputado ( e vencido ) um campeonato estadual com um escrete majoritariamente negro e mestiço, numa época em que não se aceitavam [ ou ( male, male ) tolerava-se apenas ] a presença de negros nas equipes do football, pois bem, esse time, o Vasco da Gama pode ser rebaixado para a Segundona.
Um texto meio tosco, feito na raça, algumas forçadas de barra, mas acho que dei o recado. Pelo menos a relação [ bem distante, eu sei ] entre os personagens, que me propus traçar, eu consegui.

Bambis, Obama e o Vasco da Gama

Ficou curioso, heim? Quer descobrir como vou relacionar esses três personagens? Na raça, claro.
O SPFC tem um apelido de origem meio atravessada: Bambi. Piadas preconceituosas e homofóbicas. Derivariam de outro apelido, o “Pó-de-Arroz”. Que, no início, seria exclusividade do Fluminense. Mas não por questões sexuais. Pior. Racismo. Um jogador ( breve pesquisa no Google dá o nome: Carlos Alberto ) usava a maquiagem para disfarçar a cor de sua cútis, negra. Para ser aceito num clube da elite carioca. Parece que foi a torcida do América/ RJ quem começou a tirar o jogador: “Aí heim, pó-de-arroz…!”
Como não conheço muito a história dos clubes, não sei bem porque o tricolor paulista seria a versão daqui do clube elitista carioca, ou seja, também um clube da elite. Mas, até onde sei, essa fama ficou.
Do “Pó-de-Arroz” racista – que não sei se o SPFC merece tal fama, acho mais possível o Palmeiras ter tido um perfil racista, mas sei lá – para o “Bambi” homofóbico.
Pois bem. Na contramão do racismo, o Vasco da Gama/ RJ – informa-nos o Google – disputou o Carioca da Segunda Divisão de 1922 e estreou na Primeira Divisão em 1923, com um time formado em sua maioria, de jogadores negros e mulato. O Bangú teve o pioneirismo de aceitar negros no time, mas parece que o C.R.Vasco da Gama causou frisson. E parece que jogou bonito.
Aliás, se você estiver lendo este post, chegou até aqui, tenho duas sugestões:
A – Se for um torcedor de futebol padrão ( estereotipado, semiglota, fanático-ortodoxo, viciado, alienado, ignorante, que só tem no guarda-roupa diversas versões do uniforme do clube, e só interessado em seu time e ponto final ) ou seja, como a maioria dos torcedores de futebol, PARE POR AQUI e deixe o blog. Visite o blog do Paulinho e sinta-se em casa. Ou…
B – Se for uma pessoa equilibrada e interessada no futebol como um espetáculo, reconhecendo as glórias alheias, admirador da arte e apreciador da História do esporte, então, antes de prosseguir com o post, veja que documento legal, sobre a história do Vasco da Gama neste LINK. Depois volte ao blog. Obrigado.
Voltou? Legal. Continuando, então.
Bem, vejam só: no caso – não tenho certeza, lembrem disso – do SPFC ter, merecidamente, recebido a pecha de clube racista, pois o apelido “pó-de-arroz” indicaria isso, o presidente dos EUA, o Barack Obama, se tivesse nascido em São Paulo nos idos de 20 e 30, e tornado-se jogador de soccer, para poder ser aceito e jogar no SPFC ele teria – hipoteticamente – que usar uma “pintura de guerra”, ou seja, o pó-de-arroz.
Mas, se ele fosse jogar no Vasco da Gama, em 1923, teria lugar na equipe, independente da cor de sua pele. Claro que, em ambos os casos, tinha que saber tratar bem a redonda, né?
Chega-se à suprema – simbólica – ironia ( acho eu ): no ano em que um tabú caiu fragorosamente, para nunca mais voltar, ou seja, a vitória de um afro-americano nas eleições presidenciais nos EUA, periga de ser campeão brasileiro um clube – hipoteticamente, lembrem – cuja origem seria elitista e promotora de episódios de racismo.
Simultaneamente, um clube que entrou para a história do futebol brasileiro por ter disputado ( e vencido ) um campeonato estadual com um escrete majoritariamente negro e mestiço, numa época em que não se aceitavam [ ou ( male, male ) tolerava-se apenas ] a presença de negros nas equipes do football, pois bem, esse time, o Vasco da Gama pode ser rebaixado para a Segundona.
Um texto meio tosco, feito na raça, algumas forçadas de barra, mas acho que dei o recado. Pelo menos a relação [ bem distante, eu sei ] entre os personagens, que me propus traçar, eu consegui.

novembro 29, 2008

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

Futebol: esse, sim, o Ano do Bambi!!

Este campeonato calou de vez a boca dos penas-pagas e paga-paus enrustidos que defendiam o sistema de “Mata-Mata”. Pois, sabiam eles, que um time sempre se dava bem nessa disputa.
Por outro lado, se houve um clube que em vários campeonatos, ano a ano, por várias vezes esteve sentado na ponta ( sem maldade ) da tabela, mas na hora do tal “Mata-Mata” se dava mal, esse time foi o SPFC. Quando o Santos de Robinho trucidou o Corinthians, na base da pedalada atômica, o time da Vila ficou em 8º. na classificatória e o Tricolor em primeiro. O Santos, então, tirou o São Paulo e rumou ao título.
Houve um ano em que o Cruzeiro ganhou com um pé nas costas, várias rodadas de antecedência, e os detratores vieram com a ladainha: “Não tem emoção.” Curiosamente, desde que o sistema atual, de pontos corridos foi adotado, certo time passou a se equilibrar na corda bamba, ano após ano – só vindo a vencer um torneio da forma habitual, a lembrar: With a little help… – vindo, finalmente, a cair para a Segundona. Mas já voltou. Esse ano subiam 4 times, para garantir. Quando Palmeiras, Portuguesa e Botafogo caíram, o funil era mais estreito.
Aliás, para garantir a velha megalomania do time ascendido, a imprensa esportiva venal já decreta que foi “A maior campanha da História da Segunda Divisão”. Certo. Mas não foi épica, como “A Batalha dos Aflitos” memorável.
Bom, voltando à vaca fria: pontos corridos é a melhor disputa, e – caso alguém queira pesquisar – o São Paulo já poderia ter sido mais vezes campeão brasileiro, fosse essa a fórmula de disputa em vezes anteriores. Várias, se não estou enganado.
Existe, aliás, uma certa “crítica” à torcida são-paulina: dizem que eles só aparecem na final. Oras, isso é ótimo!! Tem torcedor de outro time que, se ganha até disputa de par ou ímpar, sai por aí aporrinhando os ouvidos alheios, cantando vantagem megalômanas.

Celebridades vencedoras também torcem para times vencedores

abril 20, 2008

Pé-frio de Serra e incompetência tucana privatista deixam o Palestra às escuras!! Faltam 7 minutos!!

A Globo tá passando pela décima vez o replay do belíssimo segundo gol do Palmeiras. Um apagão tomou conta do Estádio do Palmeiras, faltando poucos minutos pro final do jogo. O problema é que, apesar da alegria da torcida, o São Paulo ainda pode engrossar. Só um golzinho e a festa esfria. Não conheço bem o regulamento do Campeonato, mas acho que 2 a 1 leva aos pênaltis. Então, calma. Mas não muita, já que o time não pode esfriar e relaxar. Tem mais é que tentar fazer o terceiro.
Vamo lá, vai. Em homenagem ao Telê, pronto.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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