ENCALHE

março 5, 2009

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

"MARAJARBAS": Jarbas Vasconcellos, o novo Roberto Jefferson da decência nacional e da ética na política ( Affff…!! )

Plenário – Silvio Costa questiona ética de Jarbas e critica silêncio do PMDB
JORNAL DA CÂMARA, 04.03.08 – edição 2205
Ao referir-se em Plenário à entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à revista Veja, o deputado SILVIO COSTA (PMN-PE) disse que o senador “precisa explicar algumas coisas ao Brasil”.
COSTA foi vereador em Recife quando Jarbas era prefeito, e deputado estadual na época em que o hoje senador era governador. Em julho de 1992, conforme relatou o deputado, “quatro anos após a Constituição determinar que servidor público só poderia ser contratado por concurso”, Jarbas foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Um ano depois, prosseguiu COSTA, ele pediu para se aposentar. “Quero saber qual é a moral que um parasita do poder, um homem que vive há 40 anos do dinheiro público, tem para criticar programas do governo, como o Bolsa-Família, que ele considera o maior programa de compra de votos do Brasil.”
COSTA afirmou que Jarbas, quando prefeito, em 1993, foi denunciado pela tesoureira de uma construtora por ter recebido propina. Essa denúncia, continuou o deputado, provocou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores, que, segundo COSTA, não teve andamento porque o então prefeito tinha maioria absoluta naquela Casa legislativa. “Se essa CPI tivesse acontecido na Câmara ou no Senado, ele teria sido cassado”, disse, ao propor a instalação no Congresso de uma CPI de 20 anos de corrupção no Brasil e de um Conselho de Ética Misto do Congresso Nacional, composto por 21 parlamentares – 14 deputados e 7 senadores.
Vala comum - O parlamentar criticou a reação do PMDB, que, no seu entendimento, silenciou diante das declarações do senador. “Que PMDB é esse, que tem 90% de seu quadro acusado de corrupção e, no lugar de dar uma resposta ao Brasil, de ter vergonha na cara e de se dar ao respeito, agora propõe a criação de uma CPI para investigar os fundos de pensão?”, questionou.
Para COSTA, o pedido da CPI mostra à opinião pública que o partido só quer a comissão, “porque não conseguiu os cargos no Fundo Real Grandeza, de Furnas.” O deputado avalia que o comportamento que considera “acuado” do PMDB está levando todos os políticos para a vala comum. “Mas a mim, o PMDB não vai levar”, anunciou, ao completar que, como pai de quatro filhos e como professor, não poderia contribuir com o silêncio “para que um homem que não tem legitimidade ética, nem moral política, pose de paladino da ética e da moralidade neste País”.
INSS - SILVIO COSTA lembrou que tem sido acusado em Pernambuco de ter tido problemas com o INSS quando era empresário. “Tive, e não nego, mas não tenho processo no Ministério Público, em nenhum tribunal de Contas nem no Supremo Tribunal Federal. A imprensa pode ir atrás da minha vida; não quero ser paladino da ética”, declarou.
MAIS:
“Já estão começando a chamá-lo de Marajarbas”
Reação : No plenário da Câmara, Silvio Costa (PMN-PE) criticou discurso de Jarbas
Brasília - O deputado Silvio Costa (PMN-PE) criticou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pelas declarações que ele tem dado sobre a corrupção. Costa afirmou que conhece um pouco da vida do senador e que ele está se vestindo como alguém contra a corrupção, “o que ele não é”. “Basta de demagogia, de desrespeitar o povo brasileiro”, disse o deputado.
Costa disse que o senador “quer ser a flor do lodo, mas na política ele não é flor que se cheira”. Em seu discurso, o deputado disse que o senador afirmou que o Bolsa Família era o maior programa oficial de compra de votos do mundo. “Ele deveria ter vergonha de falar isso porque, na verdade, ele é membro e participa do maior programa de apropriação de recursos públicos, de dinheiro público do Brasil. O programa de que Jarbas Vasconcelos participa é o Bolsa Marajá, o Bolsa do Estado”, disse Costa.
O parlamentar afirmou que o senador Jarbas, no dia 23 de julho de 1992, foi nomeado procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, quatro anos após a promulgação da Constituição, que estabeleceu que emprego público só deveria ser preenchido por concurso. “E pasmem, brasileiros! Pasmem, jovens do Brasil! Um ano depois – um ano depois – ele se aposentou, no dia 14 de julho de 1993″.
Costa disse que em Pernambuco “já estão começando a chamá-lo [Jarbas Vasconcelos] de Marajarbas – o último salário do marajá, agora em janeiro de 2009, foi de R$ 17.364. Eu não mostro o seu contracheque porque quem vai mostrá-lo é ele, porque esse dinheiro é depositado em conta bancária”.
Auditoria - O presidente da Fundação Real Grandeza, Sérgio Wilson Ferraz Fontes, afirmou que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) está “equivocado” ao cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a instalação de uma auditoria independente para verificar as contas do fundo de pensão que gere os recursos da geradora Furnas e da Eletronuclear. “Nós já somos acompanhados por controladores externos que verificam a performance de nossos investimentos. É um equívoco pedir mais uma auditoria”, disse, completando que “se tiver que vir, que venha”. Ele destacou o fato de o fundo de pensão ser independente e, portanto, estar fora da alçada do presidente Lula neste quesito de auditoria. “Quem poderia fazer este pedido é a Secretaria de Previdência Complementar, que também já nos acompanha”, disse. Fontes também negou a acusação de que estaria ligado ao PT e que por isso haveria uma disputa pelo comando da Fundação. “Isso absolutamente não existe”, disse, lembrando que quando entrou no Fundo, em 2004, substituiu gestão petista que havia feito operações com o Banco Santos, que se reverteram em prejuízos para a instituição. “Digamos que eu também não fui muito querido lá”.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 04.03.09

julho 13, 2008

No passado, a explicação do presente: Memorial sobre a atuação de Dantas e do Opportunity ( 2005 )

O destaque em vermelho é meu.
ANAPAR apresenta Memorial sobre a atuação do banqueiro Daniel Dantas e do Grupo Opportunity
Boletim Eletrônico ANAPAR
21/09/2005 – Ano V – Nº 176
A ANAPAR apresentou, a deputados e senadores, um Memorial sobre a atuação do banqueiro Daniel Dantas e do Grupo Opportunity. O documento foi elaborado a partir de farto material divulgado por grandes veículos de imprensa brasileiros e de processos, inquéritos e investigações públicos feitos pela Polícia Federal, Comissão de Valores Mobiliários e tribunais brasileiros. O objetivo é elucidar a atuação do Opportunity e de seu controlador, Daniel Dantas, nas empresas em que aparece como sócio de doze fundos de pensão brasileiros. Previ, Petros, Funcef, Centrus, Eletrocee, Celos, Forluz, Fundação Copel, Fachesf, Valia, Telos, Sistel e Fundação 14 aplicaram recursos em um fundo de investimentos, conhecido originalmente por CVC Nacional e atualmente como FIA, e em participações diretas em seis empresas – Brasil Telecom, Telemig Celular, Amazônia Celular, Santos Brasil, Metrô do Rio de Janeiro e Sanepar. O Citibank também aportou recursos em outro fundo – CVC Equity Partners, o fundo estrangeiro – que participa das mesmas empresas. Estes dois fundos foram administrados pelo Opportunity, que também controla um terceiro – Opportunity Fund, com sede nas Ilhas Cayman. Dantas montou uma teia de empresas de participação administradas por seus prepostos, sempre em benefício do chefe e em prejuízo dos fundos de pensão e dos demais sócios. Estas empresas nunca pagaram dividendos aos fundos. Em 2003 os fundos de pensão conseguiram afastar o Opportunity da administração do fundo FIA, por irregularidades na administração e descumprimento de dever fiduciário. Em março de 2005 o Citibank, até então aliado de Dantas, também o afastou, por medida judicial, do controle do CVC estrangeiro e move contra ele ação de indenização de cerca de US$ 300 milhões. Desde então, sucessivas assembléias vêm afastando os prepostos do Opportunity do comando das empresas de participação. No dia 30 de setembro será realizada a assembléia da Brasil Telecom, maior e mais importante das empresas. A cada dia novos prejuízos, irregularidades e descalabros praticados pelos comandados de Dantas são revelados. Os gastos irregulares e exorbitantes com advogados, aviões, taxas de administração, comissões e outras rubricas chegam a centenas de milhões de reais, sempre em prejuízo dos fundos de pensão e outros investidores. O Opportunity e seus controladores foram indiciados, acusados ou condenados em processos no Brasil, nos Estados Unidos e nas Ilhas Cayman. Várias são as acusações: roubo de documentos, falsificação de documentos e provas, descumprimento de dever fiduciário, administração irregular, investigação ilegal de membros do governo e de outras instituições, escuta telefônica clandestina, descumprimento de decisões judiciais, formação de quadrilha, participação irregular de brasileiros em fundos de investimento destinados a estrangeiros, dentre outras.
CPMI pode ajudar a clarear muitas questões – Hoje, dia 21 de setembro, Daniel Dantas prestará depoimento em sessão conjunta das CPMIs do Mensalão e dos Correios. Muitas questões precisam ser respondidas por ele e as comissões parlamentares têm poderes para solicitar documentos e informações, tais como as investigações realizadas pela Kroll e pelo espião de origem israelense Avner Shemesch; a interferência de membros do governo FHC no processo de privatização das empresas de telefonia, em benefício do Opportunity; os investidores brasileiros que aplicaram recursos no Opportunity Fund, sediado no paraíso fiscal das Ilhas Cayman; os depósitos de pelo menos R$ 165 milhões, feitos pela Brasil Telecom, Telemig Celular e Amazônia Celular nas contas das empresas de Marcos Valério, depósitos que acontecem desde 1998, logo após a privatização das teles; os vôos feitos pelos aviões do Consórcio Voa Brasil, de propriedade das três empresas controladas pelo Opportunity – há suspeitas de vôos para paraísos fiscais e para regiões onde as empresas proprietárias não operam, muitas vezes com boa freqüência de políticos e figuras ilustres; os acordos e práticas lesivas aos fundos de pensão e demais sócios – Citibank, Telecom Itália e outros. É preciso, ainda, abrir os dados das contas 368 nas Ilhas Cayman, movimentadas pela irmã de Daniel, Verônica Dantas, para sabermos quem são os investidores do Opportunity Fund. Muitas questões precisam ser esclarecidas, inclusive a tentativa de venda da Telemig Celular para a Vivo, sem consulta aos demais sócios. Há graves suspeitas de que o Opportunity utilizaria o dinheiro desta venda para comprar a participação do Citibank na Brasil Telecom. Pagamento que seria feito com dinheiros dos outros, como ocorreu no leilão de privatização. As CPMIs precisam pedir os dados do Hard Disk de computador apreendido pela Polícia Federal durante as investigações envolvendo escutas clandestinas. Muitas revelações poderão ser feitas. É muito provável que o depoente – munido de hábeas corpus concedido pelo ministro do STF Gilmar Mendes – queira jogar uma cortina de fumaça sobre todas estas informações, sem responder a questões formuladas. A história e os fatos dirão. 400 mil participantes de 12 fundos de pensão querem ver levantados os prejuízos causados aos seus investimentos, e se irregularidades forem comprovadas, que os fundos sejam indenizados.

novembro 13, 2007

Telecom Italia é investigada por espionagem

SÃO PAULO – A Telecom Italia está sendo investigada, na Itália, acusada de espionar competidores na Europa e no Brasil.
Segundo reportagem da revista italiana “L’Espresso”, a Telecom Italia contratou hackers para invadir máquinas de terceiros e obter informações confidenciais.
A revista, citando documentos obtidos junto a polícia italiana, afirma que alguns diretores da empresa italiana acessaram informações sobre operações das concorrentes Telefónica e América Móvil.
No Brasil, Embratel, Vivo e Telemar (Oi) também foram alvo da espionagem. As investigações culminaram com a prisão de três hackers italianos acusados de participar do esquema de espionagem.
Os casos de espionagem teriam se concentrado no período entre 2003 e 2005, diz a revista italiana “L’Espresso”.
No Brasil, a Telecom Italia esteve envolvida em outro escândalo de espionagem, desta vez envolvendo o controle da Brasil Telecom, empresa onde o grupo italiano tinha participação acionária e dividia o controle com outros investidores, como o Citigroup, o grupo Opportunity e fundos de pensão brasileiros.
Felipe Zmoginski, do
Plantão INFO

Terça-feira, 13 de novembro de 2007

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