ENCALHE

setembro 3, 2009

PULITZER: BLOG CONSEGUE, EM PRIMEIRA MÃO, DIVULGAR O FAMIGERADO BILHETE EM FOLHA DE CADERNO, EM QUE TRAFICAS CONVOCAM A POPULAÇÃO DE HELIOPOLIS!!

Vale um Pullitzer. Ou melhor, um “Prêmio José Serra“, vulgo “Framboesa de Ouro”

SITE: QUANTO TEMPO DURA

julho 17, 2009

A presidente da ONG Tabajara que "premiou" Serra com a "Framboesa de Ouro" tem capivara bem antiga

O texto a seguir, publicado em 09 de Julho [ OPS! ] de 2007 foi tirado do site INFONET, e foi assinado por Cláudio Nunes. Não sei se entrou, mas de acordo com essas informações, bem que essa ONG poderia ter entrado nas investigações da CPI das ONGS, aquela que a tucanalha e os demos tanto acalentavam.

Deisi, maternidade e Via rápida
Em 29 de agosto do ano passado [ N do B: Ou seja, 2006 ] este espaço denunciou que Deisi Noeli, da OMF, tinha problemas judiciais em Curitiba. Agora a Controladoria e o MP devem denunciar Deisi porque não aplicou corretamente cerca de R$ 6 milhões do governo do estado na maternid…
09/07/2007
Sem duvida nenhuma o povo sergipano é hospitaleiro até demais. Recebe a todos que chegam aqui não só de braços abertos, mas abre seu coração numa característica impar em todo país. Porém, por conta deste jeito sem maldade e com uma certa ingenuidade, algumas pessoas – principalmente ditas “autoridades” chegam aqui e tentam passar a perna não só nos sergipanos, mas nos recursos públicos.
É o caso da senhora Deisi Noeli Kustra, responsável pela ONG, Organização Mundial da Família – OMF. Na semana passada auditoria da Controladoria Geral do Estado – CGE, descobriu que dos recursos repassados para a OMF, pelo governo passado, para construir a maternidade Nossa Senhora de Lourdes, cerca de R$ 6 milhões foram aplicados irregularmente. Ou seja, a CGE, defende que esses recursos sejam devolvidos aos cofres públicos, corrigidos monetariamente.
Em 29 de agosto do ano passado, este espaço publicou duas notas mostrando que a Deisi Noeli tinha problemas com a Justiça em Curitiba. Leia o texto:
“Deisi Noeli Weber Kusztra vai ter que prestar contas do período em que foi diretora geral da Associação Sazza Lates. A decisão é referente ao processo que tramitava desde 2003 na décima oitava vara cível. Deise dirigiu a entidade filantrópica de 1987 até 2000. O diretor que assumiu no lugar dela, Paulo Azzolini, diz ter encontrado a Saza Lattes com um furo de R$ 592 mil no caixa. Paulo Azzolini diz que boa parte da quantia saiu da entidade através de cheques de R$ 40 mil cada que eram descontados por um funcionário. Foram sete cheques descontados entre fevereiro e setembro de 2000. Outra fraude freqüente, segundo Paulo Azzolini, era a movimentação de recursos para pessoas e entidades sem qualquer relação com a Saza Lattes. Esse tipo de movimentação teria sido constatado em uma auditoria que revelou que o buraco no caixa da associação era ainda maior. A reportagem da rádio CBN tentou contato com Deisi Noeli Weber Kusztra através de um telefone residencial registrado no nome dela, mas ninguém atendeu. A reportagem também tentou falar com Deise Weber pelo celular, que estava desligado. A direção atual da Saza Lattes disse ter conhecimento da denúncia contra a gestão de Deise mas que desconhecia a decisão da justiça”.
Foi essa senhora que anunciou ao governo passado, que tinha cerca de R$ 1 bilhão (US$ 470 milhões) para erradicar a miséria em Sergipe através do programa “Via Rápida”, da ONU. O então candidato João Alves Filho, fez deste R$ 1 bilhão uma de suas principais metas de campanha.
A coluna fez um questionamento no final de setembro ao Centro de Informações da ONU e recebeu a informação de que a Organização Mundial da Família, OMF, é uma ONG, que não pertence ao sistema das Nações Unidas. Ou seja, contra fatos não há argumentos.
Agora Deisi tem que se explicar ao Ministério Público Estadual e ao atual governo. É preciso uma punição exemplar para que pessoas deste tipo deixem de pensar que Sergipe é um Estado de tolos onde se adquirir recursos públicos ludibriando a todos. A punição de Deisi Noeli deve ser apenas a primeira parte deste processo, que pode chegar também ao ordenador de despesas, já que foi feito um convênio sem licitação com uma ONG que já estava sob suspeita no Paraná.
LEITURA COMPLEMENTAR:
Cúpula Mundial da Família +5
Istambul, Turquia – Dezembro 4-6
Conferência de Imprensa anuncia oficialmente a Cúpula Mundial da Família +5
SITE DO UNAPMIF [ "União Nacional das Associações de Proteção à Maternidade, Infância e Família e Entidades Sociais Afins / Status consultivo especial junto às Nações Unidas" ], onde Dra. Daisi figura como “Dra. Deisi Kusztra – Diretora Executiva”
Brasil sedia “Cúpula Mundial da Família +1″, em Aracaju (SE )
STF, 08.12.05

"TAXA DA LUZ" DE PROFISSIONAIS: APAGÃO ELÉTRICO DE FHC CUSTOU AO PAÍS R$ 45 BILHÕES! MAIS UM "FRAMBOESA DE OURO" PRO PSDB!

E a taxa da luz da Marta Suplicy custava R$ 3,50 por residência…

Cadê o eleitorado paulistano da classe média, que só sabe reclamar? Cadê sua “indignação”? Se botarmos no papel, quantas gerações de brasileiros terão pago, em “taxas de luz” no valor de R$ 3,50, e durante quanto tempo, para perfazer o montante de dinheiro equivalente a esse que o apagão nos fez perder?
Um recorde desses merece um prêmio, uma comenda, já que tá na moda mesmo. E, de novo, também neste caso, o “premiado” será um tucano. Gente voraz, esses tucanos!

“FRAMBOESA DE OURO” para o governo FHC, pela performance em “O Apagão Maldito”
Apagão de energia elétrica custou ao país R$ 45 bilhões, conclui TCU
BRASÍLIA – O apagão de energia elétrica, ocorrido entre 2001 e 2002, custou R$ 45,2 bilhões. A conclusão é do Tribunal de Contas de União (TCU) que divulgou, ontem, um relatório sobre os efeitos daquela crise nas empresas, no governo e para os consumidores.
Segundo o TCU, a maior parte do prejuízo foi paga pelos contribuintes. Os consumidores pagaram 60% do prejuízo do apagão de energia por meio de aumentos nas contas, o chamado repasse tarifário. Esse percentual equivale a R$ 27,12 bilhões.
O restante foi custeado pelo Tesouro Nacional, o que também onerou os contribuintes. O relatório lembra que o Tesouro fez aportes em diversas companhias através do BNDES e pela Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial (CBEE) – empresa criada durante a crise para administrar o valor do ” seguro apagão ” , quantia cobrada dos consumidores para fazer frente a eventuais dificuldades no setor. O tribunal verificou ainda que os R$ 45,2 bilhões permitiriam a construção de seis usinas como a hidrelétrica de Jirau, que será erguida no rio Madeira.” A população brasileira sofreu com o racionamento de energia ” , disse o ministro Walton Alencar Rodrigues, relator do processo no TCU. Ele lembrou que a atividade econômica teve uma redução no período do apagão. A taxa de crescimento da economia caiu de 4,3%, em 2000, para 1,3%, em 2001.
Com ela adveio problemas como desemprego, redução da competitividade do produto nacional, diminuição do ritmo arrecadatório, entre outros” , afirmou o ministro.
O relatório contém recomendações para evitar que ocorram apagões no futuro. Para Rodrigues, o governo deveria aumentar o orçamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), órgão responsável por fiscalizar as empresas do setor.
“Cabe a essa importante agência regular e fiscalizar esse mercado que movimenta anualmente cerca de R$ 90 bilhões somente em compra e venda de energia elétrica ” , advertiu. No entanto, a Aneel obteve orçamento de apenas R$ 365 milhões para 2008, dos quais R$ 150 milhões foram gastos, pois o restante foi contingenciado (retido) pelo governo para outras atividades.
O TCU recomendou à Casa Civil que faça uma análise geral das condições de trabalho no Ministério das Minas e Energia (MME), na Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e na Aneel. O objetivo é verificar se esses órgãos possuem estrutura organizacional, física e de pessoal adequadas para fiscalizar o setor. Segundo o tribunal, a Casa Civil deve promover ” melhoramentos, se for o caso, de forma a mitigar os riscos futuros de uma crise energética ” .
As recomendações serão enviadas à ministra Dilma Rousseff, que ocupou o comando do MME durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2005. O ministro José Jorge, hoje, no TCU foi, durante a crise, titular da pasta de Minas e Energia. Ele participou do julgamento e endossou o voto a favor dos alertas à Casa Civil.
( Juliano Basile Valor Econômico)

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