Dois economistas da Universidade de Minnesota ( EUA ) afirmam que essa coqueluxe do etanol produzido a partir do milho tem o potencial de fazer milhões passarem fome. A demanda de milho para a produção do combustível fez disparar as cotações do grão. Assim dizem os economistas C. Ford Runge e Benjamin Senauer, em artigo publicado na edição de 25 de Abril da revista Foreign Affairs. Os prejudicados serão, óbvio, os povos pobres.
Em um estudo de 2003, eles mostraram que, mantida a produção agrícola de modo que seus preços se mantivessem estáveis, o número de famintos poderia se reduzir em cerca de 23% até 2025, atingindo o ainda horroroso número de 625 milhões de pessoas. Mas a demanda pelo biodiesel e o conseqüente aumento de preços põe abaixo a perspectiva de que isso ocorra. Também leva-se em consideração o fato de que , nos EUA, a produção de milho, em maior proporção, não é para o consumo humano mas sim, para o animal e que essas cotações animadoras estão fazendo muitos fazendeiros abandonarem outros cultivos.
ATENÇÃO: O texto original [ em inglês ] em que este post foi baseado, encontra-se clicando aqui. Certamente a tradução foi bem capenga portanto, recomenda-se a leitura do original.

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