Esta semana, a edição de Carta Capital nos traz um belíssimo ensaio de Antonio Luiz M. Costa, em que mostra, breve mas profundamente, o histórico da dependência do homem urbano moderno pelo automóvel, fator principal também pelo desenvolvimento do modo de produção em massa, a partir do que se veio chamar “fordismo”.
Falei certo, será?
Continuando…
Bem, no artigo, compara-se o automóvel a um deus a quem nos oferecemos em sacrifício, questiona a aparente “aceitação” social das cifras de milhares de acidentados e mortos em decorrência do trânsito e ( tá na rede !!!) ainda questiona a suposta superioridade do carro, na questão comparativa com outros meios de transporte, quanto à sua real serventia e utilidade, pelo que se propõe conquistar a seu proprietário, mas não cumpre: mobilidade, beleza, macheza, modernidade, superioridade social, essas merdas que a propaganda mostra. Mas não saõ os únicos pontos discutidos. Clique no link e leia na íntegra.
Vou fazer um raciocínio:
Carros andam mais e melhor;
Quem tem carro, chega mais cedo do que quem vai de ônibus;
As pessoas, cansadas do transporte público, compram carros para conseguir chegar mais cedo e rápido no destino;
Logo, a solução para o trânsito é termos mais carros circulando nas ruas, pois:
mais carro, menos trânsito

TRIVELA
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CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
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