ENCALHE

agosto 4, 2009

"Governador José Serra promete pagar R$ 7 mil a professores daqui a 12 anos!" – Do blog ENTRELINHAS

( Surrupiado ao blog ENTRELINHAS. Imagem acrescentada à parte. )

Governador José Serra promete pagar R$ 7 mil a professores daqui a 12 anos!
Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
A matéria abaixo é manchete da Folha Online neste começo de madrugada. Parece uma ótima ação do governador de São Paulo e presidenciável tucano José Serra. Mas ao ler a matéria com atenção, o leitor vai se deparar com a informação de que “o processo vai demorar 12 anos, dividido em quatros exames a cada três anos”. Ou seja, o pobre do professor vai levar mais de uma década para chegar aos tais R$ 7 mil. Serra deve pensar que o professorado é constituído por um bando de panacas…
PS às 12h de segunda-feira (3/08): até que a Folha de S. Paulo pegou leve na propaganda do novo programa do governador paulista – deu na primeira página, mas de forma discreta. Este blog ia sugerir manchete em seis colunas: “Serra pagará R$ 7 mil a professores de SP no ano de 2021″, mas os editores certamente não iriam gostar. Mas o mais interessante de tudo é imaginar o que aconteceria se tal programa tivesse sido lançado pelo presidente Lula e direcionado ao funcionalismo federal. Será que algum colunista aventaria a hipótese de chamar a coisa pelo nome, isto é, de demagogia. Porque é óbvio que não passa pela cabeça de ninguém imaginar que o governador Serra, homem sério que é, seja capaz de uma ação deste tipo, não é mesmo?

“Sete mil reais…mansão…iate…”, sonha a professora com os dias de fartura que virão

Salário de professor pode chegar a R$ 7 mil em São Paulo
GILBERTO DIMENSTEIN
Colunista da Folha Online
O governador de São Paulo, José Serra, vai lançar na próxima terça-feira projeto para que um professor da rede estadual tenha um salário de até R$ 7 mil e um diretor, R$ 8 mil –os valores são cerca do dobro que essas categorias atingem atualmente, depois de chegar ao máximo da carreira.
Mas, para chegar lá, eles terão de submeter a vários testes, não faltar às aulas e ficar pelo menos três anos na mesma escola. Foi o jeito encontrado de reduzir a rotatividade e o absenteísmo, além de estimular a formação.
Todo o processo vai demorar 12 anos, dividido em quatros exames a cada três anos. Se aprovado, o candidato terá um aumento de 25% no salário. Mas a nota exigida será maior a cada exame, indo de 6 a 9, tornando mais difícil atingir o salário máximo.
Uma das ideias é fazer com que os professores e diretores sejam ajudados presencialmente ou em cursos a distância a realizar os exames.
Ninguém será obrigado a fazer os exames, mas, aí, terá se submeter aos aumentos regulares, baseados em tempo de serviço e diplomas –um professor com 40 horas/aulas ganha, no final da carreira, cerca de R$ 3.800 mensais.
A educação é apontada como uma das áreas mais vulneráveis [ grifo deste blog, que considera "vulnerável" um eufemismo ] da gestão do PSDB em São Paulo –a imensa maioria dos alunos sai do ensino médio sem saber ler e escrever adequadamente. Neste ano, foi lançada a obrigatoriedade para que todo professor que passe no concurso tenha de ficar pelo menos quatro meses estudando até ir para sala de aula.

maio 19, 2009

JOSÉ SERRA JORNALEIRO: GOVERNO DISTRIBUIRÁ JORNAIS E REVISTAS DO PIG NAS ESCOLAS, SEM RESISTÊNCIAS! QUANDO ESSA TORTURA IRÁ ACABAR?

Essa “notícia” saiu na Folha. Sabe qual o espaço que o Ditabranda News dedicou a ela? Uma área do jornal do tamanho do mouse do computador que estou usando agora. NADA, enfim. Completamente escondido. Até me espanta terem publicado.
O meu, o seu, o nosso dinheiro dos impostos [ dessa vez até eu vou aderir a esse discurso ] sendo mais uma vez mal-empregado por este governo nefasto do sr. Serra. Quais os critérios para selecionar as publicações que serão distribuídas às escolas? Aliás: quem disse que precisa dessas porcarias, quando tem escola em que aluno, pai e professor tem que fazer a faxina por falta de pessoal? Esse senhor quer destruir o ensino, e ( principalmente ) encher a burra dos srs. Civita, “Ditabranda” Frias, Marinho, Tanure. Como é que ele ousa gastar meu dinheiro comprando jornais golpistas, que ficam inventando histórias, mudando a História, fazendo complôs e dando dicas para pessoas como o Daniel Dantas? A relação promíscua entre este fracassado e a imprensa é quase incestuosa. Tudo em família.
CPI do Imprensalão tucano JÁ!!

Secretaria de SP distribuirá jornais nas escolas
Data: 17/05/2009
FOLHA DE S. PAULO – SP
Editoria: COTIDIANO
Educação [ sic ]
A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo fechou acordo para distribuir exemplares dos jornais Folha de S.Paulo e “O Estado de S. Paulo” a todas as 5.449 escolas da rede.
Também serão fornecidas edições das revistas “Época”, “Veja” e “IstoÉ”.
As publicações ficarão em salas de leitura das escolas, que contam também com livros, vídeos, DVDs e CDs.
Os exemplares começam a ser distribuídos amanhã. O acordo foi feito por meio da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (órgão responsável por viabilizar a execução dos projetos definidos pela pasta).
REFRESCO:
NINGUÉM LÊ, MESMO!!
Folha tem a melhor imagem nas classes A e B de São Paulo [ Folha, 17.05.09 ]
Se vocês desejarem ler a matéria do link, façam. Trata-se de uma pesquisa feita pelo “Research International”, contratada pela Folha, e apurou…
Agora me dei conta: eu não sei exatamente qual era o objetivo da pesquisa, o que eles queriam realmente apurar em primeiro lugar. Olhem:
“( … ) Convidados a dar sua opinião, “mesmo que apenas de ouvir falar”, sobre uma série de tópicos relativos à qualidade dos veículos ( … )”.
A Folha, pelo que pude entender, está fazendo o uso que lhe é possível fazer com os resultados. Um exemplo disso, tirado da matéria:
“( … ) Do total de entrevistados pela consultoria (750), 76% disseram ler algum jornal impresso. A Folha é lida por 38%, enquanto 24% leem o “Estado de S. Paulo” ( … )”.
Só que o mais interessante, aparentemente saiu apenas no jornal impresso: os gráficos.
Um deles, bem revelador, parece desmentir o excerto reproduzido logo acima. E está bem no pé da página:
“MEIOS QUE [ O ENTREVISTADO, classes A e B, 750 pessoas ] UTILIZA COM MAIOR FREQÜENCIA – Dos meios de comunicação que eu vou citar, qual você usa com mais freqüência para se manter informado?”
- 37% – INTERNET
- 34% – TV ABERTA
- 12% – TV POR ASSINATURA
- 08% – RÁDIOS
- 08% – JORNAIS
- 01% – REVISTAS
A menos que eu esteja enganado, a Folha está usando do seguinte expediente: fomenta uma suposta rivalidade/ comparação com o também horroroso Estadão, em que supera este em “todos os critérios” qualitativos. Mas ocorre que reina sobre o nada, já que – concluo eu – a freqüência em que o entrevistado procura os jornais, “para se manter informado”, é infinitamente menor que a consulta a outros meios, como a Internet e mesmo a TV aberta. Se fú, meu.
Bom, tirem suas conclusões e, qualquer coisa, mantenham-nos informados, por favor.

JOSÉ SERRA JORNALEIRO: GOVERNO DISTRIBUIRÁ JORNAIS E REVISTAS DO PIG NAS ESCOLAS, SEM RESISTÊNCIAS! QUANDO ESSA TORTURA IRÁ ACABAR?

Essa “notícia” saiu na Folha. Sabe qual o espaço que o Ditabranda News dedicou a ela? Uma área do jornal do tamanho do mouse do computador que estou usando agora. NADA, enfim. Completamente escondido. Até me espanta terem publicado.
O meu, o seu, o nosso dinheiro dos impostos [ dessa vez até eu vou aderir a esse discurso ] sendo mais uma vez mal-empregado por este governo nefasto do sr. Serra. Quais os critérios para selecionar as publicações que serão distribuídas às escolas? Aliás: quem disse que precisa dessas porcarias, quando tem escola em que aluno, pai e professor tem que fazer a faxina por falta de pessoal? Esse senhor quer destruir o ensino, e ( principalmente ) encher a burra dos srs. Civita, “Ditabranda” Frias, Marinho, Tanure. Como é que ele ousa gastar meu dinheiro comprando jornais golpistas, que ficam inventando histórias, mudando a História, fazendo complôs e dando dicas para pessoas como o Daniel Dantas? A relação promíscua entre este fracassado e a imprensa é quase incestuosa. Tudo em família.
CPI do Imprensalão tucano JÁ!!

Secretaria de SP distribuirá jornais nas escolas
Data: 17/05/2009
FOLHA DE S. PAULO – SP
Editoria: COTIDIANO
Educação [ sic ]
A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo fechou acordo para distribuir exemplares dos jornais Folha de S.Paulo e “O Estado de S. Paulo” a todas as 5.449 escolas da rede.
Também serão fornecidas edições das revistas “Época”, “Veja” e “IstoÉ”.
As publicações ficarão em salas de leitura das escolas, que contam também com livros, vídeos, DVDs e CDs.
Os exemplares começam a ser distribuídos amanhã. O acordo foi feito por meio da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (órgão responsável por viabilizar a execução dos projetos definidos pela pasta).
REFRESCO:
NINGUÉM LÊ, MESMO!!
Folha tem a melhor imagem nas classes A e B de São Paulo [ Folha, 17.05.09 ]
Se vocês desejarem ler a matéria do link, façam. Trata-se de uma pesquisa feita pelo “Research International”, contratada pela Folha, e apurou…
Agora me dei conta: eu não sei exatamente qual era o objetivo da pesquisa, o que eles queriam realmente apurar em primeiro lugar. Olhem:
“( … ) Convidados a dar sua opinião, “mesmo que apenas de ouvir falar”, sobre uma série de tópicos relativos à qualidade dos veículos ( … )”.
A Folha, pelo que pude entender, está fazendo o uso que lhe é possível fazer com os resultados. Um exemplo disso, tirado da matéria:
“( … ) Do total de entrevistados pela consultoria (750), 76% disseram ler algum jornal impresso. A Folha é lida por 38%, enquanto 24% leem o “Estado de S. Paulo” ( … )”.
Só que o mais interessante, aparentemente saiu apenas no jornal impresso: os gráficos.
Um deles, bem revelador, parece desmentir o excerto reproduzido logo acima. E está bem no pé da página:
“MEIOS QUE [ O ENTREVISTADO, classes A e B, 750 pessoas ] UTILIZA COM MAIOR FREQÜENCIA – Dos meios de comunicação que eu vou citar, qual você usa com mais freqüência para se manter informado?”
- 37% – INTERNET
- 34% – TV ABERTA
- 12% – TV POR ASSINATURA
- 08% – RÁDIOS
- 08% – JORNAIS
- 01% – REVISTAS
A menos que eu esteja enganado, a Folha está usando do seguinte expediente: fomenta uma suposta rivalidade/ comparação com o também horroroso Estadão, em que supera este em “todos os critérios” qualitativos. Mas ocorre que reina sobre o nada, já que – concluo eu – a freqüência em que o entrevistado procura os jornais, “para se manter informado”, é infinitamente menor que a consulta a outros meios, como a Internet e mesmo a TV aberta. Se fú, meu.
Bom, tirem suas conclusões e, qualquer coisa, mantenham-nos informados, por favor.

maio 12, 2009

Folha começa a questionar a "delação premiada", sabe-se-lá por que e por quem

Delação premiada divide juízes e advogados
Cada magistrado usa um modelo próprio, pois lei que estabelece o instituto não diz de que forma ele deve ser aplicado
Participação dos juízes [ Ahhhhh, entendi!!!... ] na delação é um dos pontos que mais recebem críticas; o argumento é que isso comprometeria sua isenção [ sic! ]
A falta de regulamentação sobre o instituto que prevê a colaboração de criminosos como testemunha contra seus cúmplices (delação premiada) tem gerado polêmica [ UII!! ] entre juízes e advogados, que se acusam nos bastidores de colocar em risco a segurança jurídica [ OPS! Agora o caos se instalou, as instituições ruirão, a civilização desaparecerá e... ].
A discussão se concretizou após o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP e MS) suspender
um processo que tramitava contra doleiros porque um dos acusados virou colaborador e passou a ser julgado em procedimento paralelo e sigiloso.
Advogados dos demais réus na operação batizada de Kaspar 2 [ OBS: que resultou na Operação "Castelo de Areia", em que foram presos diretores da construtora Camargo Correareclamaram da falta de acesso ao depoimento secreto, dizendo que isso inviabilizaria a defesa de seus clientes. O argumento fez com que o TRF suspendesse os dois processos.
"É direito do meu cliente saber qual será a fórmula usada pelo juiz para aplicar a sentença de todos os réus, inclusive do delator. Acho uma imoralidade o Estado incentivar a traição", afirma o advogado Eduardo Carnelós.
Ameaça
A delação tem amparo na lei nº 9.807/99 [ ou seja, dez anos depois, sem ter havido marola nesse meio tempo, começou-se a achar que a lei é "falha" ], que diz que o réu que ajuda a identificar ex-cúmplices ou a recuperar verbas desviadas pode ser beneficiado pela redução de pena ou pelo perdão judicial. O caso da Kaspar 2 ainda será julgado pelo TRF, mas autoridades do Judiciário, da Procuradoria e da PF veem uma ameaça ao instituto.
“O problema é que nossa lei é falha, ela só diz qual o resultado da delação, não como se faz”, diz o procurador da República na Bahia Vladimir Aras, que participa de um grupo que apresentará projeto de regulamentação.
Sem uma lei completa, cada juiz adota um modelo próprio, baseado em analogias com leis e experiências de outros países.
No Paraná, o modelo aplicado é o do contrato. O Ministério Público, responsável pela acusação formal contra os réus, oferece a delação e se compromete, por escrito, a pleitear na Justiça os benefícios.
“Isso [o acordo] deve ser levado ao conhecimento do juiz tão logo seja possível e aí pode-se solicitar sua homologação”, diz o juiz federal Sérgio Fernando Moro, do Paraná.
O contrato, no entanto, não significa uma obrigatoriedade do juiz em cumpri-lo. Isso dependerá de uma avaliação sobre a efetiva colaboração.
Em São Paulo, o juiz federal Fausto De Sanctis [ tava na cara que a Folha ia chegar nele... ]participa de reuniões de delação, mas sem assinatura de contrato. O benefício só é concedido se a colaboração for considerada efetiva.
A participação do juiz [ leia-se: " falamos sobre a participação, especificamente, de De Sanctis no caso" ] é um dos pontos mais criticados. Muitos [ por exemplo, a Folha ]entendem que isso compromete a isenção. Para o procurador da República Rodrigo de Grandis, o acordo deve ser entre Ministério Público, réu e advogado. “O juiz ficaria como guardião do acordo, saberia da existência, mas não se envolveria sobre o mérito.”
Para advogados, a delação rompe com o princípio da proporcionalidade da pena, pois trata diferentemente réus que cometeram os mesmos crimes. ( FOLHA DE S. PAULO, 10/05/2009 )
LEITURA COMPLEMENTAR:
Castelo de Areia
Delação premiada motivou início das investigações da PF
O estopim da Operação Castelo de Areia, que prendeu diretores da Camargo Corrêa, foi o depoimento de um réu que é processado por suposto envio ilegal de dinheiro ao exterior e que foi preso na Operação Kaspar.
Para tentar atenuar uma eventual condenação, em fevereiro, o denunciante apontou o doleiro Kurt Paul Pickel como o suposto operador da construtora no envio ilegal de valores para o exterior.
A partir disso, a Polícia Federal obteve a quebra do sigilo telefônico de Kurt e chegou a diretores da Camargo.
O instrumento que permite a ajuda de réus é a delação premiada. No início dos autos, a PF disse que a apuração começou com denúncia anônima. O objetivo seria proteger a identidade do réu.
No dia 24, a defesa de Kurt pediu à desembargadora Cecília Mello, do TRF da 3ª Região, a anulação da Castelo sob o argumento de que a investigação começou com denúncia anônima. O pedido ainda não foi analisado. ( FOLHA DE SÃO PAULO, 30/04/09 )
“Foco da operação não era a doação de campanha feita pela empreiteira a partidos políticos”, disse Tarso: Ministro da Justiça e PF defendem legalidade da Operação Castelo de Areia, 28.04.09
Consultor de múlti que fornece material escolar, Paulo Renato assume Educação de São Paulo
O ex-ministro de FHC e deputado federal Paulo Renato Souza (PSDB/SP) tomou posse, na segunda-feira (13), como novo titular da Secretaria de Educação de São Paulo.
“Sou daqueles brasileiros que ardentemente clamam por uma mudança de rumo em nosso país. Mudança para elevar o padrão ético e republicano da nossa vida pública”, discursou o tucano, usando sua fala para denegrir o governo Lula.
Paulo Renato, que substituiu Maria Helena de Castro – que deixou o cargo após o fiasco dos livros enviados às escolas com erros de geografia e encomendados sem licitação – é dono da PRS Consultores, empresa que presta serviços à Editora Moderna, pertencente à espanhola Santillana. Somente este ano, a Moderna detém um contrato de venda de R$ 78,8 milhões para fornecer 18,2 milhões de exemplares, quase um terço dos livros distribuídos aos alunos da rede pública, incluindo os das escolas de São Paulo.
Segundo o deputado estadual Simão Pedro (PT), presidente da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Estado, a nomeação é preocupante. “Já conhecemos o professor Paulo Renato e sabemos da sua visão de educação como mercadoria e seus compromissos com o setor privado, inclusive há denúncias de que ele é sócio de empresas fornecedoras de materiais para a pasta que comandará”, disse.
Citado na Operação Castelo de Areia como tendo recebido R$ 100 mil da empreiteira Camargo Corrêa, Paulo Renato foi derrotado na disputa pela liderança do partido na Câmara, em fevereiro. Tentou articular um movimento para destituir seu oponente, José Aníbal, mas não conseguiu atingir seu intento.
Assim, no plano político sua nomeação para a Secretaria é vista como mais uma manobra do governador José Serra para acomodar disputas internas que poderiam atrapalhar suas pretensões à sucessão presidencial. Tendo em vista, inclusive, que o próprio Serra já andou vazando um dossiê sobre o colega tucano, onde consta que o ex-ministro deveria explicações sobre inusitadas liberações de financiamentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no período em que ocupou a gerência de operações do banco. ( Hora do Povo, 15.04.09 )
Operação “Castelo de Areia” atinge Camargo Corrêa
Terra, 25 de março de 2009

abril 9, 2009

Jornalista acusa Folha de manipular entrevista para prejudicar Dilma Rousseff

Indignado com a reportagem “Grupo de Dilma planejou sequestro de Delfim Netto”, publicada na Folha de S. Paulo de 05/04, o jornalista Antonio Roberto Espinosa, que concedeu entrevista para o jornal, acusa o diário, na Carta de Leitores da edição desta quarta-feira, de ter manipulado as informações que passou à repórter Fernanda Odilla. Ele também se queixa de ter a primeira carta enviada recusada – publicada na íntegra em blogs como o de Luís Nassif.
Segundo o jornalista, o jornal “transformou um não fato do passado (o sequestro que não houve) num factóide do presente (o início de uma sórdida campanha), que vai desacreditar ainda mais o jornal da ‘ditabranda’”.
Seu objetivo com a carta, segundo o próprio Espinosa, é “amenizar os danos à imagem e à honra da ministra Dilma Rousseff”. A entrevista, conta na primeira carta, tratava da história da VAR-Palmares, uma organização política de resistência ao regime militar e da qual Dilma fazia parte. Espinosa foi o responsável nacional pelo setor militar da organização e assume todas as iniciativas que dali partiram contra a ditadura.
Ele também questiona as investigações feitas por telefone pela repórter, chamando o trabalho de “fonoportagem”.
Ainda na primeira carta, publicada em blogs, o autor se diz chocado com “a seleção arbitrária e edição de má-fé da entrevista, pois, em alguns dias e sem recursos sequer para uma entrevista pessoal – apelando para telefonemas e e-mails, e dependendo das orientações de um jornalista mais experiente, no caso o próprio entrevistado -, a repórter chegou a conclusões mais peremptórias do que a própria polícia da ditadura, amparada em torturas e num absurdo poder discricionário”.
Em sua defesa, Fernanda diz que a reportagem “não afirmou que Dilma Rousseff planejou o sequestro de Delfim Netto. Trouxe, sim, declarações do ex-dirigente da VAR-Palmares, que, pela primeira vez, assumiu que o plano existia e que ele foi seu coordenador. À Folha, Espinosa disse que, no final de 1969, todas as tarefas ( as ‘políticas’ e o ‘foco guerrilheiro’ ) da VAR ‘eram do comando nacional’, citou três vezes Dilma Rousseff como um dos cinco integrantes desse colegiado e, indagado pela Folha em diferentes momentos, afirmou que ‘os cinco sabiam’ do plano de sequestro e que ‘não houve nenhum veto’”.
Ela afirma que todas as declarações estão gravadas, enquanto Espinosa desafia o jornal a publicar a entrevista na íntegra, para comprovar que houve manipulação.
O jornal informou que a primeira carta do jornalista chegou às 21h58 de domingo (05/04), sendo que o “Painel do Leitor” fecha às 20h. ( Comunique-se, 08.04.09 )
NOTA DESTE BLOG: num post anterior, o “Revistas que você deve ler ( 1 )“, eu sugeri a leitura da História Viva edição 65. Um dos textos / ensaios, assinado por Renato Alencar Dotta aborda a rede de jornais e revistas de conteúdo Integralista. E a Folha aparece lá também, indiretamente, em breve passagem.
Confiram: “( … ) Dirigido durante toda sua existência por Reale [ Miguel Reale, ex-reitor da USP ], o jornal [ o "Acção" ] tinha conteúdo similar ao de A Offensiva [ segundo a HV, foi um jornal de circulação nacional fundado no Rio de Janeiro em 1934, e trazia textos de Gustavo Barroso, Câmara Cascudo e D. Helder Câmara. Durou quatro anos. ], com textos doutrinários, mas também notícias locais ( … ) ao publicar material não-doutrinário, os integralistas queriam atrair o leitor comum para suas idéias ( … ) Entre seus redatores estava Mário Mazzei Guimarães, que foi chefe integralista da cidade de Colina, no interior de São Paulo, e mais tarde fez longa carreira como redator-chefe da Folha da Manhã [ mais tarde, Folha de São Paulo ] ( … )” .
Sei lá. Acho que não é nenhum segredo mas pensei: “Por quê não copiar, né?”. Aí está.

março 21, 2009

Datafolha: 6 meses de terrorismo do PIG resultaram no aumento de 4 pontos no conceito "Regular" dado a governo Lula. "Ruim/Péssimo" ficou igual. TSK!

Já começo pelo “pior”: na pesquisa que fez a apuração entre 8 e 11 de Setembro de 2008, o conceito “Ruim/Péssimo” de Lula registrou 8%. Quarenta e cinco dias depois, apuraram entre 25 e 28 de Novembro, e o resultado foi desesperador para o imprensalão golpista: 7% de “Ruim/Péssimo”. Depois de novembro, só agora – ou seja, mais de 100 dias depois da última pesquisa – é que o Datafolha apresenta novos números ( levantamento feito entre 16 e 19 de março ): o “Ruim/Péssimo” do governo do Lula aumentou!…1 mísero ponto!! Oito por cento!! O mesmo de Setembro de 2008! Depois de 6 meses de números manipulados e manchetes apocalípticas, apenas uma pessoa em cada cem passou a achar a administração federal “Ruim” ou “Péssima”. Ninguém aqui quer defender a tese de que o Brasil esteve protegido no cofre intransponível do Tio Patinhas.
Mas, oras, tivemos a novela Embraer; tivemos aqueles seiscentos mil postos de trabalho “desaparecendo” ( se é que os números são esses, e se é mesmo que os empregos “sumiram” ); tivemos a Selic do Meirelles, caindo menos do que empresários, governo e sindicatos gostariam; tivemos a regiamente cara propaganda da Sabesp chegando até em Marte, antes mesmo dos americanos; noticiou-se um monte de coisa ruim ( ou coisas nem tão ruins, mas que foram mostradas como tal ), colocou-se ingredientes que pouco ou nada tinham a ver com a tal crise ( vejam as commoditties, que passaram por especulação fortíssima e depois foram deixadas “em paz”: caiu o preço do milho, o imprensalão tascava: “É a crise!”; depois subia o preço do milho, o imprensalão não se fazia de rogado: “Mas essa crise…!”; Ou seja: subida e descida de cotações, uma coisa prosaica e cotidiana, tudo isso entrou na cesta de “moedas da crise” ) e apresentaram a maçaroca para a população.
E só conseguiram fazer com que a “cotação” do governo permanecesse, basicamente, ESTÁVEL! Uma estabilidade que deve ter impressionado os esforçados sacerdotes vudus que tentam, a qualquer custo, dar uma mãozinha para o retorno daquele projeto político que pretende jogar o país na fossa sanitária novamente, como tiveram 8 anos para fazer e desejam voltar para terminar o serviço. A bem da verdade, eles estão concretizando o plano, só que em escala menor: na cidade e no Estado de São Paulo.
Sorte que o eleitorado nordestino ainda sustenta a aprovação do Lula e atrapalha os planos dos elegantes e bem-formados “Ladrões de Casaca”, sempre apoiados pelo eleitorado do Sul e do Sudeste, por essa classe-média zumbi, ignara, cabotina, tacanha, ruminante e sub-predadora ( vão até onde podem ).
Uma sugestão agora para o Datafolha: que tal uma pesquisa que apure o grau de aprovação do governo Serra?

Datafolha: 6 meses de terrorismo do PIG resultaram no aumento de 4 pontos no conceito "Regular" dado a governo Lula. "Ruim/Péssimo" ficou igual. TSK!

Já começo pelo “pior”: na pesquisa que fez a apuração entre 8 e 11 de Setembro de 2008, o conceito “Ruim/Péssimo” de Lula registrou 8%. Quarenta e cinco dias depois, apuraram entre 25 e 28 de Novembro, e o resultado foi desesperador para o imprensalão golpista: 7% de “Ruim/Péssimo”. Depois de novembro, só agora – ou seja, mais de 100 dias depois da última pesquisa – é que o Datafolha apresenta novos números ( levantamento feito entre 16 e 19 de março ): o “Ruim/Péssimo” do governo do Lula aumentou!…1 mísero ponto!! Oito por cento!! O mesmo de Setembro de 2008! Depois de 6 meses de números manipulados e manchetes apocalípticas, apenas uma pessoa em cada cem passou a achar a administração federal “Ruim” ou “Péssima”. Ninguém aqui quer defender a tese de que o Brasil esteve protegido no cofre intransponível do Tio Patinhas.
Mas, oras, tivemos a novela Embraer; tivemos aqueles seiscentos mil postos de trabalho “desaparecendo” ( se é que os números são esses, e se é mesmo que os empregos “sumiram” ); tivemos a Selic do Meirelles, caindo menos do que empresários, governo e sindicatos gostariam; tivemos a regiamente cara propaganda da Sabesp chegando até em Marte, antes mesmo dos americanos; noticiou-se um monte de coisa ruim ( ou coisas nem tão ruins, mas que foram mostradas como tal ), colocou-se ingredientes que pouco ou nada tinham a ver com a tal crise ( vejam as commoditties, que passaram por especulação fortíssima e depois foram deixadas “em paz”: caiu o preço do milho, o imprensalão tascava: “É a crise!”; depois subia o preço do milho, o imprensalão não se fazia de rogado: “Mas essa crise…!”; Ou seja: subida e descida de cotações, uma coisa prosaica e cotidiana, tudo isso entrou na cesta de “moedas da crise” ) e apresentaram a maçaroca para a população.
E só conseguiram fazer com que a “cotação” do governo permanecesse, basicamente, ESTÁVEL! Uma estabilidade que deve ter impressionado os esforçados sacerdotes vudus que tentam, a qualquer custo, dar uma mãozinha para o retorno daquele projeto político que pretende jogar o país na fossa sanitária novamente, como tiveram 8 anos para fazer e desejam voltar para terminar o serviço. A bem da verdade, eles estão concretizando o plano, só que em escala menor: na cidade e no Estado de São Paulo.
Sorte que o eleitorado nordestino ainda sustenta a aprovação do Lula e atrapalha os planos dos elegantes e bem-formados “Ladrões de Casaca”, sempre apoiados pelo eleitorado do Sul e do Sudeste, por essa classe-média zumbi, ignara, cabotina, tacanha, ruminante e sub-predadora ( vão até onde podem ).
Uma sugestão agora para o Datafolha: que tal uma pesquisa que apure o grau de aprovação do governo Serra?

março 20, 2009

Record volta a atacar a Folha em seus telejornais

Pela segunda vez consecutiva, a Record criticou a Folha de S. Paulo em seus telejornais. Em matéria veiculada na noite desta quarta-feira (18/03), a emissora acusa o jornal de não se retratar pela publicação de “matérias caluniosas” e de “assumir a postura de vítima”.
Na edição de quarta-feira (18/03), a Folha publicou matéria relatando a
reportagem exibida pela Record na noite de terça-feira (17/03), que acusou o jornal de publicar notícias mentirosas. Porém, em nenhum momento ela se defende ou contradiz as informações dadas pela emissora.
“O jornal também não assumiu que errou em outras informações sobre a Record. Preferiu o ataque. Essa postura editorial pode explicar por que o jornal vem perdendo tantos leitores nos últimos anos”, diz a reportagem que foi ao ar na noite de quarta, mostrando números do Instituto Verificador de Circulação que apontam queda na circulação da Folha.
A Record volta a questionar a “qualidade editorial da Folha” e lembra que o jornal “já se orgulhou de reconhecer os seus erros”, com a criação do cargo de ombudsman e da seção “Erramos”.
O ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva informa que a Folha sustenta as matérias publicadas pelo colunista Daniel Castro que foram contestadas pela Record, mas não se manifesta sobre os ataques da emissora.
Na edição desta quinta, o jornal traz uma nota sobre a reportagem da Record, mas novamente não se posiciona sobre o caso. No “Painel do Leitor”, duas cartas foram publicadas. Uma favorável ao jornal e outra, contra. ( Comunique-se, 19.03.09 )

Record volta a atacar a Folha em seus telejornais

Pela segunda vez consecutiva, a Record criticou a Folha de S. Paulo em seus telejornais. Em matéria veiculada na noite desta quarta-feira (18/03), a emissora acusa o jornal de não se retratar pela publicação de “matérias caluniosas” e de “assumir a postura de vítima”.
Na edição de quarta-feira (18/03), a Folha publicou matéria relatando a
reportagem exibida pela Record na noite de terça-feira (17/03), que acusou o jornal de publicar notícias mentirosas. Porém, em nenhum momento ela se defende ou contradiz as informações dadas pela emissora.
“O jornal também não assumiu que errou em outras informações sobre a Record. Preferiu o ataque. Essa postura editorial pode explicar por que o jornal vem perdendo tantos leitores nos últimos anos”, diz a reportagem que foi ao ar na noite de quarta, mostrando números do Instituto Verificador de Circulação que apontam queda na circulação da Folha.
A Record volta a questionar a “qualidade editorial da Folha” e lembra que o jornal “já se orgulhou de reconhecer os seus erros”, com a criação do cargo de ombudsman e da seção “Erramos”.
O ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva informa que a Folha sustenta as matérias publicadas pelo colunista Daniel Castro que foram contestadas pela Record, mas não se manifesta sobre os ataques da emissora.
Na edição desta quinta, o jornal traz uma nota sobre a reportagem da Record, mas novamente não se posiciona sobre o caso. No “Painel do Leitor”, duas cartas foram publicadas. Uma favorável ao jornal e outra, contra. ( Comunique-se, 19.03.09 )

Record volta a atacar a Folha em seus telejornais

Pela segunda vez consecutiva, a Record criticou a Folha de S. Paulo em seus telejornais. Em matéria veiculada na noite desta quarta-feira (18/03), a emissora acusa o jornal de não se retratar pela publicação de “matérias caluniosas” e de “assumir a postura de vítima”.
Na edição de quarta-feira (18/03), a Folha publicou matéria relatando a
reportagem exibida pela Record na noite de terça-feira (17/03), que acusou o jornal de publicar notícias mentirosas. Porém, em nenhum momento ela se defende ou contradiz as informações dadas pela emissora.
“O jornal também não assumiu que errou em outras informações sobre a Record. Preferiu o ataque. Essa postura editorial pode explicar por que o jornal vem perdendo tantos leitores nos últimos anos”, diz a reportagem que foi ao ar na noite de quarta, mostrando números do Instituto Verificador de Circulação que apontam queda na circulação da Folha.
A Record volta a questionar a “qualidade editorial da Folha” e lembra que o jornal “já se orgulhou de reconhecer os seus erros”, com a criação do cargo de ombudsman e da seção “Erramos”.
O ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva informa que a Folha sustenta as matérias publicadas pelo colunista Daniel Castro que foram contestadas pela Record, mas não se manifesta sobre os ataques da emissora.
Na edição desta quinta, o jornal traz uma nota sobre a reportagem da Record, mas novamente não se posiciona sobre o caso. No “Painel do Leitor”, duas cartas foram publicadas. Uma favorável ao jornal e outra, contra. ( Comunique-se, 19.03.09 )

Record volta a atacar a Folha em seus telejornais

Pela segunda vez consecutiva, a Record criticou a Folha de S. Paulo em seus telejornais. Em matéria veiculada na noite desta quarta-feira (18/03), a emissora acusa o jornal de não se retratar pela publicação de “matérias caluniosas” e de “assumir a postura de vítima”.
Na edição de quarta-feira (18/03), a Folha publicou matéria relatando a
reportagem exibida pela Record na noite de terça-feira (17/03), que acusou o jornal de publicar notícias mentirosas. Porém, em nenhum momento ela se defende ou contradiz as informações dadas pela emissora.
“O jornal também não assumiu que errou em outras informações sobre a Record. Preferiu o ataque. Essa postura editorial pode explicar por que o jornal vem perdendo tantos leitores nos últimos anos”, diz a reportagem que foi ao ar na noite de quarta, mostrando números do Instituto Verificador de Circulação que apontam queda na circulação da Folha.
A Record volta a questionar a “qualidade editorial da Folha” e lembra que o jornal “já se orgulhou de reconhecer os seus erros”, com a criação do cargo de ombudsman e da seção “Erramos”.
O ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva informa que a Folha sustenta as matérias publicadas pelo colunista Daniel Castro que foram contestadas pela Record, mas não se manifesta sobre os ataques da emissora.
Na edição desta quinta, o jornal traz uma nota sobre a reportagem da Record, mas novamente não se posiciona sobre o caso. No “Painel do Leitor”, duas cartas foram publicadas. Uma favorável ao jornal e outra, contra. ( Comunique-se, 19.03.09 )

Record volta a atacar a Folha em seus telejornais

Pela segunda vez consecutiva, a Record criticou a Folha de S. Paulo em seus telejornais. Em matéria veiculada na noite desta quarta-feira (18/03), a emissora acusa o jornal de não se retratar pela publicação de “matérias caluniosas” e de “assumir a postura de vítima”.
Na edição de quarta-feira (18/03), a Folha publicou matéria relatando a
reportagem exibida pela Record na noite de terça-feira (17/03), que acusou o jornal de publicar notícias mentirosas. Porém, em nenhum momento ela se defende ou contradiz as informações dadas pela emissora.
“O jornal também não assumiu que errou em outras informações sobre a Record. Preferiu o ataque. Essa postura editorial pode explicar por que o jornal vem perdendo tantos leitores nos últimos anos”, diz a reportagem que foi ao ar na noite de quarta, mostrando números do Instituto Verificador de Circulação que apontam queda na circulação da Folha.
A Record volta a questionar a “qualidade editorial da Folha” e lembra que o jornal “já se orgulhou de reconhecer os seus erros”, com a criação do cargo de ombudsman e da seção “Erramos”.
O ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva informa que a Folha sustenta as matérias publicadas pelo colunista Daniel Castro que foram contestadas pela Record, mas não se manifesta sobre os ataques da emissora.
Na edição desta quinta, o jornal traz uma nota sobre a reportagem da Record, mas novamente não se posiciona sobre o caso. No “Painel do Leitor”, duas cartas foram publicadas. Uma favorável ao jornal e outra, contra. ( Comunique-se, 19.03.09 )
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