ENCALHE

fevereiro 5, 2008

FHC encheu o tanque de seu carro 4 vezes num só dia com o cartão corporativo, APÓS ter deixado a presidência!!! Postos de Higienópolis em festa!!

É isso mesmo!!
Indo na contramão desse massacre do imprensalão – que tenta, a todo custo, derrubar o Lula no grito e na notícia falsa, já que no voto tá difícil – o ONIPRESENTE levantou a capivara descrita acima. De quebra, o ONI mostra a diferença entre os sites tucanos e petistas, no que se refere à transparência dos gastos. Goleada do Lula, conclui-se.
Leiam, distribuam e provem, mais uma vez, ao mundo as incoerências do imprensalão golpista.
OUTRO MISTÉRIO
Quando LULA deixar a presidência, as MORDOMIAS que FHC instituiu para si, serão tiradas de LULA
FHC SACOU NO CARTÃO CORPORATIVO
Fernando Henrique Cardoso usa cartão corporativo e faz quatro abastecimentos ( TANQUE CHEIO ) no mesmo dia
Aliás, a hipocrisia do imprensalão e dos “cidadãos de bem” fica exposta a cada ato de Serra quando este, sem temor, baixa pacotes e pacotes que AUMENTAM OS IMPOSTOS como foi no caso de reengenharia arrecadatória que resultará no aumento do preço do leite longa vida e de outros itens ( cujos índices atingirão, em certos casos, até mais de 100% ). Como se sabe, os golpistas de todos os matizes, graus de prestígio e classes sociais tentam sempre colar em Lula, na Marta e em outros petistas a pecha de “vorazes impostólatras”, sempre com o auxílio da caixa de ressonância midiática concentrada. A bem da verdade, o imprensalão não deixa de noticiar, apenas o faz de modo diferente, com dimensões reduzidas, escondidos nos cadernos de Economia e Negócios, etc. Se os aumentos ou reajustes são justos ou explicáveis, fica muito difícil saber, já que as informações vêm sempre escondidas na penumbra das colunas mínimas ou dos cadernos que ninguém lê, e naquele jargonismo técnico-contábil hermético e especializado.
Nova tributação ameaça elevar preços em SP
Serra adia para fevereiro nova cobrança de ICMS
” (.. ) O governador José Serra adiou por 30 dias, para 1º de fevereiro, o início da vigência de decreto publicado no último dia 21, que altera a forma de arrecadação de ICMS dos setores de higiene pessoal, bebidas alcoólicas, perfumaria e medicamentos. Decisão ocorreu após pedido feito na última quinta-feira por Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).( … )”
Sem subsídio, indústria de leite ameaça sair de São Paulo ( Essa daqui é legal de se ler, pois faz lembrar aquela história da Ford deixar o RS e rumar para a Bahia ).

novembro 14, 2007

Em jantar finérrimo, Adib Jatene derruba chavões, defende a CPMF e exige que os ricos paguem impostos e deixem de hipocrisia e salafrarice.

OBRIGADO, DOUTOR
LUIZ ANTONIO MAGALHÃES
O que vai abaixo é o texto semanal do autor do blog para o Correio da Cidadania. Em primeira mão para os leitores do Entrelinhas.
Há certas pessoas que se tornaram verdadeiras unanimidades nacionais no Brasil. Adib Domingos Jatene, médico cardiologista e ex-ministro da Saúde, é uma delas. É difícil, muito difícil mesmo, achar alguém que fale mal do doutor. Primeiro, porque Jatene é um homem que salvou e salva vidas. Muitas vidas. Inventou uma técnica cirúrgica de correção de transposição dos grandes vasos da base do coração, conhecida hoje como Operação de Jatene, que tem sido empregada mundo afora com sucesso. Segundo, porque este médico nascido em Xapuri, no Acre, é um incansável defensor do sistema público de saúde, um militante da medicina social e não aquele tipo que trata apenas a parcela da população que pode pagar caro pelo privilégio de receber um atendimento de “primeiro mundo”, como gosta de dizer.
Sim, Adib Jatene é uma unanimidade nacional e talvez por isto pode fazer o que fez durante um jantar chique na capital paulista, conforme relato da jornalista Mônica Bergamo na edição de terça-feira da Folha de S. Paulo. Vale a pena reproduzir a reportagem:
Dedo em riste, falando alto, o cardiologista Adib Jatene, “pai” da CPMF e um dos maiores defensores da contribuição, diz a Paulo Skaf, presidente da Fiesp e que defende o fim do imposto: “No dia em que a riqueza e a herança forem taxadas, nós concordamos com o fim da CPMF. Enquanto vocês não toparem, não concordamos. Os ricos não pagam imposto e por isso o Brasil é tão desigual. Têm que pagar! Os ricos têm que pagar para distribuir renda”.
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Numa das rodas formadas no jantar beneficente para arrecadar fundos para o Incor, no restaurante A Figueira Rubaiyat, Skaf, cercado por médicos e políticos do PT que apóiam o imposto do cheque, tenta rebater: “Mas, doutor Jatene, a carga no Brasil é muito alta!”. E Jatene: “Não é, não! É baixa. Têm que pagar mais”. Skaf continua: “A CPMF foi criada para financiar a saúde e o governo tirou o dinheiro da saúde. O senhor não se sente enganado?”. E Jatene: “Eu, não! Por que vocês não combatem a Cofins (contribuição para financiamento da seguridade social), que tem alíquota de 9% e arrecada R$ 100 bilhões? A CPMF tem alíquiota de 0,38% e arrecada só R$ 30 bilhões”. Skaf diz: “A Cofins não está em pauta. O que está em discussão é a CPMF”. “É que a CPMF não dá para sonegar!”, diz Jatene.
A reprodução dos fatos pela colunista da Folha parece especialmente feliz, mas muito mais interessante deve ter sido ver (e ouvir) o ocorrido ao vivo em cores. Lembra um pouco a propaganda do cartão de crédito: jantar beneficente no Figueira Rubayat, R$ 200; valet park para estacionar no restaurante por 2 horas, R$ 15; ver o Jatene enfiar o dedo no nariz do presidente da Fiesp e cobrar da elite que pague impostos, não tem preço.
De fato, é até possível contestar os argumentos de Jatene na defesa da CPMF, especificamente, mas não dá para não concordar com o ex-ministro em uma questão simples: o “imposto do cheque” é realmente o único tributo que a elite não consegue sonegar. Paulo Skaf, coitado, ficou meio sem argumentos diante da firmeza de Jatene e limitou-se a dizer que a Confins “não está em pauta”. Claro que não está, pois esta contribuição a elite consegue sonegar e a CPMF, não…No fundo, há uma certa falácia no Brasil sobre a questão da tal altíssima carga tributária. Primeiro, não é tão alta assim, pois em países mais desenvolvidos o peso dos impostos é ainda mais alto do que no Brasil; segundo, o problema não é tanto a carga, mas a falta de critério na tributação, que acaba fazendo com que os ricos paguem menos na proporção do que pagam os pobres e remediados.
Discussão técnica à parte, não deixa de ser irônico que um médico nascido no longínquo Acre, o homem que salva vidas, amigo de Paulo Maluf e Fernando Henrique Cardoso, foi quem teve a coragem de botar os pingos nos is (e o dedo na cara do presidente da Fiesp) para cobrar do representante da indústria paulista que os ricos paguem os seus impostos. Porque na esquerda, este tipo de cobrança parece estar totalmente fora de moda, soa como constrangimento ou provocação. Isto vale para o PT, cuja argumentação a favor da CPMF é tímida e defensiva, e vale também para a esquerda mais radical, que ultimamente anda de braços com o empresariado sempre que tal aliança possa resultar em desgaste ao governo Lula.
Gestos de coragem são de fato cada vez mais raros na cena brasileira. Adib Jatene, porém, mostrou que eles não desapareceram por completo. Ainda bem. Ou, como diria a voz das ruas: obrigado, doutor…
Luiz Antonio Magalhães
Blog ENTRELINHAS
14/11/07
( Valeu, Jasson. )

novembro 1, 2007

Voltei, mas já estou indo: Fiesp e seu abaixo-assinado…

Filed under: CCJ, CPMF, Fiesp, impostos e taxas, Senado Federal — Humberto @ 1:18 am
( Voltei, mas é para comentar a notícia abaixo )
Porquê a FIESP, quando possuía ( pelo menos aparentemente ) mais força, como foi durante a administração FHC, não fez essa p***a de abaixo-assinado? O governo do tucano não era mais capacitado? Então, podia muito bem prescindir da cobrança. Além desse cenário desolador pelo qual passamos àquela época, devemos lembrar da horrenda taxa de juros – nosso primeiro projeto espacial realmente bem-sucedido – que FHC deixou como seu um de seus legados. Hipocrisia e cabotinismo.
Fiesp entrega abaixo-assinado com 1,3 milhão de assinaturas contra CPMF
COMISSÕES / Constituição e Justiça
31/10/2007
Abaixo-assinado com 1,3 milhão de assinaturas de brasileiros contrários à renovação da Contribuição Financeira sobre Movimentação Financeira (CPMF) foi entregue nesta quarta-feira (31) pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, à senadora Kátia Abreu, relatora da proposta de emenda constitucional (
PEC 89/07) apresentada pelo governo ao Congresso para renovar a cobrança do tributo por mais quatro anos. Organizadas em vários volumes, as folhas do documento chegaram à comissão em carrinhos de supermercado empurrados por assessores de Skaf.
A passagem do documento às mãos de Kátia Abreu, marcada por aplausos, aconteceu logo depois de sua participação em audiência que debateu a matéria.
A manifestação foi classificada pelo presidente da CCJ, senador Marco Maciel (DEM-PE) como uma demonstração de democracia participativa. Mas houve questionamentos por parte do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que considerou o ato como “inusitado”. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) teceu crítica aberta, dizendo que a recepção à manifestação contrariava as regras de funcionamento do colegiado e desorganizava os trabalhos.
Suplicy disse que a manifestação foi tranqüila e democrática. No entanto, questionou se teria havido a mesma tolerância caso ato semelhante tivesse sido patrocinado no ambiente por iniciativa de manifestantes do Movimento dos Sem-Terra (MST). Fez considerações, ainda, sobre a atitude que o presidente anterior da CCJ, o falecido senador Antonio Carlos Magalhães, teria tido frente a idêntica ocorrência.
- Ele tinha muita preocupação com a ordem dos trabalhos – disse.
Para o sucessor de Antonio Carlos na CCJ, seu filho Antonio Carlos Junior (DEM-BA), o ex-presidente da CCJ não teria feito objeções ao ato. Aproveitou para salientar as convicções democráticas do pai, ao observar que ACM, ainda durante o período ditatorial, acolheu no Centro de Convenções de Salvador o congresso que marcou a retomada das atividades da União Nacional dos Estudantes (UNE).
Para Tasso, Antonio Carlos não teria permitido o ato. Segundo ele, a manifestação foi “simpática e democrática”, mas não condizia com os trabalhos da comissão.Salientou que as regras devem ser respeitadas em atenção à própria democracia e que outras manifestações, “não tão simpáticas”, poderia se multiplicar daqui para frente no colegiado. – Com sua sutileza, o que o senador Suplicy quis foi convidar outras entidades para fazerem a mesma coisa – interpretou.
Gorette Brandão /
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

outubro 19, 2007

Dos dois milhões badalados, apenas pouquíssimos curiosos apareceram no show anti-CPMF

O show organizado pela Fiesp, sob a alegação protestar contra a CPMF, na última terça-feira, no Vale do Anhangabaú, que previa a concentração de 2 milhões de pessoas, reuniu apenas sete mil transeuntes, segundo os mais otimistas e a Polícia Militar. Mas alguns órgãos de imprensa sofreram de alucinação e conseguiram enxergar 15 mil pessoas.
Artistas como Zezé di Camargo & Luciano e KLB foram convocados para cantarem num local em que naturalmente ocorre o trânsito de milhares de pessoas, na expectativa de ludibriar as pessoas. Os organizadores não conseguiram levar nem mesmo Paulo Skaf, presidente da entidade, para participar do ato.
As poucas pessoas que pararam para assistir às apresentações não estavam nem aí. Quando o apresentador (que substituiu Luciano Huck, que não compareceu, provavelmente para poder procurar o seu rolex roubado em São Paulo) falava o nome dos artistas, os presentes gritavam e aplaudiam, mas quando pedia um “não” para a CPMF pairava um silêncio sepulcral.
No dia seguinte, a notícia sobre o evento no site da Fiesp (que é financiada com o imposto de 1% sobre o total da folha de pagamento mensal das empresas) foi tão pequena quanto a quantidade de pessoas presentes. Os diretores da entidade se esforçavam mais para negar que são contra a CPMF porque ela dificulta a sonegação do que tentar explicar o motivo do insucesso.
Nem mesmo a alegação dos organizadores de que o ato não era contra Lula durou muito tempo, e foi contestado até pelo cantor Luciano: “É hipocrisia falar que esse movimento não é contra o governo Lula”. Já o baterista da banda NX Zero, Dani, expôs em entrevista à “Folha de S. Paulo”: “A gente está fazendo um negócio de uma coisa que não sei informar”.
HORA DO POVO
ed. 2612
19 a 23 de Outubro de 2007

outubro 6, 2007

Sonegou impostos e foi ao show!!

Milionários promovem show contra único impostoque não podem sonegar: a CPMF
Milionários e endinheirados de São Paulo, que ao contrário do povo, vivem o tempo todo sonegando impostos, anunciaram que pretendem juntar meia dúzia de cantores no centro da cidade nos próximos dias para protestar contra o único imposto do qual eles não conseguem escapar: a CPMF.
Este é exatamente o imposto que beneficia mais diretamente a população e que, pela forma automática de arrecadação, é o único imposto verdadeiramente à prova da sonegação por parte dos ricaços.
Os organizadores do show, patrocinado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), anunciaram que seu plano é “atrair o máximo de pessoas” para assistirem (de graça) ao Luciano Huck e a cantores como Zezé de Camargo e Luciano para, então, divulgarem que os fãs desses artistas que estiverem presentes ao show são contra o imposto que financia a saúde e os programas sociais do governo. Ou seja, querem forjar apoio popular – que não têm – à sua campanha pela sonegação fiscal.
O que os magnatas não dizem é que os recursos arrecadados pela CPMF, e que eles insistem em não pagar, são destinados para o Fundo Nacional de Saúde e o Fundo de Combate à Pobreza. O primeiro financia o atendimento médico público à população mais carente. O segundo, o conjunto de programas sociais do Fome-Zero, que, atendendo milhões de brasileiros, é a principal causa da redução da pobreza e diminuição da concentração de renda, ocorridas no governo Lula.
Hora do Povo
Edição 2608
05/10/07

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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