maio 27, 2009
Enquete ( * ) no site de senador tucano Álvaro Dias indica que população considera Lula o melhor presidente que o Brasil teve!
maio 2, 2009
"Falsos moralistas?", por Jasson de Oliveira Andrade
"Falsos moralistas?", por Jasson de Oliveira Andrade
"Falsos moralistas?", por Jasson de Oliveira Andrade
março 28, 2009
LUCIANA CARDOSO ABRE O JOGO PARA MÔNICA BERGAMO
Funcionária do Senado para cuidar “dos arquivos” do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que prefere trabalhar em casa já que o Senado “é uma bagunça”. A coluna telefonou por três dias para o gabinete, mas não a encontrou. Na última tentativa, anteontem, a ligação foi transferida para a casa de Luciana, que ocupa o cargo de secretária parlamentar. Abaixo, um resumo da conversa:
FOLHA – Quais são suas atribuições no Senado?
FOLHA – Em 2006, você estava organizando os arquivos dele.
FOLHA – Recebeu horas extras em janeiro, durante o recesso?
FOLHA – E qual é o seu salário?
FOLHA – Cumpre horário?
FOLHA – E o que ele te pediu nesta semana?
LUCIANA CARDOSO ABRE O JOGO PARA MÔNICA BERGAMO
Funcionária do Senado para cuidar “dos arquivos” do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que prefere trabalhar em casa já que o Senado “é uma bagunça”. A coluna telefonou por três dias para o gabinete, mas não a encontrou. Na última tentativa, anteontem, a ligação foi transferida para a casa de Luciana, que ocupa o cargo de secretária parlamentar. Abaixo, um resumo da conversa:
FOLHA – Quais são suas atribuições no Senado?
FOLHA – Em 2006, você estava organizando os arquivos dele.
FOLHA – Recebeu horas extras em janeiro, durante o recesso?
FOLHA – E qual é o seu salário?
FOLHA – Cumpre horário?
FOLHA – E o que ele te pediu nesta semana?
LUCIANA CARDOSO ABRE O JOGO PARA MÔNICA BERGAMO
Funcionária do Senado para cuidar “dos arquivos” do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que prefere trabalhar em casa já que o Senado “é uma bagunça”. A coluna telefonou por três dias para o gabinete, mas não a encontrou. Na última tentativa, anteontem, a ligação foi transferida para a casa de Luciana, que ocupa o cargo de secretária parlamentar. Abaixo, um resumo da conversa:
FOLHA – Quais são suas atribuições no Senado?
FOLHA – Em 2006, você estava organizando os arquivos dele.
FOLHA – Recebeu horas extras em janeiro, durante o recesso?
FOLHA – E qual é o seu salário?
FOLHA – Cumpre horário?
FOLHA – E o que ele te pediu nesta semana?
LUCIANA CARDOSO ABRE O JOGO PARA MÔNICA BERGAMO
Funcionária do Senado para cuidar “dos arquivos” do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que prefere trabalhar em casa já que o Senado “é uma bagunça”. A coluna telefonou por três dias para o gabinete, mas não a encontrou. Na última tentativa, anteontem, a ligação foi transferida para a casa de Luciana, que ocupa o cargo de secretária parlamentar. Abaixo, um resumo da conversa:
FOLHA – Quais são suas atribuições no Senado?
FOLHA – Em 2006, você estava organizando os arquivos dele.
FOLHA – Recebeu horas extras em janeiro, durante o recesso?
FOLHA – E qual é o seu salário?
FOLHA – Cumpre horário?
FOLHA – E o que ele te pediu nesta semana?
LUCIANA CARDOSO ABRE O JOGO PARA MÔNICA BERGAMO
Funcionária do Senado para cuidar “dos arquivos” do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que prefere trabalhar em casa já que o Senado “é uma bagunça”. A coluna telefonou por três dias para o gabinete, mas não a encontrou. Na última tentativa, anteontem, a ligação foi transferida para a casa de Luciana, que ocupa o cargo de secretária parlamentar. Abaixo, um resumo da conversa:
FOLHA – Quais são suas atribuições no Senado?
FOLHA – Em 2006, você estava organizando os arquivos dele.
FOLHA – Recebeu horas extras em janeiro, durante o recesso?
FOLHA – E qual é o seu salário?
FOLHA – Cumpre horário?
FOLHA – E o que ele te pediu nesta semana?
março 8, 2009
Eu não entendo dessas coisas, mas a FAPESP pode "fazer convênio" com empresa de sócio / compadre de FHC?
Fazenda de Fernando Henrique Cardoso brilha em leilão de gado no interior de São Paulo



A voz do leiloeiro anunciou com toda a solenidade:
– E agora, minha gente, um dos melhores bois do dia. É o boi do presidente Fernaaando Henriiiiqueee Cardoooosoooo!!!
As 700 pessoas presentes ao leilão de gado ocorrido na cidade de Rancharia, a 600 quilômetros de São Paulo, no sábado 12, aguardavam aquele momento com expectativa. Estaria entrando na arena o primeiro dos 27 touros pertencentes à Fazenda Córrego da Ponte, de propriedade de FHC. Catalogado pela organização do evento com o número 326, um dos bois recebeu vários lances e acabou arrematado por quase 4.000 reais. O resultado final foi excelente. Mesmo com a forte concorrência de sete grandes criadores da raça brangus, a Córrego da Ponte vendeu mais da metade dos touros que levou ao leilão e arrecadou cerca de 30.000 reais. É evidente que as pessoas não compraram os bois de FHC para homenageá-lo, mas porque a fazenda cria animais de boa qualidade e de uma raça com bastante aceitação no mercado. O brangus é uma mistura sintética produzida a partir de experiências genéticas, nos Estados Unidos, cuja carne é extremamente macia. É uma das mais apreciadas nos bons restaurantes. “Pode até ter gente que compra os bois porque eles são do presidente, mas a razão principal é que mantemos ali um gado bom mesmo”, diz Luciana Cardoso, filha de FHC, que esteve presente ao leilão em companhia do marido, o historiador Getúlio Vaz.
Desde que o ministro das Comunicações Sergio Motta morreu, é Luciana quem administra todas as contas da Córrego da Ponte e as 300 cabeças de gado. O casal mora em Brasília e viaja todo final de semana para a fazenda, que fica em Buritis, no interior de Minas Gerais, a quase 300 quilômetros do Distrito Federal. “Meu pai vai para a fazenda para descansar. Eu vou para trabalhar. Passei um ano preparando o gado para esse leilão”, diz Luciana, que durante o evento, além de vender, arrematou um boi para a fazenda e manteve contato com possíveis compradores. Além de Luciana, compareceu ao leilão outro representante da Córrego da Ponte. É Jovelino Carvalho Mineiro, conhecido entre os amigos do presidente pelo apelido carinhoso de “Primeiro-vaqueiro”. É Mineiro quem cuida da engenharia genética do gado presidencial. Rico, dono de três fazendas e 10.000 cabeças de gado, Mineiro conheceu o presidente na França, onde foi seu aluno na Universidade de Sorbonne. Depois de se formar em sociologia e economia, decidiu dedicar-se à agropecuária. A relação entre os dois é tão próxima que Mineiro foi padrinho de dois netos de Fernando Henrique e em todos os aniversários do presidente é seu filho Breno, de 11 anos, quem apaga as velas do bolo. Foi ele quem avisou o presidente do resultado do leilão. “Ele sempre gosta de saber como foi”, diz Mineiro, que após a morte de Sergio Motta comprou a parte da viúva do ex-ministro na fazenda por 100.000 reais.
A Córrego da Ponte participa de leilões há apenas dois anos e, como sua produção é limitada, a venda não é muito grande. Com o sucesso na feira, a meta agora é vender 180 animais por ano. A fazenda pretende estar em dois outros leilões até dezembro. O próximo ocorrerá em setembro, na cidade de Presidente Prudente, também no interior de São Paulo. Além de gado, a Córrego da Ponte produz soja e algodão e o próximo passo é plantar café. “Será um desafio, porque o café vai melhor no solo úmido e o cerrado tem solo seco”, diz Mineiro. Desde que FHC comprou a fazenda, em 1989, ela passou por uma grande transformação. Há dez anos era improdutiva e, nas viagens que fazia em companhia de Serjão, o carro de Fernando Henrique ficava atolado na lama da estrada. Hoje, quando vai a Buritis, a cada quarenta dias, de helicóptero, o cenário que Fernando Henrique encontra é totalmente diferente. “Estamos trabalhando pesado”, afirma Luciana.
Endereço aéreo: fácil, com o GPS O endereço aéreo é um ponto preciso no planeta, fruto da fusão de dois números extensos: um referente à latitude (sigla LAT) e outro referente à longitude (sigla Long). Para voar até esse endereço aéreo basta digitar os dois números num aparelho que quase toda aeronave tem, o GPS, sistema de posicionamento global, e traçar a melhor rota para atingi-lo. O GPS “lê” os sinais transmitidos por 24 satélites ao redor do planeta e evita que as pessoas se percam. É mais fácil que chegar por terra.
07/05/2003 Internacional
Para o governador Geraldo Alckmin pesquisa representa um salto histórico
Leia entrevista concedida no Anuário DBO de Janeiro 2007
Jovelino Carvalho Mineiro Filho é um dos empresários mais destacados no meio rural quando o assunto é visão empreendedora. Proprietário da Central Bela Vista, de Pardinho, SP que presta serviço na área de inseminação artificial tornou-se, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) pioneiro no desvendamento do genoma do boi Nelore, mapeamento que permite identificar, através de marcadores moleculares, quais genes transmitem características de importância econômica para a produção de carne. Mestre em economia e doutor em sociologia pela Universidade Sorbonne, de Paris, França, Jovelino tem propriedades em Rancharia, no Pontal do Paranapanema [ ahhhh! ] , no extremo oeste de São Paulo, e em Cornélio Procópio, norte do Paraná. É grande produtor de soja em SP, onde também começa a plantar cana-de-açúcar, e selecionador das raças Nelore (mocho e padrão), Brahman e Brangus, com um plantel de 5.000 matrizes registradas. Presidente da Associação Brasileira dos Criadores Brahman entre março de 2002 e março de 2004, atual diretor da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e do Serviço de Informação da Carne (SIC), conselheiro da Sociedade Rural Brasileira, Jovelino está convencido de que a precocidade é a última barreira a ser vencida pelo Nelore. Por isso, investiu R$ 1,5 milhão num laboratório montado na Bela Vista para avaliação de qualidade da carne e sua correlação com a genética. “Se o Nelore puder ser terminado rápido e jovem, entre 18 e 22 meses, melhor ficará para o pecuarista, que deve ser um produtor de carne, de filé mignon, de contrafilé. Acho que essa etapa chegou”, diz ele, que também é acionista do Canal Terra Viva, do Grupo Bandeirantes de Comunicação [ ahhhhhh!! ].
Texto extraído da Revista ANUÁRIO DBO 2007.
Lembrando que a pecuária é uma atividade altamente, talvez a maior, consumidora de recursos hídricos. Quem também gosta de investir em nelore, são Daniel Dantas, Ivete Sangalo e seu irmão Jesus ( do golpista Cansei ) e outras personagens muito empreendedoras, como Fernando Eduardo Cardoso, sobrinho de FHC. Acho que vou entrar nessa.
Eu não entendo dessas coisas, mas a FAPESP pode "fazer convênio" com empresa de sócio / compadre de FHC?
Fazenda de Fernando Henrique Cardoso brilha em leilão de gado no interior de São Paulo



A voz do leiloeiro anunciou com toda a solenidade:
– E agora, minha gente, um dos melhores bois do dia. É o boi do presidente Fernaaando Henriiiiqueee Cardoooosoooo!!!
As 700 pessoas presentes ao leilão de gado ocorrido na cidade de Rancharia, a 600 quilômetros de São Paulo, no sábado 12, aguardavam aquele momento com expectativa. Estaria entrando na arena o primeiro dos 27 touros pertencentes à Fazenda Córrego da Ponte, de propriedade de FHC. Catalogado pela organização do evento com o número 326, um dos bois recebeu vários lances e acabou arrematado por quase 4.000 reais. O resultado final foi excelente. Mesmo com a forte concorrência de sete grandes criadores da raça brangus, a Córrego da Ponte vendeu mais da metade dos touros que levou ao leilão e arrecadou cerca de 30.000 reais. É evidente que as pessoas não compraram os bois de FHC para homenageá-lo, mas porque a fazenda cria animais de boa qualidade e de uma raça com bastante aceitação no mercado. O brangus é uma mistura sintética produzida a partir de experiências genéticas, nos Estados Unidos, cuja carne é extremamente macia. É uma das mais apreciadas nos bons restaurantes. “Pode até ter gente que compra os bois porque eles são do presidente, mas a razão principal é que mantemos ali um gado bom mesmo”, diz Luciana Cardoso, filha de FHC, que esteve presente ao leilão em companhia do marido, o historiador Getúlio Vaz.
Desde que o ministro das Comunicações Sergio Motta morreu, é Luciana quem administra todas as contas da Córrego da Ponte e as 300 cabeças de gado. O casal mora em Brasília e viaja todo final de semana para a fazenda, que fica em Buritis, no interior de Minas Gerais, a quase 300 quilômetros do Distrito Federal. “Meu pai vai para a fazenda para descansar. Eu vou para trabalhar. Passei um ano preparando o gado para esse leilão”, diz Luciana, que durante o evento, além de vender, arrematou um boi para a fazenda e manteve contato com possíveis compradores. Além de Luciana, compareceu ao leilão outro representante da Córrego da Ponte. É Jovelino Carvalho Mineiro, conhecido entre os amigos do presidente pelo apelido carinhoso de “Primeiro-vaqueiro”. É Mineiro quem cuida da engenharia genética do gado presidencial. Rico, dono de três fazendas e 10.000 cabeças de gado, Mineiro conheceu o presidente na França, onde foi seu aluno na Universidade de Sorbonne. Depois de se formar em sociologia e economia, decidiu dedicar-se à agropecuária. A relação entre os dois é tão próxima que Mineiro foi padrinho de dois netos de Fernando Henrique e em todos os aniversários do presidente é seu filho Breno, de 11 anos, quem apaga as velas do bolo. Foi ele quem avisou o presidente do resultado do leilão. “Ele sempre gosta de saber como foi”, diz Mineiro, que após a morte de Sergio Motta comprou a parte da viúva do ex-ministro na fazenda por 100.000 reais.
A Córrego da Ponte participa de leilões há apenas dois anos e, como sua produção é limitada, a venda não é muito grande. Com o sucesso na feira, a meta agora é vender 180 animais por ano. A fazenda pretende estar em dois outros leilões até dezembro. O próximo ocorrerá em setembro, na cidade de Presidente Prudente, também no interior de São Paulo. Além de gado, a Córrego da Ponte produz soja e algodão e o próximo passo é plantar café. “Será um desafio, porque o café vai melhor no solo úmido e o cerrado tem solo seco”, diz Mineiro. Desde que FHC comprou a fazenda, em 1989, ela passou por uma grande transformação. Há dez anos era improdutiva e, nas viagens que fazia em companhia de Serjão, o carro de Fernando Henrique ficava atolado na lama da estrada. Hoje, quando vai a Buritis, a cada quarenta dias, de helicóptero, o cenário que Fernando Henrique encontra é totalmente diferente. “Estamos trabalhando pesado”, afirma Luciana.
Endereço aéreo: fácil, com o GPS O endereço aéreo é um ponto preciso no planeta, fruto da fusão de dois números extensos: um referente à latitude (sigla LAT) e outro referente à longitude (sigla Long). Para voar até esse endereço aéreo basta digitar os dois números num aparelho que quase toda aeronave tem, o GPS, sistema de posicionamento global, e traçar a melhor rota para atingi-lo. O GPS “lê” os sinais transmitidos por 24 satélites ao redor do planeta e evita que as pessoas se percam. É mais fácil que chegar por terra.
07/05/2003 Internacional
Para o governador Geraldo Alckmin pesquisa representa um salto histórico
Leia entrevista concedida no Anuário DBO de Janeiro 2007
Jovelino Carvalho Mineiro Filho é um dos empresários mais destacados no meio rural quando o assunto é visão empreendedora. Proprietário da Central Bela Vista, de Pardinho, SP que presta serviço na área de inseminação artificial tornou-se, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) pioneiro no desvendamento do genoma do boi Nelore, mapeamento que permite identificar, através de marcadores moleculares, quais genes transmitem características de importância econômica para a produção de carne. Mestre em economia e doutor em sociologia pela Universidade Sorbonne, de Paris, França, Jovelino tem propriedades em Rancharia, no Pontal do Paranapanema [ ahhhh! ] , no extremo oeste de São Paulo, e em Cornélio Procópio, norte do Paraná. É grande produtor de soja em SP, onde também começa a plantar cana-de-açúcar, e selecionador das raças Nelore (mocho e padrão), Brahman e Brangus, com um plantel de 5.000 matrizes registradas. Presidente da Associação Brasileira dos Criadores Brahman entre março de 2002 e março de 2004, atual diretor da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e do Serviço de Informação da Carne (SIC), conselheiro da Sociedade Rural Brasileira, Jovelino está convencido de que a precocidade é a última barreira a ser vencida pelo Nelore. Por isso, investiu R$ 1,5 milhão num laboratório montado na Bela Vista para avaliação de qualidade da carne e sua correlação com a genética. “Se o Nelore puder ser terminado rápido e jovem, entre 18 e 22 meses, melhor ficará para o pecuarista, que deve ser um produtor de carne, de filé mignon, de contrafilé. Acho que essa etapa chegou”, diz ele, que também é acionista do Canal Terra Viva, do Grupo Bandeirantes de Comunicação [ ahhhhhh!! ].
Texto extraído da Revista ANUÁRIO DBO 2007.
Lembrando que a pecuária é uma atividade altamente, talvez a maior, consumidora de recursos hídricos. Quem também gosta de investir em nelore, são Daniel Dantas, Ivete Sangalo e seu irmão Jesus ( do golpista Cansei ) e outras personagens muito empreendedoras, como Fernando Eduardo Cardoso, sobrinho de FHC. Acho que vou entrar nessa.
Eu não entendo dessas coisas, mas a FAPESP pode "fazer convênio" com empresa de sócio / compadre de FHC?
Fazenda de Fernando Henrique Cardoso brilha em leilão de gado no interior de São Paulo



A voz do leiloeiro anunciou com toda a solenidade:
– E agora, minha gente, um dos melhores bois do dia. É o boi do presidente Fernaaando Henriiiiqueee Cardoooosoooo!!!
As 700 pessoas presentes ao leilão de gado ocorrido na cidade de Rancharia, a 600 quilômetros de São Paulo, no sábado 12, aguardavam aquele momento com expectativa. Estaria entrando na arena o primeiro dos 27 touros pertencentes à Fazenda Córrego da Ponte, de propriedade de FHC. Catalogado pela organização do evento com o número 326, um dos bois recebeu vários lances e acabou arrematado por quase 4.000 reais. O resultado final foi excelente. Mesmo com a forte concorrência de sete grandes criadores da raça brangus, a Córrego da Ponte vendeu mais da metade dos touros que levou ao leilão e arrecadou cerca de 30.000 reais. É evidente que as pessoas não compraram os bois de FHC para homenageá-lo, mas porque a fazenda cria animais de boa qualidade e de uma raça com bastante aceitação no mercado. O brangus é uma mistura sintética produzida a partir de experiências genéticas, nos Estados Unidos, cuja carne é extremamente macia. É uma das mais apreciadas nos bons restaurantes. “Pode até ter gente que compra os bois porque eles são do presidente, mas a razão principal é que mantemos ali um gado bom mesmo”, diz Luciana Cardoso, filha de FHC, que esteve presente ao leilão em companhia do marido, o historiador Getúlio Vaz.
Desde que o ministro das Comunicações Sergio Motta morreu, é Luciana quem administra todas as contas da Córrego da Ponte e as 300 cabeças de gado. O casal mora em Brasília e viaja todo final de semana para a fazenda, que fica em Buritis, no interior de Minas Gerais, a quase 300 quilômetros do Distrito Federal. “Meu pai vai para a fazenda para descansar. Eu vou para trabalhar. Passei um ano preparando o gado para esse leilão”, diz Luciana, que durante o evento, além de vender, arrematou um boi para a fazenda e manteve contato com possíveis compradores. Além de Luciana, compareceu ao leilão outro representante da Córrego da Ponte. É Jovelino Carvalho Mineiro, conhecido entre os amigos do presidente pelo apelido carinhoso de “Primeiro-vaqueiro”. É Mineiro quem cuida da engenharia genética do gado presidencial. Rico, dono de três fazendas e 10.000 cabeças de gado, Mineiro conheceu o presidente na França, onde foi seu aluno na Universidade de Sorbonne. Depois de se formar em sociologia e economia, decidiu dedicar-se à agropecuária. A relação entre os dois é tão próxima que Mineiro foi padrinho de dois netos de Fernando Henrique e em todos os aniversários do presidente é seu filho Breno, de 11 anos, quem apaga as velas do bolo. Foi ele quem avisou o presidente do resultado do leilão. “Ele sempre gosta de saber como foi”, diz Mineiro, que após a morte de Sergio Motta comprou a parte da viúva do ex-ministro na fazenda por 100.000 reais.
A Córrego da Ponte participa de leilões há apenas dois anos e, como sua produção é limitada, a venda não é muito grande. Com o sucesso na feira, a meta agora é vender 180 animais por ano. A fazenda pretende estar em dois outros leilões até dezembro. O próximo ocorrerá em setembro, na cidade de Presidente Prudente, também no interior de São Paulo. Além de gado, a Córrego da Ponte produz soja e algodão e o próximo passo é plantar café. “Será um desafio, porque o café vai melhor no solo úmido e o cerrado tem solo seco”, diz Mineiro. Desde que FHC comprou a fazenda, em 1989, ela passou por uma grande transformação. Há dez anos era improdutiva e, nas viagens que fazia em companhia de Serjão, o carro de Fernando Henrique ficava atolado na lama da estrada. Hoje, quando vai a Buritis, a cada quarenta dias, de helicóptero, o cenário que Fernando Henrique encontra é totalmente diferente. “Estamos trabalhando pesado”, afirma Luciana.
Endereço aéreo: fácil, com o GPS O endereço aéreo é um ponto preciso no planeta, fruto da fusão de dois números extensos: um referente à latitude (sigla LAT) e outro referente à longitude (sigla Long). Para voar até esse endereço aéreo basta digitar os dois números num aparelho que quase toda aeronave tem, o GPS, sistema de posicionamento global, e traçar a melhor rota para atingi-lo. O GPS “lê” os sinais transmitidos por 24 satélites ao redor do planeta e evita que as pessoas se percam. É mais fácil que chegar por terra.
07/05/2003 Internacional
Para o governador Geraldo Alckmin pesquisa representa um salto histórico
Leia entrevista concedida no Anuário DBO de Janeiro 2007
Jovelino Carvalho Mineiro Filho é um dos empresários mais destacados no meio rural quando o assunto é visão empreendedora. Proprietário da Central Bela Vista, de Pardinho, SP que presta serviço na área de inseminação artificial tornou-se, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) pioneiro no desvendamento do genoma do boi Nelore, mapeamento que permite identificar, através de marcadores moleculares, quais genes transmitem características de importância econômica para a produção de carne. Mestre em economia e doutor em sociologia pela Universidade Sorbonne, de Paris, França, Jovelino tem propriedades em Rancharia, no Pontal do Paranapanema [ ahhhh! ] , no extremo oeste de São Paulo, e em Cornélio Procópio, norte do Paraná. É grande produtor de soja em SP, onde também começa a plantar cana-de-açúcar, e selecionador das raças Nelore (mocho e padrão), Brahman e Brangus, com um plantel de 5.000 matrizes registradas. Presidente da Associação Brasileira dos Criadores Brahman entre março de 2002 e março de 2004, atual diretor da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e do Serviço de Informação da Carne (SIC), conselheiro da Sociedade Rural Brasileira, Jovelino está convencido de que a precocidade é a última barreira a ser vencida pelo Nelore. Por isso, investiu R$ 1,5 milhão num laboratório montado na Bela Vista para avaliação de qualidade da carne e sua correlação com a genética. “Se o Nelore puder ser terminado rápido e jovem, entre 18 e 22 meses, melhor ficará para o pecuarista, que deve ser um produtor de carne, de filé mignon, de contrafilé. Acho que essa etapa chegou”, diz ele, que também é acionista do Canal Terra Viva, do Grupo Bandeirantes de Comunicação [ ahhhhhh!! ].
Texto extraído da Revista ANUÁRIO DBO 2007.
Lembrando que a pecuária é uma atividade altamente, talvez a maior, consumidora de recursos hídricos. Quem também gosta de investir em nelore, são Daniel Dantas, Ivete Sangalo e seu irmão Jesus ( do golpista Cansei ) e outras personagens muito empreendedoras, como Fernando Eduardo Cardoso, sobrinho de FHC. Acho que vou entrar nessa.




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