Se estou correto, comecei a acompanhar seus textos na BUNDAS. Depois a turma – Wolff inclusive – refundou o Pasquim ( como O PASQUIM21 ) e eu acompanhei. Quando o Pasca fechou as portas, uma parte da turma foi pro JB, e Wolff era um deles. Prossegui até onde deu, depois de um tempo não tinha acesso ao JB ( que, inclusive, contava com uma coluna semanal de Paulo Nogueira Batista Jr – e não no caderno de Economia – até que este saiu e foi substituído pelo Olavo de Carvalho ) e, por conseguinte, fui parando de acompanhá-los. Dava gosto de ver a defesa apaixonada que Wolff fazia dos CIEPS de Brizola; depois, com a crise do mensalão, passou a atacar furiosamente o governo Lula ( se não me engano, engraçou-se com a campanha de Heloísa Helena ), Zé Dirceu e demais personagens. Depois eu descolo uns textos dele para postar aqui no blog. Esteja com Deus, Wolff!
( Humberto )
Morre o jornalista e escritor Fausto Wolff
COMUNIQUE-SE
Faustin von Wolffenbüttel, conhecido como Fausto Wolff, dedicou 54 dos seus 68 anos ao jornalismo. Nascido em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, teve seu primeiro emprego aos 14 anos como repórter policial e contínuo no Diário de Porto Alegre. Aos 18, migrou para o Rio de Janeiro, onde construiu sua carreira.
Wolff estava internado no Hospital São Lucas, no Rio de Janeiro, desde o dia 01/09 devido a uma hemorragia digestiva. Na última sexta-feira (05/09), morreu de falência múltipla dos órgãos. O jornalista era casado com a psicanalista Mônica Tolipan e teve duas filhas.
Sua última contribuição ao jornalismo foi uma coluna escrita em 21/08 no caderno B do Jornal do Brasil. Wolff passou pelas redações dos principais jornais e revistas cariocas, como O Globo, Tribuna da Imprensa, O Cruzeiro e Manchete. Também atuou na TV e foi um dos fundadores e editor de O Pasquim.
Conhecido como “O Lobo”, Wolff mantinha um site com textos próprios e de colaboradores.
Além de jornalista, Wolff se destacou na carreira de escritor. Entre outros, escreveu o romance “A mão esquerda”, vencedor do Prêmio Jabuti de 1997. Na década de 70, foi professor de Literatura nas universidades de Copenhague, na Dinamarca, e Nápoles, na Itália.
Faustin von Wolffenbüttel, conhecido como Fausto Wolff, dedicou 54 dos seus 68 anos ao jornalismo. Nascido em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, teve seu primeiro emprego aos 14 anos como repórter policial e contínuo no Diário de Porto Alegre. Aos 18, migrou para o Rio de Janeiro, onde construiu sua carreira.
Wolff estava internado no Hospital São Lucas, no Rio de Janeiro, desde o dia 01/09 devido a uma hemorragia digestiva. Na última sexta-feira (05/09), morreu de falência múltipla dos órgãos. O jornalista era casado com a psicanalista Mônica Tolipan e teve duas filhas.
Sua última contribuição ao jornalismo foi uma coluna escrita em 21/08 no caderno B do Jornal do Brasil. Wolff passou pelas redações dos principais jornais e revistas cariocas, como O Globo, Tribuna da Imprensa, O Cruzeiro e Manchete. Também atuou na TV e foi um dos fundadores e editor de O Pasquim.
Conhecido como “O Lobo”, Wolff mantinha um site com textos próprios e de colaboradores.
Além de jornalista, Wolff se destacou na carreira de escritor. Entre outros, escreveu o romance “A mão esquerda”, vencedor do Prêmio Jabuti de 1997. Na década de 70, foi professor de Literatura nas universidades de Copenhague, na Dinamarca, e Nápoles, na Itália.

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