ENCALHE

janeiro 2, 2008

2007: Feliz Ano Bom da economia

Opinião por Jasson de Oliveira Andrade
O ano 2007 se encerrou. Com ele, tivemos análises de jornais, a maioria crítico do governo Lula, sobre a economia desse ano que passou. Em editorial sob o título “Ganhos salariais”, o Estadão (10/12) constatou: “Nunca, desde o fim do regime militar, tantos trabalhadores conseguiram reajustes salariais tão satisfatórios como os previstos nos acordos fechados neste ano [2007]. Mais de 90% dos reajustes negociados foram superiores à inflação”.
Dias depois, em 28/12, o jornal, em mais um editorial (“Cresce a massa salarial”) voltou ao assunto, acrescentando: “A massa salarial do Brasil – a soma dos salários pagos aos trabalhadores da economia formal – tem crescido em ritmo acelerado nos últimos anos. Calcula-se que, do início de 2005 até o fim de 2007, o aumento tenha sido de 30% em termos reais. Os ganhos de renda ocorrem em todo o País, mas, em 2005 e 2006, eles foram maiores nos Estados mais pobres; já em 2007, os Estados mais industrializados devem ter puxado o crescimento da massa salarial nacional”. No dia 21 de dezembro, a Folha trouxe essa manchete no caderno DINHEIRO: “Desemprego cai a 8,2%, e a renda sobe”. No entanto, a melhor manchete da Folha, esta na primeira página, foi divulgada no dia 16 de dezembro: “Crescimento tira 20 milhões da classe D/E”. No subtítulo: “Melhoria de vida dos mais pobres se acelerou nos últimos 17 meses, fase de maior avanço econômico”. Na notícia, o jornal revela: “Nos primeiros três anos e meio de governo Lula, iniciado em 2003, 6 milhões de pessoas foram beneficiadas. (…) Já nos últimos 17 meses, PERÍODO DE MAIOR CRESCIMENTO ECONÔMICO ( destaque meu ), a passagem da classe D/E para a C envolveu mais 14 milhões”. Adiante fez ainda essa importante revelação: “Os dados sugerem que, num primeiro momento, foram os programas sociais os responsáveis pela melhoria dos mais pobres. Agora, É O CRESCIMENTO ( destaque meu )”. A Folha não diz, mas o crescimento também beneficiou a classe média!
A Folha, no editorial “Acesso à habitação” (27/12), constatou: “Modernização de regras e redução de juros são essenciais para sustentar a entrada da classe C no mercado da casa própria”. Em Mogi Guaçu, estamos percebendo esse avanço. Vários prédios de apartamentos estão surgindo em nossa cidade. Um exemplo apenas. O Portal das Pedras, perto do Centro Cultural, anos atrás iniciou sua construção e a paralisou, servindo de morada para os “sem casas”. Atualmente, terminou os três conjuntos iniciados e se construíram vários outros. O nosso progresso econômico mais recente, pode-se ver pelo desenvolvimento da Praça Antonio Giovani Lanzi, a praça da Capela, com a instalação de vários bancos e casas comerciais modernas, além de uma filial da Associação Comercial. Até a banca de jornal se modernizou!
Analistas também ressaltaram a economia em 2007. Luís Nassif, em sua Coluna Econômica, afirmou: “Em relação a emprego e rendimento, 2007 foi um ano bastante favorável”. Em artigo (“2007: economia sustenta governo Lula”), Luiz Antônio Magalhães disse: “O ano de 2007 foi extremamente positivo para o Brasil, se o olhar do analista se dirigir à economia nacional”. O economista Pedro de Paulo Brandão, em manchete de um jornal guaçuano, constatou: “2007 foi positivo para a economia”. Gilberto Dimenstein, no artigo “Vou sentir saudades de 2007?”, analisou: “Foi em 2007 que um mestre-de-obras conseguiu ganhar mais de R$ 5.000 mensais e que o mercado disputou um engenheiro, cujo salário duplicou. Foi também em 2007 que melhoraram os rendimentos dos trabalhadores mais qualificados, engrossando a classe média, que nos últimos anos [Era FHC?], só vinha definhando”. Elio Gaspari escreveu uma nota com o título LULA LEVOU: “Lula conseguiu inverter um costume das previsões econômicas. Há mais de uma década, sempre que chegava a hora do balanço, os presidentes (inclusive ele) diziam que o próximo ano “não vai ser igual àquele que passou”. Encerrado um 2007 de êxitos amplos, gerais e irrestritos, agora é a oposição quem diz que 2008 não será igual “àquele que passou”. (Folha, 30/12). Será que não foi por esse motivo que a oposição não aprovou a prorrogação do CPMF? Assim, em 2008, Lula não poderá aplicar R$ 40 bilhões e este ano será, acredita a oposição, pior do que 2007!
O prefeito de Mogi Guaçu, Hélio Miachon Bueno, observou, em sua administração, que a situação econômica melhorou: “Nós tivemos há 20, 30 anos, uma migração violenta de muita gente do Nordeste, Paraná, Minas Gerais. Hoje esse fluxo é menor, a própria Bolsa Família e OS PROGRAMAS SOCIAIS (destaque meu) têm inibido isso”. Sem comentários.
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu
01/01/2008
Postado por Redação Portal Mogi Guaçu

NOTA DO BLOG: Este é o primeiro artigo de Jasson de 2008 aqui no blog, logo no segundo dia do ano. O homem não deve ter descansado nem na virada !! É isso aí, Jasson. Obrigado por ceder-nos mais este artigo, Feliz 2008, e vamos trabalhar!

dezembro 3, 2007

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR
Posts mais antigos »

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.