ENCALHE

maio 15, 2009

USAID financiou grupos separatistas na Bolívia

Filed under: Bolívia, Evo Morales, separatismo, USAID — Humberto @ 4:16 am
USAID financiou grupos separatistas na Bolívia com US$ 97 milhões, revela pesquisa nos EUA
Documentos recentemente desclassificados e obtidos pelos pesquisadores Eva Golinger e Jeremy Bigwood revelam que a Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID) foi usada para repassar mais de US$ 97 milhões a grupos separatistas de oposição da Bolívia desde 2002.
Os documentos, solicitados pela advogada venezuelana-estadunidense sob a Lei de Acesso à Informação dos Estados Unidos (Freedom of Information Act “FOIA”), destacam que a USAID na Bolívia foi o “primeiro doador que apoiava os governos estaduais” e “os programas de descentralização” no país, evidenciando que a agência norte-americana foi um dos principais financiadores e promotores dos projetos separatistas promovidos pelos governos fascistas do oriente boliviano.
“Os documentos afirmam que a USAID manipulou aproximadamente US$ 85 milhões anualmente na Bolívia, divididos entre seus programas de ‘segurança’, ‘democracia’, ‘crescimento econômico’, e ‘investimento social’”, detalhou Eva, explicando que o programa ‘Democracia’ se dedicou durante os últimos anos a articular grupos marginais que com nomes de aparência palatável, como “Gover-nabilidade democrática descentralizada: Governos Estaduais e Municipais”, foram a base de ações criminosas e golpistas.
“Segundo um dos documentos classificado como ‘sensível’, este esquema da descentralização [em bom português separatismo] começou quando a USAID estabeleceu na Bolívia um Escritório para as Iniciativas de uma Transição (OTI) durante o ano de 2004”, prosseguiu a advogada, acrescentando que “as OTIs são pontos de resposta rápida para uma crise política num país considerado ‘estrategicamente importante’ para os interesses estadunidenses. As OTIs mexem com fundos líquidos de altas quantidades”.
Ou seja, operam como agências de inteligência, contratando empresas estadunidenses que abrem sedes locais nos países onde direcionam altas quantidades de financiamento a partidos políticos e ONG’s que fazem o que Washington manda. Depois do fracasso do golpe de Estado contra o presidente Chávez em abril de 2002, por exemplo, a USAID abriu uma OTI na Venezuela dois meses depois, em junho de 2002, que desde então injetou mais de US$ 50 milhões a mais de 450 ONGs, programas e grupos políticos da oposição, revelou Golinger.
“No caso da Bolívia, a OTI contratou a empresa estadunidense Casals & Associates para coordenar um programa de descentralização e autonomia nas zonas da ‘meia lua’ boliviana, com ênfase no departamento de Santa Cruz, e para realizar escritórios de capacitação para fortalecer os partidos políticos de oposição contra a então candidatura de Evo Morales.
( HORA DO POVO, ed. 2765, 15 de Maio de 2009 )

USAID financiou grupos separatistas na Bolívia

Filed under: Bolívia, Evo Morales, separatismo, USAID — Humberto @ 4:16 am
USAID financiou grupos separatistas na Bolívia com US$ 97 milhões, revela pesquisa nos EUA
Documentos recentemente desclassificados e obtidos pelos pesquisadores Eva Golinger e Jeremy Bigwood revelam que a Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID) foi usada para repassar mais de US$ 97 milhões a grupos separatistas de oposição da Bolívia desde 2002.
Os documentos, solicitados pela advogada venezuelana-estadunidense sob a Lei de Acesso à Informação dos Estados Unidos (Freedom of Information Act “FOIA”), destacam que a USAID na Bolívia foi o “primeiro doador que apoiava os governos estaduais” e “os programas de descentralização” no país, evidenciando que a agência norte-americana foi um dos principais financiadores e promotores dos projetos separatistas promovidos pelos governos fascistas do oriente boliviano.
“Os documentos afirmam que a USAID manipulou aproximadamente US$ 85 milhões anualmente na Bolívia, divididos entre seus programas de ‘segurança’, ‘democracia’, ‘crescimento econômico’, e ‘investimento social’”, detalhou Eva, explicando que o programa ‘Democracia’ se dedicou durante os últimos anos a articular grupos marginais que com nomes de aparência palatável, como “Gover-nabilidade democrática descentralizada: Governos Estaduais e Municipais”, foram a base de ações criminosas e golpistas.
“Segundo um dos documentos classificado como ‘sensível’, este esquema da descentralização [em bom português separatismo] começou quando a USAID estabeleceu na Bolívia um Escritório para as Iniciativas de uma Transição (OTI) durante o ano de 2004”, prosseguiu a advogada, acrescentando que “as OTIs são pontos de resposta rápida para uma crise política num país considerado ‘estrategicamente importante’ para os interesses estadunidenses. As OTIs mexem com fundos líquidos de altas quantidades”.
Ou seja, operam como agências de inteligência, contratando empresas estadunidenses que abrem sedes locais nos países onde direcionam altas quantidades de financiamento a partidos políticos e ONG’s que fazem o que Washington manda. Depois do fracasso do golpe de Estado contra o presidente Chávez em abril de 2002, por exemplo, a USAID abriu uma OTI na Venezuela dois meses depois, em junho de 2002, que desde então injetou mais de US$ 50 milhões a mais de 450 ONGs, programas e grupos políticos da oposição, revelou Golinger.
“No caso da Bolívia, a OTI contratou a empresa estadunidense Casals & Associates para coordenar um programa de descentralização e autonomia nas zonas da ‘meia lua’ boliviana, com ênfase no departamento de Santa Cruz, e para realizar escritórios de capacitação para fortalecer os partidos políticos de oposição contra a então candidatura de Evo Morales.
( HORA DO POVO, ed. 2765, 15 de Maio de 2009 )

fevereiro 5, 2009

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

janeiro 13, 2009

BOLÍVIA: oposição golpista segue boicotando lei anticorrupção que investigaria fortunas suspeitas

Congresso boliviano debate lei anticorrupção recusada por opositores
La Paz, 13 jan (Prensa Latina) O Congresso boliviano analisa hoje um projeto de lei anticorrupção e de investigação de fortunas, o qual é recusado por opositores temerosos de sua entrada em vigor.
A iniciativa foi apoiada pela Câmara dos Deputados em 2006, no entanto, o Senado dominado pelos contrários ao Movimento ao Socialismo (MAS) parou desde então sua implementação.
De acordo com o legislador governista Gustavo Torrico, semelhante postura obedece ao medo que têm setores da direita de ver suas riquezas submetidas à investigação.
Muitos parlamentares da oposição, latifundiários, ex-integrantes de corpos armados e empresários obtiveram rendimentos ilícitos durante as épocas da ditadura e o neoliberalismo, alguns até juntaram milhões, assegurou à Prensa Latina.
Segundo Torrico, o pânico aumenta quando avaliam o caráter imprescritível do projeto.
A possibilidade de ver-se em tal situação aterroriza-os e como resultado tentam bloquear dita lei, mas o povo a exige e tarde ou cedo será uma realidade em aras da transparência de nossa sociedade, advertiu o deputado pelo MAS.
Em relação à votação no Congresso, o parlamentar estimou provável sua aprovação, ainda que a condicionou à assistência massiva dos senadores.
Segundo o legislador, integrantes da câmara alta, onde os opositores são maioria (15-12), poderiam ausentar-se para sabotar a consulta.
Isso seria um claríssimo sinal de medo diante da norma, quem não a deve não a teme, afirmou à Prensa Latina.
A lei de luta contra a corrupção, enriquecimento ilícito e investigação de fortunas submetida ao Legislativo leva o nome de Marcelo Quiroga Santa Cruz, político, escritor e diplomático boliviano assassinado em 1980 pela ditadura do golpista Luis García Meza. De acordo com o regulamento do Congresso, precisa-se a maioria absoluta (50% e mais um voto) para aprová-la. O Parlamento boliviano em pleno conta com 157 membros, 130 deputados e 27 senadores.
lma/wmr/lcss

BOLÍVIA: oposição golpista segue boicotando lei anticorrupção que investigaria fortunas suspeitas

Congresso boliviano debate lei anticorrupção recusada por opositores
La Paz, 13 jan (Prensa Latina) O Congresso boliviano analisa hoje um projeto de lei anticorrupção e de investigação de fortunas, o qual é recusado por opositores temerosos de sua entrada em vigor.
A iniciativa foi apoiada pela Câmara dos Deputados em 2006, no entanto, o Senado dominado pelos contrários ao Movimento ao Socialismo (MAS) parou desde então sua implementação.
De acordo com o legislador governista Gustavo Torrico, semelhante postura obedece ao medo que têm setores da direita de ver suas riquezas submetidas à investigação.
Muitos parlamentares da oposição, latifundiários, ex-integrantes de corpos armados e empresários obtiveram rendimentos ilícitos durante as épocas da ditadura e o neoliberalismo, alguns até juntaram milhões, assegurou à Prensa Latina.
Segundo Torrico, o pânico aumenta quando avaliam o caráter imprescritível do projeto.
A possibilidade de ver-se em tal situação aterroriza-os e como resultado tentam bloquear dita lei, mas o povo a exige e tarde ou cedo será uma realidade em aras da transparência de nossa sociedade, advertiu o deputado pelo MAS.
Em relação à votação no Congresso, o parlamentar estimou provável sua aprovação, ainda que a condicionou à assistência massiva dos senadores.
Segundo o legislador, integrantes da câmara alta, onde os opositores são maioria (15-12), poderiam ausentar-se para sabotar a consulta.
Isso seria um claríssimo sinal de medo diante da norma, quem não a deve não a teme, afirmou à Prensa Latina.
A lei de luta contra a corrupção, enriquecimento ilícito e investigação de fortunas submetida ao Legislativo leva o nome de Marcelo Quiroga Santa Cruz, político, escritor e diplomático boliviano assassinado em 1980 pela ditadura do golpista Luis García Meza. De acordo com o regulamento do Congresso, precisa-se a maioria absoluta (50% e mais um voto) para aprová-la. O Parlamento boliviano em pleno conta com 157 membros, 130 deputados e 27 senadores.
lma/wmr/lcss

BOLÍVIA: oposição golpista segue boicotando lei anticorrupção que investigaria fortunas suspeitas

Congresso boliviano debate lei anticorrupção recusada por opositores
La Paz, 13 jan (Prensa Latina) O Congresso boliviano analisa hoje um projeto de lei anticorrupção e de investigação de fortunas, o qual é recusado por opositores temerosos de sua entrada em vigor.
A iniciativa foi apoiada pela Câmara dos Deputados em 2006, no entanto, o Senado dominado pelos contrários ao Movimento ao Socialismo (MAS) parou desde então sua implementação.
De acordo com o legislador governista Gustavo Torrico, semelhante postura obedece ao medo que têm setores da direita de ver suas riquezas submetidas à investigação.
Muitos parlamentares da oposição, latifundiários, ex-integrantes de corpos armados e empresários obtiveram rendimentos ilícitos durante as épocas da ditadura e o neoliberalismo, alguns até juntaram milhões, assegurou à Prensa Latina.
Segundo Torrico, o pânico aumenta quando avaliam o caráter imprescritível do projeto.
A possibilidade de ver-se em tal situação aterroriza-os e como resultado tentam bloquear dita lei, mas o povo a exige e tarde ou cedo será uma realidade em aras da transparência de nossa sociedade, advertiu o deputado pelo MAS.
Em relação à votação no Congresso, o parlamentar estimou provável sua aprovação, ainda que a condicionou à assistência massiva dos senadores.
Segundo o legislador, integrantes da câmara alta, onde os opositores são maioria (15-12), poderiam ausentar-se para sabotar a consulta.
Isso seria um claríssimo sinal de medo diante da norma, quem não a deve não a teme, afirmou à Prensa Latina.
A lei de luta contra a corrupção, enriquecimento ilícito e investigação de fortunas submetida ao Legislativo leva o nome de Marcelo Quiroga Santa Cruz, político, escritor e diplomático boliviano assassinado em 1980 pela ditadura do golpista Luis García Meza. De acordo com o regulamento do Congresso, precisa-se a maioria absoluta (50% e mais um voto) para aprová-la. O Parlamento boliviano em pleno conta com 157 membros, 130 deputados e 27 senadores.
lma/wmr/lcss

BOLÍVIA: oposição golpista segue boicotando lei anticorrupção que investigaria fortunas suspeitas

Congresso boliviano debate lei anticorrupção recusada por opositores
La Paz, 13 jan (Prensa Latina) O Congresso boliviano analisa hoje um projeto de lei anticorrupção e de investigação de fortunas, o qual é recusado por opositores temerosos de sua entrada em vigor.
A iniciativa foi apoiada pela Câmara dos Deputados em 2006, no entanto, o Senado dominado pelos contrários ao Movimento ao Socialismo (MAS) parou desde então sua implementação.
De acordo com o legislador governista Gustavo Torrico, semelhante postura obedece ao medo que têm setores da direita de ver suas riquezas submetidas à investigação.
Muitos parlamentares da oposição, latifundiários, ex-integrantes de corpos armados e empresários obtiveram rendimentos ilícitos durante as épocas da ditadura e o neoliberalismo, alguns até juntaram milhões, assegurou à Prensa Latina.
Segundo Torrico, o pânico aumenta quando avaliam o caráter imprescritível do projeto.
A possibilidade de ver-se em tal situação aterroriza-os e como resultado tentam bloquear dita lei, mas o povo a exige e tarde ou cedo será uma realidade em aras da transparência de nossa sociedade, advertiu o deputado pelo MAS.
Em relação à votação no Congresso, o parlamentar estimou provável sua aprovação, ainda que a condicionou à assistência massiva dos senadores.
Segundo o legislador, integrantes da câmara alta, onde os opositores são maioria (15-12), poderiam ausentar-se para sabotar a consulta.
Isso seria um claríssimo sinal de medo diante da norma, quem não a deve não a teme, afirmou à Prensa Latina.
A lei de luta contra a corrupção, enriquecimento ilícito e investigação de fortunas submetida ao Legislativo leva o nome de Marcelo Quiroga Santa Cruz, político, escritor e diplomático boliviano assassinado em 1980 pela ditadura do golpista Luis García Meza. De acordo com o regulamento do Congresso, precisa-se a maioria absoluta (50% e mais um voto) para aprová-la. O Parlamento boliviano em pleno conta com 157 membros, 130 deputados e 27 senadores.
lma/wmr/lcss

BOLÍVIA: oposição golpista segue boicotando lei anticorrupção que investigaria fortunas suspeitas

Congresso boliviano debate lei anticorrupção recusada por opositores
La Paz, 13 jan (Prensa Latina) O Congresso boliviano analisa hoje um projeto de lei anticorrupção e de investigação de fortunas, o qual é recusado por opositores temerosos de sua entrada em vigor.
A iniciativa foi apoiada pela Câmara dos Deputados em 2006, no entanto, o Senado dominado pelos contrários ao Movimento ao Socialismo (MAS) parou desde então sua implementação.
De acordo com o legislador governista Gustavo Torrico, semelhante postura obedece ao medo que têm setores da direita de ver suas riquezas submetidas à investigação.
Muitos parlamentares da oposição, latifundiários, ex-integrantes de corpos armados e empresários obtiveram rendimentos ilícitos durante as épocas da ditadura e o neoliberalismo, alguns até juntaram milhões, assegurou à Prensa Latina.
Segundo Torrico, o pânico aumenta quando avaliam o caráter imprescritível do projeto.
A possibilidade de ver-se em tal situação aterroriza-os e como resultado tentam bloquear dita lei, mas o povo a exige e tarde ou cedo será uma realidade em aras da transparência de nossa sociedade, advertiu o deputado pelo MAS.
Em relação à votação no Congresso, o parlamentar estimou provável sua aprovação, ainda que a condicionou à assistência massiva dos senadores.
Segundo o legislador, integrantes da câmara alta, onde os opositores são maioria (15-12), poderiam ausentar-se para sabotar a consulta.
Isso seria um claríssimo sinal de medo diante da norma, quem não a deve não a teme, afirmou à Prensa Latina.
A lei de luta contra a corrupção, enriquecimento ilícito e investigação de fortunas submetida ao Legislativo leva o nome de Marcelo Quiroga Santa Cruz, político, escritor e diplomático boliviano assassinado em 1980 pela ditadura do golpista Luis García Meza. De acordo com o regulamento do Congresso, precisa-se a maioria absoluta (50% e mais um voto) para aprová-la. O Parlamento boliviano em pleno conta com 157 membros, 130 deputados e 27 senadores.
lma/wmr/lcss
Posts mais antigos »

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.