COMUNIQUE-SE
O jornalista iraquiano Ibrahim Jassam, que trabalhava como fotógrafo e cinegrafista para a Reuters, está preso há um ano pelas forças militares dos Estados Unidos no Iraque.
“Após um ano procurando obter informações específicas, ouvimos apenas acusações vagas e indefinidas. Para mim, isso é inaceitável,” disse David Schlesinger, editor chefe da Reuters.
Jassam foi detido por soldados americanos e iraquianos no dia 02/09/2008. Em novembro, a Corte Criminal Central do Iraque decidiu que não existem acusações contra o jornalista, mas ele continua detido em uma prisão construída no deserto, na divisa com o Kuwait.
“É apenas correto e justo que qualquer acusação específica contra um jornalista seja divulgada publicamente e tratada de maneira justa e rápida, com o jornalista tendo o direito de se defender de modo apropriado”, complementa Schlesinger.
As acusações contra Jassam não são divulgadas. Segundo a tenente-coronel Pat Johnson, porta-voz das forças americanas no Iraque, o jornalista teria relações com “atividades insurgentes”.
“Embora apreciemos a decisão da Corte Criminal Central do Iraque no caso de Ibrahim Jassam, a decisão dela não invalida as informações de inteligência que atualmente o apontam como ameaça à segurança e estabilidade iraquianas”, afirmou.
Com informações da Reuters.
setembro 3, 2009
CADÊ A LIBERDADE DE IMPRENSA? FOTÓGRAFO ESTÁ PRESO HÁ UM ANO POR MILITARES! FORA TIRANIA TOTALITÁRIA!
Bandeira da Coréia do Norte, país que não tem nada a ver com esta história…
Cinegrafista da Reuters está preso há um ano pelo Exército dos EUA
agosto 31, 2009
agosto 29, 2009
junho 5, 2009
EUA testarão bala controlada por rádio
SÃO PAULO – O exército americano desenvolveu um rifle que é capaz de disparar projéteis que podem mudar de direção durante o percurso por controle de rádio.
O XM25, como é chamado a arma, pode ser uma solução para atirar em alvos de difícil acesso, como soldados escondidos em trincheira, ou um objeto atrás da parede, segundo a milícia dos Estados Unidos. Os protótipos devem ser testados em breve no Iraque ou no Afeganistão e a previsão é que a versão final saia em 2012.
O XM25, como é chamado a arma, pode ser uma solução para atirar em alvos de difícil acesso, como soldados escondidos em trincheira, ou um objeto atrás da parede, segundo a milícia dos Estados Unidos. Os protótipos devem ser testados em breve no Iraque ou no Afeganistão e a previsão é que a versão final saia em 2012.
O conceito é simples na prática, mas um tanto complexo no funcionamento. De acordo com a New Scientist, que publicou hoje (04) uma nota explicativa sobre a tecnologia militar, o rifle usa um dispositivo a laser para calcular a distância exata da obstrução. A partir da conta, o soldado pode adicionar ou subtrair até três metros de distância no corpo da arma de fogo e assim fazer o disparo com explosão inteligente.
A detonação aconteceria por um sinal de rádio que a arma envia a uma micro plaqueta dentro da bala, que informa a distância precisa do alvo. O segredo também estaria no transdutor magnético dentro da bala que por meio do campo magnético da Terra é capaz de gerar uma corrente alternada.
Os americanos do exército tratam o invento como uma alternativa mais precisa e barata aos lançadores de granada e às artilharias aéreas, além de trazer menos riscos aos civis.
INFO ONLINE, 04.06.09
A detonação aconteceria por um sinal de rádio que a arma envia a uma micro plaqueta dentro da bala, que informa a distância precisa do alvo. O segredo também estaria no transdutor magnético dentro da bala que por meio do campo magnético da Terra é capaz de gerar uma corrente alternada.
Os americanos do exército tratam o invento como uma alternativa mais precisa e barata aos lançadores de granada e às artilharias aéreas, além de trazer menos riscos aos civis.
INFO ONLINE, 04.06.09
EUA testarão bala controlada por rádio
SÃO PAULO – O exército americano desenvolveu um rifle que é capaz de disparar projéteis que podem mudar de direção durante o percurso por controle de rádio.
O XM25, como é chamado a arma, pode ser uma solução para atirar em alvos de difícil acesso, como soldados escondidos em trincheira, ou um objeto atrás da parede, segundo a milícia dos Estados Unidos. Os protótipos devem ser testados em breve no Iraque ou no Afeganistão e a previsão é que a versão final saia em 2012.
O XM25, como é chamado a arma, pode ser uma solução para atirar em alvos de difícil acesso, como soldados escondidos em trincheira, ou um objeto atrás da parede, segundo a milícia dos Estados Unidos. Os protótipos devem ser testados em breve no Iraque ou no Afeganistão e a previsão é que a versão final saia em 2012.
O conceito é simples na prática, mas um tanto complexo no funcionamento. De acordo com a New Scientist, que publicou hoje (04) uma nota explicativa sobre a tecnologia militar, o rifle usa um dispositivo a laser para calcular a distância exata da obstrução. A partir da conta, o soldado pode adicionar ou subtrair até três metros de distância no corpo da arma de fogo e assim fazer o disparo com explosão inteligente.
A detonação aconteceria por um sinal de rádio que a arma envia a uma micro plaqueta dentro da bala, que informa a distância precisa do alvo. O segredo também estaria no transdutor magnético dentro da bala que por meio do campo magnético da Terra é capaz de gerar uma corrente alternada.
Os americanos do exército tratam o invento como uma alternativa mais precisa e barata aos lançadores de granada e às artilharias aéreas, além de trazer menos riscos aos civis.
INFO ONLINE, 04.06.09
A detonação aconteceria por um sinal de rádio que a arma envia a uma micro plaqueta dentro da bala, que informa a distância precisa do alvo. O segredo também estaria no transdutor magnético dentro da bala que por meio do campo magnético da Terra é capaz de gerar uma corrente alternada.
Os americanos do exército tratam o invento como uma alternativa mais precisa e barata aos lançadores de granada e às artilharias aéreas, além de trazer menos riscos aos civis.
INFO ONLINE, 04.06.09
maio 14, 2009
Noventa e três crianças – uma de apenas 8 dias de vida – morreram nos ataques americanos em Cabul, diz Reuters ( em inglês )
EXCLUSIVE
List of 140 Afghan Killed In US Attack Includes 93 Children
By Reuters
KABUL (Reuters) – Ninety-three children and 25 adult women are among a list of 140 names of Afghans who villagers say were killed in a battle and U.S. air strikes last week, causing a crisis between Washington and its Afghan allies.
The list, obtained by Reuters, bears the endorsement of seven senior provincial and central government officials, including an Afghan two-star general who headed a task force dispatched by the government to investigate the incident.
Titled “list of the martyrs of the bombardment of Bala Boluk district of Farah Province”, it includes the name, age and father’s name of each alleged victim.
The youngest was listed as 8-day-old baby Sayed Musa, son of Sayed Adam. Fifty-three victims were girls under the age of 18, and 40 were boys. Only 22 were men 18 or older.
The U.S. military continues to dispute the toll and a military spokesman said some of the names could be fake.
The dispute over the number of dead has worsened tension between Washington and Kabul, despite apologies President Barack Obama and Secretary of State Hillary Clinton made during a visit to Washington by President Hamid Karzai last week.
The Afghan government has endorsed the list, and Karzai went on U.S. television to call for an end to all U.S. air strikes, only to be rebuffed by Washington. Afghan officials say the issue helps insurgents by turning the public against foreign forces.
Since last year, U.S. officials adopted new procedures for investigations of civilian casualties designed to ensure their statements agree with those of the Afghan government.Nevertheless, Washington has continued to dispute the death toll. U.S. military spokesman Colonel Greg Julian said villagers had an incentive to invent names of dead relatives in the hope of collecting compensation.
U.S. SAYS NO PROOF
“Well I could give you 140 names too. The problem is there is no evidence of that number of graves … Are those real people? Did they ever actually exist? I can give you a list of 53 girls names with their ages,” he said “There are no birth certificates and there are no death certificates.”
“Conditions exist that encourage exaggeration,” Julian added.”If you say that the Taliban killed your family you’d get nothing. If you say the Americans killed your family, you might get assistance, whether they existed or not.”
Julian said investigators had been shown 26 individual graves at the site and one mass grave, which he said was not large enough to contain so many bodies. He estimated the overall toll could not exceed 80.Because of cultural sensitivity, there were no plans to dig up the graves to determine how many were buried inside, he said.
The U.S. military blames the Taliban for causing the deaths deliberately by herding civilians into houses it knew would be targeted by U.S. troops sent to rescue Afghan police and soldiers from an ambush. It also says the Taliban may have killed some of the villagers with grenades.
“Don’t forget about who is responsible for this whole thing. This was a deliberate plan to create human sacrifices and then blame us,” Julian said.
Karzai told CNN last week that Washington needs to rely on other tactics besides air strikes when it is facing Taliban fighters in villages where civilians might be present.”The air strikes are not acceptable,” Karzai said.
“Terrorism is not in Afghan villages, not in Afghan homes. And you cannot defeat terrorists by air strikes.”
But White House National Security Advisor James Jones said on Sunday that U.S. forces need air power to protect themselves: “We can’t fight with one hand tied behind our back.”
Juiz ordena que jornalista entregue material gravado em protestos anti-guerra nos EUA
Juiz ordena que jornalista entregue material gravado em protestos anti-guerra nos EUA
Um juiz federal de Chicago, nos Estados Unidos, ordenou que o jornalista Martin Conlisk entregue todos os vídeos que fez de protestos anti-guerra entre 2003 e 2005. A decisão foi ocasionada pelo pedido de Andy Thayer, que foi detido em uma das manifestações.
Segundo o Sindicato dos Jornalistas de Portugal, o autor da ação alega que os seus direitos constitucionais foram violados pela detenção, e a presença de policiais nos eventos era uma forma de inibir a liberdade de expressão. O jornalista testemunhou no julgamento contra Thayer por estar filmando as manifestações naquele dia.
Após ter sido orientado a entregar todo o material gravado, Conlisk alegou que o pedido era excessivo e interferia no seu trabalho – o que poderia trazer consequências para sua credibilidade profissional. No entanto, o juiz considerou que o argumento era uma tentativa de impor um provilégio de sigilo profissional.
O tribunal considerou ainda a intimação como relevante para ajudar a determinar qual a prática mais frequente da polícia local, já que Conlisk documentou muitos dos protestos na cidade ao longo dos anos.
Um juiz federal de Chicago, nos Estados Unidos, ordenou que o jornalista Martin Conlisk entregue todos os vídeos que fez de protestos anti-guerra entre 2003 e 2005. A decisão foi ocasionada pelo pedido de Andy Thayer, que foi detido em uma das manifestações.
Segundo o Sindicato dos Jornalistas de Portugal, o autor da ação alega que os seus direitos constitucionais foram violados pela detenção, e a presença de policiais nos eventos era uma forma de inibir a liberdade de expressão. O jornalista testemunhou no julgamento contra Thayer por estar filmando as manifestações naquele dia.
Após ter sido orientado a entregar todo o material gravado, Conlisk alegou que o pedido era excessivo e interferia no seu trabalho – o que poderia trazer consequências para sua credibilidade profissional. No entanto, o juiz considerou que o argumento era uma tentativa de impor um provilégio de sigilo profissional.
O tribunal considerou ainda a intimação como relevante para ajudar a determinar qual a prática mais frequente da polícia local, já que Conlisk documentou muitos dos protestos na cidade ao longo dos anos.
LEITURA COMPLEMENTAR
Repórter instado a entregar vídeos de protestos anti-guerra
O repórter Martin Conlisk recebeu ordens de um magistrado federal de Chicago, nos EUA, para entregar todos os vídeos que fizera de protestos anti-guerra entre 2003 e 2005, devido a um processo instaurado por um homem detido durante uma dessas manifestações.
O queixoso, Andy Thayer, processou a autarquia em 2007, alegando que os seus direitos constitucionais foram violados pela detenção e dizendo que a política local de enviar polícias com equipamento anti-motim para protestos era uma forma de suprimir a liberdade de expressão. Tendo testemunhado no julgamento por conduta desordeira de Thayer em virtude de estar a filmar no dia em que este foi preso, Martin Conlisk foi inicialmente instado a apresentar todas as cassetes e material que tivesse sobre os protestos anti-guerra em Chicago desde Março de 2003 até ao presente, incluindo tudo o que tivesse no disco rígido do seu computador, bem como a testemunhar acerca de cada gravação. O repórter alegou que o pedido era excessivo e representava uma intrusão no produto do seu trabalho que teria consequências na sua credibilidade profissional, argumento que não colheu junto do tribunal, que o considerou uma tentativa de impor um privilégio de protecção do sigilo profissional que não é reconhecido a nível federal. O tribunal considerou ainda a intimação como relevante para ajudar a determinar qual a prática mais frequente da polícia local, uma vez que Conlisk documentou muitos dos protestos na cidade ao longo dos anos. As únicas alterações ao pedido inicial foram a redução do período abrangido pelas cassetes, que foram só até ao dia em que Thayer foi detido em 2005, e a retirada da obrigatoriedade de apresentar o disco rígido. ( JORNALISTAS.ONLINE.PT )
O repórter Martin Conlisk recebeu ordens de um magistrado federal de Chicago, nos EUA, para entregar todos os vídeos que fizera de protestos anti-guerra entre 2003 e 2005, devido a um processo instaurado por um homem detido durante uma dessas manifestações.
O queixoso, Andy Thayer, processou a autarquia em 2007, alegando que os seus direitos constitucionais foram violados pela detenção e dizendo que a política local de enviar polícias com equipamento anti-motim para protestos era uma forma de suprimir a liberdade de expressão. Tendo testemunhado no julgamento por conduta desordeira de Thayer em virtude de estar a filmar no dia em que este foi preso, Martin Conlisk foi inicialmente instado a apresentar todas as cassetes e material que tivesse sobre os protestos anti-guerra em Chicago desde Março de 2003 até ao presente, incluindo tudo o que tivesse no disco rígido do seu computador, bem como a testemunhar acerca de cada gravação. O repórter alegou que o pedido era excessivo e representava uma intrusão no produto do seu trabalho que teria consequências na sua credibilidade profissional, argumento que não colheu junto do tribunal, que o considerou uma tentativa de impor um privilégio de protecção do sigilo profissional que não é reconhecido a nível federal. O tribunal considerou ainda a intimação como relevante para ajudar a determinar qual a prática mais frequente da polícia local, uma vez que Conlisk documentou muitos dos protestos na cidade ao longo dos anos. As únicas alterações ao pedido inicial foram a redução do período abrangido pelas cassetes, que foram só até ao dia em que Thayer foi detido em 2005, e a retirada da obrigatoriedade de apresentar o disco rígido. ( JORNALISTAS.ONLINE.PT )
Juiz ordena que jornalista entregue material gravado em protestos anti-guerra nos EUA
Juiz ordena que jornalista entregue material gravado em protestos anti-guerra nos EUA
Um juiz federal de Chicago, nos Estados Unidos, ordenou que o jornalista Martin Conlisk entregue todos os vídeos que fez de protestos anti-guerra entre 2003 e 2005. A decisão foi ocasionada pelo pedido de Andy Thayer, que foi detido em uma das manifestações.
Segundo o Sindicato dos Jornalistas de Portugal, o autor da ação alega que os seus direitos constitucionais foram violados pela detenção, e a presença de policiais nos eventos era uma forma de inibir a liberdade de expressão. O jornalista testemunhou no julgamento contra Thayer por estar filmando as manifestações naquele dia.
Após ter sido orientado a entregar todo o material gravado, Conlisk alegou que o pedido era excessivo e interferia no seu trabalho – o que poderia trazer consequências para sua credibilidade profissional. No entanto, o juiz considerou que o argumento era uma tentativa de impor um provilégio de sigilo profissional.
O tribunal considerou ainda a intimação como relevante para ajudar a determinar qual a prática mais frequente da polícia local, já que Conlisk documentou muitos dos protestos na cidade ao longo dos anos.
Um juiz federal de Chicago, nos Estados Unidos, ordenou que o jornalista Martin Conlisk entregue todos os vídeos que fez de protestos anti-guerra entre 2003 e 2005. A decisão foi ocasionada pelo pedido de Andy Thayer, que foi detido em uma das manifestações.
Segundo o Sindicato dos Jornalistas de Portugal, o autor da ação alega que os seus direitos constitucionais foram violados pela detenção, e a presença de policiais nos eventos era uma forma de inibir a liberdade de expressão. O jornalista testemunhou no julgamento contra Thayer por estar filmando as manifestações naquele dia.
Após ter sido orientado a entregar todo o material gravado, Conlisk alegou que o pedido era excessivo e interferia no seu trabalho – o que poderia trazer consequências para sua credibilidade profissional. No entanto, o juiz considerou que o argumento era uma tentativa de impor um provilégio de sigilo profissional.
O tribunal considerou ainda a intimação como relevante para ajudar a determinar qual a prática mais frequente da polícia local, já que Conlisk documentou muitos dos protestos na cidade ao longo dos anos.
LEITURA COMPLEMENTAR
Repórter instado a entregar vídeos de protestos anti-guerra
O repórter Martin Conlisk recebeu ordens de um magistrado federal de Chicago, nos EUA, para entregar todos os vídeos que fizera de protestos anti-guerra entre 2003 e 2005, devido a um processo instaurado por um homem detido durante uma dessas manifestações.
O queixoso, Andy Thayer, processou a autarquia em 2007, alegando que os seus direitos constitucionais foram violados pela detenção e dizendo que a política local de enviar polícias com equipamento anti-motim para protestos era uma forma de suprimir a liberdade de expressão. Tendo testemunhado no julgamento por conduta desordeira de Thayer em virtude de estar a filmar no dia em que este foi preso, Martin Conlisk foi inicialmente instado a apresentar todas as cassetes e material que tivesse sobre os protestos anti-guerra em Chicago desde Março de 2003 até ao presente, incluindo tudo o que tivesse no disco rígido do seu computador, bem como a testemunhar acerca de cada gravação. O repórter alegou que o pedido era excessivo e representava uma intrusão no produto do seu trabalho que teria consequências na sua credibilidade profissional, argumento que não colheu junto do tribunal, que o considerou uma tentativa de impor um privilégio de protecção do sigilo profissional que não é reconhecido a nível federal. O tribunal considerou ainda a intimação como relevante para ajudar a determinar qual a prática mais frequente da polícia local, uma vez que Conlisk documentou muitos dos protestos na cidade ao longo dos anos. As únicas alterações ao pedido inicial foram a redução do período abrangido pelas cassetes, que foram só até ao dia em que Thayer foi detido em 2005, e a retirada da obrigatoriedade de apresentar o disco rígido. ( JORNALISTAS.ONLINE.PT )
O repórter Martin Conlisk recebeu ordens de um magistrado federal de Chicago, nos EUA, para entregar todos os vídeos que fizera de protestos anti-guerra entre 2003 e 2005, devido a um processo instaurado por um homem detido durante uma dessas manifestações.
O queixoso, Andy Thayer, processou a autarquia em 2007, alegando que os seus direitos constitucionais foram violados pela detenção e dizendo que a política local de enviar polícias com equipamento anti-motim para protestos era uma forma de suprimir a liberdade de expressão. Tendo testemunhado no julgamento por conduta desordeira de Thayer em virtude de estar a filmar no dia em que este foi preso, Martin Conlisk foi inicialmente instado a apresentar todas as cassetes e material que tivesse sobre os protestos anti-guerra em Chicago desde Março de 2003 até ao presente, incluindo tudo o que tivesse no disco rígido do seu computador, bem como a testemunhar acerca de cada gravação. O repórter alegou que o pedido era excessivo e representava uma intrusão no produto do seu trabalho que teria consequências na sua credibilidade profissional, argumento que não colheu junto do tribunal, que o considerou uma tentativa de impor um privilégio de protecção do sigilo profissional que não é reconhecido a nível federal. O tribunal considerou ainda a intimação como relevante para ajudar a determinar qual a prática mais frequente da polícia local, uma vez que Conlisk documentou muitos dos protestos na cidade ao longo dos anos. As únicas alterações ao pedido inicial foram a redução do período abrangido pelas cassetes, que foram só até ao dia em que Thayer foi detido em 2005, e a retirada da obrigatoriedade de apresentar o disco rígido. ( JORNALISTAS.ONLINE.PT )




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