O deputado Pedro Wilson (PT-GO), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara, informou que a comissão enviará uma carta de alerta à Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo. No documento, os parlamentares deverão lamentar a ausência de representantes da secretaria na audiência pública, realizada ontem na comissão, para tratar da interferência da tropa de choque da Polícia Militar do estado no Centro Universitário de Santo André, no ABC Paulista.
O caso da universidade paulista teve uma grande projeção no país em função da brutalidade usada pelos policiais na operação de reintegração de posse. O confronto ocorreu no mês de agosto deste ano. A carta, segundo o parlamentar, também alertará o governo do estado para o uso excessivo de tropas armadas em manifestações estudantis.
Tanto o governo do estado, quanto a reitoria da universidade, receberam convites para a audiência mas não enviaram nenhum representante. “O Estado tem como obrigação garantir o direito de cidadania, ele não pode ser um ator de violação desses direitos”, afirmou o deputado Luiz Couto (PT-PB), presidente da CDH.
O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) reclamou da ausência de diálogo entre as reitorias das universidades públicas e os movimentos estudantis. Segundo o petista, a carta servirá de instrumento para evitar problemas futuros em confrontos estudantis. “É preciso que se restabeleça o diálogo com os estudantes. Temos que alertar o governo do Estado de São Paulo para que esse tipo de comportamento não ocorra novamente”, lamentou.
Abuso - A presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lúcia Stump, denunciou o uso de violência contra os alunos e disse que existem setores que tentam criminalizar os movimentos estudantis. “Desde a ditadura militar que não se ouve falar de invasão da PM em centros universitários. Esses locais, onde deveriam ser um polo de discussão e diálogo, vem sendo invadido”, reclamou.
O caso da universidade paulista teve uma grande projeção no país em função da brutalidade usada pelos policiais na operação de reintegração de posse. O confronto ocorreu no mês de agosto deste ano. A carta, segundo o parlamentar, também alertará o governo do estado para o uso excessivo de tropas armadas em manifestações estudantis.
Tanto o governo do estado, quanto a reitoria da universidade, receberam convites para a audiência mas não enviaram nenhum representante. “O Estado tem como obrigação garantir o direito de cidadania, ele não pode ser um ator de violação desses direitos”, afirmou o deputado Luiz Couto (PT-PB), presidente da CDH.
O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) reclamou da ausência de diálogo entre as reitorias das universidades públicas e os movimentos estudantis. Segundo o petista, a carta servirá de instrumento para evitar problemas futuros em confrontos estudantis. “É preciso que se restabeleça o diálogo com os estudantes. Temos que alertar o governo do Estado de São Paulo para que esse tipo de comportamento não ocorra novamente”, lamentou.
Abuso - A presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lúcia Stump, denunciou o uso de violência contra os alunos e disse que existem setores que tentam criminalizar os movimentos estudantis. “Desde a ditadura militar que não se ouve falar de invasão da PM em centros universitários. Esses locais, onde deveriam ser um polo de discussão e diálogo, vem sendo invadido”, reclamou.
INFORMES PT
06/12/07

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