ENCALHE

outubro 7, 2008

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
Se você clicar AQUI , nem precisa ir à banca, pode comprar direto no site SABERMARKETING, e por apenas R$ 24,90 de investimento ( mas, se quiser procurar na blogosfera, dá para arrumar de 2ª. mão bem mais em conta ).
E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
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E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

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STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
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Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
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“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
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E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
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Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
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E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

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STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
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Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
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STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
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Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
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Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

setembro 11, 2008

Rede social para espiões é criada nos EUA

Filed under: A-Space, espionagem, grampos e arapongagem, redes sociais — Humberto @ 1:30 am
GEEK, 09.09.08
A partir do dia 22 de setembro, a rede social A-Space será oficialmente lançada nos Estados Unidos. Diferente de outras redes sociais online, a A-Space será fechada e reunirá os membros de dezesseis agências de inteligência do país.
Segundo o site Tech.Blorge, a rede para espiões está em testes há alguns meses e, quando lançada, unirá cada um dos analistas dessas agências. O especialista Michael Wertheimer afirmou que a rede tem um pouco de Facebook e YouTube, mas que vai muito além..
A idéia é que a rede seja uma chance de compartilhar informações de modo nunca feito entre espiões antes, ajudando na proteção do país contra ameaças à segurança nacional. Logicamente, as informações ali inseridas serão mantidas sob completa confidencialidade e serão acessíveis apenas de forma restrita.
Para proteger as informações de possíveis invasores o serviço usará um sistema semelhante ao empregado por firmas de cartão de crédito, que bloqueia o número caso um uso muito diferente seja notado, noticiou o site CNet.

agosto 19, 2008

Dados dos cidadãos são vendidos livremente na Alemanha!! Espionagem em larga escala faz Daniel Dantas parecer Inspetor Clouseau!!

Escândalos de comércio ilegal de dados eclodem na Alemanha
DW, 19.08.08

Comércio de dados de clientes toma proporções escandalosas na Alemanha. Associações de defesa do consumidor alertam que dados de empresas privadas no país são cada vez mais inseguros.
Especialistas alertam: negócios ilícitos envolvendo o comércio de dados se tornam cada vez mais freqüentes na Alemanha. A Confederação das Centrais de Defesa do Consumidor deu início a um debate, depois de ter conseguido, por meros 850 euros, comprar dados relacionados a 6 milhões de pessoas que vivem no país.
Envolvimento de call centers
O presidente da Confederação, Gerd Billen, deverá entregar um DVD e dois CDs contendo esses dados à Justiça. Também no estado de Schleswig-Holstein foi descoberto um CD com mais de 130 mil registros, colhidos por call centers no país. Aproximadamente 60 mil destes continham dados bancários, arquivados por companhias lotéricas e de telefonia.
De posse de tais dados, é possível às empresas sacar dinheiro de contas alheias. As associações de defesa do consumidor acreditam que casos de acesso ilícito a contas bancárias podem estar associados ao comércio de dados: nos últimos tempos, foram registrados vários casos de pessoas que se negaram, por telefone, a participar de rifas ou similares e tiveram os valores em questão retirados de suas contas. Isso sem que tenham fornecido quaisquer dados, exceto os próprios nomes.
Aliança contra abusos – Organizações de defesa do consumidor, aliadas a organismos de proteção à privacidade, ao encarregado do governo para o assunto e à polícia do país, selaram uma aliança pelo combate ao comércio de dados e em prol de punições mais severas para infratores. Billen afirmou em Berlim que a “fúria pelo acúmulo de dados” tem que ser cessada.
Bernd Carstensen, presidente da Federação dos Policiais, alertou para o fato de que “o comércio de dados privados envolve bilhões de euros e dispõe de estruturas mafiosas”. Peter Schaar, encarregado do governo federal para a proteção de dados, salientou que “tais dados só deveriam ser usados para fins de propaganda e marketing quando isso for explicitamente permitido pela pessoa em questão”.
Os principais suspeitos de comércio ilegal de dados no país são call centers. Segundo informações veiculadas pela televisão alemã, uma empresa do ramo de Bremerhaven teria tido acesso a dados de clientes da companhia telefônica Deutsche Telekom e repassado adiante. As proporções dos dados comercializados ainda não foram apuradas.
Verdes pedem legislação mais rigorosa - Renate Künast, líder da bancada do Partido Verde no Bundestag, sugeriu a criação de um apoio jurídico para que todo cidadão tenha o direito de saber e determinar o que acontece com os dados a seu respeito. “Tanto no direito civil quanto no empresarial precisamos nos abrir para o desenvolvimento tecnológico do século 21 no que diz respeito à proteção à privacidade”, diz Künast.
Vários escândalos - No decorrer dos últimos dias, foram vários os escândalos no país envolvendo a proteção de dados. Segundo informações divulgadas pela mídia, o informante que enviou anonimamente à Associação de Proteção ao Consumidor de Schleswig-Holstein um CD-Rom com informações pessoais (nome, endereço, telefone e contas bancárias) de aproximadamente 17 mil cidadãos, estaria em posse de aproximadamente 1,5 milhão de dados similares.
O tal informante, de 36 anos de idade, teria trabalhado, segundo o semanário Der Spiegel, em um call center da cidade de Lübeck, cuja direção permitia o acessos dos funcionários aos dados. A revista Focus informou que também no estado da Renânia do Norte-Vestfália um comerciante de dados ofereceu no mercado negro, há pouco, 50 mil nomes, com endereço, telefone e número de conta bancária. Os preços para a aquisição do material iam de 5 cents de euro a 1 euro por registro.
Agências/DW (sv)
E mais:

Descoberto comércio ilegal com dados de 17 mil pessoas

Serviços de proteção de dados e ao consumidor da Alemanha registraram comércio ilegal com informações pessoais em grande estilo. A Central do Consumidor do estado de Schleswig-Holstein interceptou um CD com nomes, datas de nascimento, endereços e números telefone de contas de banco de 17 mil cidadãos do país. Segundo primeiras informações, o CD era vendido por uma firma da Renânia do Norte-Vestfália a outras empresas. Os dados aparentemente provêm de uma operadora de loteria do sul do país. (av) – 12.08.08

Espionagem empresarial preocupa especialistas

Vários empresários de médio porte na Alemanha não têm consciência do risco que correm: espionar o know-how tecnológico alheio para produzir no próprio país vem sendo prática cada vez mais comum. – 06.11.07





abril 14, 2008

Evo afirma que CIA tinha escritório dentro do Palácio Presidencial

Segundo o presidente da Bolívia, um ex-general da polícia fornecia informes para a agência estadunidense; escritório teria sido eliminado no começo da gestão
Brasil de Fato
11/04/2008
Igor Ojeda,
enviado especial de La Paz (Bolívia)
O presidente boliviano, Evo Morales, afirmou que seu governo, no começo da gestão, em 2006, eliminou um escritório que a CIA (agência de inteligência dos EUA) mantinha dentro do Palacio Quemado, como é conhecido o edifício da presidência, em La Paz. “Depois de dois ou três meses, nos demos conta de que no Palácio havia um escritório da CIA. Um ex-general da polícia dava informes [à agência estadunidense] sob o pretexto de luta contra o terrorismo”, denunciou, na quinta-feira (10), durante discurso de entrega de terras para comunidades afetadas pelas inundações.
Segundo o presidente, o ministro da Presidência, Juan Ramón Quintana, foi o responsável pelo desmantelamento do escritório. Procurada pelo Brasil de Fato, a assessoria de imprensa do Palácio Presidencial afirmou não ter mais detalhes sobre o assunto. A Agência Boliviana de Informação (ABI), vinculada ao governo, divulgou em fevereiro que o diretor da CIA, Michael McConnel, fez duras críticas à Bolívia diante da Câmara de Deputados dos EUA, e advertiu sobre a suposta a influência dos governos da Venezuela e de Cuba para desestabilizar as democracias na Bolívia, Equador e Nicarágua.
Também no começo de 2008, duas denúncias de espionagem por parte dos EUA vieram à tona. Primeiro, o Ministério de Governo boliviano comprovou que grupos ilegais de inteligência, financiados pela embaixada estadunidense do país, funcionavam dentro da polícia nacional (
veja reportagem). Em seguida, um bolsista dos EUA na Bolívia denunciou que um funcionário do serviço diplomático de seu país teria lhe pedido que fornecesse informações sobre venezuelanos e cubanos que realizam trabalhos humanitários em solo boliviano (leia reportagem).
A embaixada estadunidense não negou as duas denúncias. No caso do bolsista, os diplomatas afirmaram que o funcionário citado havia feito uma “sugestão inapropriada” e que teria sido “imediatamente corrigido” por superiores. O governo boliviano também acusa a Usaid (Agência Estadunidense para o Desenvolvimento Internacional, na sigla em inglês) de patrocinar grupos opositores ao presidente Evo Morales.

março 13, 2008

Nova tecnologia permite enxergar objetos debaixo das roupas

Filed under: Big Brother, espionagem, privacidade, T5000, tecnologia, ThruVision — Humberto @ 5:09 am
IDG Now!
10/03/08 São Paulo - Tecnologia, que poderá ser utilizada em aeroportos e locais turísticos, não revela detalhes dos corpos das pessoas, garante fabricante.
Uma tecnologia que permite ver itens escondidos debaixo das roupas de pessoas a uma distância de até 25 metros será apresentada pela britânica ThruVision, durante uma exposição nesta semana.
Batizado de T5000, o sistema permite identificar explosivos, líquidos, armas, drogas, plástico e cerâmica escondidos sob os tecidos das roupas. A fabricante garante que a tecnologia, que poderá ser utilizada para garantir a segurança em aeroportos e locais turísticos, não revela detalhes dos corpos das pessoas.
Como o sistema é capaz de identificar os objetos mesmo com as pessoas movimento, ele poderia evitar filas e esperas, segundo a fabricante.
O T5000 é capaz de captar raios Terahertz (T-rays), que são emitidos por todos os tipos de materiais, como rochas, plantas, animais e pessoas. Esses raios atravessam fumaça, roupas e, em alguns casos, até paredes, de acordo com a ThruVision.
Segundo a fabricante, o T5000 capta os T-rays liberados por objetos e os processa, formando imagens, sem, contudo, revelar os detalhes dos corpos ou submetê-los à radiação (como é o caso do raio X).
A empresa ainda não revelou detalhes sobre preço ou disponibilidade da companhia.
SEM RELAÇÃO ALGUMA, MAS…:
Menina russa pode ver dentro dos corpos de pessoas
16/01/04
Cientistas russos estão impressionados com o caso de uma adolescente que afirma ter o poder de ver dentro do corpo das pessoas. Natasha Demkina, de 16 anos, pode enxergar doenças e conseguiu provar através de diagnósticos, noticiou o jornal The Sun.
A primeira demonstração da visão de raio X da menina ocorreu quando ela tinha 10 anos. Sua mãe ficou surpresa quando Natasha disse poder ver dois feijões, um tomate e um espaço vazio dentro dela. A menina se referia ao fígado, coração e intestinos da mãe.
Os médicos russo se recusaram, em um primeiro momento, a aceitar o fenômeno, mas, após uma série de testes, foram obrigados a aceitar. Natasha desenhou o estômago de um médico e pintou uma mancha escura exatamente onde o homem possuía uma úlcera.
Ao ser apresentada a uma paciente que sofria de dores múltiplas, a menina detectou todas as causas. Natasha chegou a identificar minúsculos detalhes não detectados pelo ultrasom.

fevereiro 29, 2008

Bolívia denuncia novamente espionagem americana no país. E financiamento de opositores por meio da USAID.

Filed under: América do Sul, Bolívia, espionagem, EUA, Evo Morales, Hugo Chávez, imperialismo, USAID — Humberto @ 3:36 pm
S.O.S: mão estadunidense na Bolívia
Escrito por Mario Hubert Garrido
Correio da Cidadania
27-Fev-2008

Em um complexo panorama político, no qual prefeitos opositores atentam contra a gestão do governo do presidente Evo Morales, as mais recentes evidências de espionagem da Embaixada estadunidense na Bolívia constituem mais do mesmo.
Durante décadas de ditadura militar e em pouco mais de 20 anos de democracia para os governos neoliberais de turno, as “andanças” pela Paz dos agentes de Washington eram operações de rotina.
Então, o modelo de desenvolvimento se impunha de forma aberta, sobre o setor minero e os hidrocarbonetos, onde os lucros iam parar no país do norte ou nas transnacionais, com ou sem o visto do Congresso.

Desde o dia 22 de janeiro de 2006, após Evo Morales assumir a presidência, primeiro mandatário de origem aimara, as coisas se tornaram mais difíceis e, apesar de o atual governo ter prometido manter relações com todos os países, incluindo Estados Unidos, os obstáculos começaram a surgir.
USAID no banco dos acusados
Em agosto de 2007, o ministro da presidência, Juan Ramón Quintana, apresentou a primeira denúncia pública contra a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), por desconhecer leis nacionais.
Quintana confirmou desvios milionários de fundos para patrocinar ações de pessoas e grupos adversos ao presidente Morales, através de Organizações Não Governamentais.
Segundo a autoridade, até essa data, 89 de 134 milhões de dólares provenientes da cooperação dos Estados Unidos financiaram setores opositores. A resposta da USAID foi o silêncio cúmplice e a exposição de argumentos nos quais, segundo pesquisas, ninguém acreditou.
Outras interrogações a serem esclarecidas pelos Estados Unidos em sua relação com Bolívia têm a ver com uma polêmica fotografia, onde o embaixador Philip Goldberg aparece na feira comercial de Santa Cruz junto a um mafioso colombiano. A imagem foi apresentada pelo presidente Morales na XVI Cúpula Ibero-americana, realizada no Chile, para recalcar as denúncias dos nexos dos EUA com delinqüentes e desafetos ao processo de mudanças.
Grupos irregulares
Por outra parte, o ministro de Governo, Alfredo Rada, denunciou a atividade de grupos irregulares de inteligência como a denominada Organização de Estudos Policiais (ODEP), que realizava espionagem e armou campanhas de desprestígio para desestabilizar a Bolívia.
Rada adiantou que apresentará um informe à Fiscalia sobre essa agrupação anteriormente conhecida como Comando de Operações Especiais (COPES), financiada pela embaixada de EUA em seu país.
Em declarações à Prensa Latina, assinalou que convocará o embaixador Goldberg para que explique o apoio a essa organização.
Após uma denúncia anônima sobre o seguimento a políticos e jornalistas, a autoridade revelou a existência de três grupos paralelos de Inteligência da Polícia Nacional.
Entre essas organizações, mencionou a ODEP ou COPES, o Grupo de Tarefa de Investigação de Delitos Especiais (GTIDE) e o Grupo de Segurança Antiterrorista, encarregado da segurança da embaixada estadunidense.
Rada pôs como exemplo os seguimentos que esses grupos fizeram à delegação do Irã que visitou o país em setembro de 2007 para negociar com o governo boliviano.
Entre outras novas tentativas de espionagem dos Estados Unidos na Bolívia, verificou-se, atualmente, o emprego de estudantes.
Alex Shaick, um bolsista beneficiário do programa de intercâmbio estudantil Fullbright, denunciou que a embaixada norte-americana pediu-lhe informação sobre trabalhadores venezuelanos e cubanos que trabalham na Bolívia.
Segundo Shaick, o diplomático Vincent Cooper solicitou-lhe espionar para o governo dos Estados Unidos.
Especialistas locais estimam que o embaixador Philip Goldberg, célebre por seu papel sedicioso em Kosovo, deverá explicar esta denúncia em uma reunião com o governo pelo suposto financiamento a grupos irregulares de inteligência.
Por sua parte, o Departamento de Estado norte-americano negou as acusações e alegou que tais solicitações contrariam suas normas.
No entanto, Schaick assegurou que, durante uma reunião sobre as medidas de segurança para sua permanência na Bolívia, Cooper pediu-lhe reportar à embaixada os nomes e a localização dos cooperantes venezuelanos ou cubanos que conhecesse.
A embaixada estadunidense admitiu em uma declaração escrita que algumas reuniões sobre segurança incluíram “informação incorreta”, o que prometeu solucionar de imediato.
Na Bolívia, há, atualmente, seis bolsistas do programa Fullbright, que são proibidos de fazer declarações à imprensa.
ATPDEA, TLC e “COCA ZERO”
O próprio chefe de Estado reconheceu os benefícios que o mercado estadunidense traz ao Estado boliviano, sobretudo na indústria manufatureira. Nesse campo, a prorrogação de preferências tarifárias, segundo a chamada Lei de Promoção Comercial Andina e Erradicação da Droga (ATPDEA, por suas siglas em inglês), permitia a entrada dos produtos e a geração de milhares de empregos na nação andina.
Segundo estatísticas oficiais, em 2006, o comércio boliviano com Estados Unidos gerou 356 milhões de dólares para a economia local. No entanto, a Casa Branca deu luz verde somente para o Peru e para a Colômbia sobre a ampliação desse benefício, que vence no próximo dia 28 de fevereiro de 2008. Trata-se das únicas duas nações cujos governos assinaram os Tratados de Livre Comércio, fórmula à qual, entre os países andinos, se opõem Bolívia e Equador.
A esse respeito, Evo Morales reiterou que Washington não deve discriminar a ninguém e que a política deve buscar um comércio justo, a tempo de remarcar que, nas relações com os Estados Unidos, primará a dignidade dos bolivianos.
Em 2007, o Executivo aprovou um orçamento para que os exportadores possam obter créditos que os ajudem a ingressar nesse mercado. Também o governo central negocia alternativas comerciais com a Comunidade Andina de Nações, com a China e com o Mercado Comum do Sul, após a eventual perda das preferências tarifárias com os Estados Unidos.
A política de erradicação da folha de coca, cultivo milenar, realiza-se em consenso com os camponeses, segundo Morales, independentemente das pressões da potência do norte.

Texto originalmente publicado em www.adital.com.br

fevereiro 18, 2008

CIA fecha empresas fictícias que criou após atentados de 11 de setembro

Filed under: 11 de Setembro, arapongagem, CIA, espionagem, terrorismo — Humberto @ 2:01 pm
clicabrasília.com.br
17/02/2008
A CIA fechou dez das doze companhias fictícias que criou na Europa e em outras regiões após os atentados de 2001 contra os Estados Unidos para que servissem de disfarce para uma nova geração de espiões, segundo o jornal “Los Angeles Times”.
O jornal afirma hoje, citando funcionários não identificados da CIA, que a agência de espionagem americana gastou milhões de dólares para criar as companhias.
A CIA tomou a decisão de desarticular a rede após concluir que tinha sido mal concebida e não permitia colher informação de inteligência sobre seus dois principais alvos: os grupos terroristas e as redes especializadas em armas de proliferação não-convencionais.
A decisão representa, segundo o “LA Times”, um golpe a duas das prioridades da CIA após os atentados de 2001: a expansão de sua presença no exterior e a mudança na forma na qual desdobra seus espiões.
As companhias eram a pedra angular de um ambicioso programa para aumentar o número de funcionários no exterior sob um disfarce extra-oficial.
Esse status implica que os espiões fingiriam ser funcionários de bancos de investimento, consultoras e outras empresas fictícias sem vínculos aparentes com o Governo americano.
Mas o plano se transformou em motivo de polêmica dentro da agência e estava repleto de problemas, segundo os funcionários consultados.
As companhias fictícias estavam situadas longe de enclaves muçulmanos e, já que os empresários não costumam entrar em contato com membros da rede terrorista Al Qaeda ou outros adversários de alta categoria, o disfarce não funcionou.
As fontes consultadas pelo jornal indicaram que a experiência reflete uma tensão aberta dentro da CIA para se adaptar a uma nova atmosfera no mundo da espionagem.
A agência tentou se modernizar ao criar novos disfarces para os espiões que servissem para que se aproximassem dos grupos radicais muçulmanos, de fabricantes de armas nucleares e outros alvos prioritários para os EUA.
Mas funcionários da CIA asseguram que o progresso foi extremamente lento e que os esforços da agência não se traduziram em uma infiltração significativa nas redes terroristas ou de proliferação armamentista.
Os funcionários dizem que, independentemente de qual seja o disfarce, é muito difícil para os espiões se infiltrar em uma rede terrorista ou armamentista.
Por isso, a agência costuma recorrer a informantes que operam próximos aos investigados, entre os quais estão, por exemplo, muçulmanos moderados preocupados com as mensagens radicais em suas mesquitas e químicos cujos companheiros têm contatos suspeitos com grupos terroristas.
A grande maioria dos espiões da CIA opera tradicionalmente sob um disfarce oficial, como funcionários de embaixadas americanas ou outras agências governamentais [ grifo do blog ] .
Essa fórmula funcionou bem durante a Guerra Fria, quando trabalhar em uma embaixada americana permitia aos espiões americanos iniciar contato com funcionários soviéticos e de outros países comunistas.
Mas o “La Times” indica que muitos funcionários no mundo da espionagem acham que estes disfarces não são mais úteis contra o novo tipo de inimigo.”Os terroristas e os que fabricam armas não estão no circuito diplomático”, afirmou ao jornal um funcionário familiarizado com as operações da CIA.
As companhias fictícias foram criadas entre 2002 e 2004, segundo os funcionários consultados pelo jornal.
A metade estava na Europa, a fim de que a agência pudesse seguir melhor os radicais islâmicos que operam na região e também pela facilidade para viajar à região e as boas condições de vida.
Estas considerações irritaram alguns dos veteranos da CIA, segundo o “LA Times”.
Agência EFE
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