ENCALHE

março 13, 2009

"CRISE" O CACETE!! EMBRAER TEVE PREJUÍZO FOI NA ESPECULAÇÃO COM DÓLAR, E AGORA VEM COM ESSE DEBOCHE!!

Filed under: câmbio ( FIN ), crise importada, Embraer, Especulação, privataria — Humberto @ 2:11 am
Perdas da Embraer com especulação em 2008 equivalem ao custo anual dos 4.270 demitidos
No documento “A verdade sobre a Embraer”, o Sindicato [ dos Metalúrgicos de São José dos Campos ] cita “informações oficiais da própria empresa, que podem ser verificadas no site da empresa e que demonstram a irresponsabilidade da sua direção.
Ao denunciar que a diretoria fez especulação financeira, o documento mostra que quando a Embraer alega queda nos seus lucros, em 2008, ela dá a entender que isso ocorreu devido à queda nas vendas. “Mas não é a verdade. O Sr. Curado omite que, assim como a Aracruz e a Sadia que fizeram apostas irresponsáveis e especulativas no mercado financeiro, a Embraer apostou parte dos seus lucros especulando em moeda estrangeira e teve perdas de R$ 177 milhões no 3º trimestre. Esse valor é equivalente ao custo anual com os salários dos 4.270 demitidos. Ou seja, com as demissões a Embraer está tentando cortar custos, fazendo com que os trabalhadores paguem pelo erro e incompetência dos executivos da empresa”.
Em homenagem a tamanha perspicácia, a diretoria decidiu se auto-premiar. Assim, dez executivos ganham PLR de R$ 50 milhões: “O presidente da Embraer disse na entrevista ao Valeparaibano que antes de decidir pela demissão, a Embraer fez cortes de custos. Disse que até computadores não foram trocados para economizar. Hipocrisia. O Sr. Curado não diz que ele e mais 9 diretores executivos, os 11 Conselhos de Administração e 5 Fiscal, além de salários altíssimos, ganharam juntos uma bonificação de R$ 50 milhões no ano passado! É praticamente uma Mega Sena acumulada por ano às custas da exploração dos trabalhadores. Isso é uma vergonha e demonstra que, se querem cortar custos, que comecem por seus salários milionários”.
Fonte: Hora do Povo, 11.03.09

"CRISE" O CACETE!! EMBRAER TEVE PREJUÍZO FOI NA ESPECULAÇÃO COM DÓLAR, E AGORA VEM COM ESSE DEBOCHE!!

Filed under: câmbio ( FIN ), crise importada, Embraer, Especulação, privataria — Humberto @ 2:11 am
Perdas da Embraer com especulação em 2008 equivalem ao custo anual dos 4.270 demitidos
No documento “A verdade sobre a Embraer”, o Sindicato [ dos Metalúrgicos de São José dos Campos ] cita “informações oficiais da própria empresa, que podem ser verificadas no site da empresa e que demonstram a irresponsabilidade da sua direção.
Ao denunciar que a diretoria fez especulação financeira, o documento mostra que quando a Embraer alega queda nos seus lucros, em 2008, ela dá a entender que isso ocorreu devido à queda nas vendas. “Mas não é a verdade. O Sr. Curado omite que, assim como a Aracruz e a Sadia que fizeram apostas irresponsáveis e especulativas no mercado financeiro, a Embraer apostou parte dos seus lucros especulando em moeda estrangeira e teve perdas de R$ 177 milhões no 3º trimestre. Esse valor é equivalente ao custo anual com os salários dos 4.270 demitidos. Ou seja, com as demissões a Embraer está tentando cortar custos, fazendo com que os trabalhadores paguem pelo erro e incompetência dos executivos da empresa”.
Em homenagem a tamanha perspicácia, a diretoria decidiu se auto-premiar. Assim, dez executivos ganham PLR de R$ 50 milhões: “O presidente da Embraer disse na entrevista ao Valeparaibano que antes de decidir pela demissão, a Embraer fez cortes de custos. Disse que até computadores não foram trocados para economizar. Hipocrisia. O Sr. Curado não diz que ele e mais 9 diretores executivos, os 11 Conselhos de Administração e 5 Fiscal, além de salários altíssimos, ganharam juntos uma bonificação de R$ 50 milhões no ano passado! É praticamente uma Mega Sena acumulada por ano às custas da exploração dos trabalhadores. Isso é uma vergonha e demonstra que, se querem cortar custos, que comecem por seus salários milionários”.
Fonte: Hora do Povo, 11.03.09

"CRISE" O CACETE!! EMBRAER TEVE PREJUÍZO FOI NA ESPECULAÇÃO COM DÓLAR, E AGORA VEM COM ESSE DEBOCHE!!

Filed under: câmbio ( FIN ), crise importada, Embraer, Especulação, privataria — Humberto @ 2:11 am
Perdas da Embraer com especulação em 2008 equivalem ao custo anual dos 4.270 demitidos
No documento “A verdade sobre a Embraer”, o Sindicato [ dos Metalúrgicos de São José dos Campos ] cita “informações oficiais da própria empresa, que podem ser verificadas no site da empresa e que demonstram a irresponsabilidade da sua direção.
Ao denunciar que a diretoria fez especulação financeira, o documento mostra que quando a Embraer alega queda nos seus lucros, em 2008, ela dá a entender que isso ocorreu devido à queda nas vendas. “Mas não é a verdade. O Sr. Curado omite que, assim como a Aracruz e a Sadia que fizeram apostas irresponsáveis e especulativas no mercado financeiro, a Embraer apostou parte dos seus lucros especulando em moeda estrangeira e teve perdas de R$ 177 milhões no 3º trimestre. Esse valor é equivalente ao custo anual com os salários dos 4.270 demitidos. Ou seja, com as demissões a Embraer está tentando cortar custos, fazendo com que os trabalhadores paguem pelo erro e incompetência dos executivos da empresa”.
Em homenagem a tamanha perspicácia, a diretoria decidiu se auto-premiar. Assim, dez executivos ganham PLR de R$ 50 milhões: “O presidente da Embraer disse na entrevista ao Valeparaibano que antes de decidir pela demissão, a Embraer fez cortes de custos. Disse que até computadores não foram trocados para economizar. Hipocrisia. O Sr. Curado não diz que ele e mais 9 diretores executivos, os 11 Conselhos de Administração e 5 Fiscal, além de salários altíssimos, ganharam juntos uma bonificação de R$ 50 milhões no ano passado! É praticamente uma Mega Sena acumulada por ano às custas da exploração dos trabalhadores. Isso é uma vergonha e demonstra que, se querem cortar custos, que comecem por seus salários milionários”.
Fonte: Hora do Povo, 11.03.09

"CRISE" O CACETE!! EMBRAER TEVE PREJUÍZO FOI NA ESPECULAÇÃO COM DÓLAR, E AGORA VEM COM ESSE DEBOCHE!!

Filed under: câmbio ( FIN ), crise importada, Embraer, Especulação, privataria — Humberto @ 2:11 am
Perdas da Embraer com especulação em 2008 equivalem ao custo anual dos 4.270 demitidos
No documento “A verdade sobre a Embraer”, o Sindicato [ dos Metalúrgicos de São José dos Campos ] cita “informações oficiais da própria empresa, que podem ser verificadas no site da empresa e que demonstram a irresponsabilidade da sua direção.
Ao denunciar que a diretoria fez especulação financeira, o documento mostra que quando a Embraer alega queda nos seus lucros, em 2008, ela dá a entender que isso ocorreu devido à queda nas vendas. “Mas não é a verdade. O Sr. Curado omite que, assim como a Aracruz e a Sadia que fizeram apostas irresponsáveis e especulativas no mercado financeiro, a Embraer apostou parte dos seus lucros especulando em moeda estrangeira e teve perdas de R$ 177 milhões no 3º trimestre. Esse valor é equivalente ao custo anual com os salários dos 4.270 demitidos. Ou seja, com as demissões a Embraer está tentando cortar custos, fazendo com que os trabalhadores paguem pelo erro e incompetência dos executivos da empresa”.
Em homenagem a tamanha perspicácia, a diretoria decidiu se auto-premiar. Assim, dez executivos ganham PLR de R$ 50 milhões: “O presidente da Embraer disse na entrevista ao Valeparaibano que antes de decidir pela demissão, a Embraer fez cortes de custos. Disse que até computadores não foram trocados para economizar. Hipocrisia. O Sr. Curado não diz que ele e mais 9 diretores executivos, os 11 Conselhos de Administração e 5 Fiscal, além de salários altíssimos, ganharam juntos uma bonificação de R$ 50 milhões no ano passado! É praticamente uma Mega Sena acumulada por ano às custas da exploração dos trabalhadores. Isso é uma vergonha e demonstra que, se querem cortar custos, que comecem por seus salários milionários”.
Fonte: Hora do Povo, 11.03.09

"CRISE" O CACETE!! EMBRAER TEVE PREJUÍZO FOI NA ESPECULAÇÃO COM DÓLAR, E AGORA VEM COM ESSE DEBOCHE!!

Filed under: câmbio ( FIN ), crise importada, Embraer, Especulação, privataria — Humberto @ 2:11 am
Perdas da Embraer com especulação em 2008 equivalem ao custo anual dos 4.270 demitidos
No documento “A verdade sobre a Embraer”, o Sindicato [ dos Metalúrgicos de São José dos Campos ] cita “informações oficiais da própria empresa, que podem ser verificadas no site da empresa e que demonstram a irresponsabilidade da sua direção.
Ao denunciar que a diretoria fez especulação financeira, o documento mostra que quando a Embraer alega queda nos seus lucros, em 2008, ela dá a entender que isso ocorreu devido à queda nas vendas. “Mas não é a verdade. O Sr. Curado omite que, assim como a Aracruz e a Sadia que fizeram apostas irresponsáveis e especulativas no mercado financeiro, a Embraer apostou parte dos seus lucros especulando em moeda estrangeira e teve perdas de R$ 177 milhões no 3º trimestre. Esse valor é equivalente ao custo anual com os salários dos 4.270 demitidos. Ou seja, com as demissões a Embraer está tentando cortar custos, fazendo com que os trabalhadores paguem pelo erro e incompetência dos executivos da empresa”.
Em homenagem a tamanha perspicácia, a diretoria decidiu se auto-premiar. Assim, dez executivos ganham PLR de R$ 50 milhões: “O presidente da Embraer disse na entrevista ao Valeparaibano que antes de decidir pela demissão, a Embraer fez cortes de custos. Disse que até computadores não foram trocados para economizar. Hipocrisia. O Sr. Curado não diz que ele e mais 9 diretores executivos, os 11 Conselhos de Administração e 5 Fiscal, além de salários altíssimos, ganharam juntos uma bonificação de R$ 50 milhões no ano passado! É praticamente uma Mega Sena acumulada por ano às custas da exploração dos trabalhadores. Isso é uma vergonha e demonstra que, se querem cortar custos, que comecem por seus salários milionários”.
Fonte: Hora do Povo, 11.03.09

"CRISE" O CACETE!! EMBRAER TEVE PREJUÍZO FOI NA ESPECULAÇÃO COM DÓLAR, E AGORA VEM COM ESSE DEBOCHE!!

Filed under: câmbio ( FIN ), crise importada, Embraer, Especulação, privataria — Humberto @ 2:11 am
Perdas da Embraer com especulação em 2008 equivalem ao custo anual dos 4.270 demitidos
No documento “A verdade sobre a Embraer”, o Sindicato [ dos Metalúrgicos de São José dos Campos ] cita “informações oficiais da própria empresa, que podem ser verificadas no site da empresa e que demonstram a irresponsabilidade da sua direção.
Ao denunciar que a diretoria fez especulação financeira, o documento mostra que quando a Embraer alega queda nos seus lucros, em 2008, ela dá a entender que isso ocorreu devido à queda nas vendas. “Mas não é a verdade. O Sr. Curado omite que, assim como a Aracruz e a Sadia que fizeram apostas irresponsáveis e especulativas no mercado financeiro, a Embraer apostou parte dos seus lucros especulando em moeda estrangeira e teve perdas de R$ 177 milhões no 3º trimestre. Esse valor é equivalente ao custo anual com os salários dos 4.270 demitidos. Ou seja, com as demissões a Embraer está tentando cortar custos, fazendo com que os trabalhadores paguem pelo erro e incompetência dos executivos da empresa”.
Em homenagem a tamanha perspicácia, a diretoria decidiu se auto-premiar. Assim, dez executivos ganham PLR de R$ 50 milhões: “O presidente da Embraer disse na entrevista ao Valeparaibano que antes de decidir pela demissão, a Embraer fez cortes de custos. Disse que até computadores não foram trocados para economizar. Hipocrisia. O Sr. Curado não diz que ele e mais 9 diretores executivos, os 11 Conselhos de Administração e 5 Fiscal, além de salários altíssimos, ganharam juntos uma bonificação de R$ 50 milhões no ano passado! É praticamente uma Mega Sena acumulada por ano às custas da exploração dos trabalhadores. Isso é uma vergonha e demonstra que, se querem cortar custos, que comecem por seus salários milionários”.
Fonte: Hora do Povo, 11.03.09

fevereiro 24, 2009

CSN: especulação, bônus bilionários a acionistas e diretores, e aço frio e cortante no pescoço dos funcionários da empresa

Filed under: BNDES, crise econômica mundial, CSN, Especulação, privatizações — Humberto @ 6:56 am
A GRANDE VERDADE: ESPECULAÇÃO FINANCEIRA E DEMISSÕES
A CSN também participou ativamente, juntamente com milhares de outras empresas brasileiras e internacionais, da especulação financeira ocorrida nos últimos cinco anos. O resultado dessa especulação proporcionou um festival de distribuição de bilhões de reais em dividendos pagos aos acionistas da CSN.
Com o fracasso dos derivativos ( contrato envolvendo operação financeira apostando em alta de suas próprias ações ou American Depositary Receipts ( ADRs ) negociadas nas Bolsas de Valores de São Paulo e de Nova Iorque, respectivamente ) realiza-se o contrato com base na fixação dos preços das ações ou ADRs, na data do vencimento do contrato ganha-se dinheiro se as cotações das ações ou ADRs naquelas bolsas estiverem na alta e perde-se dinheiro, caso contrário ( CSN participou ativamente desse jogo: quanto ganhou e quanto perdeu? ) ; com a enorme queda na cotação das ações da siderúrgica nas bolsas de valores (ocorreu uma hiper valorização das ações da CSN, sem lastro patrimonial justificável e sem motivos técnicos plausíveis, de mais de 310%, de janeiro de 2007 a maio de 2008 – notável especulação) ; com o freio nas especulações financeiras e no preço do aço ( este preço subiu mais de 200% nos últimos anos – muitíssimas vezes acima da inflação, e hoje continua superior ao mercado internacional) , etc., agora, os trabalhadores da CSN, desde dezembro do ano passado, estão recebendo os seus dividendos: mensalmente, centenas de demissões! Pânico! Perda de conquistas trabalhistas! etc.
Nos últimos meses, de dezembro de 2008 a 13 de fevereiro de 2009, a CSN já demitiu mais de mil trabalhadores, e segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, outros mil estariam com os dias contados. O desemprego em massa poderá levar a cidade de Volta Redonda ao caos. Segundo o presidente do sindicato, Renato Soares, considerando que cada trabalhador ganha em média R$ 1 mil, a economia da cidade já vem perdendo R$ 1 milhão por mês. “Isso vai trazer um problema social muito grave, com a diminuição da renda e o aumento da violência. Nós não concordamos que uma empresa que toma recurso do governo federal faça demissões em massa”, disse. Contatada, a CSN, através de sua assessoria de imprensa, não se pronunciou.Quantos bilhões de reais receberam como dividendos e outros pagamentos, nos últimos cinco anos, os principais acionistas da CSN: Benjamin Steinbruch, seus familiares e seus diretores? Quanto lucrou a CSN, nos últimos cinco anos, com a especulação financeira e com a compra e venda das suas próprias ações ( recompra ), comprando na baixa e vendendo na alta? Qual é a verdadeira dívida total da CSN registrada no balanço encerrado em dezembro de 2008? Quais as movimentações financeiras da CSN, das suas coligadas, dos seus principais acionistas, diretores e conselheiros, nos paraísos fiscais? A CSN empobreceu, mas os seus principais acionistas ficaram bilionários! Quanto ganha, mensalmente, diretor e conselheiro da CSN?
Os demitidos da CSN, aqueles mais de mil trabalhadores que suaram a camisa durante anos para fazer a CSN lucrar com a produção e venda de aço, ganhando em média R$ 1 mil por mês, agora, em pânico, assistem a tudo isso, humildemente, podendo somente chorar ao lado das suas modestas, porém honradas famílias.
O povo sofrido da Cidade do Aço ( que convive, dia e noite, com diversos tipos de poluições geradas pela siderúrgica) e as autoridades municipal, estadual e federal sabem, porque foi divulgado nos principais jornais do país, que: A CSN SERVIU DE ÂNCORA, NOS ÚLTIMOS ANOS, PARA O SENHOR BENJAMIN STEINBRUCH, SEUS FAMILIARES E DIRETORES GANHAREM BILHÕES DE REAIS COM A ESPECULAÇÃO FINANCEIRA. AGORA, AS DEMISSÕES DOS TRABALHADORES DA CSN SÃO, DE FATO, UMA PERVERSIDADE INOMINÁVEL! O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não deve continuar emprestando bilhões de reais para a CSN, como fez nos anos anteriores, a juros subsidiados, para facilitar, agora, para a siderúrgica demitir milhares de trabalhadores. Por tudo que aconteceu na controvertida privatização da CSN e após, pergunta-se: pode-se confiar no conselho de administração dessa siderúrgica e no seu presidente?
Quem vem comprando e quem vem vendendo, diariamente, grandes quantidades de ações da CSN nos últimos seis meses? Quem ganhou e quem perdeu, conscientemente, com essas transações nas bolsas de valores de São Paulo e de Nova Iorque nos últimos seis meses? São transações combinadas? Esse jornalista, que a presente subscreve, está pesquisando juntamente com uma equipe especializada e informará, dentro de pouco tempo, ao sofrido povo de Volta Redonda e desse enorme Brasil!
INCRÍVEL! Mesmo com dívidas de bilhões de reais, a CSN distribuiu aos seus acionistas, nos últimos anos, alguns outros bilhões de reais. Os lucros da CSN eram astronômicos, entretanto, parte considerável desses lucros foi gerada pela especulação financeira, para serem distribuídos aos seus acionistas e não para amortização de dívidas e muito menos para modernização do parque industrial da siderúrgica.
JOÃO PANÇARDES
MTPS – 1134-RJ
Jornalista
( Publicado em A Voz da Cidade, 20.02.09 )

julho 29, 2008

Safra boa deve conter alta do preço do feijão nos próximos meses, avaliam supermercados

Filed under: alimentação, commodities, Especulação, feijão, produção agrícola — Humberto @ 1:37 pm
Roberto Maltchik e Jaqueline Paiva Repórteres da TV Brasil
Agência Brasil, 29.07.08
Brasília - O salto da produção de feijão na colheita de meio de ano não foi suficiente para derrubar o preço do feijão. Os preços pagos ao produtor já estão significativamente mais baixos em relação ao valor do primeiro trimestre de 2008, movimento que não reflete na prateleira do supermercado.
A expectativa do mercado, no entanto, é que os preços recuem nos próximos meses. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), os preços ao consumidor devem cair, desde que as previsões da produção agrícola se confirmem.
“Nós estamos vendendo a saca com preço de cerca de R$ 150, que pode chegar ao consumidor por R$ 2,50 o quilo, mas está chegando por R$ 5”, afirma Derci Cenci, que planta feijão numa área de 600 hectares no Distrito Federal.
A produção da chamada segunda safra de feijão cresceu 38,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A colheita ficou 380 mil toneladas acima da de 2007. Mas, de acordo com Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o preço do feijão carioca, o mais consumido no país, subiu 14,46% em junho, após três meses seguidos de queda. De 16 de junho a 15 de julho, o feijão subiu 15,45%, segundo a pesquisa. Para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o aumento em junho foi motivado por uma série de fatores, entre eles, o aumento do consumo.
“Atribuo o consumo mais aquecido ao ganho real do salário mínimo, aos programas sociais e à mudança de pessoas da classe E para a classe C e D”, diz João Ruas, analista de mercado da Conab.
A pressão sobre os preços, de acordo com especialistas ouvidos pela TV Brasil, também é motivada pela compra antecipada da colheita por operadores de mercado, que se aproveitam do preço em alta para reforçar os lucros.
Quem perde com isso são as donas de casa, como Glécia Carvalho. Ela mora na cidade Estrutural, uma das regiões mais pobres do Distrito Federal, e gasta por mês cerca de R$ 60 para comprar o feijão que alimenta nove pessoas.
“A gente não fica sem feijão. E tá muito caro. Ele não para de subir. O feijão e a carne são os [alimentos] que mais prejudicam o orçamento. Já tive que deixar de comprar outras coisas para garantir o feijão”, diz.

Safra boa deve conter alta do preço do feijão nos próximos meses, avaliam supermercados

Filed under: alimentação, commodities, Especulação, feijão, produção agrícola — Humberto @ 1:37 pm
Roberto Maltchik e Jaqueline Paiva Repórteres da TV Brasil
Agência Brasil, 29.07.08
Brasília - O salto da produção de feijão na colheita de meio de ano não foi suficiente para derrubar o preço do feijão. Os preços pagos ao produtor já estão significativamente mais baixos em relação ao valor do primeiro trimestre de 2008, movimento que não reflete na prateleira do supermercado.
A expectativa do mercado, no entanto, é que os preços recuem nos próximos meses. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), os preços ao consumidor devem cair, desde que as previsões da produção agrícola se confirmem.
“Nós estamos vendendo a saca com preço de cerca de R$ 150, que pode chegar ao consumidor por R$ 2,50 o quilo, mas está chegando por R$ 5”, afirma Derci Cenci, que planta feijão numa área de 600 hectares no Distrito Federal.
A produção da chamada segunda safra de feijão cresceu 38,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A colheita ficou 380 mil toneladas acima da de 2007. Mas, de acordo com Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o preço do feijão carioca, o mais consumido no país, subiu 14,46% em junho, após três meses seguidos de queda. De 16 de junho a 15 de julho, o feijão subiu 15,45%, segundo a pesquisa. Para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o aumento em junho foi motivado por uma série de fatores, entre eles, o aumento do consumo.
“Atribuo o consumo mais aquecido ao ganho real do salário mínimo, aos programas sociais e à mudança de pessoas da classe E para a classe C e D”, diz João Ruas, analista de mercado da Conab.
A pressão sobre os preços, de acordo com especialistas ouvidos pela TV Brasil, também é motivada pela compra antecipada da colheita por operadores de mercado, que se aproveitam do preço em alta para reforçar os lucros.
Quem perde com isso são as donas de casa, como Glécia Carvalho. Ela mora na cidade Estrutural, uma das regiões mais pobres do Distrito Federal, e gasta por mês cerca de R$ 60 para comprar o feijão que alimenta nove pessoas.
“A gente não fica sem feijão. E tá muito caro. Ele não para de subir. O feijão e a carne são os [alimentos] que mais prejudicam o orçamento. Já tive que deixar de comprar outras coisas para garantir o feijão”, diz.

Safra boa deve conter alta do preço do feijão nos próximos meses, avaliam supermercados

Filed under: alimentação, commodities, Especulação, feijão, produção agrícola — Humberto @ 1:37 pm
Roberto Maltchik e Jaqueline Paiva Repórteres da TV Brasil
Agência Brasil, 29.07.08
Brasília - O salto da produção de feijão na colheita de meio de ano não foi suficiente para derrubar o preço do feijão. Os preços pagos ao produtor já estão significativamente mais baixos em relação ao valor do primeiro trimestre de 2008, movimento que não reflete na prateleira do supermercado.
A expectativa do mercado, no entanto, é que os preços recuem nos próximos meses. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), os preços ao consumidor devem cair, desde que as previsões da produção agrícola se confirmem.
“Nós estamos vendendo a saca com preço de cerca de R$ 150, que pode chegar ao consumidor por R$ 2,50 o quilo, mas está chegando por R$ 5”, afirma Derci Cenci, que planta feijão numa área de 600 hectares no Distrito Federal.
A produção da chamada segunda safra de feijão cresceu 38,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A colheita ficou 380 mil toneladas acima da de 2007. Mas, de acordo com Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o preço do feijão carioca, o mais consumido no país, subiu 14,46% em junho, após três meses seguidos de queda. De 16 de junho a 15 de julho, o feijão subiu 15,45%, segundo a pesquisa. Para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o aumento em junho foi motivado por uma série de fatores, entre eles, o aumento do consumo.
“Atribuo o consumo mais aquecido ao ganho real do salário mínimo, aos programas sociais e à mudança de pessoas da classe E para a classe C e D”, diz João Ruas, analista de mercado da Conab.
A pressão sobre os preços, de acordo com especialistas ouvidos pela TV Brasil, também é motivada pela compra antecipada da colheita por operadores de mercado, que se aproveitam do preço em alta para reforçar os lucros.
Quem perde com isso são as donas de casa, como Glécia Carvalho. Ela mora na cidade Estrutural, uma das regiões mais pobres do Distrito Federal, e gasta por mês cerca de R$ 60 para comprar o feijão que alimenta nove pessoas.
“A gente não fica sem feijão. E tá muito caro. Ele não para de subir. O feijão e a carne são os [alimentos] que mais prejudicam o orçamento. Já tive que deixar de comprar outras coisas para garantir o feijão”, diz.

Safra boa deve conter alta do preço do feijão nos próximos meses, avaliam supermercados

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Roberto Maltchik e Jaqueline Paiva Repórteres da TV Brasil
Agência Brasil, 29.07.08
Brasília - O salto da produção de feijão na colheita de meio de ano não foi suficiente para derrubar o preço do feijão. Os preços pagos ao produtor já estão significativamente mais baixos em relação ao valor do primeiro trimestre de 2008, movimento que não reflete na prateleira do supermercado.
A expectativa do mercado, no entanto, é que os preços recuem nos próximos meses. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), os preços ao consumidor devem cair, desde que as previsões da produção agrícola se confirmem.
“Nós estamos vendendo a saca com preço de cerca de R$ 150, que pode chegar ao consumidor por R$ 2,50 o quilo, mas está chegando por R$ 5”, afirma Derci Cenci, que planta feijão numa área de 600 hectares no Distrito Federal.
A produção da chamada segunda safra de feijão cresceu 38,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A colheita ficou 380 mil toneladas acima da de 2007. Mas, de acordo com Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o preço do feijão carioca, o mais consumido no país, subiu 14,46% em junho, após três meses seguidos de queda. De 16 de junho a 15 de julho, o feijão subiu 15,45%, segundo a pesquisa. Para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o aumento em junho foi motivado por uma série de fatores, entre eles, o aumento do consumo.
“Atribuo o consumo mais aquecido ao ganho real do salário mínimo, aos programas sociais e à mudança de pessoas da classe E para a classe C e D”, diz João Ruas, analista de mercado da Conab.
A pressão sobre os preços, de acordo com especialistas ouvidos pela TV Brasil, também é motivada pela compra antecipada da colheita por operadores de mercado, que se aproveitam do preço em alta para reforçar os lucros.
Quem perde com isso são as donas de casa, como Glécia Carvalho. Ela mora na cidade Estrutural, uma das regiões mais pobres do Distrito Federal, e gasta por mês cerca de R$ 60 para comprar o feijão que alimenta nove pessoas.
“A gente não fica sem feijão. E tá muito caro. Ele não para de subir. O feijão e a carne são os [alimentos] que mais prejudicam o orçamento. Já tive que deixar de comprar outras coisas para garantir o feijão”, diz.

Safra boa deve conter alta do preço do feijão nos próximos meses, avaliam supermercados

Filed under: alimentação, commodities, Especulação, feijão, produção agrícola — Humberto @ 1:37 pm
Roberto Maltchik e Jaqueline Paiva Repórteres da TV Brasil
Agência Brasil, 29.07.08
Brasília - O salto da produção de feijão na colheita de meio de ano não foi suficiente para derrubar o preço do feijão. Os preços pagos ao produtor já estão significativamente mais baixos em relação ao valor do primeiro trimestre de 2008, movimento que não reflete na prateleira do supermercado.
A expectativa do mercado, no entanto, é que os preços recuem nos próximos meses. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), os preços ao consumidor devem cair, desde que as previsões da produção agrícola se confirmem.
“Nós estamos vendendo a saca com preço de cerca de R$ 150, que pode chegar ao consumidor por R$ 2,50 o quilo, mas está chegando por R$ 5”, afirma Derci Cenci, que planta feijão numa área de 600 hectares no Distrito Federal.
A produção da chamada segunda safra de feijão cresceu 38,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A colheita ficou 380 mil toneladas acima da de 2007. Mas, de acordo com Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o preço do feijão carioca, o mais consumido no país, subiu 14,46% em junho, após três meses seguidos de queda. De 16 de junho a 15 de julho, o feijão subiu 15,45%, segundo a pesquisa. Para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o aumento em junho foi motivado por uma série de fatores, entre eles, o aumento do consumo.
“Atribuo o consumo mais aquecido ao ganho real do salário mínimo, aos programas sociais e à mudança de pessoas da classe E para a classe C e D”, diz João Ruas, analista de mercado da Conab.
A pressão sobre os preços, de acordo com especialistas ouvidos pela TV Brasil, também é motivada pela compra antecipada da colheita por operadores de mercado, que se aproveitam do preço em alta para reforçar os lucros.
Quem perde com isso são as donas de casa, como Glécia Carvalho. Ela mora na cidade Estrutural, uma das regiões mais pobres do Distrito Federal, e gasta por mês cerca de R$ 60 para comprar o feijão que alimenta nove pessoas.
“A gente não fica sem feijão. E tá muito caro. Ele não para de subir. O feijão e a carne são os [alimentos] que mais prejudicam o orçamento. Já tive que deixar de comprar outras coisas para garantir o feijão”, diz.
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