Duas alunas teriam passado mal depois de praticar ‘brincadeira do copo’.
junho 1, 2008
Sacerdotes exorcizam escola em cidade interiorana de São Paulo. Maus espíritos evadiram-se às pressas, ao soar a campainha da saída !!
Duas alunas teriam passado mal depois de praticar ‘brincadeira do copo’.
abril 19, 2008
Professor de 5ª. Série da Rede Estadual de São Paulo pega aluno no ato, passando bilhetinho cheio de erros de português!!
( cujo nome será mantido em segredo, para sua segurança e para evitar retaliações da secretária estadual de Educação ), tomado das mãos de um aluno na sala de aula. O autor desta epístola apócrifa está na 5a. Série da Rede Estadual. Relevem a má qualidade da reprodução, e leiam atentamente.
março 18, 2008
Apagão Educaciona Continuado tucano: 5000 professores comparecem a manifestação, mas imprensalão não dá uma linha sequer! Puro Grande Irmão tucano!!
Olha só:
Todos à Assembléia em 04 de abril, no Masp!
Reunidos em assembléia em frente à Secretaria da Educação nesta sexta-feira, 14, cerca de cinco mil professores aprovaram ampla campanha contra as medidas impostas pela secretária Maria Helena Guimarães de Castro.
“Contra as medidas de Serra; por emprego e salário; em defesa da escola pública” será o eixo norteador da campanha que deverá ser amplamente divulgada, envolvendo toda a comunidade escolar.
Em 21 de janeiro, a Diretoria da APEOESP entregou a pauta de reivindicações da categoria à secretária da Educação. Até o momento, não houve qualquer retorno por parte do governo.
Durante a assembléia desta sexta-feira, a categoria aprovou um ultimato ao governador: se as reivindicações não forem atendidas até o dia 04 de abril, data da nova assembléia, os professores iniciam greve por tempo indeterminado.
É imprescindível reforçar a mobilização e organização diante dos intensos ataques por parte do governo estadual: avaliação de desempenho, premiação,retirada do ALE de diversas unidades,aulas aos sábados, aprovação automática, demissão de centenas de professores, recuperação paralela, não cumprimento da data-base, baixos salários, salas superlotadas, péssimas condições de trabalho, investida contra a liberdade de cátedra e a autonomia das escolas, falta de estrutura para combater a violência, retirada e diminuição de disciplinas do currículo, entre outros.
Serra quer privatizar todos os serviços públicos A assembléia realizada nesta sexta-feira deixou patente que a categoria não aceitará ser responsabilizada pela destruição da rede provocada pela política educacional deste governo. É claro e notório que o abandono da escola pública e a desvalorização dos profissionais fazem parte de um projeto que objetiva privatizar a rede pública de ensino.
Desde 1996, quando a secretária Rose Neubauer implantou a reorganização da rede, este cenário vem sendo construído. Os professores e demais trabalhadores devem resistir a esta ofensiva e convencer a população a participar das lutas em defesa da escola e dos demais serviços públicos. Não podemos permitir que nossa rede de ensino seja transformada em fábrica de mão-de-obra barata, tampouco vamos aceitar a política privatista do PSDB. A APEOESP ampliará a confecção de materiais (panfletos, adesivos, jornais) e matérias pagas contra as medidas da Secretaria.
É importante que os representantes de escola divulguem a campanha em todas as unidades escolares, convencendo os professores que ainda não participam da luta.Para impedir a implantação das propostas nefastas da secretária Maria Helena Guimarães precisaremos ampliar nossa mobilização e organização. Vamos denunciá-la como inimiga da Educação em São Paulo: Fora, Maria Helena!
Novas escolas devem receber o ALE
Após pressão da APEOESP, a Secretaria anunciou o acréscimo de mais 254 escolas nalista de unidades que receberão o Adicional Local de Exercício. Segundo release divulgado nesta sexta-feira, 14, a determinação será publicada no Diário Oficial em 18 de março.
A APEOESP continuará pres-sionando a Secretaria para estender o Adicional a todas asunidades da rede. Também reforçará a solicitação para que as escolas de alta vulnerabilidade que perderam o direito sejam contempladas novamente. Esta reivindicação está presente na pauta entregue à Secretária em janeiro deste ano.
Classificação PCP
Os professores interessados podem acessar a primeira classificação do Professor Coordenador Pedagógico no site www.educacao.sp.gov.br, link São Paulo Faz Escola. Os classificados estão organizados por Diretoria de Ensino.
Calendário de Luta
*Dia 04 de abril, 14 horas Masp: assembléia dos professores com indicativo de greve
Pauta de Reivindicações
• Reajuste salarial imediato
março 16, 2008
Sem Educação: você vê que é pura questão de programa partidário…Em Minas também os professores estão fugindo da barca furada tucana!!
Prejuízo para a educação
Daniela Arbex
Apesar de as aulas na rede estadual de ensino terem começado há pouco mais de um mês, alunos da terceira série do ensino fundamental da Escola Estadual Ali Halfeld, no Bairro de Lourdes, Zona Sudeste, foram obrigados a voltar para casa por falta de professor. Desde o dia 7 de março, a turma de estudantes, que tem entre 8 e 9 anos de idade, não pode mais ir ao colégio em função da escassez de docentes. O impasse se arrasta desde o começo do ano letivo, quando a bibliotecária, a supervisora e, segundo informação dos pais, até a cantineira da escola assumiram a sala na tentativa de manter os estudantes em atividade. A situação, no entanto, tornou-se insustentável, resultando na suspensão das aulas, após reunião com a comunidade. Longe de ser um caso isolado, a ausência de docentes é um problema que afeta outras instituições de ensino da rede estadual e atinge centenas de alunos da cidade.
Na tentativa de evitar que o tempo de aula fique ocioso, algumas escolas chegaram a juntar turmas de séries diferentes ou recrutaram professores para dar aulas simultâneas em duas salas. Há casos de colégios que estão com déficit de até seis professores, levando turmas inteiras a ainda não ter tido contato com o conteúdo de disciplinas essenciais, como português.
Até o final do mês passado, a Escola Estadual Cândido Motta Filho, no Bairro São Benedito, Zona Leste, estava sem professor de educação física e ciências. Atualmente, as vagas foram preenchidas, mas ainda falta docente para assumir uma aula de sociologia para o terceiro ano do ensino médio noturno e professor de inglês para lecionar duas aulas para Educação de Jovens e Adultos do ensino fundamental.
Já a Escola Estadual Hermenegildo Vilaça, em Grama, na região Nordeste da cidade, apresentava déficit de três professores do ensino médio, mas a diretora Ivete Pereira diz que a situação foi resolvida na semana passada. “Estávamos colocando supervisor na sala, para não ficar liberando o aluno. Nesse período, trabalhamos com dinâmica de grupo, socialização e as regras da escola, já que temos muitos novatos”, explicou.
Caderno em brancoAluno da sexta série do ensino fundamental da Escola Estadual Ali Halfeld, Josué faz questão de mostrar o caderno em branco. “Estou sem aula de português desde o início do ano. Hoje (terça-feira, dia 4 de março) saí da escola às 9h30, enquanto o horário normal seria 11h30. Acho ruim o que está acontecendo, pois haverá acúmulo de matéria, atraso nas provas, fazendo com que, depois, eles não tenham tempo de ensinar tudo”, reclama o menino, que caminha por cerca de 20 minutos para chegar à escola e alimenta o sonho de ser médico.
A irmã de Josué, Scarllet, 8, vive situação ainda pior. Ela faz parte da turma da terceira série do ensino fundamental que aguarda, em casa, a chegada de professor. Como ela está em compasso de espera, o uniforme virou peça sem utilidade. “É um absurdo o que está acontecendo. Um dia, meus filhos têm aula com a moça da cantina, no outro com a supervisora, e até com a bibliotecária que, apesar da boa vontade, não tem formação para isso. É muito ruim o que eles estão vivendo, pois o estudo é a única herança que posso deixar para eles. A gente batalha para comprar material escolar, uniforme, e as crianças estão esse tempo todo sem aula”, desabafa a mãe dos alunos, Janaína Mazzone Gentil de Oliveira, 31 anos.
Ela mostra o caderno de geografia da filha com apenas uma folha escrita da matéria em um mês de aula. A situação é semelhante em outras disciplinas, como história e ciências. Janaína, que também é aluna da sétima série do ensino fundamental da escola Ali Halfeld, onde estuda na Educação de Jovens e Adultos, sente na pele o problema da ausência de educadores. “Estou sem aula de sociologia desde o começo do ano”, revela.
Aumenta burocracia para contratação de docentesProcurada pela Tribuna, a diretora da Escola Estadual Ali Halfeld, Vanessa Maria Casali Meireles, confirmou a dificuldade vivida pela escola. Segundo Vanessa, uma professora do ensino fundamental está de licença-maternidade e três professoras de primeira a quarta série do ensino fundamental se aposentaram. Para nenhuma das quatro, houve substituição. Além disso, faltam docentes para lecionar sociologia e filosofia, disciplinas que tornaram-se obrigatórias a partir deste ano. “Os pedidos de substituição estão sendo feitos desde dezembro, mas, até hoje, estamos esperando Belo Horizonte autorizar.”
Vanessa refere-se ao fato de a designação de professores, antes realizada pela Superintendência Regional de Educação, em Juiz de Fora, estar sendo feita pela Secretaria de Estado da Educação, em Belo Horizonte, o que teria aumentado a burocracia na nomeação dos docentes, dificultando a rápida reposição de vagas. “Estou me sentindo um zero à esquerda, sem autonomia para resolver os problemas da escola que saltou de 880 alunos, em 2007, para 1.073 este ano. Crescemos sem, no entanto, ter material humano para o atendimento da demanda”, afirma a diretora.
A subsecretária de Gestão de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação, Eliana Novaes, admitiu que faltam professores na cidade e disse que a expectativa é que a situação seja regularizada na próxima semana. “Em Juiz de Fora, há um agravante, porque estamos tendo muito afastamento preliminar de professores para a aposentadoria e por licença de saúde, criando uma demanda adicional por designação. Mas o aluno não vai ficar prejudicado. A gente orienta as escolas para que os professores que lá estão possam fazer uma antecipação da carga horária até a normalização da situação. Para os alunos que estão efetivamente sem aula será feita uma adequação do calendário, garantindo o cumprimento da carga horária”, afirma.
Sindicato critica mudanças na rede A diretora estadual do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sindi-UTE), Lúcia Melino, afirma que tem recebido diversas denúncias sobre a falta de professores nas escolas e considera alguns casos “gritantes”, como o da escola Ali Halfeld. Ela diz que a mudança no processo de designação de professores, que hoje é feito por Belo Horizonte, trouxe morosidade ao sistema.
Para a professora de história da rede, a mestre em educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Lorene Figueiredo, a concentração do processo de designação em Belo Horizonte significa uma perda para a categoria. “É uma perda em relação à democratização, fazendo com que as instituições que fazem parte da educação escolar percam a capacidade de participar e de ter autonomia. Isso é um processo de controle do Estado em função de um tipo de reforma que está modificando as relações de trabalho e rebaixando a qualidade da educação.”
A subsecretária de Gestão de Recursos Humanos da Secretaria de Educação, Eliana Novaes, explica que a centralização é decorrente da Lei Complementar nº 100 e visa a garantir o pleno aproveitamento dos efetivados. “O decreto que a regulamenta dispõe que primeiro se aproveite os professores efetivados para, depois, abrir a designação. Além disso, com a mudança da vinculação do servidor designado, que agora está subordinado ao sistema previdenciário do INSS, as regras foram alteradas. Isso é um processo novo e mais longo, ao qual as escolas ainda estão se adaptando.”
Entre as mudanças, está a obrigatoriedade de o professor apresentar o Relatório de Inspeção Médica (RIM) no momento de sua contratação. A atual exigência é criticada pela diretora do Sind-UTE. “Antes, o professor designado tinha até 15 dias para providenciar essa documentação que, em muitos casos, não fica pronta em tempo hábil. É uma nova forma de designação, na qual a prioridade é o exame médico e não o tempo que o professor tem na rede estadual. Quando se coloca o exame médico como o primeiro critério para a contratação do docente, o que vemos é a perda de qualidade da educação”, sentencia.
A argumentação é rebatida pela subsecretária. “Essa afirmativa não é muito razoável, porque, se o professor trabalhou em 2007, ele tem o Relatório de Inspeção Médica (RIM). No entanto, caso tenha ficado 30 dias licenciado, terá que tirar um novo RIM.” Na tentativa de solucionar o impasse, a comissão de negociação do Sind-UTE se reuniu com representantes da Secretaria de Educação este mês, mas garantiu que não houve avanços.
O descontentamento da categoria com os rumos da educação foi manifestado ontem em paralisação nacional. A manifestação contou com o apoio dos alunos, pais e professores da Escola Estadual Ali Halfeld.
“Estou sem aula de português desde o início do ano. Hoje saí da escola às 9h30, enquanto o horário normal seria 11h30″Josué, 11 anos aluno da sexta série do ensino fundamental
“O estudo é a única herança que posso deixar para eles. A gente batalha para comprar material escolar, uniforme, e as crianças estão esse tempo todo sem aula”Janaína, 31 anos, mãe de Josué e Scarllet
fevereiro 1, 2008
Jaz São Paulo: Escola de Vila Zelina é acusada de jogar livros clássicos no bueiro! Eu estudei nessa escola. Pensei que, quando saísse, ela melhoraria
Moradores da região da Vila Prudente, na zona leste de São Paulo, encontraram anteontem cerca de 400 livros que foram descartados pela Escola Municipal Ruth Lopes Andrade. Eram obras literárias de Federico Garcia Lorca, Machado de Assis e Guimarães Rosa, amontoadas em sacos pretos de lixo jogados próximos a um bueiro.
Moradores do bairro tentaram entrar em contato com a escola ao ver os livros na rua, mas a unidade já estava fechada. “Alguns livros chegaram a molhar porque foram jogados perto de um bueiro, mas a maioria estava em bom estado”, disse o contador Manoel Rodrigues , de 59 anos, que pegou do lixo O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, entre outros clássicos. Um dos moradores do bairro ligou ontem para a escola e obteve a informação de que as obras foram descartadas por causa de cupim. “É duro você ensinar para os filhos o valor da leitura enquanto uma escola comete esse absurdo. Os livros estão em bom estado.”
Circe Bittencourt, coordenadora do Programa de Banco de Dados de Livros Escolares Brasileiros da USP, afirma que não há nada que justifique a atitude da escola. A Diretoria Regional de Educação Ipiranga informa que, considerando a gravidade da denúncia envolvendo a escola, determinou uma apuração para esclarecer o que ocorreu. Por meio de nota, a diretoria informou que só a partir daí será possível saber o que houve. A escola não se pronunciou. As informações são do Jornal da Tarde.
novembro 21, 2007
Profissionais de Ensino de SP denunciam mensagem subliminar contra escola pública em novelas da Globo! Plus: Imprensalão denigre professores de SP.
No dia 1º de novembro, durante a exibição das imagens da novela “Duas Caras” – Rede Globo de Televisão, uma personagem (proprietária de uma Universidade no Rio de Janeiro), solta a seguinte frase: “O futuro da Educação está na Iniciativa Privada”. Dita assim, como quem não quer nada, é apenas uma frase de uma personagem de novela, porém algumas coisas nos levam à reflexão.
No mesmo roteiro, uma imagem de uma “favela”, dois personagens dialogam:
- Os professores (de uma escola pública) entraram em greve e, agora não querem repor as aulas.
- Mas, por quer fizeram greve? Eles não ganham bem?
- Vou tentar uma bolsa na escola particular…
Mais alguns dias e na mesma novela, um grupo de estudantes ocupam a reitoria da Universidade pedindo o direito a voto na eleição do novo reitor. A ocupação acontece com a participação de um fictício “Movimento dos Sem Escola” e “Movimento dos Sem Casa”… Cenas de caos, confusão e depredação generalizada… A dona da Universidade chama a polícia e exige a retirada dos “vândalos” que invadiram sua propriedade…
No dia 11 de novembro os jornais de São Paulo publicaram matéria com a seguinte chamada: “30.000 professores faltam por dia nas escolas públicas de São Paulo”.
Segundo a matéria, “os docentes contam com 19 dispositivos legais que lhes permitem se ausentar sem desconto de salário, entre os quais licença-médica, licença–prêmio e falta abonada por motivo relevante (seis ao ano)”.
O que o jornalista deixou de fazer, foi uma comparação com os trabalhadores da iniciativa privada. Se fizermos isso, veremos que as faltas abonadas funcionam como “compensação”, pois o professor da rede pública não recebe o final de semana remunerado (como seus colegas da rede privada). Isto na prática é o seguinte, recebemos por mês de 30 dias, porém temos seis meses letivos com 31 dias, logo, para compensar esses seis dias (que se trabalharia de graça) existe a possibilidade legal da falta abonada por motivo relevante, sendo deferida, ou não pelo superior hierárquico. Então, perguntamos ao jornalista: se ele trabalharia de graça para o dono de seu jornal?
Nas outras justificativas, uma contradição, se os professores faltam, não fariam jus à licença-prêmio… Portanto, se usufruíram dessa licença-prêmio é por quer ficaram cinco anos sem faltas (abaixo das seis abonadas por ano). Além disso, a licença-prêmio também poderia ser usada numa comparação com os trabalhadores “celetistas”.
Pela CLT, o empregador deve recolher 8% de FGTS ao mês, por empregado. O Estado não recolhe FGTS, pois o servidor público não possui tal benefício. Em compensação, se o mesmo servidor público não faltar ao longo de cinco anos, poderá usufruir uma licença-prêmio de três meses. Porém, se fizermos as contas veremos que o valor recebido nesses três meses é MENOR do que 8% ao mês, por cinco anos, que o Estado não recolhe. Onde está o “privilégio”?
Quanto às licenças-médicas, temos um grande problema: se, como diz a reportagem, “todos conhecem um médico que pode dar atestado”, então cabe averiguação. Ora, o superior hierárquico, caso tenha motivos para tal (se há abuso, por exemplo) pode encaminhar o professor ao departamento médico do Estado para averiguar a veracidade dos atestados…
Mas, nesse sentido, o ponto central da discussão seria: qual o motivo das faltas comprovadamente por questões de saúde do profissional? Inúmeros estudos, a partir de dados fornecidos pela própria Secretaria de Saúde do Estado e pelo IAMSPE ( Instituto de Assistência Médica do Servidor Público Estadual ), comprovam o que todos que trabalham dentro das escolas conhecem: a maior parte das licenças-médicas concedidas está na área da psiquiatria. Isso porque essas doenças, que acometem os profissionais da educação, nesses casos, têm origem nas péssimas condições de trabalho dos docentes paulistas… Resultantes de classes superlotadas, condições de trabalho estafante, ausência de perspectiva de evolução de carreira, desvalorização constante do profissional, entre outros motivos.
Nós do CAPESP – Centro Associativo dos Profissionais de Ensino do Estado de São Paulo – discutimos em nosso II Seminário (2002) a Síndrome de Burnout, que demonstra bem as causas do desestímulo e das faltas dos professores ao trabalho.
Bem, isso não significa que adotamos uma posição de um associativismo corporativista ou sindicalista. Sabemos que há aquele oportunista que se aproveita desses aspectos levantados e, por ideologia definida, quer levar vantagem pessoal em tudo. O seu interesse não está na Educação, tão pouco no desenvolvimento do outro ( sejam crianças, jovens, adultos ou “portadores de necessidades especiais” ). Estão, sim, preocupados consigo mesmo. A esses, que não correspondem ao total da categoria, deverão que ser elaborados critérios, sob controle da sociedade, para retirá-los do serviço público. Pois, são maus profissionais, que usam da educação do setor público para obter proveitos escusos.
Assim, como quem não quer nada, a TV, os grandes jornais, impõem à população um ponto de vista ideologicamente claro: a defesa intransigente da iniciativa privada ( do Capital ) frente aquilo que é público. Respondem, dessa forma, de acordo com a ideologia dominante e alienante, atuando como todos os aparelhos ideológicos de Estado internalizam em nós o que devemos combater e romper.
É mais fácil chamar a polícia para retirar os estudantes do interior da PUC do que dialogar e buscar uma solução… É mais fácil individualizar e jogar a culpa nos professores, indistintamente, do que tentar discutir as causas dos problemas na rede pública.
Defendemos claramente o ensino público e sua qualidade, aliada a uma Educação Social Transformadora. Assim como, denunciamos e nos confrontamos frontalmente, fundamentados na lógica do desenvolvimento humano, a todos aqueles que desejam e trabalham pelo avanço da lógica de mercado na sociedade e, sobretudo, na Educação.
setembro 13, 2007
Sopa de Pedra* na merenda escolar e o "Tragic Bus"**
julho 31, 2007
Notícia local: Apagão Educacional Continuado URGENTE!!! Mães de alunos CANSADAS. Uniformes de INVERNO ainda não foram entregues!!! BRRRR!!!
maio 15, 2007
Como entrar na USP: método revolucionário
maio 9, 2007
BAAASSSTAAAA!! Os grandes educadores do Brasil EXIGEM SER OUVIDOS!!!
Abaixo, o teor da carta que enviei ao Jornal da Tarde em 09/05, comentando a carta de um leitor. Logo após, vem a Carta de Zé Ruela aos Babacas:
Na edição de 05/05, ficamos sabendo, por intermédio da carta do leitor Sílvio Milan, que o corpo docente da escola pública ( Estadual ou municipal ? O leitor não fez distinção ) “estaria acima da lei por causa da impunidade e da corrupção” que ” ninguém tem peito para enfrentar ( sic ) professores de escola pública [ que cometem delitos e desatinos, e que são comuns ] “.
Quais são estes delitos e desatinos ou como os professores se aproveitariam “da corrupção e da impunidade” – e, mais importante, onde estariam alocados os focos que permitiriam essa tal corrupção – permanecem um mistério/ enigma, incompreensíveis para a grande maioria da população.
Porém, essas informações – complexas, para o leigo – são consumidas no café da manhã pelos pedagogos, educadores e especialistas em Educação que costumam nos presentear com pílulas de seu notorio saber nesta Coluna de Leitores do JT.”
março 28, 2007
Os jornais e revistas estão empurrando a culpa do apagão educacional continuado nas costas dos professores. Entretanto…
Escolas estaduais realizam eleições para diretores nesta sexta-feira
As 2.100 escolas estaduais que inscreveram chapas até o dia 04 último realizam eleições nesta sexta-feira (25), das 8 às 22 horas, para a recondução ou escolha de novos diretores. As chapas inscritas apresentaram um plano de ação a ser aplicado durante os dois anos de gestão. Com base nesse plano, a Secretaria de Estado da Educação vai preparar o curso de formação para os novos diretores, que será ministrado em Faxinal do Céu.
A primeira etapa do curso acontece entre os dias 05 e 10 de dezembro.Segundo um dos coordenadores da Comissão das Eleições da Secretaria, professor Sérgio Fernandes Stacheski, a Lei estadual número 14.231/03 determina que os diretores poderão participar de até três eleições consecutivas, ou seja, uma eleição mais duas reconduções. O mandato é de dois anos.
A professora Elisabete Mendes dos Santos, também integrante da Comissão, explica que a partir da reformulação da Lei, ocorrida em 2003, a Secretaria deixou de votar na escolha de diretores, como se fazia até então, por intermédio do voto do Núcleo Regional de Educação (NRE). “A Secretaria da Educação fica isenta na escolha de diretores de escolas. Essa prerrogativa, agora, é tão somente da comunidade escolar (alunos, pais, professores e funcionários de estabelecimentos escolares). A isenção traz mais liberdade de escolha para concorrentes e votantes”, diz ela.
O professor Stacheski, explica ainda que, para eleger o novo diretor ou reconduzir o diretor atual, é necessário um quorum de 35% do público apto a votar (pais, alunos, professores e funcionários). Caso esse número não seja atingido, ou o número de votos brancos seja superior aos votos válidos, haverá um novo processo eleitoral nessa escola, no dia 09 de dezembro. Existe ainda a possibilidade de uma intervenção se, nesse segundo pleito, não for possível decidir. Todas as escolas deverão estar com suas direções regularizadas até 15 de abril de 2006.
O público esperado para comparecer às escolas durante as eleições é de 2,3 milhões de votantes, sendo 1,4 milhões de alunos, 95 mil professores e funcionários e aproximadamente 900 mil pais. Na logística das eleições estarão envolvidas 55 mil pessoas.
Chato isso, não? Participação e envolvimento direto das pessoas no processo de escolha do diretor escolar. Talvez a mera escolha direta do diretor não resulte em melhora imediata ou melhora simplesmente, pois há outros aspectos e elas dizem respeito a determinações superiores, ou seja as diretrizes dos governos e suas secretarias de Educação, tanto em nível municipal como no estadual, suas concepções educacionais-pedagógicas e administrativas. Não vou deixar passar batido: o especialista que me abastece de informações, disse que a situação que estamos observando no Estado não era muito diferente na prefeitura de Marta Suplicy, pelo meos no que diz respeito ao tratamento dispensado ao corpo docente.
Aqui nesse ponto: um ensaio aprofundado – ou reflexão filosófica – sobre o papel do diretor de escola pública. Exigirá concentração e disponibilidade de tempo.
Aqui nesse ponto: o que é o Conselho de Escola ?

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
YOU TUBE
ALERTA TRANSGÊNICOS ( OBS: BANIDO )
ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
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