ENCALHE

julho 11, 2009

Secretaria de Saúde de SP avisou a imprensa, antes de comunicar aos pais sobre o contágio da menina de Osaco!!

Filed under: epidemias, Gripe suína, Secretaria Estadual de Saúde de SP — Humberto @ 3:27 pm
Taí algo muito esquisito.
Que a gripe suína não é mortal por si só, acho que já sabemos. As autoridades de saúde paulistas estão fazendo os esclarecimentos adequados à população. OK?
A imprensa, por sua vez, parece estar agindo corretamente, informando devidamente e desfazendo as dúvidas que porventura surjam.
PERAÍ! Que é que eu estou escrevendo? Esqueçam tudo!
Ontem nós fomos invadidos pela notícia de que a gripe suína havia feito uma vítima, a menina de Osasco, Michelle, de 11 anos. Com algum trabalho, conseguimos desencavar, debaixo de toda a tralha, que a menina morreu “COM” a gripe, e não “DE” gripe suína. Isso faz muita diferença. Principalmente, se considerarmos a torcida uniformizada do imprensalão, ávida por uma epidemia mortal e incontrolável, pois assim teriam algo para usar contra o governo do Lula.
Esse texto está ficando meio paranóico. Deixa prá lá, e vou direto ao assunto: hoje, no JT, saiu o seguinte: “Família soube de contágio pela imprensa“.
O parágrafo inicial do texto diz:
“A família de Marcelle Camila Laguna, de 11 anos, foi surpreendida pelo anúncio feito pela Secretaria Estadual de Saúde de que a morte da menina tinha relação com a gripe suína. Até a noite de ontem [ OBS: dia 10 ], os parentes não tinham sido comunicados oficialmente da causa do óbito da menina. Eles afirmam que foram negligenciados pelas autoridades estaduais ( … )”.
Aqui há duas coisas a se ponderar: parece que a Secretaria preferiu – antes de qualquer coisa, com fanfarra e tudo – alimentar a imprensa para esta, por sua vez, alimentar a histeria e a desinformação. Segundo: na parte em vermelho a informação que se dá é que os parentes não haviam sido comunicados oficialmente da causa do óbito. Aqui o jornal troca a informação pela emoção: a “negligência” alegada, as autoridades que não informaram a família. Mas há um truque, ou um desleixo: [ as autoridades ] não informaram a causa do óbito. E qual foi a causa? Não percam o rumo, levados pela emoção e revolta: não foi a gripe suína. Infelizmente, o jornal não deixa isso claro e nem pareceu fazer questão disso.
O que não muda o fato de que a Secretaria preferiu correr, primeiro, à imprensa, para finalmente informar – também – aos pais da menina. E informou errado. E a informação foi transmitida, também errada, pela imprensa.

maio 20, 2009

"A ‘indústria da crise’ contamina a mídia nacional", por Carlos Castilho

Observatório da Imprensa
15/5/2009
A gripe H1N1 (ex-gripe suina) está sumindo do noticiário deixando no ar uma série de perguntas não respondidas e principalmente a sensação de que foi mais um de uma sucessão de eventos midiáticos onde nós todos somos espectadores e protagonistas involuntários.
A gripe foi apresentada durante várias semanas como uma gravíssima ameaça à humanidade, provocando a adoção de medidas que beiravam a histeria coletiva. De repente,as notícias minguaram, foram se tornando escassas, num processo muito similar ao que aconteceu com a chamada turbulência econômica global.
Tanto num como noutro caso houve um impacto inicial provocado por declarações alarmistas de autoridades diversas, seguidas por um bombardeio noticioso por parte da mídia gerando temor, preocupação e reações de todos os tipos entre os consumidores de informação.
Mas o que mais surpreende foi a forma como ambos os temas sumiram da agenda da imprensa, deixando no ar uma dúvida básica: será que eles eram tão relevantes como pareciam inicialmente?
Se não foram, faltou serenidade da imprensa e das autoridades para dar tanto à crise econômica mundial como à “epidemia” de gripe a sua dimensão real, poupando a população de um estresse desnecessário.
Mas se ambos os processos são tão graves quanto o quadro pintado inicialmente pela mídia e pelos governos, então os nossos com comunicadores e autoridades estão agora agindo irresponsavelmente ao deixarem a população sem o necessário seguimento informativo.
A sucessão recente de grandes eventos mundiais e nacionais segue uma mesma rotina efêmera e indica que a mídia e as autoridades, tanto políticas como corporativas, criaram o que poderíamos chamar de “indústria da crise”, ou seja, uma estratégia para buscar objetivos, nem sempre claros, usando como ferramenta principal os temores e inseguranças das pessoas comuns.
Outra característica comum de toda excitação informativa provocada pela combinação de interesses entre autoridades e imprensa é a despreocupação generalizada com as soluções. Grandes escândalos como o mensalão e outros sumiram da mídia e o que se vê são os principais acusados recuperando gradualmente o antigo status.
Mais uma vez fica a dúvida. Ou a acusação e os escândalos eram infundados e a mídia foi cúmplice em jogadas políticas escusas, ou tudo era verdadeiro e agora assistimos a uma irresponsável absolvição branca dos culpados. Onde está a função fiscalizadora da imprensa?
De dúvida em dúvida vamos começando a construir uma certeza: a de que a mídia e as autoridades estão chegando perigosamente perto do descrédito generalizado. A busca frenética por situações capazes de garantir visibilidade para os tomadores de decisões — e novas receitas para os formadores de opiniões — começa a tornar nítido o divórcio entre os interesses dos que têm poder e os desejos ou necessidades da população.
A ampliação da indústria da crise movida por interesses oficiais e corporativos pode, no médio prazo, contribuir para o desenvolvimento de uma paranóia coletiva, do tipo da surgida logo depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos.
Sem confiar nas informações da imprensa e das autoridades, a população sente-se órfã e pode repetir comportamentos irrefletidos como no fatídico dia 15 de maio de 2006, em São Paulo. Naquela segunda-feira, milhões de paulistas, assustados por uma onda de boatos e pelo sensacionalismo midiático sobre ações do crime organizado, simplesmente entraram em pânico e correram para suas casas, num toque de recolher não declarado.
O antídoto pode ser o sistema horizontal e descentralizado de informações criado pela internet. Mas como ele ainda é incipiente no Brasil, tanto pode funcionar a favor como contra. No caso do toque de recolher em São Paulo, o email e o MSN foram um ativador da insegurança ao propagar boatos. Mas no caso da gripe, os mexicanos deram uma lição de como usar a Web para evitar o pânico coletivo.

maio 12, 2009

"Gripe suína é tão grave quanto gripe comum", diz infectologista do Emílio Ribas

Essa saiu na Folha, em 09 de Maio. Deveria resultar numa “pacificação” da mídia, que está chafurdando na paranóia que ela mesmo está alimentando, e adorando cada segundo. Três dias depois ( hoje, 12.05 ), eu vi ( foi num telenoticiário da Globo, não sei se na TV aberta ou paga ) que parece não ter mudado muito. Mapas-mundi, enumeração de casos país a país ( Israel tinha 7 casos, o Brasil 8 – “casos”, não “óbitos” – e os EUA – aí, sim, bastante – 2600 casos, sem contar o México, que contabiliza o maior número de óbitos, 58 ) onde tenham sido confirmados, e por aí vai. O especialista entrevistado, no caso, é CAIO ROSENTHAL, infectologista do Emílio Ribas.
Vale ser lida e até repassada, senhores. Só indico o link para a matéria. Em seguida eu reproduzo um texto publicado no Hora do Povo, onde se revela a possível origem “empresarial” desta suposta epidemia.
“Vírus da gripe suína não é mais grave que o de gripe comum”, diz especialista
Folha Online, 09.05.09
Multinacional onde começou gripe no México é contumaz agressora do ambiente nos EUA
“A Smithfield é a maior empresa processadora de suínos do mundo. Durante 2008 sacrificou mais de 31 milhões de porcos e empacotou cerca de 3 milhões de quilogramas de carne desse mamífero. Seu fatura-mento superou 11,3 bilhões de dólares. Controla 31% do mercado dos Estados Unidos”, assinala Luis Hernández Na-varro, colunista La Jornada, diário da Universidade Autônoma do México, em artigo que denuncia os crimes contra os trabalhadores, o meio ambiente e as condições doentias dos criatórios da multinacional, que teve uma subsidiária sua apontada como o primeiro foco do A/H1N1 no México.
“No México esta empresa é proprietária de 50% das ações da Granjas Carroll, em Puebla e Veracruz, e da Agro-industrial do Noroeste (Norson) em Sonora. Durante o ano de 2008, a Granjas Carroll, que têm 56 mil matrizes, produziu 950 mil animais, enquanto a Norton, com 35 mil matrizes, criou 467 mil porcos”, informa a matéria publicada em 5 de maio.
Navarro mostra que a empresa é também uma máquina de contaminação: “Cada ano gera toneladas de lixo que destrói rios, mata milhões de peixes e adoece pessoas. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, “amontoados em gaiolas pequenas e estreitas que impedem sua mobilidade, alimentados com resíduos de aves, respirando ar saturado em gases, sem ver a luz do sol, expostos a todo tipo de doenças e fungos, com seu sistema imunológico machucado, os porcos-industriais achariam qualquer chiqueiro de uma granja familiar um paraíso. Em algumas ocasiões se asfixiam pisoteando-se uns aos outros. Um animal doente contagia os demais facilmente.
“Em 1997, na Virginia, Estados Unidos, foi multada por 12,6 milhões de dólares por cometer 6 mil 900 violações à legislação federal de proteção à água (Clean Water Act). A sanção ambiental foi uma das mais elevadas na história desse país.
“Em três ocasiões (1997, 2000 e 2006) apareceu na lista que a revista Multi-national Monitor elabora para designar as piores empresas do ano. A primeira foi em 1997: pela contaminação ambi-ental. A segunda pelas práticas que utiliza para monopolizar a criação de porcos, deixando fora do mercado os pequenos produtores. A terceira por suas práticas trabalhistas, anti-sindicais.
“A empresa foi considerada culpada de violar a lei federal do trabalho, de fazer tramóias para baixar salários, fechando sucursais, espiando os filiados ao sindicato e agredindo a funcionários. Dos 58 mil 100 empregados que trabalham para a multinacional no mundo, só 28 mil 800 contam com contrato coletivo.
“A Smithfield cresceu mais de mil por cento entre 1990 e 2005. Seu processo de concentração foi possível graças a uma estratégia empresarial em que controla cada elo da cadeia de produção, desde o momento em que o porco nasce até que vai para o açougue. Monopolizando os mercados e quebrando todos os pequenos pecuaristas a sua volta.
“Os porcos geram, em média, três vezes mais matéria fecal que os seres humanos. O volume de excrementos que evacuam os animais da Granjas Carroll é superior ao produzido pelos habitantes das cidades de Guadalajara e Monterrey em conjunto. A diferença é que enquanto essas duas cidades possuem sistemas de drenagem e esgoto para o tratamento dos detritos, essas empresas não contam com nada disso.“Os detritos fecais provenientes das granjas-fábricas de porco estão cheios de substancias tóxicas.
“No caso da Granjas Carroll, as fezes dos porcos são depositadas em lagoas de oxidação a céu aberto distribuídas pelo vale de Perote. Muitos cientistas assinalam que são um foco de contaminação de água, solo e ar.
“A Smithfield fez nos EUA generosas doações às campanhas eleitorais de políticos buscando evitar que se regule a atividade. Segundo informa Jeff Tietz, em 1998 a associação de fazendas de porco de Carolina do Norte (onde a empresa tem um de seus principais bastiões) destinou um milhão de dólares para derrotar legisladores locais que queriam sanear as lagoas de oxidação a céu aberto.
“Parte dos trabalhadores das fazendas de porcos da Smithfield nos Estados Unidos são mexicanos. Em janeiro de 2007, 21 trabalhadores da subsidiária na Carolina do Norte foram tirados da linha de produção e presos por agentes migratórios. Os dirigentes sindicais denunciaram que se tratava de uma manobra para impedir a sindi-calização dos trabalhadores. Não seria raro que muitos desses trabalhadores ilegais tenham regressado ao México.
“A Smithfield está hoje no centro da tormenta. Cientistas e analistas têm determinado a probabilidade de que o recente surgimento de influenza suína se relacione com a Granjas Carroll”. ( HORA DO POVO, ed. 2763, 08.05.09 )

"Gripe suína é tão grave quanto gripe comum", diz infectologista do Emílio Ribas

Essa saiu na Folha, em 09 de Maio. Deveria resultar numa “pacificação” da mídia, que está chafurdando na paranóia que ela mesmo está alimentando, e adorando cada segundo. Três dias depois ( hoje, 12.05 ), eu vi ( foi num telenoticiário da Globo, não sei se na TV aberta ou paga ) que parece não ter mudado muito. Mapas-mundi, enumeração de casos país a país ( Israel tinha 7 casos, o Brasil 8 – “casos”, não “óbitos” – e os EUA – aí, sim, bastante – 2600 casos, sem contar o México, que contabiliza o maior número de óbitos, 58 ) onde tenham sido confirmados, e por aí vai. O especialista entrevistado, no caso, é CAIO ROSENTHAL, infectologista do Emílio Ribas.
Vale ser lida e até repassada, senhores. Só indico o link para a matéria. Em seguida eu reproduzo um texto publicado no Hora do Povo, onde se revela a possível origem “empresarial” desta suposta epidemia.
“Vírus da gripe suína não é mais grave que o de gripe comum”, diz especialista
Folha Online, 09.05.09
Multinacional onde começou gripe no México é contumaz agressora do ambiente nos EUA
“A Smithfield é a maior empresa processadora de suínos do mundo. Durante 2008 sacrificou mais de 31 milhões de porcos e empacotou cerca de 3 milhões de quilogramas de carne desse mamífero. Seu fatura-mento superou 11,3 bilhões de dólares. Controla 31% do mercado dos Estados Unidos”, assinala Luis Hernández Na-varro, colunista La Jornada, diário da Universidade Autônoma do México, em artigo que denuncia os crimes contra os trabalhadores, o meio ambiente e as condições doentias dos criatórios da multinacional, que teve uma subsidiária sua apontada como o primeiro foco do A/H1N1 no México.
“No México esta empresa é proprietária de 50% das ações da Granjas Carroll, em Puebla e Veracruz, e da Agro-industrial do Noroeste (Norson) em Sonora. Durante o ano de 2008, a Granjas Carroll, que têm 56 mil matrizes, produziu 950 mil animais, enquanto a Norton, com 35 mil matrizes, criou 467 mil porcos”, informa a matéria publicada em 5 de maio.
Navarro mostra que a empresa é também uma máquina de contaminação: “Cada ano gera toneladas de lixo que destrói rios, mata milhões de peixes e adoece pessoas. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, “amontoados em gaiolas pequenas e estreitas que impedem sua mobilidade, alimentados com resíduos de aves, respirando ar saturado em gases, sem ver a luz do sol, expostos a todo tipo de doenças e fungos, com seu sistema imunológico machucado, os porcos-industriais achariam qualquer chiqueiro de uma granja familiar um paraíso. Em algumas ocasiões se asfixiam pisoteando-se uns aos outros. Um animal doente contagia os demais facilmente.
“Em 1997, na Virginia, Estados Unidos, foi multada por 12,6 milhões de dólares por cometer 6 mil 900 violações à legislação federal de proteção à água (Clean Water Act). A sanção ambiental foi uma das mais elevadas na história desse país.
“Em três ocasiões (1997, 2000 e 2006) apareceu na lista que a revista Multi-national Monitor elabora para designar as piores empresas do ano. A primeira foi em 1997: pela contaminação ambi-ental. A segunda pelas práticas que utiliza para monopolizar a criação de porcos, deixando fora do mercado os pequenos produtores. A terceira por suas práticas trabalhistas, anti-sindicais.
“A empresa foi considerada culpada de violar a lei federal do trabalho, de fazer tramóias para baixar salários, fechando sucursais, espiando os filiados ao sindicato e agredindo a funcionários. Dos 58 mil 100 empregados que trabalham para a multinacional no mundo, só 28 mil 800 contam com contrato coletivo.
“A Smithfield cresceu mais de mil por cento entre 1990 e 2005. Seu processo de concentração foi possível graças a uma estratégia empresarial em que controla cada elo da cadeia de produção, desde o momento em que o porco nasce até que vai para o açougue. Monopolizando os mercados e quebrando todos os pequenos pecuaristas a sua volta.
“Os porcos geram, em média, três vezes mais matéria fecal que os seres humanos. O volume de excrementos que evacuam os animais da Granjas Carroll é superior ao produzido pelos habitantes das cidades de Guadalajara e Monterrey em conjunto. A diferença é que enquanto essas duas cidades possuem sistemas de drenagem e esgoto para o tratamento dos detritos, essas empresas não contam com nada disso.“Os detritos fecais provenientes das granjas-fábricas de porco estão cheios de substancias tóxicas.
“No caso da Granjas Carroll, as fezes dos porcos são depositadas em lagoas de oxidação a céu aberto distribuídas pelo vale de Perote. Muitos cientistas assinalam que são um foco de contaminação de água, solo e ar.
“A Smithfield fez nos EUA generosas doações às campanhas eleitorais de políticos buscando evitar que se regule a atividade. Segundo informa Jeff Tietz, em 1998 a associação de fazendas de porco de Carolina do Norte (onde a empresa tem um de seus principais bastiões) destinou um milhão de dólares para derrotar legisladores locais que queriam sanear as lagoas de oxidação a céu aberto.
“Parte dos trabalhadores das fazendas de porcos da Smithfield nos Estados Unidos são mexicanos. Em janeiro de 2007, 21 trabalhadores da subsidiária na Carolina do Norte foram tirados da linha de produção e presos por agentes migratórios. Os dirigentes sindicais denunciaram que se tratava de uma manobra para impedir a sindi-calização dos trabalhadores. Não seria raro que muitos desses trabalhadores ilegais tenham regressado ao México.
“A Smithfield está hoje no centro da tormenta. Cientistas e analistas têm determinado a probabilidade de que o recente surgimento de influenza suína se relacione com a Granjas Carroll”. ( HORA DO POVO, ed. 2763, 08.05.09 )

Casos suspeitos de Influenza A no Estado do Paraná caem para dois

Filed under: epidemias, Gripe suína — Humberto @ 12:25 am
Casos suspeitos de Influenza A no Estado do Paraná caem para dois
11/05/2009
O número de casos suspeitos de Influenza A no Paraná caiu de sete para dois, segundo o boletim divulgado nesta segunda-feira (11) pela Secretaria estadual de Saúde. Ambos são da região de Londrina e aguardam os resultados dos exames de laboratório, que devem ser divulgados amanhã. Desde o início da pandemia, em 26 de abril, foram descartados 18 casos no Estado.
Os dois pacientes são mulheres, adultas, que viajaram recentemente ao exterior. Apenas uma delas continua internada em hospital, ela retornou recentemente da Nigéria e Espanha. A outra suspeita está isolada em casa e voltou de viagem ao México e Estados Unidos.
A Secretaria da Saúde recebeu na tarde desta segunda-feira (11) a notificação do primeiro possível caso de Influenza A no Oeste do Estado. Uma paciente mulher está em monitoramento na região de Foz do Iguaçu. Ela teve contato com pessoas estrangeiras e aguarda, em casa, o resultado de exames laboratoriais.
PRECAUÇÃO – A confirmação de casos na Argentina, Colômbia e de oito casos no Brasil, sendo dois deles nos demais Estados da Região Sul (Santa Catarina e Rio Grande do Sul), fez o Governo do Paraná aumentar a vigilância nas cidades com grande fluxo de turistas. Nesta segunda-feira, na reunião semanal do comitê intersetorial que acompanha a situação da Influenza A (H1 N1) no Paraná, foram definidas estratégias de combate à nova gripe, com prioridade para os municípios da região de Foz do Iguaçu.
Na quarta-feira (13) o grupo, formado pelas Secretarias estaduais da Saúde, Agricultura, Transportes, Educação e Turismo; Associação de Portos e Aeroportos do Paraná (Appa), Defesa Civil, Infraero, Exército, Polícia Militar, Abin, Anvisa e Conselho das Secretarias Municipais de Saúde, realiza um encontro com profissionais das áreas de saúde e de turismo da cidade. O objetivo é avaliar e intensificar a divulgação de informações.
“A localização geográfica de Foz do Iguaçu é muito peculiar. É uma cidade de fronteira, que recebe visitantes de diversos países. Os turistas nacionais e estrangeiros chegam tanto pelo aeroporto, quanto pelas estradas. Por isso, Foz e os municípios próximos terão prioridade no nosso plano de contingência. O objetivo é prestar informações e, no caso de casos confirmados, atendimento de qualidade”, explicou o secretário da Saúde, Gilberto Martin.

Casos suspeitos de Influenza A no Estado do Paraná caem para dois

Filed under: epidemias, Gripe suína — Humberto @ 12:25 am
Casos suspeitos de Influenza A no Estado do Paraná caem para dois
11/05/2009
O número de casos suspeitos de Influenza A no Paraná caiu de sete para dois, segundo o boletim divulgado nesta segunda-feira (11) pela Secretaria estadual de Saúde. Ambos são da região de Londrina e aguardam os resultados dos exames de laboratório, que devem ser divulgados amanhã. Desde o início da pandemia, em 26 de abril, foram descartados 18 casos no Estado.
Os dois pacientes são mulheres, adultas, que viajaram recentemente ao exterior. Apenas uma delas continua internada em hospital, ela retornou recentemente da Nigéria e Espanha. A outra suspeita está isolada em casa e voltou de viagem ao México e Estados Unidos.
A Secretaria da Saúde recebeu na tarde desta segunda-feira (11) a notificação do primeiro possível caso de Influenza A no Oeste do Estado. Uma paciente mulher está em monitoramento na região de Foz do Iguaçu. Ela teve contato com pessoas estrangeiras e aguarda, em casa, o resultado de exames laboratoriais.
PRECAUÇÃO – A confirmação de casos na Argentina, Colômbia e de oito casos no Brasil, sendo dois deles nos demais Estados da Região Sul (Santa Catarina e Rio Grande do Sul), fez o Governo do Paraná aumentar a vigilância nas cidades com grande fluxo de turistas. Nesta segunda-feira, na reunião semanal do comitê intersetorial que acompanha a situação da Influenza A (H1 N1) no Paraná, foram definidas estratégias de combate à nova gripe, com prioridade para os municípios da região de Foz do Iguaçu.
Na quarta-feira (13) o grupo, formado pelas Secretarias estaduais da Saúde, Agricultura, Transportes, Educação e Turismo; Associação de Portos e Aeroportos do Paraná (Appa), Defesa Civil, Infraero, Exército, Polícia Militar, Abin, Anvisa e Conselho das Secretarias Municipais de Saúde, realiza um encontro com profissionais das áreas de saúde e de turismo da cidade. O objetivo é avaliar e intensificar a divulgação de informações.
“A localização geográfica de Foz do Iguaçu é muito peculiar. É uma cidade de fronteira, que recebe visitantes de diversos países. Os turistas nacionais e estrangeiros chegam tanto pelo aeroporto, quanto pelas estradas. Por isso, Foz e os municípios próximos terão prioridade no nosso plano de contingência. O objetivo é prestar informações e, no caso de casos confirmados, atendimento de qualidade”, explicou o secretário da Saúde, Gilberto Martin.

maio 7, 2009

CANAL SAÚDE / FIOCRUZ debate gripe suína ao vivo na WEB e TV. População pode participar.

Filed under: epidemias, Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz ), Gripe suína — Humberto @ 3:26 am
Canal Saúde debate gripe suína, sexta (8), às 13h.
Perguntas serão respondidas ao vivo
O que gestores e profissionais de saúde devem saber e fazer para esclarecer as dúvidas da população. Envie perguntas para
canal@fiocruz.br ou ligue 0800 701 8122

O Sala de Convidados, do Canal Saúde/Fiocruz, do dia 08/05 (sexta-feira), às 13h, vai debater ao vivo a gripe suína ou gripe A (H1N1). A preparação do Sistema Único de Saúde (SUS) para uma possível pandemia, como gestores da saúde estão lidando com a situação, a articulação entre governos federal, estaduais e municipais, as recomendações do Ministério da Saúde para os passageiros de vôos internacionais, protocolos e ações de autoridades para evitar a entrada da doença no país. Essas e outras questões estarão em pauta.
O público poderá esclarecer dúvidas ao vivo pela WEB , no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122. Se preferir, pode antecipar a pergunta pelo e-mail canal@fiocruz.br
Convidados: para esclarecer dúvidas da população e debater o tema, estarão no estúdio o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Agenor Álvares; o secretário de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Penna; e o infectologista, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Edimilson Migowski.
Sala de Convidados – Na internet, acesse , clique na TV com a inscrição “ao vivo” e participe a partir do chat associado à transmissão. Se preferir, antecipe suas perguntas: canal@fiocruz.br. No caso da televisão, é necessária uma antena parabólica conectada ao aparelho. Para saber como sintonizar a NBR em sua cidade, acesse http://www.radiobras.gov.br/nbr/cidadesn-br_2004.htm ou http://www.radiobras.gov.br/estatico/tv_nbr_sintonize.htm. O Sala de Convidados é apre-sentado por Renato Farias.

Assessoria de Comunicação – Canal Saúde/Fiocruz
Marcelo de Castro Neves
(21) 3194-7700 / 3194-7704 / 0800-701-8122 / ascom@fiocruz.br
Canal Saúde/Fiocruz
Levando educação em saúde e cidadania para todo o Brasil

CANAL SAÚDE / FIOCRUZ debate gripe suína ao vivo na WEB e TV. População pode participar.

Filed under: epidemias, Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz ), Gripe suína — Humberto @ 3:26 am
Canal Saúde debate gripe suína, sexta (8), às 13h.
Perguntas serão respondidas ao vivo
O que gestores e profissionais de saúde devem saber e fazer para esclarecer as dúvidas da população. Envie perguntas para
canal@fiocruz.br ou ligue 0800 701 8122

O Sala de Convidados, do Canal Saúde/Fiocruz, do dia 08/05 (sexta-feira), às 13h, vai debater ao vivo a gripe suína ou gripe A (H1N1). A preparação do Sistema Único de Saúde (SUS) para uma possível pandemia, como gestores da saúde estão lidando com a situação, a articulação entre governos federal, estaduais e municipais, as recomendações do Ministério da Saúde para os passageiros de vôos internacionais, protocolos e ações de autoridades para evitar a entrada da doença no país. Essas e outras questões estarão em pauta.
O público poderá esclarecer dúvidas ao vivo pela WEB , no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122. Se preferir, pode antecipar a pergunta pelo e-mail canal@fiocruz.br
Convidados: para esclarecer dúvidas da população e debater o tema, estarão no estúdio o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Agenor Álvares; o secretário de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Penna; e o infectologista, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Edimilson Migowski.
Sala de Convidados – Na internet, acesse , clique na TV com a inscrição “ao vivo” e participe a partir do chat associado à transmissão. Se preferir, antecipe suas perguntas: canal@fiocruz.br. No caso da televisão, é necessária uma antena parabólica conectada ao aparelho. Para saber como sintonizar a NBR em sua cidade, acesse http://www.radiobras.gov.br/nbr/cidadesn-br_2004.htm ou http://www.radiobras.gov.br/estatico/tv_nbr_sintonize.htm. O Sala de Convidados é apre-sentado por Renato Farias.

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abril 29, 2009

Supostos casos de "gripe suína" são descartados pelo Fiocruz ( referência no assunto, ao contrário dos jornais, que estão disseminando o pânico )

Exames descartam contaminação pela gripe suína
O Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) recebeu nesta terça-feira três pessoas (um adulto e dois jovens) que desembarcaram no Rio de Janeiro e estavam com suspeitas de terem contraído o vírus da gripe suína. O trio, que veio de avião de Orlando, nos Estados Unidos, com escala na Cidade do Panamá, foi trazido em um carro da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Eles foram entrevistados e examinados clinicamente – de acordo com os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde – por médicos do Ipec/Fiocruz, que é referência para doenças infecto-contagiosas, e foram liberados a seguir, pois nada se constatou e foi afastado qualquer risco. Os três foram orientados a voltar a procurar a Fundação caso apareça algum sintoma nos próximos dias.
Seis amostras de pessoas com suspeitas de estarem com o vírus da gripe suína estão sendo analisadas pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e devem ter os resultados de seus testes concluídos até a próxima quinta-feira (30/4). As amostras são de dois pacientes de Minas Gerais e quatro do Rio de Janeiro. As de Minas foram encaminhadas para a Fiocruz pela Fundação Ezequiel Dias e as do Rio pela SMS.

MS esclarece dúvidas sobre a gripe suína

O Ministério da Saúde preparou material especial sobre a gripe suína que já está disponível no site. O espaço reúne as ocorrências de casos no México e EUA e recomendações aos viajantes que se destinam ou são procendentes de áreas afetadas.
Confira no site do MS.
( Fundação Oswaldo Cruz, 28.04.09 )

Supostos casos de "gripe suína" são descartados pelo Fiocruz ( referência no assunto, ao contrário dos jornais, que estão disseminando o pânico )

Exames descartam contaminação pela gripe suína
O Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) recebeu nesta terça-feira três pessoas (um adulto e dois jovens) que desembarcaram no Rio de Janeiro e estavam com suspeitas de terem contraído o vírus da gripe suína. O trio, que veio de avião de Orlando, nos Estados Unidos, com escala na Cidade do Panamá, foi trazido em um carro da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Eles foram entrevistados e examinados clinicamente – de acordo com os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde – por médicos do Ipec/Fiocruz, que é referência para doenças infecto-contagiosas, e foram liberados a seguir, pois nada se constatou e foi afastado qualquer risco. Os três foram orientados a voltar a procurar a Fundação caso apareça algum sintoma nos próximos dias.
Seis amostras de pessoas com suspeitas de estarem com o vírus da gripe suína estão sendo analisadas pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e devem ter os resultados de seus testes concluídos até a próxima quinta-feira (30/4). As amostras são de dois pacientes de Minas Gerais e quatro do Rio de Janeiro. As de Minas foram encaminhadas para a Fiocruz pela Fundação Ezequiel Dias e as do Rio pela SMS.

MS esclarece dúvidas sobre a gripe suína

O Ministério da Saúde preparou material especial sobre a gripe suína que já está disponível no site. O espaço reúne as ocorrências de casos no México e EUA e recomendações aos viajantes que se destinam ou são procendentes de áreas afetadas.
Confira no site do MS.
( Fundação Oswaldo Cruz, 28.04.09 )

Supostos casos de "gripe suína" são descartados pelo Fiocruz ( referência no assunto, ao contrário dos jornais, que estão disseminando o pânico )

Exames descartam contaminação pela gripe suína
O Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) recebeu nesta terça-feira três pessoas (um adulto e dois jovens) que desembarcaram no Rio de Janeiro e estavam com suspeitas de terem contraído o vírus da gripe suína. O trio, que veio de avião de Orlando, nos Estados Unidos, com escala na Cidade do Panamá, foi trazido em um carro da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Eles foram entrevistados e examinados clinicamente – de acordo com os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde – por médicos do Ipec/Fiocruz, que é referência para doenças infecto-contagiosas, e foram liberados a seguir, pois nada se constatou e foi afastado qualquer risco. Os três foram orientados a voltar a procurar a Fundação caso apareça algum sintoma nos próximos dias.
Seis amostras de pessoas com suspeitas de estarem com o vírus da gripe suína estão sendo analisadas pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e devem ter os resultados de seus testes concluídos até a próxima quinta-feira (30/4). As amostras são de dois pacientes de Minas Gerais e quatro do Rio de Janeiro. As de Minas foram encaminhadas para a Fiocruz pela Fundação Ezequiel Dias e as do Rio pela SMS.

MS esclarece dúvidas sobre a gripe suína

O Ministério da Saúde preparou material especial sobre a gripe suína que já está disponível no site. O espaço reúne as ocorrências de casos no México e EUA e recomendações aos viajantes que se destinam ou são procendentes de áreas afetadas.
Confira no site do MS.
( Fundação Oswaldo Cruz, 28.04.09 )

Supostos casos de "gripe suína" são descartados pelo Fiocruz ( referência no assunto, ao contrário dos jornais, que estão disseminando o pânico )

Exames descartam contaminação pela gripe suína
O Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) recebeu nesta terça-feira três pessoas (um adulto e dois jovens) que desembarcaram no Rio de Janeiro e estavam com suspeitas de terem contraído o vírus da gripe suína. O trio, que veio de avião de Orlando, nos Estados Unidos, com escala na Cidade do Panamá, foi trazido em um carro da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Eles foram entrevistados e examinados clinicamente – de acordo com os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde – por médicos do Ipec/Fiocruz, que é referência para doenças infecto-contagiosas, e foram liberados a seguir, pois nada se constatou e foi afastado qualquer risco. Os três foram orientados a voltar a procurar a Fundação caso apareça algum sintoma nos próximos dias.
Seis amostras de pessoas com suspeitas de estarem com o vírus da gripe suína estão sendo analisadas pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e devem ter os resultados de seus testes concluídos até a próxima quinta-feira (30/4). As amostras são de dois pacientes de Minas Gerais e quatro do Rio de Janeiro. As de Minas foram encaminhadas para a Fiocruz pela Fundação Ezequiel Dias e as do Rio pela SMS.

MS esclarece dúvidas sobre a gripe suína

O Ministério da Saúde preparou material especial sobre a gripe suína que já está disponível no site. O espaço reúne as ocorrências de casos no México e EUA e recomendações aos viajantes que se destinam ou são procendentes de áreas afetadas.
Confira no site do MS.
( Fundação Oswaldo Cruz, 28.04.09 )
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