ENCALHE

outubro 20, 2008

"Sorria?" Desculpe mas eu vou chorar: Falar sobre casamento do prefeito não pode, mas de seus irmãos que dão consultoria às empresas de ônibus pode?

O SP-URBANUSS (Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo) tem como finalidades principais defender e preservar os interesses das empresas de ônibus de São Paulo, além de desenvolver estudos técnicos de aperfeiçoamento na área de transporte, com enfoque nos desenvolvimento e na expansão tecnológica. ( Do site da entidade )
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Site Cursos Interativos – FUNDATEC
TRANSPORTE DE PASSAGEIROS:
Módulo A: “CÁLCULO DE CUSTOS E TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO, INTERURBANO E INTERMUNICIPAL DE PASSAGEIROS”
Dia 16 / 08 / 2008 – das 8:00 às 13:00 h e 14:00 às 19:00
Incluso: 1 “CD” com Planilha Eletrônica para simular a Tarifa
Especialistas:
Marcos Kassab – Engenheiro e economista, especialista em custos, planejamento e controle de transporte de passageiros e de cargas.
Participante de comissões técnicas para cálculo de tarifas e remuneração de transporte público.
Alberto Lima – Engenheiro, Mestre em Engenharia de Transportes, especialização em Administração de Empresas e Gestão Estratégica, Coordenador da Comissão de Integração de Sistemas de Transporte da ANTP.
Objetivo:
Apresentar, de forma simples e objetiva, a metodologia para cálculo de custo e de remuneração do transporte coletivo de passageiros em linhas urbanas, interurbanas e intermunicipais.
Temas:
* A Metodologia de Avaliação dos custos dos transportes de passageiros (Critérios, Fórmulas, Custo Fixo e Variável)
* A Planilha de Custo de transporte coletivo por ônibus (classificação , análises da planilha e de fluxo de caixa).
* A Remuneração do transporte coletivo urbano, interurbano e intermunicipal (estudo de casos).
* Simulações com a Planilha de Cálculo de Custo e Tarifas. ;
Modulo D: “CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO DE LINHAS DE ÔNIBUS”
Dia 20 / 09 / 2008 – das 8:00 às 13:00 h e 14:00 às 19:00
Especialistas:
Pedro Kassab - Engenheiro e economista com mestrado em transportes, diretor da IPK Engenharia e consultor do SPURBANUSS, SETCESP e ABRATI.
Cláudio Donizetti – Administrador de Empresas, pós graduado em logística, especializado em programação de linha de ônibus, orientador de exercício prático.
Objetivo:
Realizar, através de exercício escrito e prático, a programação de uma linha de ônibus com gráficos, diagramas de marcha e computador, para obter controle da operação, escalas, redução de custo e melhor qualidade de serviço.
Temas:
* Conceitos básicos: tempos de viagem, demanda, horários, fator de renovação e frota operacional.
* Elaboração de escala de operadores alocados junto à frota por dia tipo.
* Custos de operação e orçamento de mão de obra.
* Exercício prático com elaboração do diagrama de marcha e posterior simulação computador
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- Empresa de ônibus visa elo na família Kassab -
Segunda-feira, 8 de novembro de 2004
Folha de S. Paulo
Empresa de ônibus visa elo na família Kassab
AGENDA DA TRANSIÇÃO
Viações vêem irmãos do vice de Serra, que atuam no setor, como alvos de aproximação com futuro governo
ALENCAR IZIDORO
DA REPORTAGEM LOCAL
Afinados com a gestão Marta Suplicy (PT) e depois de apostarem na reeleição da prefeita, empresários de ônibus de São Paulo vêem agora na família de Gilberto Kassab (PFL), vice de José Serra (PSDB), um possível elo de aproximação com a gestão tucana.
Dois irmãos do pefelista, que foi alvo de ataques do PT na campanha, são técnicos do setor de transporte coletivo que têm ou já tiveram relacionamento próximo com as viações paulistanas.
Pedro Kassab é dono de uma consultoria em transporte, a IPK Engenharia, que presta serviços há mais de 15 anos para empresários de ônibus de São Paulo. Também já foi consultor do Transurb, hoje SP Urbanuss, o sindicato patronal. A entidade diz que a IPK ainda trabalha para algumas viações, mas não revela quais.
Marcos Kassab, hoje na assessoria de planejamento e expansão do Metrô, já atuou na EMTU (empresa estadual de ônibus intermunicipais) e, nos dois últimos anos do governo Celso Pitta, manteve contato direto com os empresários de ônibus como assessor da presidência da SPTrans (empresa municipal que gerencia o setor).
Procurados pela Folha desde a última quarta, Marcos e Pedro não responderam aos pedidos de entrevista. O irmão deles e futuro vice-prefeito foi atacado pela candidatura Marta por ter sido secretário de Pitta e, como revelou a Folha, ter elevado seu patrimônio em 316% durante quatro anos.
Dois executivos de empresas de ônibus relataram à reportagem a preocupação do setor com mudança de rumos em um governo tucano, como a priorização de investimentos no Metrô em detrimento dos corredores de ônibus.
Eles citaram a família Kassab como possível alvo de aproximação, mas disseram não saber de nenhum contato feito.
Entre os obstáculos do governo Serra para 2005 estão os custos, com pressões para a elevação da tarifa (R$ 1,70 desde janeiro de 2003) ou elevação da subvenção.
A IPK, de Pedro Kassab, é especializada em estudo de definição de tarifas e custos. Também analisa contratos com estudos de reequilíbrio econômico-financeiro. Nos anos 90, ganhou espaço com programa de computador considerado inovador de programação das linhas. Atua também no Paraná e em Mato Grosso do Sul, controlando mais de 6.000 veículos.
Campanha
O futuro vice-prefeito Gilberto Kassab disse à Folha que seus irmãos “votaram no Serra e fizeram campanha”, mas não tiveram participação no programa de governo e não atuarão direta nem indiretamente na gestão tucana.
“Eles têm total liberdade, mas, se me consultassem, pelo fato de eu ser vice-prefeito, eu recomendaria que não”, afirmou Kassab em relação à possibilidade de eles ocuparem cargos na prefeitura.
Ele disse que os dois “são muito qualificados” e “estão felizes” com seus empregos e negou com veemência a possibilidade de intermediarem a aproximação das viações com o futuro governo.
“Eu afirmo e você pode me cobrar no futuro: não tem essa possibilidade. A atuação deles é técnica. A conversa do setor com a prefeitura é uma conversa técnica e política. Eles não têm perfil político algum”, disse Gilberto Kassab.
Segunda-feira, 8 de novembro de 2004
Agora S. Paulo
Empresas de ônibus tentam elo com os Kassab
IRMÃOS DO VICE DE SERRA TÊM LIGAÇÕES COM EMPRESAS DE ÔNIBUS E VIRAM ALVOS DE TENTATIVA DE APROXIMAÇÃO DE EMPRESÁRIOS COM GOVERNO DO PSDB
Empresários de ônibus de São Paulo vêem na família de Gilberto Kassab (PFL), vice de José Serra (PSDB), um possível elo de aproximação com a gestão tucana. Dois irmãos do pefelista são técnicos do setor de transporte coletivo que têm ou já tiveram relação com as viações paulistanas.
Pedro Kassab é dono de uma consultoria em transporte, a IPK Engenharia, que presta serviços há mais de 15 anos para empresários de ônibus de São Paulo. Ele já foi consultor do sindicato patronal. A IPK ainda trabalha para algumas viações.
Marcos Kassab, hoje na assessoria de planejamento e expansão do Metrô, já atuou na EMTU (empresa estadual de ônibus intermunicipais) e, nos dois últimos anos do governo Celso Pitta (1997-2000), foi assessor da presidência da SPTrans (empresa municipal que gerencia o setor).
Executivos de empresas de ônibus estão preocupados com mudança de rumos no governo Serra, com a priorização de investimentos no Metrô em detrimento dos corredores de ônibus. Eles citaram a família Kassab como possível alvo de aproximação, mas disseram não saber de nenhum contato feito. (FSP)
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Bom, avisado você foi. Na próxima vez em que você estiver mofando no ponto de ônibus, sem perspectiva de que ele venha logo ( gestão logística ), ou acordar e ouvir no rádio que a tarifa será reajustada ( gestão de planilha de custos ), lembre que você pagou por um Kassab, e levou três.

outubro 3, 2007

Parece desenho do Pica-Pau!! Calotas voadoras descem do céu e atingem cidadãos!! Eu sabia que isso ia acontecer!!!

Que me perdõe o personagem de desenhos animados que mais gostava em minha infância ( e até há pouco, já que quem me conhece sabe que decorei várias falas de vários espisódios, como as musiquinhas do Zé Jacaré – que sabe: não há nada mais cheiroso que um assado na panela )
( Pica-Pau no programa do Capitão Zoom: um gole de Zoppo e Zooooooommmm…… )
Pois bem. Hoje eu estava assistindo o SPTV 1a. Edição. Soube que a feijuca corre o risco de se tornar o “prato típico de São Paulo”. E o que não faltou foi branco e dono de restaurante bacanudo dando aula sobre a iguaria que, outrora, serviu de rancho para os escravos, uma pitadinha de sal, um monte de resto de carne de porco podre, e voilà: nem o Chupacabras comia aquilo. Mas a TV é a mesma do Ali Kamel, então entendo o porquê desse revisionismo sutil.
Me desviei do assunto.
Essa história dos ônibus de São Paulo que soltam calotas voadoras assassinas não está muito clara para mim. Adianto que não estou acompanhando muito, não estou fazendo marcação cerrada. Os poucos que lêem este blog já perceberam que desde 2005 eu estou me queixando do serviço e terminei desisitindo de me incomodar. Eu não votei no Serra. Descubram os meus motivos nos posts mais antigos.
Acontece que ( e espero que alguém me atualize ou corrija ) há alguns dias, não sei se foi o presidente da cooperativa fechada e lacrada quem disse, no mesmo jornal, que 70% da frota havia passado recentemente por vistoria.
Aí o prefeito honorário de São Paulo vai, e fecha a empresa, por causa desses acidentes. Aliás, óbvio, o presidente da cooperativa veio com a conversa de que poderia ser sabotagem.
Essa alegação merece investigação policial, mas não sei se o camarada prestou queixa.
Voltando. Eu tenho umas perguntas, espero que alguém aí nos responda:
1. Se a vistoria desses veículos ( 70% ) foi feita – acho que a SPTrans cuidou disso – serão os mesmos carros que circularam e desmancharam na rua, e os bons os cooperados mantiveram estacionados? ( Acho que não é possível, no sistema o cara recebe se botar na rua. );
2. Em termos amplos ( do sistema ) , quantas queixas sobre o serviço de ônibus da Capital foram feitas à Ouvidoria do Município desde 2005? Houve aumento ou queda?
3. Quantas pessoas morreram em função de acidentes envolvendo ônibus, vans e lotações na Capital, desde 2005? Houve aumento ou redução em comparação à administração anterior?
4. Se uma empresa, tendo como sua razão de ser o transporte de pessoas, põe em circulação aparelhos danificados e apresentando falhas em seu funcionamento, e isso causa acidentes e até mortes, a TAM deve ser lacrada, mesmo considerando a diferença entre o tipo de transporte em questão e a forma de concessão? Então, é só chegar, fechar e pedir para que esqueçamos? Por quê descredenciar a empresa, se acidentes acontecem?
5. Quantas queixas o 156 acolheu a respeito da cooperativa em questão, desde 2005? E quantas delas se referiam ao estado dos veículos? Quais providências foram realmente tomadas? Essa cooperativa possui algum passivo relativo a multas com a Prefeitura? De quê se trata?
6. A SPTrans fez mesmo essa vistoria alegada pelo presidente da cooperativa? Se fez, foi bem feita? Parece, se nos basearmos no noticiário, que esta empresa nunca deu problema. Pior, que estes somente apareceram depois de uma vistoria recente.
7. O presidente da cooperativa falou que foi feita uma vistoria. A prefeitura é responsável pelo sistema. Esta foi a primeira vez que um ônibus soltou suas partes e estas atingiram um cidadão? Provavelmente não. Mas foi a primeira empresa a ser descredenciada? Caso sim, por quê isso não ocorreu antes, com as outras que apresentaram as mesmas deficiências?
8. Em caso de concluírmos que houve uma piora nos transportes via ônibus na Capital – e isso somente é possível que ocorra progressivamente – o que houve que se deixou que chegasse até esse ponto ( sem trocadilho )?
9. Essa empresa tem algo que a diferenciava das outras, que não nos permita temermos o sistema por inteiro peloas mesmas razões? Desde quando se conhece esse “diferencial”?
10. Essa é pro imprensalão: A Marta teria sido poupada como Serra e Kassab e o irmão deste, que mantém relações próximas com o empresariado do transporte?

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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