ENCALHE

novembro 8, 2008

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

novembro 6, 2008

"Serra fecha escola em Vila Prudente", por Adriano Diogo

Serra fecha escola estadual na Vila Prudente
BLOG DO ADRIANO DIOGO, 04.11.08 Nasci na Região de Vila Prudente, na Cidade de São Paulo, e o Governador Serra resolveu fechar uma escola estadual antiga, cujo nome é Escola Estadual Prof. Mário Casassanta, também conhecida como Ginásio Estadual de Vila Alpina. E tem um detalhe: foi fechada depois de uma reforma.
É uma escola enorme, tradicional, altamente conceituada, por onde passaram muitas gerações. Foi fundada em 1957, com o nome de Geva; em 1965, foi rebatizada como Escola Estadual Professor Mário Casassanta. O estabelecimento de Vila Alpina passou por uma profunda reforma. A tradicional escola da rua Paramu, 693, na Vila Bela, tem 10 mil metros quadrados de terreno e quatro mil metros quadrados de área construída. O projeto do Executivo inclui a revisão da cobertura, reforma total das instalações eletrônicas e hidráulicas e pintura geral. No que será que vai ser transformado o Ginásio Estadual de Vila Alpina Mário Casassanta? Numa base da Polícia Militar? Numa base dos Bombeiros? Numa Delegacia de Ensino? Ou vai ser cedida para uma escola particular? Ou vai ser vendida para as imobiliárias num local de forte exploração imobiliária?
Já houve uma ação criminosa do Governo, que fechou uma escola na Mooca, a Adelina Marzagão, para virar sede de delegacia de ensino. E agora o Governador vai fechar outra escola, numa região carente como a Vila Alpina, perto de favelas enormes.
É um absurdo. Resolvem fechar uma das melhores escolas da região, fundada em 1957, numa região da periferia da Cidade de São Paulo, próxima a São Caetano do Sul, sem dar nenhuma explicação para a comunidade. O diretor da escola está preocupadíssimo. A Secretaria da Educação não dá nenhum tipo de satisfação, de resposta à comunidade.
Já requeri informações à Secretaria Estadual de Educação, para que sua assessoria parlamentar responda à Assembléia Legislativa por que a Escola Mário Casassanta anunciou seu fechamento depois de uma enorme reforma.
Neste exato momento, estou me dirigindo à Delegacia de Ensino Centro Sul, para uma reunião com a dirigente Maria Izabel Farias, sobre o problema em questão.
Agradeço ao jornalista André Kuchar e à comunidade, que me enviaram e-mails relatando este triste fato. Me coloco inteiramente à disposição, como deputado estadual da região, para averiguar tão grave problema.
PARA SABER MAIS:
ESCÂNDALO: JOSÉ SERRA INVESTE R$ 600 MIL EM REFORMA DE ESCOLA, PARA DEPOIS ANUNCIAR SEU FECHAMENTO! Mais uma do Gepeto!!

"Serra fecha escola em Vila Prudente", por Adriano Diogo

Serra fecha escola estadual na Vila Prudente
BLOG DO ADRIANO DIOGO, 04.11.08 Nasci na Região de Vila Prudente, na Cidade de São Paulo, e o Governador Serra resolveu fechar uma escola estadual antiga, cujo nome é Escola Estadual Prof. Mário Casassanta, também conhecida como Ginásio Estadual de Vila Alpina. E tem um detalhe: foi fechada depois de uma reforma.
É uma escola enorme, tradicional, altamente conceituada, por onde passaram muitas gerações. Foi fundada em 1957, com o nome de Geva; em 1965, foi rebatizada como Escola Estadual Professor Mário Casassanta. O estabelecimento de Vila Alpina passou por uma profunda reforma. A tradicional escola da rua Paramu, 693, na Vila Bela, tem 10 mil metros quadrados de terreno e quatro mil metros quadrados de área construída. O projeto do Executivo inclui a revisão da cobertura, reforma total das instalações eletrônicas e hidráulicas e pintura geral. No que será que vai ser transformado o Ginásio Estadual de Vila Alpina Mário Casassanta? Numa base da Polícia Militar? Numa base dos Bombeiros? Numa Delegacia de Ensino? Ou vai ser cedida para uma escola particular? Ou vai ser vendida para as imobiliárias num local de forte exploração imobiliária?
Já houve uma ação criminosa do Governo, que fechou uma escola na Mooca, a Adelina Marzagão, para virar sede de delegacia de ensino. E agora o Governador vai fechar outra escola, numa região carente como a Vila Alpina, perto de favelas enormes.
É um absurdo. Resolvem fechar uma das melhores escolas da região, fundada em 1957, numa região da periferia da Cidade de São Paulo, próxima a São Caetano do Sul, sem dar nenhuma explicação para a comunidade. O diretor da escola está preocupadíssimo. A Secretaria da Educação não dá nenhum tipo de satisfação, de resposta à comunidade.
Já requeri informações à Secretaria Estadual de Educação, para que sua assessoria parlamentar responda à Assembléia Legislativa por que a Escola Mário Casassanta anunciou seu fechamento depois de uma enorme reforma.
Neste exato momento, estou me dirigindo à Delegacia de Ensino Centro Sul, para uma reunião com a dirigente Maria Izabel Farias, sobre o problema em questão.
Agradeço ao jornalista André Kuchar e à comunidade, que me enviaram e-mails relatando este triste fato. Me coloco inteiramente à disposição, como deputado estadual da região, para averiguar tão grave problema.
PARA SABER MAIS:
ESCÂNDALO: JOSÉ SERRA INVESTE R$ 600 MIL EM REFORMA DE ESCOLA, PARA DEPOIS ANUNCIAR SEU FECHAMENTO! Mais uma do Gepeto!!

"Serra fecha escola em Vila Prudente", por Adriano Diogo

Serra fecha escola estadual na Vila Prudente
BLOG DO ADRIANO DIOGO, 04.11.08 Nasci na Região de Vila Prudente, na Cidade de São Paulo, e o Governador Serra resolveu fechar uma escola estadual antiga, cujo nome é Escola Estadual Prof. Mário Casassanta, também conhecida como Ginásio Estadual de Vila Alpina. E tem um detalhe: foi fechada depois de uma reforma.
É uma escola enorme, tradicional, altamente conceituada, por onde passaram muitas gerações. Foi fundada em 1957, com o nome de Geva; em 1965, foi rebatizada como Escola Estadual Professor Mário Casassanta. O estabelecimento de Vila Alpina passou por uma profunda reforma. A tradicional escola da rua Paramu, 693, na Vila Bela, tem 10 mil metros quadrados de terreno e quatro mil metros quadrados de área construída. O projeto do Executivo inclui a revisão da cobertura, reforma total das instalações eletrônicas e hidráulicas e pintura geral. No que será que vai ser transformado o Ginásio Estadual de Vila Alpina Mário Casassanta? Numa base da Polícia Militar? Numa base dos Bombeiros? Numa Delegacia de Ensino? Ou vai ser cedida para uma escola particular? Ou vai ser vendida para as imobiliárias num local de forte exploração imobiliária?
Já houve uma ação criminosa do Governo, que fechou uma escola na Mooca, a Adelina Marzagão, para virar sede de delegacia de ensino. E agora o Governador vai fechar outra escola, numa região carente como a Vila Alpina, perto de favelas enormes.
É um absurdo. Resolvem fechar uma das melhores escolas da região, fundada em 1957, numa região da periferia da Cidade de São Paulo, próxima a São Caetano do Sul, sem dar nenhuma explicação para a comunidade. O diretor da escola está preocupadíssimo. A Secretaria da Educação não dá nenhum tipo de satisfação, de resposta à comunidade.
Já requeri informações à Secretaria Estadual de Educação, para que sua assessoria parlamentar responda à Assembléia Legislativa por que a Escola Mário Casassanta anunciou seu fechamento depois de uma enorme reforma.
Neste exato momento, estou me dirigindo à Delegacia de Ensino Centro Sul, para uma reunião com a dirigente Maria Izabel Farias, sobre o problema em questão.
Agradeço ao jornalista André Kuchar e à comunidade, que me enviaram e-mails relatando este triste fato. Me coloco inteiramente à disposição, como deputado estadual da região, para averiguar tão grave problema.
PARA SABER MAIS:
ESCÂNDALO: JOSÉ SERRA INVESTE R$ 600 MIL EM REFORMA DE ESCOLA, PARA DEPOIS ANUNCIAR SEU FECHAMENTO! Mais uma do Gepeto!!

"Serra fecha escola em Vila Prudente", por Adriano Diogo

Serra fecha escola estadual na Vila Prudente
BLOG DO ADRIANO DIOGO, 04.11.08 Nasci na Região de Vila Prudente, na Cidade de São Paulo, e o Governador Serra resolveu fechar uma escola estadual antiga, cujo nome é Escola Estadual Prof. Mário Casassanta, também conhecida como Ginásio Estadual de Vila Alpina. E tem um detalhe: foi fechada depois de uma reforma.
É uma escola enorme, tradicional, altamente conceituada, por onde passaram muitas gerações. Foi fundada em 1957, com o nome de Geva; em 1965, foi rebatizada como Escola Estadual Professor Mário Casassanta. O estabelecimento de Vila Alpina passou por uma profunda reforma. A tradicional escola da rua Paramu, 693, na Vila Bela, tem 10 mil metros quadrados de terreno e quatro mil metros quadrados de área construída. O projeto do Executivo inclui a revisão da cobertura, reforma total das instalações eletrônicas e hidráulicas e pintura geral. No que será que vai ser transformado o Ginásio Estadual de Vila Alpina Mário Casassanta? Numa base da Polícia Militar? Numa base dos Bombeiros? Numa Delegacia de Ensino? Ou vai ser cedida para uma escola particular? Ou vai ser vendida para as imobiliárias num local de forte exploração imobiliária?
Já houve uma ação criminosa do Governo, que fechou uma escola na Mooca, a Adelina Marzagão, para virar sede de delegacia de ensino. E agora o Governador vai fechar outra escola, numa região carente como a Vila Alpina, perto de favelas enormes.
É um absurdo. Resolvem fechar uma das melhores escolas da região, fundada em 1957, numa região da periferia da Cidade de São Paulo, próxima a São Caetano do Sul, sem dar nenhuma explicação para a comunidade. O diretor da escola está preocupadíssimo. A Secretaria da Educação não dá nenhum tipo de satisfação, de resposta à comunidade.
Já requeri informações à Secretaria Estadual de Educação, para que sua assessoria parlamentar responda à Assembléia Legislativa por que a Escola Mário Casassanta anunciou seu fechamento depois de uma enorme reforma.
Neste exato momento, estou me dirigindo à Delegacia de Ensino Centro Sul, para uma reunião com a dirigente Maria Izabel Farias, sobre o problema em questão.
Agradeço ao jornalista André Kuchar e à comunidade, que me enviaram e-mails relatando este triste fato. Me coloco inteiramente à disposição, como deputado estadual da região, para averiguar tão grave problema.
PARA SABER MAIS:
ESCÂNDALO: JOSÉ SERRA INVESTE R$ 600 MIL EM REFORMA DE ESCOLA, PARA DEPOIS ANUNCIAR SEU FECHAMENTO! Mais uma do Gepeto!!

"Serra fecha escola em Vila Prudente", por Adriano Diogo

Serra fecha escola estadual na Vila Prudente
BLOG DO ADRIANO DIOGO, 04.11.08 Nasci na Região de Vila Prudente, na Cidade de São Paulo, e o Governador Serra resolveu fechar uma escola estadual antiga, cujo nome é Escola Estadual Prof. Mário Casassanta, também conhecida como Ginásio Estadual de Vila Alpina. E tem um detalhe: foi fechada depois de uma reforma.
É uma escola enorme, tradicional, altamente conceituada, por onde passaram muitas gerações. Foi fundada em 1957, com o nome de Geva; em 1965, foi rebatizada como Escola Estadual Professor Mário Casassanta. O estabelecimento de Vila Alpina passou por uma profunda reforma. A tradicional escola da rua Paramu, 693, na Vila Bela, tem 10 mil metros quadrados de terreno e quatro mil metros quadrados de área construída. O projeto do Executivo inclui a revisão da cobertura, reforma total das instalações eletrônicas e hidráulicas e pintura geral. No que será que vai ser transformado o Ginásio Estadual de Vila Alpina Mário Casassanta? Numa base da Polícia Militar? Numa base dos Bombeiros? Numa Delegacia de Ensino? Ou vai ser cedida para uma escola particular? Ou vai ser vendida para as imobiliárias num local de forte exploração imobiliária?
Já houve uma ação criminosa do Governo, que fechou uma escola na Mooca, a Adelina Marzagão, para virar sede de delegacia de ensino. E agora o Governador vai fechar outra escola, numa região carente como a Vila Alpina, perto de favelas enormes.
É um absurdo. Resolvem fechar uma das melhores escolas da região, fundada em 1957, numa região da periferia da Cidade de São Paulo, próxima a São Caetano do Sul, sem dar nenhuma explicação para a comunidade. O diretor da escola está preocupadíssimo. A Secretaria da Educação não dá nenhum tipo de satisfação, de resposta à comunidade.
Já requeri informações à Secretaria Estadual de Educação, para que sua assessoria parlamentar responda à Assembléia Legislativa por que a Escola Mário Casassanta anunciou seu fechamento depois de uma enorme reforma.
Neste exato momento, estou me dirigindo à Delegacia de Ensino Centro Sul, para uma reunião com a dirigente Maria Izabel Farias, sobre o problema em questão.
Agradeço ao jornalista André Kuchar e à comunidade, que me enviaram e-mails relatando este triste fato. Me coloco inteiramente à disposição, como deputado estadual da região, para averiguar tão grave problema.
PARA SABER MAIS:
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