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novembro 18, 2008

Estudantes denunciam abandono da escola Amadeu Amaral

Hora do Povo, 19 e 20/11/08
A Escola Estadual Amadeu Amaral, na região leste de São Paulo, retomou suas atividades pedagógicas na última segunda-feira (17), sem qualquer incidente. Na quarta-feira, 12, a escola foi palco de uma “rebelião” promovida pelos alunos que brigaram, depredaram o prédio e acuaram em uma sala, a diretora e os professores da unidade escolar. A polícia foi acionada para conter os alunos.
A situação na Amadeu Amaral, que fica em um prédio histórico no bairro do Belenzinho, há tempos vem chamando a atenção, tamanho abandono ao qual a escola está entregue. Apenas na semana do tumulto, três boletins de ocorrência foram registrados pela escola.
A ex-diretora da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES), Fernanda Calvi Anic, que visitou a unidade escolar durante sua gestão, nos anos de 2002/2003, afirma que “a Amadeu Amaral é uma das escolas mais prejudicadas pela falta de investimentos que eu já visitei”. “As paredes eram pichadas, as salas de aula caíam aos pedaços, faltava material didático e os alunos sentiam-se abandonados pelo poder público”, declarou.
Para o chefe-de-gabinete da Secretaria Estadual da Educação do governo José Serra, Fernando Padula, a ocorrência da Amadeu Amaral foi um “fato atípico”. E, ao invés de promover os investimentos necessários ao ensino público estadual de São Paulo, o governo lançou durante o mês de outubro, o programa “Escola de Gestão”, o qual, segundo o site da Secretaria de Educação, tem por objetivo “enxugar os gastos das 5.537 escolas espalhadas pelas 645 cidades paulistas”.

Estudantes denunciam abandono da escola Amadeu Amaral

Hora do Povo, 19 e 20/11/08
A Escola Estadual Amadeu Amaral, na região leste de São Paulo, retomou suas atividades pedagógicas na última segunda-feira (17), sem qualquer incidente. Na quarta-feira, 12, a escola foi palco de uma “rebelião” promovida pelos alunos que brigaram, depredaram o prédio e acuaram em uma sala, a diretora e os professores da unidade escolar. A polícia foi acionada para conter os alunos.
A situação na Amadeu Amaral, que fica em um prédio histórico no bairro do Belenzinho, há tempos vem chamando a atenção, tamanho abandono ao qual a escola está entregue. Apenas na semana do tumulto, três boletins de ocorrência foram registrados pela escola.
A ex-diretora da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES), Fernanda Calvi Anic, que visitou a unidade escolar durante sua gestão, nos anos de 2002/2003, afirma que “a Amadeu Amaral é uma das escolas mais prejudicadas pela falta de investimentos que eu já visitei”. “As paredes eram pichadas, as salas de aula caíam aos pedaços, faltava material didático e os alunos sentiam-se abandonados pelo poder público”, declarou.
Para o chefe-de-gabinete da Secretaria Estadual da Educação do governo José Serra, Fernando Padula, a ocorrência da Amadeu Amaral foi um “fato atípico”. E, ao invés de promover os investimentos necessários ao ensino público estadual de São Paulo, o governo lançou durante o mês de outubro, o programa “Escola de Gestão”, o qual, segundo o site da Secretaria de Educação, tem por objetivo “enxugar os gastos das 5.537 escolas espalhadas pelas 645 cidades paulistas”.

Estudantes denunciam abandono da escola Amadeu Amaral

Hora do Povo, 19 e 20/11/08
A Escola Estadual Amadeu Amaral, na região leste de São Paulo, retomou suas atividades pedagógicas na última segunda-feira (17), sem qualquer incidente. Na quarta-feira, 12, a escola foi palco de uma “rebelião” promovida pelos alunos que brigaram, depredaram o prédio e acuaram em uma sala, a diretora e os professores da unidade escolar. A polícia foi acionada para conter os alunos.
A situação na Amadeu Amaral, que fica em um prédio histórico no bairro do Belenzinho, há tempos vem chamando a atenção, tamanho abandono ao qual a escola está entregue. Apenas na semana do tumulto, três boletins de ocorrência foram registrados pela escola.
A ex-diretora da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES), Fernanda Calvi Anic, que visitou a unidade escolar durante sua gestão, nos anos de 2002/2003, afirma que “a Amadeu Amaral é uma das escolas mais prejudicadas pela falta de investimentos que eu já visitei”. “As paredes eram pichadas, as salas de aula caíam aos pedaços, faltava material didático e os alunos sentiam-se abandonados pelo poder público”, declarou.
Para o chefe-de-gabinete da Secretaria Estadual da Educação do governo José Serra, Fernando Padula, a ocorrência da Amadeu Amaral foi um “fato atípico”. E, ao invés de promover os investimentos necessários ao ensino público estadual de São Paulo, o governo lançou durante o mês de outubro, o programa “Escola de Gestão”, o qual, segundo o site da Secretaria de Educação, tem por objetivo “enxugar os gastos das 5.537 escolas espalhadas pelas 645 cidades paulistas”.

Estudantes denunciam abandono da escola Amadeu Amaral

Hora do Povo, 19 e 20/11/08
A Escola Estadual Amadeu Amaral, na região leste de São Paulo, retomou suas atividades pedagógicas na última segunda-feira (17), sem qualquer incidente. Na quarta-feira, 12, a escola foi palco de uma “rebelião” promovida pelos alunos que brigaram, depredaram o prédio e acuaram em uma sala, a diretora e os professores da unidade escolar. A polícia foi acionada para conter os alunos.
A situação na Amadeu Amaral, que fica em um prédio histórico no bairro do Belenzinho, há tempos vem chamando a atenção, tamanho abandono ao qual a escola está entregue. Apenas na semana do tumulto, três boletins de ocorrência foram registrados pela escola.
A ex-diretora da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES), Fernanda Calvi Anic, que visitou a unidade escolar durante sua gestão, nos anos de 2002/2003, afirma que “a Amadeu Amaral é uma das escolas mais prejudicadas pela falta de investimentos que eu já visitei”. “As paredes eram pichadas, as salas de aula caíam aos pedaços, faltava material didático e os alunos sentiam-se abandonados pelo poder público”, declarou.
Para o chefe-de-gabinete da Secretaria Estadual da Educação do governo José Serra, Fernando Padula, a ocorrência da Amadeu Amaral foi um “fato atípico”. E, ao invés de promover os investimentos necessários ao ensino público estadual de São Paulo, o governo lançou durante o mês de outubro, o programa “Escola de Gestão”, o qual, segundo o site da Secretaria de Educação, tem por objetivo “enxugar os gastos das 5.537 escolas espalhadas pelas 645 cidades paulistas”.

Estudantes denunciam abandono da escola Amadeu Amaral

Hora do Povo, 19 e 20/11/08
A Escola Estadual Amadeu Amaral, na região leste de São Paulo, retomou suas atividades pedagógicas na última segunda-feira (17), sem qualquer incidente. Na quarta-feira, 12, a escola foi palco de uma “rebelião” promovida pelos alunos que brigaram, depredaram o prédio e acuaram em uma sala, a diretora e os professores da unidade escolar. A polícia foi acionada para conter os alunos.
A situação na Amadeu Amaral, que fica em um prédio histórico no bairro do Belenzinho, há tempos vem chamando a atenção, tamanho abandono ao qual a escola está entregue. Apenas na semana do tumulto, três boletins de ocorrência foram registrados pela escola.
A ex-diretora da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES), Fernanda Calvi Anic, que visitou a unidade escolar durante sua gestão, nos anos de 2002/2003, afirma que “a Amadeu Amaral é uma das escolas mais prejudicadas pela falta de investimentos que eu já visitei”. “As paredes eram pichadas, as salas de aula caíam aos pedaços, faltava material didático e os alunos sentiam-se abandonados pelo poder público”, declarou.
Para o chefe-de-gabinete da Secretaria Estadual da Educação do governo José Serra, Fernando Padula, a ocorrência da Amadeu Amaral foi um “fato atípico”. E, ao invés de promover os investimentos necessários ao ensino público estadual de São Paulo, o governo lançou durante o mês de outubro, o programa “Escola de Gestão”, o qual, segundo o site da Secretaria de Educação, tem por objetivo “enxugar os gastos das 5.537 escolas espalhadas pelas 645 cidades paulistas”.

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