ENCALHE

abril 18, 2007

A revista VEJA é mesmo uma condenada!!!!

DESCULPE, ERREI
Veja publica retratação à jornalista da IstoÉ Dinheiro

A revista Veja publicou, na edição desta semana, uma retratação ao jornalista Leonardo Attuch, editor das revistas IstoÉ Dinheiro e Dinheiro Rural. A Veja foi condenada, em 24 de janeiro, a pagar indenização de R$ 17,5 mil por danos morais para o jornalista.
Attuch acusou a Veja de ter publicado, no dia 22 de fevereiro do ano passado, texto afirmando que o jornalista era “negociante de notícias”, “pessoa fraudulenta”, “autor de um livro indecoroso” e “quadrilheiro”. Tudo começou quando a revista publicou o texto O mais vendido. Nele, era dito que o “negociante de notícias Leonardo Attuch” estava envolvido “em uma nova fraude”. É que seu livro, A CPI que abalou o Brasil, tinha aparecido na lista de mais vendidos equivocadamente.
Repórteres da revista Veja descobriram que a livraria Siciliano, dona do selo Futura, que publicou o livro, forneceu à imprensa números equivocados sobre a venda dos livros. Em vez de 452 exemplares em uma semana, tinham sido vendidos apenas 38. A explicação foi de erro no cadastro.
Leonardo Attuch não gostou dos adjetivos usados no texto e entrou com a ação de indenização por danos morais. Na nota de retratação publicada esta semana, a revista afirma que Attuch não teve qualquer ligação com a alteração do número de venda de exemplares de seus livros. Além disso, a revista, que já relacionou o nome do jornalista com o caso Kroll, ressaltou que Attuch jamais foi denunciado ou indiciado.
Veja a nota de Veja
Veja publicou em sua edição de número 1.944, com data de 22 de fevereiro de 2006, um texto intitulado ‘O mais vendido’, no qual consta a informação de que o jornalista Leonardo Attuch, editora das revistas IstoÉ Dinheiro e Dinheiro Rural, estaria devendo satisfações às autoridades policiais. Em um episódio pretérito, a respeito do ‘caso Kroll’, o nome do jornalista foi citado como autor de determinadas reportagens, mas ele jamais foi denunciados ou indiciado pelas autoridades que investigaram tal assunto.
O livro publicado por ele, intitulado A CPI que Abalou o Brasil, editado pelo selo Futura, do grupo Siciliano, teve seu volume de vendas alterado, o que mereceu sua exclusão da lista de ‘Mais Vendidos’ da revista Veja. O relato da Siciliano exime o jornalista Leonardo Attuch do episódio. O jornalista também jamais foi indiciado pela Polícia Federal ou por qualquer outra autoridade policial pela prática de qualquer tipo de delito.
Revista Consultor Jurídico, 17 de abril de 2007

março 6, 2007

Meu ( s ) erro ( s )

Outro dia, num post sobre Paulo Nogueira Batista Jr, eu citei uma série de cidadãos de bem, sempre muito bem acompanhados e sempre muito bem envolvidos em negócios rentáveis, seja na função de consultores, seja no papel de gestores, ou atuando como conselheiros. Isso se pode aferir facilmente, bastando ler os jornais e revistas voltados à classe empresarial/investidora. Ou nos “editais e fatos relevantes”.
Daí, então, mencionei um tal de Dória, filiando-o ao PSDB e vinculando-o à EMBRAESP.
Fato é que o “tal de Dória” a quem quis me referir trata-se de Carlos Eduardo Sampaio Doria, cujo Curriculum ( sem ligações com a EMBRAESP, até onde apurei ) pode ser apreciado nos links abaixo:
Aqui nesse ponto – 1
Aqui nesse ponto – 2
Aqui nesse ponto – 3
Aqui nesse ponto – 4

Tentei chutar e me dei mal. Quis sugerir um possível interesse da Famiglia Civita na compra da Editora Três por Daniel Dantas, e no blog do Mino Carta saiu que Nelson Tanure venceu e levou as batatas. Perdi duas, pois ia tentar falar com o Fábio ( jornaleiro gaúcho famoso por boicotar a Veja ) e perguntar-lhe se ia continuar vendendo a IstoÉ, sob o comando de Daniel Dantas. Paciência.
Putz, perdi três. Eu havia revelado que a Editora Três voltaria a publicar a Cripta do Terror.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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