dezembro 11, 2008
Ciência ou Astrologia? O Efeito-Surpresa da crise.
janeiro 23, 2008
Os "Mercados" podem se matar que não dou a mínima! Estadão admitiu que "economistas" erraram praticamente todos os chutes em 2007. 2008 será idem.
agosto 17, 2007
Não é turbulência, é crise!
O representante do Brasil no FMI, Paulo Nogueira Batista Júnior, advertiu que o problema nos mercados financeiros internacionais se constitui numa nova crise externa e não em mera turbulência, como têm tentado minimizar alguns analistas:
“O problema não está mais limitado às hipotecas, mas se espalhando por outros setores e gerando dificuldades para instituições financeiras grandes”, salientou.
Reforçando a posição de Batista Jr, a Fitch reduziu o rating da Nestle e decretou o fim da era do investimento pleno – cotação mais positiva usada pelas agências de risco – para as corporações.
Segundo Batista Jr., um risco importante é a eventual atuação atrasada dos bancos centrais, como ocorreu no Japão nos anos 80 e levou o país a longa recessão. Mas avalia que os BCs estão agindo corretamente ao garantir liquidez ao mercado.
Ele afirmou que a vulnerabilidade principal da economia brasileira é a estrutura da dívida pública, de curto prazo e com muita liquidez: “Em um momento de saída de capital, os investidores trocariam facilmente títulos públicos por dólar, o que traria pressão enorme sobre o câmbio levando ao uso das reservas internacionais em uma situação semelhante à de 2002″, disse, defendendo um esquema regional de acumulação e compartilhamento de reservas (FMIs regionais).
Já o economista Dércio Garcia Munhoz, da Universidade de Brasília (UnB), frisa que a crise torna evidente que os BCs foram feitos para regular e não agir passivamente, como no Brasil: “No que importa, o BC brasileiro se omite, mas age no que interessa ao capital especulativo: tabela juros sobre títulos públicos e deixa o câmbio livre”, critica.
Para Munhoz, também é absurdo que, apesar do superávit comercial, o governo estimule a entrada de dólares especulativos com isenção de impostos e juros altos.
Já Adriano Benayon, economista da UnB, pondera que a subida do dólar, em contraste com o que acontece no resto do mundo, mostra que a vulnerabilidade externa do país continua grande. MONITOR MERCANTIL
março 11, 2007
É didático !! IstoÉ Dinheiro Online disponibiliza glossário.
Chega de não saber onde investir seu dinheiro !!
Quando você ouve esses especialistas do mercado financeiro falando em “Hedge” ou “Oscilação”, ou os geniais economistas que passaram pelos governos e agora prestam “consultoria” em gestão empresarial ( com foco em competitividade ) gastando em seus jargões ( que mais parecem conversa cifrada de significado hermenêutico – somente para iniciados nas artes esotérico-divinatórias ) que nada dizem a você, não dá vontade de se esconder em uma caverna?
Pois clique aqui nesse ponto, consulte o dicionário online da IstoÉ Dinheiro, e fale de igual para igual com o Gustavo Franco e o Luiz Carlos Mendonça de Barros.


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