Advogado acusa PMs e escrivão de torturar menores
por Claudio Julio Tognolli
O advogado criminalista paulistano Cezar Rodrigues entrou com representação contra um escrivão do 73º DP e policiais militares. Ele alega que dois menores de idade foram torturados. A representação foi ajuizada na Corregedoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo, com cópias para a Corregedoria da Polícia Militar e para o juiz-corregedor do Dipo.
Ele quer a instauração de procedimento administrativo contra os acusados. Segundo o advogado, a empresa Alba Comercial, por meio da advogada Aurora dos Santos, comprou três máquinas industriais processadoras de café no valor de US$ 150 mil cada, de um fazendeiro. O advogado diz que o fazendeiro se arrependeu do negócio e doou as máquinas para o filho. Segundo registro na Corregedoria de Polícia, ele usou a amizade com policiais civis e militares para “melar” o negócio.
De acordo com o advogado, o fazendeiro disse ter “fortes ligações com o comandante da Polícia Militar da área do DP” e também “do escrivão chefe do 73º DP”. E mais: “Ao efetuarem a remoção das máquinas, o fazendeiro, seus amigos policiais e o escrivão-chefe estancaram a operação. Mas já no DP uma das autoridades presentes entendeu que aquilo não era problema policial e sim, civil. E liberou todos, de pronto”, conforme o pedido de procedimento administrativo.
Ainda segundo o documento, as máquinas foram removidas do Distrito por dois menores de idade, acompanhados por um ajudante. Os menores, sem habilitação, foram rastreados e perseguidos por um carro da PM, que obedeceu a ordens oriundas da Delegacia, mesmo com a autoridade de plantão tendo dado o caso como encerrado, relata o advogado na representação.
De acordo com o documento, depois de parados, “os menores foram retirados do caminhão que transportava as máquinas e espancados brutalmente pelos milicianos”. Em seguida, ainda segundo o documento, foram reconduzidos ao Distrito, onde o chefe dos escrivães optou por desautorizar a ordem do delegado e resolveu reter as máquinas e deter os menores.
“Os menores espancados aguardaram no camburão da PM, incomunicáveis por horas, e não constaram do boletim de ocorrência elaborado. O ajudante Danilo, também espancado, manteve-se praticamente, com os menores, em cárcere privado”, relata o documento. O criminalista Cezar Rodrigues diz que a chefia dos escrivães, no dia seguinte, teria assinado o confisco das máquinas e as prisões “falsificando a assinatura da autoridade policial”.
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