ENCALHE

fevereiro 20, 2009

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
Leia mais:
Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
Notícias anteriores:
Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
Leia mais:
Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
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Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
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Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
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Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
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Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
Leia mais:
Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
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Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
Leia mais:
Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
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Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

outubro 29, 2008

Deputado diz que países do Mercosul estão menos vulneráveis à crise. Menor dependência de exportação à EUA ajuda Brasil na crise

28.10.08
O presidente do Parlamento do Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou hoje que os países do bloco estão menos vulneráveis à crise financeira internacional. Medidas como a diversificação das exportações, o aumento do comércio dentro do bloco e a ampliação dos mercados internos, segundo Rosinha, devem contribuir para a manutenção do crescimento econômico da região.
Novos mercados para as exportações do bloco devem ser discutidos hoje na reunião da Assembléia Parlamentar Euro-Latino-Americana, em Quito (Equador). Dr. Rosinha participa da reunião da assembléia, criada em 2006 para fortalecer as relações entre a União Européia e a América Latina.
O deputado lembrou que, hoje, somente 16% das exportações brasileiras, por exemplo, vão para o mercado dos Estados Unidos. Esse número, segundo ele, é 10% menor do que em 2002. A exportação brasileira hoje para América Latina é superior a 20%.
Reunião em Brasília
O aumento dos negócios bilaterais dentro do Mercosul como alternativa a retração dos mercados em outras regiões também foi tema hoje de reunião de ministros do bloco em Brasília. Entre as medidas discutidas, estão mecanismos de proteção para evitar a entrada no bloco de produtos de países deixarão de vender para Europa e Estados Unidos em razão da crise, como a China. Na reunião de hoje, também foi sugerida a criação de linhas especiais de empréstimos do FMI e outros organismos multilaterais de crédito.
Agência Câmara
agencia@camara.gov.br

Deputado diz que países do Mercosul estão menos vulneráveis à crise. Menor dependência de exportação à EUA ajuda Brasil na crise

28.10.08
O presidente do Parlamento do Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou hoje que os países do bloco estão menos vulneráveis à crise financeira internacional. Medidas como a diversificação das exportações, o aumento do comércio dentro do bloco e a ampliação dos mercados internos, segundo Rosinha, devem contribuir para a manutenção do crescimento econômico da região.
Novos mercados para as exportações do bloco devem ser discutidos hoje na reunião da Assembléia Parlamentar Euro-Latino-Americana, em Quito (Equador). Dr. Rosinha participa da reunião da assembléia, criada em 2006 para fortalecer as relações entre a União Européia e a América Latina.
O deputado lembrou que, hoje, somente 16% das exportações brasileiras, por exemplo, vão para o mercado dos Estados Unidos. Esse número, segundo ele, é 10% menor do que em 2002. A exportação brasileira hoje para América Latina é superior a 20%.
Reunião em Brasília
O aumento dos negócios bilaterais dentro do Mercosul como alternativa a retração dos mercados em outras regiões também foi tema hoje de reunião de ministros do bloco em Brasília. Entre as medidas discutidas, estão mecanismos de proteção para evitar a entrada no bloco de produtos de países deixarão de vender para Europa e Estados Unidos em razão da crise, como a China. Na reunião de hoje, também foi sugerida a criação de linhas especiais de empréstimos do FMI e outros organismos multilaterais de crédito.
Agência Câmara
agencia@camara.gov.br

Deputado diz que países do Mercosul estão menos vulneráveis à crise. Menor dependência de exportação à EUA ajuda Brasil na crise

28.10.08
O presidente do Parlamento do Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou hoje que os países do bloco estão menos vulneráveis à crise financeira internacional. Medidas como a diversificação das exportações, o aumento do comércio dentro do bloco e a ampliação dos mercados internos, segundo Rosinha, devem contribuir para a manutenção do crescimento econômico da região.
Novos mercados para as exportações do bloco devem ser discutidos hoje na reunião da Assembléia Parlamentar Euro-Latino-Americana, em Quito (Equador). Dr. Rosinha participa da reunião da assembléia, criada em 2006 para fortalecer as relações entre a União Européia e a América Latina.
O deputado lembrou que, hoje, somente 16% das exportações brasileiras, por exemplo, vão para o mercado dos Estados Unidos. Esse número, segundo ele, é 10% menor do que em 2002. A exportação brasileira hoje para América Latina é superior a 20%.
Reunião em Brasília
O aumento dos negócios bilaterais dentro do Mercosul como alternativa a retração dos mercados em outras regiões também foi tema hoje de reunião de ministros do bloco em Brasília. Entre as medidas discutidas, estão mecanismos de proteção para evitar a entrada no bloco de produtos de países deixarão de vender para Europa e Estados Unidos em razão da crise, como a China. Na reunião de hoje, também foi sugerida a criação de linhas especiais de empréstimos do FMI e outros organismos multilaterais de crédito.
Agência Câmara
agencia@camara.gov.br

Deputado diz que países do Mercosul estão menos vulneráveis à crise. Menor dependência de exportação à EUA ajuda Brasil na crise

28.10.08
O presidente do Parlamento do Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou hoje que os países do bloco estão menos vulneráveis à crise financeira internacional. Medidas como a diversificação das exportações, o aumento do comércio dentro do bloco e a ampliação dos mercados internos, segundo Rosinha, devem contribuir para a manutenção do crescimento econômico da região.
Novos mercados para as exportações do bloco devem ser discutidos hoje na reunião da Assembléia Parlamentar Euro-Latino-Americana, em Quito (Equador). Dr. Rosinha participa da reunião da assembléia, criada em 2006 para fortalecer as relações entre a União Européia e a América Latina.
O deputado lembrou que, hoje, somente 16% das exportações brasileiras, por exemplo, vão para o mercado dos Estados Unidos. Esse número, segundo ele, é 10% menor do que em 2002. A exportação brasileira hoje para América Latina é superior a 20%.
Reunião em Brasília
O aumento dos negócios bilaterais dentro do Mercosul como alternativa a retração dos mercados em outras regiões também foi tema hoje de reunião de ministros do bloco em Brasília. Entre as medidas discutidas, estão mecanismos de proteção para evitar a entrada no bloco de produtos de países deixarão de vender para Europa e Estados Unidos em razão da crise, como a China. Na reunião de hoje, também foi sugerida a criação de linhas especiais de empréstimos do FMI e outros organismos multilaterais de crédito.
Agência Câmara
agencia@camara.gov.br

Deputado diz que países do Mercosul estão menos vulneráveis à crise. Menor dependência de exportação à EUA ajuda Brasil na crise

28.10.08
O presidente do Parlamento do Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou hoje que os países do bloco estão menos vulneráveis à crise financeira internacional. Medidas como a diversificação das exportações, o aumento do comércio dentro do bloco e a ampliação dos mercados internos, segundo Rosinha, devem contribuir para a manutenção do crescimento econômico da região.
Novos mercados para as exportações do bloco devem ser discutidos hoje na reunião da Assembléia Parlamentar Euro-Latino-Americana, em Quito (Equador). Dr. Rosinha participa da reunião da assembléia, criada em 2006 para fortalecer as relações entre a União Européia e a América Latina.
O deputado lembrou que, hoje, somente 16% das exportações brasileiras, por exemplo, vão para o mercado dos Estados Unidos. Esse número, segundo ele, é 10% menor do que em 2002. A exportação brasileira hoje para América Latina é superior a 20%.
Reunião em Brasília
O aumento dos negócios bilaterais dentro do Mercosul como alternativa a retração dos mercados em outras regiões também foi tema hoje de reunião de ministros do bloco em Brasília. Entre as medidas discutidas, estão mecanismos de proteção para evitar a entrada no bloco de produtos de países deixarão de vender para Europa e Estados Unidos em razão da crise, como a China. Na reunião de hoje, também foi sugerida a criação de linhas especiais de empréstimos do FMI e outros organismos multilaterais de crédito.
Agência Câmara
agencia@camara.gov.br

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