Essa mula esticada inventou a teoria do “Danusianismo”, que incorpora os conceitos malthusianos aos do Manual de Redação e Estilo da Folha de São Paulo. Acho que foi na década de 1930, que a Suécia ( se não for, alguém me corrija, please ) levou a cabo um programa de esterilização sem o conhecimento ( e, logo, sem o consentimento delas ) das vítimas. Acho que este programa durou umas décadas. Se foi bom para a Suécia, deverá ser bom para o Brasil, não?
PENSEMOS COMO SE FÔSSEMOS DANUSAS: Se “problemas” de “raça” ou “saúde” [ a falta dela ] de alguns indivíduos foram interptretadas como ameaças à sociedade sueca de então, sendo a “motivação” para os suecos empreenderem esta esterilização forçada ( cerca de 62.000 cidadãos ) , pode-se dizer que, aqui na terrinha, deficiências “financeiras” de milhões de compatrotas representam um risco extremo para a integridade de nossa sociedade, deixando a questão social de ser mera “questão de polícia”, para tornar-se “questão de saúde pública”. Isso, na teoria “Danusiana”, justificaria uma esterilização em massa desses indivíduos “deficientes”, em favor da sociedade. Os renitentes, que insistirem em permanecer num estado em que apresente risco para si, para sua família e, ao fim, à própria Nação, deverá ser confrontado e punido com a perda dos estipêndios colossais garantidos pela Bolsa Família.
E pensar que o Serra gasta meu dinheiro de impostos para comprar assinaturas destes jornais e distribuí-las nas escolas…
Por quê esta besta não diz algo como “Devido ao progressivo desaparecimento das fontes de água potável no planeta Terra, a classe média paulistana deveria ser proibida de possuir automóveis para, assim, economizar e poupar água, tal como fazem as pessoas que VOLUNTARIAMENTE não possuem carros e, portanto, não desperdiçam recursos hídricos preciosos. Afinal, carros não são pessoas.”?
Com essa beleza toda, é fácil evitar filhos… É “Danuza prá leão”.
Danusa Leão
Está mais do que na hora de lei limitar a dois o número de filhos, e quem ultrapassar não ter mais Bolsa Família
SEGUNDO A ONU, vai a 1 bilhão o número de pessoas que passam fome no mundo; pois nem assim o governo Lula ataca com seriedade (nem sem) o problema do controle da natalidade. Sem esse controle, mais e mais gente nasce, e em alguns anos o bilhão vai se transformar em 2, 3, 4 bilhões. Quanto mais pobre é o país, quanto mais pobre a região do país, mais ignorante é a população, que, sem uma orientação para valer, vai continuar fazendo a única coisa que sabe: procriar.
Está mais do que na hora de lei limitar a dois o número de filhos, e quem ultrapassar não ter mais Bolsa Família
SEGUNDO A ONU, vai a 1 bilhão o número de pessoas que passam fome no mundo; pois nem assim o governo Lula ataca com seriedade (nem sem) o problema do controle da natalidade. Sem esse controle, mais e mais gente nasce, e em alguns anos o bilhão vai se transformar em 2, 3, 4 bilhões. Quanto mais pobre é o país, quanto mais pobre a região do país, mais ignorante é a população, que, sem uma orientação para valer, vai continuar fazendo a única coisa que sabe: procriar.
Não ouvi falar de nenhuma campanha mostrando que é possível e permitido não ter mais que um ou dois filhos, ou até nenhum. Será que alguma mãe gosta de ver seus oito ou dez filhos passando fome numa casa com chão de terra batida, sem nenhuma perspectiva? Essas pobres mães recebem mensalmente a esmola-família, e não tendo acesso à informação, portanto nenhuma orientação sobre o controle da natalidade, continuam tendo um filho por ano. Todos sabemos – ou deveríamos saber – que não é possível continuar nascendo tanta gente.
Para terem direito ao benefício do Bolsa Família, as famílias precisam se comprometer a mandar seus filhos à escola. Tudo bem; mas você acredita que isso esteja acontecendo? Eu, não. Em primeiro lugar porque sabemos que existem poucas escolas no interiorzão, e as distâncias são longas. Às vezes é preciso andar mais de uma hora para chegar a um barracão tosco e aprender a ler; mas aprender para que, se, na realidade em que vivem, é perfeitamente dispensável saber ler? Quem deveria fiscalizar não fiscaliza, pois cortar o auxílio significa perder votos na próxima eleição, por isso a indústria do analfabetismo continua em alta. Interessa ter um povo que leia e compreenda o que acontece em Brasília?
Claro que não. Uma população pobre, recebendo a esmola magnânima, leva a uma consequência direta: a popularidade de Lula cresce, que é o que interessa -a eles.
Não é um problema local, mas do universo inteiro, e tem que ser atacado. Só para lembrar: a China escapou de uma catastrófica explosão demográfica, quando proibiu as famílias de ter mais de um filho, sob pena de multa e penalidades dramáticas. Antes que me joguem pedra na rua, não estou dizendo que devemos copiar a China em tudo, apenas dando um exemplo mais ou menos recente, pois não tomar uma providência enérgica, no panorama atual, é de profunda irresponsabilidade.
Está mais do que na hora de haver uma lei limitando a dois o número de filhos, e quem ultrapassasse esse número não teria mais direito ao Bolsa Família; essa limitação deveria ser para gente de qualquer classe social, claro, mas pessoas mais esclarecidas estão tendo cada vez menos filhos, aqui e no mundo inteiro. Ao mesmo tempo, uma grande campanha ensinando como evitar filhos, e dando aos pais a ajuda necessária para que os procedimentos sejam seguidos. Levaria tempo? Levaria.
Mas poderia começar, e logo.
O Ministério da Saúde não distribui camisinhas de graça no Carnaval? E por que não faz o mesmo nas favelas e nas regiões mais pobres do Brasil, não esquecendo de explicar que a Igreja Católica, que parou no tempo e prefere ver pessoas mortas por Aids a liberar a camisinha, não tem rigorosamente nada a ver com o assunto?
Dois filhos por mãe ou esmola zero. Crianças crescendo sem se alimentar convenientemente, ignorantes, e que quando adultas terão dificuldade para arranjar emprego, não é bom para ninguém, e o problema não é do Brasil, mas do planeta.
E voltando à China: se tivesse uma população três ou quatro vezes maior, o país não seria a potência que é.
( Essa merda saiu na Folha de São Paulo, no triste dia de 19.07.09 )
MAIS:
Se você quiser mandar algum recado para esta “colonista” ( Copyright by PHA ), o blog dela é:
http://danuzaleao.blogspot.com/
E BÔNUS ( PLUS! )
Post surrupiado ao blog COM FEL E LIMÃO, de Vinícius Duarte…
Julho 19, 2009
Essa senhora escreve lá na Folha de SP. Ela faz parte da turminha descolada do Posto 6. Sabe, né? Bossa-nova, “barquinho”, chope à beira-mar, e tal e coisa. Aqueles sexagenários que “formam opinião” no Leblon, Copacabana e Ipanema, e acham que “o cara” mesmo é o Gabeira…
Quando jovens, queriam(?) mudar o mundo; depois que envelheceram, assumiram discursos bem estranhos à antiga causa.
O texto A Fome ( leia somente com o estômago vazio…) é um exemplo disso: a colunista da FSP acha que a principal atitude para combater a fome no mundo é diminuir o número de bocas famintas, impedindo a massa ignara de “procriar feito baratas”. [ Bem lembrado, Vini: nossa querida dona Ingrid ]
A simplicidade é ouro, e o simplismo é uma bosta.
Dona Danuza, quando a senhora estiver lá em Copacabana, passeando pelo calçadão ou sorvendo seu “garotinho”, poderia reparar nas PANÇAS ENORMES que por lá aparecem, em contraste com os braços mirrados dos pedintes? Que tal revirar o lixo do seu prédio, para ver quanta comida é jogada fora pela senhora e seus vizinhos? Nojento? Que tal, então, analisar as estatísticas de produção e consumo de alimentos nos países desenvolvidos, em contraste com o 3º mundo? Distribuição de renda, aquelas coisas. Sabe do que estou falando, D. Danuza???
É sempre assim: querem acabar com a infecção tomando analgésicos. Vai ver é porque eles são as bactérias.
E, um dia, me disseram que a idade trazia sabedoria ao homem. Estou morrendo de medo de envelhecer (mais).
Essa senhora escreve lá na Folha de SP. Ela faz parte da turminha descolada do Posto 6. Sabe, né? Bossa-nova, “barquinho”, chope à beira-mar, e tal e coisa. Aqueles sexagenários que “formam opinião” no Leblon, Copacabana e Ipanema, e acham que “o cara” mesmo é o Gabeira…
Quando jovens, queriam(?) mudar o mundo; depois que envelheceram, assumiram discursos bem estranhos à antiga causa.
O texto A Fome ( leia somente com o estômago vazio…) é um exemplo disso: a colunista da FSP acha que a principal atitude para combater a fome no mundo é diminuir o número de bocas famintas, impedindo a massa ignara de “procriar feito baratas”. [ Bem lembrado, Vini: nossa querida dona Ingrid ]
A simplicidade é ouro, e o simplismo é uma bosta.
Dona Danuza, quando a senhora estiver lá em Copacabana, passeando pelo calçadão ou sorvendo seu “garotinho”, poderia reparar nas PANÇAS ENORMES que por lá aparecem, em contraste com os braços mirrados dos pedintes? Que tal revirar o lixo do seu prédio, para ver quanta comida é jogada fora pela senhora e seus vizinhos? Nojento? Que tal, então, analisar as estatísticas de produção e consumo de alimentos nos países desenvolvidos, em contraste com o 3º mundo? Distribuição de renda, aquelas coisas. Sabe do que estou falando, D. Danuza???
É sempre assim: querem acabar com a infecção tomando analgésicos. Vai ver é porque eles são as bactérias.
E, um dia, me disseram que a idade trazia sabedoria ao homem. Estou morrendo de medo de envelhecer (mais).


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