ENCALHE

abril 14, 2009

Ex-diretor da Globo envolvido em ‘escândalo’ da ANP

Terça-feira, 14 de Abril de 2009
BLOG DO MELLO
Começou na Veja e depois se espalhou pelas Organizações Globo uma campanha que tenta envolver o ministro da Secretaria de Comunicação do presidente Lula, Franklin Martins, num suposto escândalo de propinas na Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Começou com a anta de plantão na Veja, logo seguida pelo kamelo global, uma tentativa de ligar o nome da Franklin a um suposto escândalo, denunciado por um vazamento de uma suposta operação da PF, que envolveria o irmão (este não suposto, mas irmão mesmo) de Franklin (que é diretor da ANP), num suposto pedido de propina.
O que já se descobriu: que a PF não investigou nada; que o irmão de Franklin nunca esteve sob investigação. Mas se descobriu também que um ex-assessor do irmão de Franklin na ANP saiu para trabalhar na Petrobonus Consulting, uma empresa que presta assessoria a municípios. O que não quer dizer nada. Mas serve pra insinuar tudo.
Hoje, surgiu uma novidade, segundo O Globo (página 21):
Mais um ex-funcionário da Agência Nacional do Petróleo (ANP) se mudou para a Petrobonus Consulting. (…)… é o segundo funcionário da ANP vinculado à Petrobonus. O primeiro nome que veio à tona foi o de Newton Brito Simão, ex-assessor do diretor Victor Martins e irmão de Franklin Martins, ministro da Secretaria de Comunicação…
…e – completo eu – ex-diretor da sucursal de Brasília da Rede Globo de Televisão – o que envolve, via raciocínio antakamelino, as Organizações Globo no “escândalo” da ANP.
Onde isso vai parar, meudeusdocéu?

Ex-diretor da Globo envolvido em ‘escândalo’ da ANP

Terça-feira, 14 de Abril de 2009
BLOG DO MELLO
Começou na Veja e depois se espalhou pelas Organizações Globo uma campanha que tenta envolver o ministro da Secretaria de Comunicação do presidente Lula, Franklin Martins, num suposto escândalo de propinas na Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Começou com a anta de plantão na Veja, logo seguida pelo kamelo global, uma tentativa de ligar o nome da Franklin a um suposto escândalo, denunciado por um vazamento de uma suposta operação da PF, que envolveria o irmão (este não suposto, mas irmão mesmo) de Franklin (que é diretor da ANP), num suposto pedido de propina.
O que já se descobriu: que a PF não investigou nada; que o irmão de Franklin nunca esteve sob investigação. Mas se descobriu também que um ex-assessor do irmão de Franklin na ANP saiu para trabalhar na Petrobonus Consulting, uma empresa que presta assessoria a municípios. O que não quer dizer nada. Mas serve pra insinuar tudo.
Hoje, surgiu uma novidade, segundo O Globo (página 21):
Mais um ex-funcionário da Agência Nacional do Petróleo (ANP) se mudou para a Petrobonus Consulting. (…)… é o segundo funcionário da ANP vinculado à Petrobonus. O primeiro nome que veio à tona foi o de Newton Brito Simão, ex-assessor do diretor Victor Martins e irmão de Franklin Martins, ministro da Secretaria de Comunicação…
…e – completo eu – ex-diretor da sucursal de Brasília da Rede Globo de Televisão – o que envolve, via raciocínio antakamelino, as Organizações Globo no “escândalo” da ANP.
Onde isso vai parar, meudeusdocéu?

Ex-diretor da Globo envolvido em ‘escândalo’ da ANP

Terça-feira, 14 de Abril de 2009
BLOG DO MELLO
Começou na Veja e depois se espalhou pelas Organizações Globo uma campanha que tenta envolver o ministro da Secretaria de Comunicação do presidente Lula, Franklin Martins, num suposto escândalo de propinas na Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Começou com a anta de plantão na Veja, logo seguida pelo kamelo global, uma tentativa de ligar o nome da Franklin a um suposto escândalo, denunciado por um vazamento de uma suposta operação da PF, que envolveria o irmão (este não suposto, mas irmão mesmo) de Franklin (que é diretor da ANP), num suposto pedido de propina.
O que já se descobriu: que a PF não investigou nada; que o irmão de Franklin nunca esteve sob investigação. Mas se descobriu também que um ex-assessor do irmão de Franklin na ANP saiu para trabalhar na Petrobonus Consulting, uma empresa que presta assessoria a municípios. O que não quer dizer nada. Mas serve pra insinuar tudo.
Hoje, surgiu uma novidade, segundo O Globo (página 21):
Mais um ex-funcionário da Agência Nacional do Petróleo (ANP) se mudou para a Petrobonus Consulting. (…)… é o segundo funcionário da ANP vinculado à Petrobonus. O primeiro nome que veio à tona foi o de Newton Brito Simão, ex-assessor do diretor Victor Martins e irmão de Franklin Martins, ministro da Secretaria de Comunicação…
…e – completo eu – ex-diretor da sucursal de Brasília da Rede Globo de Televisão – o que envolve, via raciocínio antakamelino, as Organizações Globo no “escândalo” da ANP.
Onde isso vai parar, meudeusdocéu?

fevereiro 24, 2009

ESPOSA DE ARNALDO JABOR PRESTA ASSESSORIA A JOSÉ SERRA!!!

Mainardi pedirá a cabeça de Jabor?
Blog do Miro, 23.02.09
Karen Kupfer, da revista de fofocas Quem, da Rede Globo, publicou há poucos dias uma notinha reveladora sobre a relação promíscua entre jornalistas e políticos: “Para comemorar o sucesso do programa Saia Justa, Suzana Villas Boas abriu sua casa no Alto de Pinheiros para uma festança daquelas. A turma de convidados, que também era recebida por Arnaldo Jabor, marido de Suzana, reuniu políticos, artistas e jornalistas. O candidato José Serra, para quem Suzana presta assessoria, foi prestigiá-la. Ficou um pouco e trocou idéias com alguns jornalistas”. Luís Frias, presidente do Grupo Folha [ Nota do BFI: daquele jornal que não ousa dizer "ditadura" ] , também participou da festança, “que ferveu na pista até o sol raiar”.
No mesmo período, a colunista Hildegard Angel escreveu no Jornal do Brasil outra nota curiosa: “Elmar Moreira, irmão de Edmar Moreira [o deputado dos demos que ficou famoso pelo castelo construído no interior mineiro], é casado com Ana Leitão, irmã de Miriam Leitão” – a jornalista da TV Globo famosa por seus palpites furados sobre economia, pela adoração ao deus-mercado e pela oposição doentia ao governo Lula. O interessante neste caso é que a colunista global, metida a sabe-tudo, nunca descreveu aos seus telespectadores os detalhes do luxuoso castelo demo.
Artista global com Kassab
Para encerrar a série sobre as relações indecentes entre jornalistas e políticos da direita, a sempre atenta Mônica Bergamo, uma das raras exceções do jornal Folha de S.Paulo, revelou no início de fevereiro: “O marido de Ana Maria Braga [estrela da TV Globo e do finado movimento golpista ‘Cansei’] é o mais novo colaborador da administração Gilberto Kassab (DEM-SP). Candidato derrotado à Câmara Municipal, Marcelo Frisoni vai assumir um cargo de ‘coordenação’ na Secretaria de Modernização, Gestão e Desburocratização” da prefeitura paulistana.
Dias antes, Bergamo foi ameaçada pelo marido brigão da artista global, que o irônico José Simão batizou de “Ana Ameba Brega”. Frisoni se irritou com a pergunta sobre o pagamento da pensão alimentícia para os dois filhos do seu casamento anterior: “Publica o que quiser. No dia seguinte, vou à redação dessa bosta de jornal e encho essa Mônica Bergamo de porrada na frente de todo mundo… A única pessoa que tentou ferrar comigo foi o Madrulha [ex-marido da apresentadora da TV Globo] e eu acabei com ele. Hoje ele é secretário de cachorro e não consegue mais nada”.
Cadê o “tribunal macartista” de Mainardi?
Deixando de lado as baixarias dos “famosos”, o que chama a atenção nestas notinhas é a relação obscena entre figurões da TV Globo e políticos da direita demo-tucana do país. Outra estrela da poderosa emissora, o filhinho de papai Diogo Mainardi, criou no início do mandato de Lula o seu “tribunal macartista mainardiano”, no qual promoveu abjeta cruzada contra alguns profissionais da imprensa. “A minha maior diversão é tentar adivinhar a que corrente do lulismo pertence cada jornalista”, explicou o troglodita na sua coluna de estréia na revista Veja, em dezembro de 2005.
Aos poucos, Mainardi dedurou alguns colunistas mais independentes. “Tereza Cruvinel é lulista. Dessas que fazem campanha de rua. Paulo Henrique Amorim pertence à outra raça de lulistas. É da raça dos aloprados, dos lulistas bolivarianos. Acha que a primeira tarefa do lulismo é quebrar a Globo e a Veja”, atacou. O caso mais famoso desta cruzada fascista foi o do jornalista Franklin Martins, acusado levianamente de possuir uma “cota de nomeações pessoais no serviço público”. Após longo bate-boca, a TV Globo preferiu apoiar o delator direitista e demitiu Franklin Martins.
Perguntar não ofende: será que Mainardi, “difamador travestido de jornalista”, fará barulho agora contra seus amiguinhos da TV Globo que gozam das intimidades demo-tucanas? Pedirá a cabeça de Arnaldo Jabor, cuja esposa é assessora do presidenciável tucano José Serra, freqüentador de sua mansão? Criticará a “cota de nomeações pessoais no serviço público” da cansada Ana Maria Braga? Pedirá detalhes picantes do castelo dos demos à “ortodoxa” Miriam Porcão – ou melhor, Leitão? Ou todos juntos – Jabor, Leitão, Ana Maria Braga e o macartista Mainardi – fazem parte do esquemão montado pela TV Globo para viabilizar a vitória do tucano José Serra em 2010?

ESPOSA DE ARNALDO JABOR PRESTA ASSESSORIA A JOSÉ SERRA!!!

Mainardi pedirá a cabeça de Jabor?
Blog do Miro, 23.02.09
Karen Kupfer, da revista de fofocas Quem, da Rede Globo, publicou há poucos dias uma notinha reveladora sobre a relação promíscua entre jornalistas e políticos: “Para comemorar o sucesso do programa Saia Justa, Suzana Villas Boas abriu sua casa no Alto de Pinheiros para uma festança daquelas. A turma de convidados, que também era recebida por Arnaldo Jabor, marido de Suzana, reuniu políticos, artistas e jornalistas. O candidato José Serra, para quem Suzana presta assessoria, foi prestigiá-la. Ficou um pouco e trocou idéias com alguns jornalistas”. Luís Frias, presidente do Grupo Folha [ Nota do BFI: daquele jornal que não ousa dizer "ditadura" ] , também participou da festança, “que ferveu na pista até o sol raiar”.
No mesmo período, a colunista Hildegard Angel escreveu no Jornal do Brasil outra nota curiosa: “Elmar Moreira, irmão de Edmar Moreira [o deputado dos demos que ficou famoso pelo castelo construído no interior mineiro], é casado com Ana Leitão, irmã de Miriam Leitão” – a jornalista da TV Globo famosa por seus palpites furados sobre economia, pela adoração ao deus-mercado e pela oposição doentia ao governo Lula. O interessante neste caso é que a colunista global, metida a sabe-tudo, nunca descreveu aos seus telespectadores os detalhes do luxuoso castelo demo.
Artista global com Kassab
Para encerrar a série sobre as relações indecentes entre jornalistas e políticos da direita, a sempre atenta Mônica Bergamo, uma das raras exceções do jornal Folha de S.Paulo, revelou no início de fevereiro: “O marido de Ana Maria Braga [estrela da TV Globo e do finado movimento golpista ‘Cansei’] é o mais novo colaborador da administração Gilberto Kassab (DEM-SP). Candidato derrotado à Câmara Municipal, Marcelo Frisoni vai assumir um cargo de ‘coordenação’ na Secretaria de Modernização, Gestão e Desburocratização” da prefeitura paulistana.
Dias antes, Bergamo foi ameaçada pelo marido brigão da artista global, que o irônico José Simão batizou de “Ana Ameba Brega”. Frisoni se irritou com a pergunta sobre o pagamento da pensão alimentícia para os dois filhos do seu casamento anterior: “Publica o que quiser. No dia seguinte, vou à redação dessa bosta de jornal e encho essa Mônica Bergamo de porrada na frente de todo mundo… A única pessoa que tentou ferrar comigo foi o Madrulha [ex-marido da apresentadora da TV Globo] e eu acabei com ele. Hoje ele é secretário de cachorro e não consegue mais nada”.
Cadê o “tribunal macartista” de Mainardi?
Deixando de lado as baixarias dos “famosos”, o que chama a atenção nestas notinhas é a relação obscena entre figurões da TV Globo e políticos da direita demo-tucana do país. Outra estrela da poderosa emissora, o filhinho de papai Diogo Mainardi, criou no início do mandato de Lula o seu “tribunal macartista mainardiano”, no qual promoveu abjeta cruzada contra alguns profissionais da imprensa. “A minha maior diversão é tentar adivinhar a que corrente do lulismo pertence cada jornalista”, explicou o troglodita na sua coluna de estréia na revista Veja, em dezembro de 2005.
Aos poucos, Mainardi dedurou alguns colunistas mais independentes. “Tereza Cruvinel é lulista. Dessas que fazem campanha de rua. Paulo Henrique Amorim pertence à outra raça de lulistas. É da raça dos aloprados, dos lulistas bolivarianos. Acha que a primeira tarefa do lulismo é quebrar a Globo e a Veja”, atacou. O caso mais famoso desta cruzada fascista foi o do jornalista Franklin Martins, acusado levianamente de possuir uma “cota de nomeações pessoais no serviço público”. Após longo bate-boca, a TV Globo preferiu apoiar o delator direitista e demitiu Franklin Martins.
Perguntar não ofende: será que Mainardi, “difamador travestido de jornalista”, fará barulho agora contra seus amiguinhos da TV Globo que gozam das intimidades demo-tucanas? Pedirá a cabeça de Arnaldo Jabor, cuja esposa é assessora do presidenciável tucano José Serra, freqüentador de sua mansão? Criticará a “cota de nomeações pessoais no serviço público” da cansada Ana Maria Braga? Pedirá detalhes picantes do castelo dos demos à “ortodoxa” Miriam Porcão – ou melhor, Leitão? Ou todos juntos – Jabor, Leitão, Ana Maria Braga e o macartista Mainardi – fazem parte do esquemão montado pela TV Globo para viabilizar a vitória do tucano José Serra em 2010?

ESPOSA DE ARNALDO JABOR PRESTA ASSESSORIA A JOSÉ SERRA!!!

Mainardi pedirá a cabeça de Jabor?
Blog do Miro, 23.02.09
Karen Kupfer, da revista de fofocas Quem, da Rede Globo, publicou há poucos dias uma notinha reveladora sobre a relação promíscua entre jornalistas e políticos: “Para comemorar o sucesso do programa Saia Justa, Suzana Villas Boas abriu sua casa no Alto de Pinheiros para uma festança daquelas. A turma de convidados, que também era recebida por Arnaldo Jabor, marido de Suzana, reuniu políticos, artistas e jornalistas. O candidato José Serra, para quem Suzana presta assessoria, foi prestigiá-la. Ficou um pouco e trocou idéias com alguns jornalistas”. Luís Frias, presidente do Grupo Folha [ Nota do BFI: daquele jornal que não ousa dizer "ditadura" ] , também participou da festança, “que ferveu na pista até o sol raiar”.
No mesmo período, a colunista Hildegard Angel escreveu no Jornal do Brasil outra nota curiosa: “Elmar Moreira, irmão de Edmar Moreira [o deputado dos demos que ficou famoso pelo castelo construído no interior mineiro], é casado com Ana Leitão, irmã de Miriam Leitão” – a jornalista da TV Globo famosa por seus palpites furados sobre economia, pela adoração ao deus-mercado e pela oposição doentia ao governo Lula. O interessante neste caso é que a colunista global, metida a sabe-tudo, nunca descreveu aos seus telespectadores os detalhes do luxuoso castelo demo.
Artista global com Kassab
Para encerrar a série sobre as relações indecentes entre jornalistas e políticos da direita, a sempre atenta Mônica Bergamo, uma das raras exceções do jornal Folha de S.Paulo, revelou no início de fevereiro: “O marido de Ana Maria Braga [estrela da TV Globo e do finado movimento golpista ‘Cansei’] é o mais novo colaborador da administração Gilberto Kassab (DEM-SP). Candidato derrotado à Câmara Municipal, Marcelo Frisoni vai assumir um cargo de ‘coordenação’ na Secretaria de Modernização, Gestão e Desburocratização” da prefeitura paulistana.
Dias antes, Bergamo foi ameaçada pelo marido brigão da artista global, que o irônico José Simão batizou de “Ana Ameba Brega”. Frisoni se irritou com a pergunta sobre o pagamento da pensão alimentícia para os dois filhos do seu casamento anterior: “Publica o que quiser. No dia seguinte, vou à redação dessa bosta de jornal e encho essa Mônica Bergamo de porrada na frente de todo mundo… A única pessoa que tentou ferrar comigo foi o Madrulha [ex-marido da apresentadora da TV Globo] e eu acabei com ele. Hoje ele é secretário de cachorro e não consegue mais nada”.
Cadê o “tribunal macartista” de Mainardi?
Deixando de lado as baixarias dos “famosos”, o que chama a atenção nestas notinhas é a relação obscena entre figurões da TV Globo e políticos da direita demo-tucana do país. Outra estrela da poderosa emissora, o filhinho de papai Diogo Mainardi, criou no início do mandato de Lula o seu “tribunal macartista mainardiano”, no qual promoveu abjeta cruzada contra alguns profissionais da imprensa. “A minha maior diversão é tentar adivinhar a que corrente do lulismo pertence cada jornalista”, explicou o troglodita na sua coluna de estréia na revista Veja, em dezembro de 2005.
Aos poucos, Mainardi dedurou alguns colunistas mais independentes. “Tereza Cruvinel é lulista. Dessas que fazem campanha de rua. Paulo Henrique Amorim pertence à outra raça de lulistas. É da raça dos aloprados, dos lulistas bolivarianos. Acha que a primeira tarefa do lulismo é quebrar a Globo e a Veja”, atacou. O caso mais famoso desta cruzada fascista foi o do jornalista Franklin Martins, acusado levianamente de possuir uma “cota de nomeações pessoais no serviço público”. Após longo bate-boca, a TV Globo preferiu apoiar o delator direitista e demitiu Franklin Martins.
Perguntar não ofende: será que Mainardi, “difamador travestido de jornalista”, fará barulho agora contra seus amiguinhos da TV Globo que gozam das intimidades demo-tucanas? Pedirá a cabeça de Arnaldo Jabor, cuja esposa é assessora do presidenciável tucano José Serra, freqüentador de sua mansão? Criticará a “cota de nomeações pessoais no serviço público” da cansada Ana Maria Braga? Pedirá detalhes picantes do castelo dos demos à “ortodoxa” Miriam Porcão – ou melhor, Leitão? Ou todos juntos – Jabor, Leitão, Ana Maria Braga e o macartista Mainardi – fazem parte do esquemão montado pela TV Globo para viabilizar a vitória do tucano José Serra em 2010?

ESPOSA DE ARNALDO JABOR PRESTA ASSESSORIA A JOSÉ SERRA!!!

Mainardi pedirá a cabeça de Jabor?
Blog do Miro, 23.02.09
Karen Kupfer, da revista de fofocas Quem, da Rede Globo, publicou há poucos dias uma notinha reveladora sobre a relação promíscua entre jornalistas e políticos: “Para comemorar o sucesso do programa Saia Justa, Suzana Villas Boas abriu sua casa no Alto de Pinheiros para uma festança daquelas. A turma de convidados, que também era recebida por Arnaldo Jabor, marido de Suzana, reuniu políticos, artistas e jornalistas. O candidato José Serra, para quem Suzana presta assessoria, foi prestigiá-la. Ficou um pouco e trocou idéias com alguns jornalistas”. Luís Frias, presidente do Grupo Folha [ Nota do BFI: daquele jornal que não ousa dizer "ditadura" ] , também participou da festança, “que ferveu na pista até o sol raiar”.
No mesmo período, a colunista Hildegard Angel escreveu no Jornal do Brasil outra nota curiosa: “Elmar Moreira, irmão de Edmar Moreira [o deputado dos demos que ficou famoso pelo castelo construído no interior mineiro], é casado com Ana Leitão, irmã de Miriam Leitão” – a jornalista da TV Globo famosa por seus palpites furados sobre economia, pela adoração ao deus-mercado e pela oposição doentia ao governo Lula. O interessante neste caso é que a colunista global, metida a sabe-tudo, nunca descreveu aos seus telespectadores os detalhes do luxuoso castelo demo.
Artista global com Kassab
Para encerrar a série sobre as relações indecentes entre jornalistas e políticos da direita, a sempre atenta Mônica Bergamo, uma das raras exceções do jornal Folha de S.Paulo, revelou no início de fevereiro: “O marido de Ana Maria Braga [estrela da TV Globo e do finado movimento golpista ‘Cansei’] é o mais novo colaborador da administração Gilberto Kassab (DEM-SP). Candidato derrotado à Câmara Municipal, Marcelo Frisoni vai assumir um cargo de ‘coordenação’ na Secretaria de Modernização, Gestão e Desburocratização” da prefeitura paulistana.
Dias antes, Bergamo foi ameaçada pelo marido brigão da artista global, que o irônico José Simão batizou de “Ana Ameba Brega”. Frisoni se irritou com a pergunta sobre o pagamento da pensão alimentícia para os dois filhos do seu casamento anterior: “Publica o que quiser. No dia seguinte, vou à redação dessa bosta de jornal e encho essa Mônica Bergamo de porrada na frente de todo mundo… A única pessoa que tentou ferrar comigo foi o Madrulha [ex-marido da apresentadora da TV Globo] e eu acabei com ele. Hoje ele é secretário de cachorro e não consegue mais nada”.
Cadê o “tribunal macartista” de Mainardi?
Deixando de lado as baixarias dos “famosos”, o que chama a atenção nestas notinhas é a relação obscena entre figurões da TV Globo e políticos da direita demo-tucana do país. Outra estrela da poderosa emissora, o filhinho de papai Diogo Mainardi, criou no início do mandato de Lula o seu “tribunal macartista mainardiano”, no qual promoveu abjeta cruzada contra alguns profissionais da imprensa. “A minha maior diversão é tentar adivinhar a que corrente do lulismo pertence cada jornalista”, explicou o troglodita na sua coluna de estréia na revista Veja, em dezembro de 2005.
Aos poucos, Mainardi dedurou alguns colunistas mais independentes. “Tereza Cruvinel é lulista. Dessas que fazem campanha de rua. Paulo Henrique Amorim pertence à outra raça de lulistas. É da raça dos aloprados, dos lulistas bolivarianos. Acha que a primeira tarefa do lulismo é quebrar a Globo e a Veja”, atacou. O caso mais famoso desta cruzada fascista foi o do jornalista Franklin Martins, acusado levianamente de possuir uma “cota de nomeações pessoais no serviço público”. Após longo bate-boca, a TV Globo preferiu apoiar o delator direitista e demitiu Franklin Martins.
Perguntar não ofende: será que Mainardi, “difamador travestido de jornalista”, fará barulho agora contra seus amiguinhos da TV Globo que gozam das intimidades demo-tucanas? Pedirá a cabeça de Arnaldo Jabor, cuja esposa é assessora do presidenciável tucano José Serra, freqüentador de sua mansão? Criticará a “cota de nomeações pessoais no serviço público” da cansada Ana Maria Braga? Pedirá detalhes picantes do castelo dos demos à “ortodoxa” Miriam Porcão – ou melhor, Leitão? Ou todos juntos – Jabor, Leitão, Ana Maria Braga e o macartista Mainardi – fazem parte do esquemão montado pela TV Globo para viabilizar a vitória do tucano José Serra em 2010?

ESPOSA DE ARNALDO JABOR PRESTA ASSESSORIA A JOSÉ SERRA!!!

Mainardi pedirá a cabeça de Jabor?
Blog do Miro, 23.02.09
Karen Kupfer, da revista de fofocas Quem, da Rede Globo, publicou há poucos dias uma notinha reveladora sobre a relação promíscua entre jornalistas e políticos: “Para comemorar o sucesso do programa Saia Justa, Suzana Villas Boas abriu sua casa no Alto de Pinheiros para uma festança daquelas. A turma de convidados, que também era recebida por Arnaldo Jabor, marido de Suzana, reuniu políticos, artistas e jornalistas. O candidato José Serra, para quem Suzana presta assessoria, foi prestigiá-la. Ficou um pouco e trocou idéias com alguns jornalistas”. Luís Frias, presidente do Grupo Folha [ Nota do BFI: daquele jornal que não ousa dizer "ditadura" ] , também participou da festança, “que ferveu na pista até o sol raiar”.
No mesmo período, a colunista Hildegard Angel escreveu no Jornal do Brasil outra nota curiosa: “Elmar Moreira, irmão de Edmar Moreira [o deputado dos demos que ficou famoso pelo castelo construído no interior mineiro], é casado com Ana Leitão, irmã de Miriam Leitão” – a jornalista da TV Globo famosa por seus palpites furados sobre economia, pela adoração ao deus-mercado e pela oposição doentia ao governo Lula. O interessante neste caso é que a colunista global, metida a sabe-tudo, nunca descreveu aos seus telespectadores os detalhes do luxuoso castelo demo.
Artista global com Kassab
Para encerrar a série sobre as relações indecentes entre jornalistas e políticos da direita, a sempre atenta Mônica Bergamo, uma das raras exceções do jornal Folha de S.Paulo, revelou no início de fevereiro: “O marido de Ana Maria Braga [estrela da TV Globo e do finado movimento golpista ‘Cansei’] é o mais novo colaborador da administração Gilberto Kassab (DEM-SP). Candidato derrotado à Câmara Municipal, Marcelo Frisoni vai assumir um cargo de ‘coordenação’ na Secretaria de Modernização, Gestão e Desburocratização” da prefeitura paulistana.
Dias antes, Bergamo foi ameaçada pelo marido brigão da artista global, que o irônico José Simão batizou de “Ana Ameba Brega”. Frisoni se irritou com a pergunta sobre o pagamento da pensão alimentícia para os dois filhos do seu casamento anterior: “Publica o que quiser. No dia seguinte, vou à redação dessa bosta de jornal e encho essa Mônica Bergamo de porrada na frente de todo mundo… A única pessoa que tentou ferrar comigo foi o Madrulha [ex-marido da apresentadora da TV Globo] e eu acabei com ele. Hoje ele é secretário de cachorro e não consegue mais nada”.
Cadê o “tribunal macartista” de Mainardi?
Deixando de lado as baixarias dos “famosos”, o que chama a atenção nestas notinhas é a relação obscena entre figurões da TV Globo e políticos da direita demo-tucana do país. Outra estrela da poderosa emissora, o filhinho de papai Diogo Mainardi, criou no início do mandato de Lula o seu “tribunal macartista mainardiano”, no qual promoveu abjeta cruzada contra alguns profissionais da imprensa. “A minha maior diversão é tentar adivinhar a que corrente do lulismo pertence cada jornalista”, explicou o troglodita na sua coluna de estréia na revista Veja, em dezembro de 2005.
Aos poucos, Mainardi dedurou alguns colunistas mais independentes. “Tereza Cruvinel é lulista. Dessas que fazem campanha de rua. Paulo Henrique Amorim pertence à outra raça de lulistas. É da raça dos aloprados, dos lulistas bolivarianos. Acha que a primeira tarefa do lulismo é quebrar a Globo e a Veja”, atacou. O caso mais famoso desta cruzada fascista foi o do jornalista Franklin Martins, acusado levianamente de possuir uma “cota de nomeações pessoais no serviço público”. Após longo bate-boca, a TV Globo preferiu apoiar o delator direitista e demitiu Franklin Martins.
Perguntar não ofende: será que Mainardi, “difamador travestido de jornalista”, fará barulho agora contra seus amiguinhos da TV Globo que gozam das intimidades demo-tucanas? Pedirá a cabeça de Arnaldo Jabor, cuja esposa é assessora do presidenciável tucano José Serra, freqüentador de sua mansão? Criticará a “cota de nomeações pessoais no serviço público” da cansada Ana Maria Braga? Pedirá detalhes picantes do castelo dos demos à “ortodoxa” Miriam Porcão – ou melhor, Leitão? Ou todos juntos – Jabor, Leitão, Ana Maria Braga e o macartista Mainardi – fazem parte do esquemão montado pela TV Globo para viabilizar a vitória do tucano José Serra em 2010?

setembro 20, 2008

"Mainardi e a profissão mais antiga do mundo", por Gilson Caroni Filho

DEBATE ABERTO
Mainardi e a profissão mais antiga do mundo
Em breve será muito comum ouvirmos as pessoas dizerem que certo tipo de articulismo é a profissão mais antiga da humanidade. E, no entanto, estarão lidando com fenômeno recente e urbano.
Gilson Caroni Filho
CARTA MAIOR, 19.09.08
Há algum tempo,em outubro de 2005, o jornalista Renato Rovai advertia quanto aos riscos que o tipo de jornalismo praticado por Mainardi e outros articulistas de Veja ( 1 ) trazia para a imprensa como instituição e o jornalismo como profissão.
“Os tiros do padrão Veja de jornalismo estão sendo dados enquanto o silêncio acomodado da maior parte dos jornalistas segue impávido. Parece que é assim mesmo, que faz parte do jogo. Não é. Não se pode deixar que seja. Os profissionais mais jovens ainda merecem um desconto. Os mais experientes, calados, são cúmplices. Estão ajudando a desmoralizar a profissão. E pagaremos todos por isso”. (Revista Fórum, outubro de 2005)
Em dezembro do mesmo ano, Olavo de Carvalho, em cruzada aberta contra o Observatório da Imprensa afirmava que pelos critérios da esquerda, “o simples salário de jornalista profissional, tão limpo quando pago a esquerdistas, se torna uma espécie de propina corruptora quando vai para o bolso de alguém politicamente incorreto”.
O “esquerdista”, subsidiado por uma tão onipresente quanto imaginária “Internacional Comunista” ( 2 ), sempre atuante nos arrazoados do auto-intitulado “filósofo”, seria o jornalista Alberto Dines, editor do Observatório. O “politicamente incorreto”, o iconoclasta de estimação da família Civita era, obviamente, o polemista (?) Diogo Mainardi. É assim que Olavo costuma reorganizar as questões que o atormentam no campo das idéias: com simplificações e rótulos. É nesse marco que se processam suas “impagáveis abstrações.”
Passados três anos da publicação dos dois textos, o “oráculo de Ipanema”, em entrevista ao Jornal Laboratório da Facha (edição nº 23, julho/agosto de 2008), tece considerações sobre o que julga ser a natureza de uma categoria profissional. Confirma os piores temores de Rovai e, por conseqüência, esclarece as dúvidas “olavianas” sobre os critérios que definem o tipo de pagamento pelos serviços prestados por ela.
Lembrando da argumentação usada pelo pai do articulista, o publicitário Ênio Mainardi, para trocar as redações pela publicidade (“se era para ser uma prostituta, seria, então, uma prostituta de classe”) os estudantes Daniela Lima e Diego Ferreira perguntaram a Diogo se ele se considerava uma prostituta no jornalismo.
A resposta não podia ser mais categórica: “hoje, em dia, jornalistas e publicitários ganham a mesma coisa, saíram da Vila Mimosa para as ruas mais elegantes da cidade (…) Talvez seja essa a minha maior preocupação: ser menos prostituta possível”.
Não ficou claro se Mainardi produziu uma peça de péssimo gosto ou tentou esboçar análise de um novo projeto de construção da identidade do campo jornalístico brasileiro. Uma tosca tentativa de iniciar o debate sobre novas funções éticas da imprensa. Um processo que passa pela redefinição de como se dará a elaboração crítica da informação a partir de insuspeitas exigências da nova tecnologia.
Enquanto os especialistas não se debruçam detidamente sobre as questões levantadas na entrevista, uma coisa é certa: a distância entre Vila Mimosa, famosa área de prostituição do Rio de Janeiro, e a redação de conhecida revista semanal, na Avenida das Nações, 7221, em São Paulo, diminuiu consideravelmente. Em breve será muito comum ouvirmos as pessoas dizerem que certo tipo de articulismo é a profissão mais antiga da humanidade. E, no entanto, estarão lidando com fenômeno recente e urbano.
Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Observatório da Imprensa.

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CONSIDERAÇÕES DO BFI:
( 1 ) – Talvez o “ponto” seja outro lugar, já que tanto Mainardi como também um possível seu cliente, Daniel Dantas, residem ( ou possuem imóveis ali ) na Av. Vieira Souto ( RJ ), e podem muito bem travar “contato” durante o jogging;
( 2 ) – Você tem duas opções extremamente opostas de cenário apocalíptico ( nos quais já estaríamos afundados, segundo seus formuladores ) a escolher – de acordo com seu gosto e preferência -, no que tange ao embate ideológico, a saber ( escolha direito, para não se arrepender pelos próximos 400 anos ):
a – cenário apocalíptico de direita : há uma esquerda jamais mencionada pelos jornalões, pela vEJA, pelo RA, O. de C., Diogo Mainardi e vários outros ( além de empresários, economistas, consultores, sociólogos, humoristas, comentaristas ), que não se alinha ( e nem se alia ) às idéias e práticas da esquerda que esteja no poder, apesar desta última ( a que estaria no poder ) já é denunciada pelos direitistas acima citados como a mais horrenda e tirânica esquerda jamais vista no mundo: o PT, PCdoB, PSB, PSOL, as ONGs financiadas pela Fundação Ford e Rockfeller, o MST, a CUT, o Hora do Povo, a Carta Capital, os blogs. Ou seja, o monstro esquerdista que estaria nos oprimindo teria várias cabeças.
Só que existem fatias da esquerda que pensam bem diferente. Acham que o que ocorre é o oposto disso. E que a “esquerda” no poder ( tanto no Brasil como na América Latina, e a avaliação que a esquerda radical faz do cenário político nestes lugares, não poupa nem mesmo Evo Morales e Hugo Chávez, dois “gerentes” ) , que a direita – segundo esta nos alerta diariamente -”teme”, nada mais é que uma das cabeças ( reformista, entreguista, revisionista, oportunista ) da fera. Pior, essa pseudoesquerda seria avalista e garantidora do status quo direitista ( este sim, o poder de fato ), a esvaziar as mobilizações populares, afim de garantir a dominação burguesa e capitalista, por meio da gerência do Estado. Para esta esquerda ( a verdadeira ), as “brigas” eleitorais, envolvendo PT contra PSDB, DEM versus PCdo B, e etc, não passam de jogo de cena e cortina de fumaça para tirar nossa atenção de um problema muito mais grave e complexo, a dominação burguesa.
É o que este blog conclui, a partir da leitura de um jornal ( já o citamos aqui anteriormente ) chamado A Nova Democracia. Como eu sou um tôsco que não entende coisa alguma de teorias ideológicas e teses econômicas, apenas destaco um trecho do editorial do jornal, de sua edição de setembro, a atual [ os grifos são do blog ], e deixar que este nos explique seu ponto de vista:
Editorial – Nada de novo na farsa eleitoral
Novamente o bloco da farsa eleitoral foi colocado nas ruas em meio a uma profunda crise de apodrecimento do velho Estado brasileiro, crise esta que só vem se aprofundando, apesar de todos os intentos oficiais e oficiosos em dourar a pílula de que vivemos maravilhas, como “nunca neste país”. O monopartidismo consolidado desde 1964 desfila faceiro enquanto as siglas eleitoreiras — todas antioperárias e de traição nacional — encenam, como sempre, confrontar programas e idéias distintas na disputa pela “alternância” nos cargos eletivos.
As coligações formadas para a disputa das mais de 5 mil prefeituras são demonstração inequívoca de que, nesta velha democracia, os partidos e políticos não são mais que, literalmente, farinha do mesmo saco. É a expressão e revelação de sua verdadeira natureza e essência burguesa, burocrática e reacionária. Enquanto nas grandes cidades, tucanos e petistas se esforçam para marcar diferenças que na prática não existem e se digladiam em busca de votos, no interior foram efetivadas mais de mil coligações entre os dois partidos. Isso sem falar nas coligações “informais”, como a de Belo Horizonte, onde um acordo entre o prefeito Pimentel e o gerente estadual Aécio Neves lançou a candidatura Márcio Lacerda, pelo PSB, à “revelia” da direção do PT. ( … ) Pois é, para as classes dominantes que erigiram este sistema de Estado e de governo em que vivemos, isto é o máximo de participação política permitida ao povo, ainda que seja preciso escolher entre o fogo e a frigideira.
Isso porque, seja qual for o resultado das eleições, a vitória será do latifúndio, do capital burocrático e do imperialismo.
É cada vez mais difícil manter essa farsa, é uma cara operação para o velho Estado de grandes burgueses e latifundiários. O povo (as massas de trabalhadores do campo e da cidade e seus aliados) percebe a cada dia com mais clareza que não será essa a solução para seus problemas. Os recorrentes escândalos de corrupção, roubo de direitos, massacres contra pobres e o incremento da política fascista comprovam que o problema não é de escolha entre uns e outros, mas de que enquanto perdurar essa estrutura podre do Estado brasileiro, nunca haverá uma verdadeira democracia no Brasil ( … )”.
Conclui-se, então, que estamos muito distantes daquilo que o apregoado pelos Jabores, Civitas e outros, que deveriam se dar por satisfeitos, uma vez que não tem esquerda nenhuma no poder, ( seja aqui, na América do Sul, ou em Marte ), mas sim, gerentes direitistas que garantem o mais do mesmo;
b – cenário apocalíptico de esquerda: é o cenário já conhecido e geralmente aceito como verdadeiro por quem lê o Estadão, a vEJA, o Jabor, Mainardi, etc. Dizem eles que a esquerda domina com a mão de ferro do comunismo ateu, não deixando espaço nem para respirar. A ditadura é comandada pelos comissários impostos ( nos níveis nacional e internacional ) pelo PT, PSB, PCdoB, Hugo Chávez, direitos humanos, FARCs, MST, ONGs financiadas pelas Fundações FORD e Rockfeller e por dinheiro estatal e demais movimentos sociais, feministas, das minorias, negros, favelados, sem-teto, Fernandinho Beira-Mar, etc., cada um exercendo seu pequeno papel na trama complexa da ditadura do proletariado que grassa mundo afora.
c – APOCALIPSE MESMO: vejam como ambos os cenários propostos por ambos os lados coincidem em quase todos os pontos, e teriam quase os mesmíssimos protagonistas.
Talvez ambos estejam certos, ou errados, ou correta mesmo seria a teoria que coloca os Illuminatti e os Reptilianos como os verdadeiros e dissimulados algozes da Humanidade.

setembro 3, 2008

Para Mainardi, condenação na Justiça é ‘retaliação’

Filed under: Diogo Mainardi e outros, Paulo Henrique Amorim, revista Veja — Humberto @ 11:56 pm
COMUNIQUE-SE, 03.09.08
Em 29/08, o jornalista de Veja Diogo Mainardi recebeu a primeira condenação na Justiça, por injúria e difamação. Para Mainardi, a ação movida pelo jornalista Paulo Henrique Amorim é uma “retaliação”.
“É uma espécie de retaliação”, afirmou o jornalista. “De pessoas ligadas ao governo”, completou. Ao ser questionado quem estaria por trás das retaliações, Mainardi respondeu: “É uma retaliação pessoal”.
O colunista de Veja escreveu que Paulo Henrique Amorim mantinha sua página no portal iG com fundos públicos de pensão e que estava numa fase ruim de carreira.
Mainardi assume ter atingido, mesmo sem intenção, Paulo Henrique Amorim. “Não foi intencional”, afirmou. Para o jornalista, seu “temperamento irônico” pode causar mal-entendidos. Mas diz que não muda de estilo: “A liberdade de imprensa existe. Deixe que os outros a limitem”, disse o jornalista.
Mainardi vai recorrer, com o apoio de Veja, à condenação, ao Superior Tribunal de Justiça e, se necessário, ao Supremo Tribunal Federal.
O Comunique-se procurou o jornalista Paulo Henrique Amorim para comentar as declarações de Diogo Mainardi. Amorim não foi localizado.

Para Mainardi, condenação na Justiça é ‘retaliação’

Filed under: Diogo Mainardi e outros, Paulo Henrique Amorim, revista Veja — Humberto @ 11:56 pm
COMUNIQUE-SE, 03.09.08
Em 29/08, o jornalista de Veja Diogo Mainardi recebeu a primeira condenação na Justiça, por injúria e difamação. Para Mainardi, a ação movida pelo jornalista Paulo Henrique Amorim é uma “retaliação”.
“É uma espécie de retaliação”, afirmou o jornalista. “De pessoas ligadas ao governo”, completou. Ao ser questionado quem estaria por trás das retaliações, Mainardi respondeu: “É uma retaliação pessoal”.
O colunista de Veja escreveu que Paulo Henrique Amorim mantinha sua página no portal iG com fundos públicos de pensão e que estava numa fase ruim de carreira.
Mainardi assume ter atingido, mesmo sem intenção, Paulo Henrique Amorim. “Não foi intencional”, afirmou. Para o jornalista, seu “temperamento irônico” pode causar mal-entendidos. Mas diz que não muda de estilo: “A liberdade de imprensa existe. Deixe que os outros a limitem”, disse o jornalista.
Mainardi vai recorrer, com o apoio de Veja, à condenação, ao Superior Tribunal de Justiça e, se necessário, ao Supremo Tribunal Federal.
O Comunique-se procurou o jornalista Paulo Henrique Amorim para comentar as declarações de Diogo Mainardi. Amorim não foi localizado.

Para Mainardi, condenação na Justiça é ‘retaliação’

Filed under: Diogo Mainardi e outros, Paulo Henrique Amorim, revista Veja — Humberto @ 11:56 pm
COMUNIQUE-SE, 03.09.08
Em 29/08, o jornalista de Veja Diogo Mainardi recebeu a primeira condenação na Justiça, por injúria e difamação. Para Mainardi, a ação movida pelo jornalista Paulo Henrique Amorim é uma “retaliação”.
“É uma espécie de retaliação”, afirmou o jornalista. “De pessoas ligadas ao governo”, completou. Ao ser questionado quem estaria por trás das retaliações, Mainardi respondeu: “É uma retaliação pessoal”.
O colunista de Veja escreveu que Paulo Henrique Amorim mantinha sua página no portal iG com fundos públicos de pensão e que estava numa fase ruim de carreira.
Mainardi assume ter atingido, mesmo sem intenção, Paulo Henrique Amorim. “Não foi intencional”, afirmou. Para o jornalista, seu “temperamento irônico” pode causar mal-entendidos. Mas diz que não muda de estilo: “A liberdade de imprensa existe. Deixe que os outros a limitem”, disse o jornalista.
Mainardi vai recorrer, com o apoio de Veja, à condenação, ao Superior Tribunal de Justiça e, se necessário, ao Supremo Tribunal Federal.
O Comunique-se procurou o jornalista Paulo Henrique Amorim para comentar as declarações de Diogo Mainardi. Amorim não foi localizado.
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