ENCALHE

junho 6, 2009

Cesta básica sobe, mas cai…

Filed under: cesta básica, custo de vida, Dieese — Humberto @ 4:51 am
Dieese: cesta básica sobe em 15 de 17 capitais em maio
O valor médio da cesta básica de produtos apresentou alta em maio, na comparação com abril, em 15 das 17 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Conforme a pesquisa nacional, divulgada na quinta-feira, 4, os avanços mais expressivos foram observados em Recife (8,57%), Natal (4,9%), Salvador (3,9%), Porto Alegre (3,67%) e Aracaju (3,08%). As duas retrações ocorreram no Rio de Janeiro (-0,71%) e em Fortaleza (-0,51%). Em Brasília e São Paulo, o valor médio da cesta mostrou alta de 0,07% e de 0,77%, respectivamente.
Os pesquisadores do Dieese informaram que a maioria dos produtos da cesta básica, especialmente o arroz e feijão, ficou mais barata em maio ante abril em boa parte das capitais onde o levantamento foi realizado. Salientaram, porém, que os preços da carne, do
leite e do tomate subiram na maior parte das localidades.
No acumulado de janeiro a maio deste ano, 13 capitais registraram, no período, variação negativa no valor da cesta básica. Segundo o Dieese, as maiores quedas ocorreram em Aracaju (-12,67%), Florianópolis (-10,4%), Curitiba (-7,87%) e Rio de Janeiro (-7,83%). Os aumentos, por sua vez, foram apurados em Recife (4,46%), Salvador (2,89%), Goiânia (1,55%) e Belém (0,93%). Em São Paulo, a cesta acumulou baixa de 5,06% no período e, em Brasília, a redução foi de 6,27%.
A cidade de Porto Alegre permaneceu, em maio, pelo oitavo mês consecutivo, no posto de capital com a cesta básica mais cara do País. Segundo levantamento do Dieese, a capital gaúcha liderou o ranking, depois de a cesta avançar 3,67% no mês passado ante abril.

maio 19, 2009

Dieese estima que redução de jornada gere 2,5 milhões de empregos

Filed under: Dieese, IPEA, trabalho ( jornada ) — Humberto @ 10:45 pm
Dieese estima que redução de jornada gere 2,5 milhões de empregos
O coordenador de educação do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Nelson Karam, estima que a redução da jornada de trabalho teria a capacidade de gerar 2,5 milhões de novos postos no Brasil. Durante audiência pública promovida pela Comissão Especial da Jornada Máxima de Trabalho, ele acrescentou que a redução de 44 para 40 horas teria um impacto para a indústria de 1,99% . “Isto seria perfeitamente absorvível pelo setor industrial brasileiro”.
Segundo informou, uma pesquisa do Dieese feita em 2008 em São Paulo mostrou que 37,8% dos trabalhadores tinham jornada maior que 44 horas semanais. Na indústria, seriam 32,3%, e no comércio, 56,5%. O coordenador acrescenta que entre 2002 e 2008 a produtividade no Brasil cresceu 23%.
Para Karam, esse seria um bom argumento para mostrar a viabilidade da redução da jornada de trabalho. Ele também citou que na França a jornada de trabalho é de 30 horas; no Japão é de 42 horas; na Itália, 38 horas; e na Inglaterra, 39.
“O custo da hora trabalhada no Brasil, é de 5,9 dólares (cerca de R$ 12), enquanto nos Estados Unidos, é de 24,59 dólares; no Japão, 19,75; e na Coréia, 16 dólares. Isso mostra a baixa participação dos salários no custo da produção brasileira.”
Karam enfatiza que na indústria, por exemplo, essa participação seria de 22%.
Segundo Karam, já foram feitos mais de 30 acordos de redução de jornada em diversos setores, “o que mostra que é possível de se efetivar”.
A comissão discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/95, que reduz a carga horária máxima semanal de 44 para 40 horas e aumenta o valor da hora extra de 50% do valor normal para 75%. O debate prossegue no plenário 5.
Leia mais:
Relator defende redução de jornada por meio de lei
Sociólogo defende isenção de tributos para gerar empregos
Pesquisador do Ipea defende reduzir jornada com melhoria de salário
Reportagem – Marise Lugullo
Edição – Regina Céli Assumpção
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br

abril 7, 2009

Brasileiro trabalhou menos para comprar cesta básica em março

Filed under: cesta básica, consumo, custo de vida, Dieese — Humberto @ 2:49 am
Por: Equipe InfoMoney
06/04/09
SÃO PAULO – O brasileiro que recebe um salário mínimo (R$ 465) teve de trabalhar menos em março, na comparação com o mês anterior, para comprar os bens alimentícios essenciais. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), em média, o trabalhador necessitou cumprir 96 horas e 28 minutos para adquirir a cesta básica no terceiro mês de 2009.
Segundo o Dieese, esse tempo é o menor desde o início da elevação dos preços dos alimentos em julho de 2007, quando o trabalhador precisava de 92 horas e 37 minutos para adquirir a cesta.
De acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgados nesta segunda-feira (6), em fevereiro, este tempo era de 100 horas e 21 minutos. No confronto com março de 2008, quando a cesta consumia 102 horas e 16 minutos, também foi registrado recuo no número de horas trabalhadas no terceiro mês deste ano.
Porto Alegre trabalhou mais para pagar
Das 17 capitais analisadas, Porto Alegre foi a localidade onde as pessoas mais tiveram de trabalhar para conseguir comprar a cesta básica em fevereiro: 112 horas e 57 minutos.Em seguida, vieram os residentes das cidades de Rio de Janeiro (107 horas e 57 minutos), São Paulo (104 horas e 59 minutos) e Vitória (103 horas e 06 minutos). Já as capitais onde as pessoas menos tiveram de trabalhar foram Aracaju (79 horas e 11 minutos), João Pessoa (82 horas e 40 minutos) e Recife (83 horas e um minutos)..
Ranking
Confira, no link, o tempo de trabalho necessário para a aquisição da cesta básica no mês de março de 2009, por cidade.

Brasileiro trabalhou menos para comprar cesta básica em março

Filed under: cesta básica, consumo, custo de vida, Dieese — Humberto @ 2:49 am
Por: Equipe InfoMoney
06/04/09
SÃO PAULO – O brasileiro que recebe um salário mínimo (R$ 465) teve de trabalhar menos em março, na comparação com o mês anterior, para comprar os bens alimentícios essenciais. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), em média, o trabalhador necessitou cumprir 96 horas e 28 minutos para adquirir a cesta básica no terceiro mês de 2009.
Segundo o Dieese, esse tempo é o menor desde o início da elevação dos preços dos alimentos em julho de 2007, quando o trabalhador precisava de 92 horas e 37 minutos para adquirir a cesta.
De acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgados nesta segunda-feira (6), em fevereiro, este tempo era de 100 horas e 21 minutos. No confronto com março de 2008, quando a cesta consumia 102 horas e 16 minutos, também foi registrado recuo no número de horas trabalhadas no terceiro mês deste ano.
Porto Alegre trabalhou mais para pagar
Das 17 capitais analisadas, Porto Alegre foi a localidade onde as pessoas mais tiveram de trabalhar para conseguir comprar a cesta básica em fevereiro: 112 horas e 57 minutos.Em seguida, vieram os residentes das cidades de Rio de Janeiro (107 horas e 57 minutos), São Paulo (104 horas e 59 minutos) e Vitória (103 horas e 06 minutos). Já as capitais onde as pessoas menos tiveram de trabalhar foram Aracaju (79 horas e 11 minutos), João Pessoa (82 horas e 40 minutos) e Recife (83 horas e um minutos)..
Ranking
Confira, no link, o tempo de trabalho necessário para a aquisição da cesta básica no mês de março de 2009, por cidade.

Brasileiro trabalhou menos para comprar cesta básica em março

Filed under: cesta básica, consumo, custo de vida, Dieese — Humberto @ 2:49 am
Por: Equipe InfoMoney
06/04/09
SÃO PAULO – O brasileiro que recebe um salário mínimo (R$ 465) teve de trabalhar menos em março, na comparação com o mês anterior, para comprar os bens alimentícios essenciais. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), em média, o trabalhador necessitou cumprir 96 horas e 28 minutos para adquirir a cesta básica no terceiro mês de 2009.
Segundo o Dieese, esse tempo é o menor desde o início da elevação dos preços dos alimentos em julho de 2007, quando o trabalhador precisava de 92 horas e 37 minutos para adquirir a cesta.
De acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgados nesta segunda-feira (6), em fevereiro, este tempo era de 100 horas e 21 minutos. No confronto com março de 2008, quando a cesta consumia 102 horas e 16 minutos, também foi registrado recuo no número de horas trabalhadas no terceiro mês deste ano.
Porto Alegre trabalhou mais para pagar
Das 17 capitais analisadas, Porto Alegre foi a localidade onde as pessoas mais tiveram de trabalhar para conseguir comprar a cesta básica em fevereiro: 112 horas e 57 minutos.Em seguida, vieram os residentes das cidades de Rio de Janeiro (107 horas e 57 minutos), São Paulo (104 horas e 59 minutos) e Vitória (103 horas e 06 minutos). Já as capitais onde as pessoas menos tiveram de trabalhar foram Aracaju (79 horas e 11 minutos), João Pessoa (82 horas e 40 minutos) e Recife (83 horas e um minutos)..
Ranking
Confira, no link, o tempo de trabalho necessário para a aquisição da cesta básica no mês de março de 2009, por cidade.

Brasileiro trabalhou menos para comprar cesta básica em março

Filed under: cesta básica, consumo, custo de vida, Dieese — Humberto @ 2:49 am
Por: Equipe InfoMoney
06/04/09
SÃO PAULO – O brasileiro que recebe um salário mínimo (R$ 465) teve de trabalhar menos em março, na comparação com o mês anterior, para comprar os bens alimentícios essenciais. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), em média, o trabalhador necessitou cumprir 96 horas e 28 minutos para adquirir a cesta básica no terceiro mês de 2009.
Segundo o Dieese, esse tempo é o menor desde o início da elevação dos preços dos alimentos em julho de 2007, quando o trabalhador precisava de 92 horas e 37 minutos para adquirir a cesta.
De acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgados nesta segunda-feira (6), em fevereiro, este tempo era de 100 horas e 21 minutos. No confronto com março de 2008, quando a cesta consumia 102 horas e 16 minutos, também foi registrado recuo no número de horas trabalhadas no terceiro mês deste ano.
Porto Alegre trabalhou mais para pagar
Das 17 capitais analisadas, Porto Alegre foi a localidade onde as pessoas mais tiveram de trabalhar para conseguir comprar a cesta básica em fevereiro: 112 horas e 57 minutos.Em seguida, vieram os residentes das cidades de Rio de Janeiro (107 horas e 57 minutos), São Paulo (104 horas e 59 minutos) e Vitória (103 horas e 06 minutos). Já as capitais onde as pessoas menos tiveram de trabalhar foram Aracaju (79 horas e 11 minutos), João Pessoa (82 horas e 40 minutos) e Recife (83 horas e um minutos)..
Ranking
Confira, no link, o tempo de trabalho necessário para a aquisição da cesta básica no mês de março de 2009, por cidade.

Brasileiro trabalhou menos para comprar cesta básica em março

Filed under: cesta básica, consumo, custo de vida, Dieese — Humberto @ 2:49 am
Por: Equipe InfoMoney
06/04/09
SÃO PAULO – O brasileiro que recebe um salário mínimo (R$ 465) teve de trabalhar menos em março, na comparação com o mês anterior, para comprar os bens alimentícios essenciais. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), em média, o trabalhador necessitou cumprir 96 horas e 28 minutos para adquirir a cesta básica no terceiro mês de 2009.
Segundo o Dieese, esse tempo é o menor desde o início da elevação dos preços dos alimentos em julho de 2007, quando o trabalhador precisava de 92 horas e 37 minutos para adquirir a cesta.
De acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgados nesta segunda-feira (6), em fevereiro, este tempo era de 100 horas e 21 minutos. No confronto com março de 2008, quando a cesta consumia 102 horas e 16 minutos, também foi registrado recuo no número de horas trabalhadas no terceiro mês deste ano.
Porto Alegre trabalhou mais para pagar
Das 17 capitais analisadas, Porto Alegre foi a localidade onde as pessoas mais tiveram de trabalhar para conseguir comprar a cesta básica em fevereiro: 112 horas e 57 minutos.Em seguida, vieram os residentes das cidades de Rio de Janeiro (107 horas e 57 minutos), São Paulo (104 horas e 59 minutos) e Vitória (103 horas e 06 minutos). Já as capitais onde as pessoas menos tiveram de trabalhar foram Aracaju (79 horas e 11 minutos), João Pessoa (82 horas e 40 minutos) e Recife (83 horas e um minutos)..
Ranking
Confira, no link, o tempo de trabalho necessário para a aquisição da cesta básica no mês de março de 2009, por cidade.

março 6, 2008

Novo salário mínimo regional do Paraná: R$ 547,80. Risco Requião reajusta valores em 15%.

Novo salário mínimo regional é de R$ 547,80, anuncia Requião
AEN/ PR
05/03/2008
O governador Roberto Requião se reuniu nesta quarta-feira (5) com os secretários do Trabalho, Nelson Garcia, e do Planejamento, Ênio Verri, e com representantes de movimentos sindicais, do Dieese, do Ipardes para definir o novo salário mínimo regional, em valores que vão de R$ 527,00 a R$ 547,80, válidos para as categorias que não têm acordo coletivo de trabalho. O reajuste, de 15,27%, foi proposto pelos sindicatos. O valor anterior era de R$ 475,20. O piso regional também é 32% maior que o salário mínimo nacional.
Requião ouviu os argumentos dos representantes sindicais e disse que o objetivo da reunião conjunta foi o de definir o melhor piso para o trabalhador paranaense. “O importante foi chegar a um piso que seja o melhor para o Paraná. Que seja um valor praticável e que continue alavancando a geração de empregos”, afirmou.
O governador assistiu também a explicação de representantes do Dieese e do Ipardes, responsáveis pela apresentação dos valores. O cálculo para chegar ao piso regional leva em consideração a produtividade no Estado, o aumento Produto Interno Bruto (PIB) e a perda do poder de compra do trabalhador, representada pela inflação no ano de 2007 no Paraná. Para o diretor-presidente do Ipardes, José Moraes Neto, o Paraná tem todas as condições de elevar o salário regional acima do nacional, porque o crescimento do PIB no Estado é maior que o do Brasil. O secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia, disse que o aumento do mínimo regional terá um impacto muito positivo na economia do Paraná porque alavanca o valor dos salários de todos os trabalhadores e gera mais empregos. “Com um salário maior, o paranaense pode comprar mais, o empresário produz mais e o número de empregos aumenta”, avaliou. Sobre o impacto para o empregador, o governador Roberto Requião disse que o novo valor não vai prejudicar o empresário. “Com a redução do ICMS, o governo do Paraná aumentou a produtividade e o lucro das pequenas empresas e elas não vão sofrer com o aumento porque terão tempo para se preparar”. Agora, a proposta será enviada para a Assembléia Legislativa, que deve discutir a proposta em votação. Se aprovado, o novo mínimo regional passa a vigorar em 1° de maio.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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