ENCALHE

novembro 27, 2008

Merece capa de jornal e revista: colunista da Folha menciona possível atentado a Lula e confirma que CENTRAL DO SENADO GRAVA CONVERSAS TELEFÔNICAS!

Mônica Bergamo – Folha de São Paulo, 26.11.08
ALERTA
A Segurança do Senado enviou ao GSI (Gabinete de Segurança Institucional) a gravação de um telefonema recebido há cerca de um mês, em que um homem pedia que se ‘alertasse’ o governo de que Lula sofreria um atentado numa de suas viagens ao Nordeste. Foi aberta uma investigação que descobriu que a chamada partiu de um telefone público do bairro de Bodocongó, na cidade de Campina Grande, na Paraíba.
EM CASA
A gravação, por tabela, confirmou ao GSI que a central do Senado pode gravar conversas feitas a partir de seus telefones. Há quem defenda, no gabinete, a tese de que o suposto grampo que interceptou conversas do senador Demóstenes Torres (DEM-TO) com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, pode ter sido feita no próprio parlamento. [ grifo do blog ]

Merece capa de jornal e revista: colunista da Folha menciona possível atentado a Lula e confirma que CENTRAL DO SENADO GRAVA CONVERSAS TELEFÔNICAS!

Mônica Bergamo – Folha de São Paulo, 26.11.08
ALERTA
A Segurança do Senado enviou ao GSI (Gabinete de Segurança Institucional) a gravação de um telefonema recebido há cerca de um mês, em que um homem pedia que se ‘alertasse’ o governo de que Lula sofreria um atentado numa de suas viagens ao Nordeste. Foi aberta uma investigação que descobriu que a chamada partiu de um telefone público do bairro de Bodocongó, na cidade de Campina Grande, na Paraíba.
EM CASA
A gravação, por tabela, confirmou ao GSI que a central do Senado pode gravar conversas feitas a partir de seus telefones. Há quem defenda, no gabinete, a tese de que o suposto grampo que interceptou conversas do senador Demóstenes Torres (DEM-TO) com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, pode ter sido feita no próprio parlamento. [ grifo do blog ]

outubro 7, 2008

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
Se você clicar AQUI , nem precisa ir à banca, pode comprar direto no site SABERMARKETING, e por apenas R$ 24,90 de investimento ( mas, se quiser procurar na blogosfera, dá para arrumar de 2ª. mão bem mais em conta ).
E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
Se você clicar AQUI , nem precisa ir à banca, pode comprar direto no site SABERMARKETING, e por apenas R$ 24,90 de investimento ( mas, se quiser procurar na blogosfera, dá para arrumar de 2ª. mão bem mais em conta ).
E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
Se você clicar AQUI , nem precisa ir à banca, pode comprar direto no site SABERMARKETING, e por apenas R$ 24,90 de investimento ( mas, se quiser procurar na blogosfera, dá para arrumar de 2ª. mão bem mais em conta ).
E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
Se você clicar AQUI , nem precisa ir à banca, pode comprar direto no site SABERMARKETING, e por apenas R$ 24,90 de investimento ( mas, se quiser procurar na blogosfera, dá para arrumar de 2ª. mão bem mais em conta ).
E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
Se você clicar AQUI , nem precisa ir à banca, pode comprar direto no site SABERMARKETING, e por apenas R$ 24,90 de investimento ( mas, se quiser procurar na blogosfera, dá para arrumar de 2ª. mão bem mais em conta ).
E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

Você quer ser um espião? Pergunte-me como!! De preferência por telegrama, carta ou pessoalmente. Venha sozinho…

Não se desestimule por Gilmar Mendes ter dito ( saiu na Gazeta Mercantil ainda em 19 de Setembro, sem a devida repercussão, e reproduzo abaixo, grifando o trecho importante ) que “ninguém tinha acusado a ABIN pelos supostos grampos” que gravaram ele e o Demóstenes Torres em conversa amigável. A espionagem ainda é um ramo interessante.
STF: “Compartilhamento de informações é fato grave”
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o “compartilhamento de informações” entre a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em escutas telefônicas – com ou sem autorização judicial – é “um fato de gravidade jamais visto nestes 20 anos de vigência da atual Constituição”. E acrescentou: “Estamos diante de um fato raro, de profunda gravidade, e estou preocupado com o aspecto político dessa questão. Como se envolve uma agência de inteligência numa operação policial, e depois a Polícia Federal diz que não sabia disso?” Cercado pelos repórteres ao fim da sessão plenária do STF, Gilmar Mendes respondeu também com indagações a algumas perguntas sobre as “maletas” da Abin que teriam sido usadas durante a Operação Satiagraha e na interceptação de sua conversa com o senador Demóstenes Torres: “Qual o modelo institucional que se está desenhando? Se quer uma superpolícia? Uma superagência de informação? Ela está submetida a quem? Os agentes da polícia, no dever de Polícia Judiciária, prestam contas ao juiz, acompanhados pelo Ministério Público. E os agentes da Abin? Estão atuando informalmente, de maneira emprestada?” Sobre o laudo do Instituto de Criminalística segundo o qual as “maletas” da Abin não fariam escutas telefônicas, o ministro foi também contundente: “Isso diz pouco.
Simplesmente afirma que as maletas de que a Abin dispõem não teriam a possibilidade de fazer interceptações. Mas ninguém disse que essa interceptação foi feita pela Abin, pela PF, por pessoas contratadas. O que interessa é, de fato, aprofundar essas investigações”. O presidente do STF não quis comentar a possibilidade de gravações ilegais acabarem por contaminar e anular o processo contra o dono do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, e os demais denunciados em função da Operação Satiagraha, como pretende o advogado de Dantas, Nélio Machado. Mas insistiu na afirmação de que “os fatos são extremamente graves”. “Inicialmente se falou que havia um agente”, disse. “Depois, dois agentes. E de que haveria uma parceria apenas estratégica de troca de informações. Agora estamos verificando que a operação praticamente foi conduzida pela Abin, que dela teriam participado 56 agentes. Mais agentes da Abin do que da PF. Isso é de uma gravidade realmente muito séria. Por que? Porque sugere um descontrole, um projeto que fere o modelo constitucional fixado.” (Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 7) (Luiz Orlando Carneiro )[ Reproduzido a partir do clipping de notícias do site de Demóstenes Torres, no Portal do Senado. ]
Você deseja uma profissão em que aventura e prestígio social são alguns dos atrativos?
Você deseja ingressar num excitante universo de intrigas, polêmicas, heroísmo, belas mulheres, carrões superequipados, armas malucas, champanhe e independência financeira?
Então, eis a dica, que se autodestruirá em 60 segundos: LEIA LOGO!!! ( Tic-Tac-Tic-Tac… )
Vá até a banca de jornal mais próxima ( ou mais distante possível, para despistar possíveis seguidores ) e adquira a edição deste mês da Scientific American, que traz um gigantesco dossiê sobre a privacidade ( ou a falta dela ) do homem moderno. A revista enumera todas as práticas e métodos utilizados pelos espiões modernos, para descobrir os mais secretos segredos das pessoas e, com isso, impedir que criminosos, terroristas, fanáticos radicais tenham sucesso em suas atividades subversivas: grampos eletrônicos, escutas, GPS, rastreadores, biométrica, DNA, Echelon, invasão de privacidade e roubo de dados arquivados ou transitando nos mais diversos meios eletrônicos, que as pessoas, enganadas, acreditam estar tecnologicamente protegidos. Veja o título de duas das matérias:
“ESCUTA CLANDESTINA
Admirável Mundo Novo da Escuta Telefônica
Por Whitfi eld Diffie e Susan Landau
Conversas telefônicas migram para a internet e o governo se mobiliza para ouvi-las.”
E:
“A privacidade está morrendo. Ou já morreu?
De 151 leitores questionados sobre o tema, 83 não manifestaram qualquer apreço e até aplaudiram o fim desse direito
por Ethevaldo Siqueira”
Qual! Você não tem mais onde se esconder!! NÓS ACHAREMOS VOCÊ!!
Agora, se você quiser aprender a descobrir os segredos dos inimigos do mundo livre, ou – já ia esquecendo que é de alguém como você que estamos falando – a cor da calcinha da filha de 14 anos de seus vizinhos, aprenda a grampear telefones, com o livro ESPIONAGEM E CONTRA ESPIONAGEM ELETRÔNICA, da autoria de Newton C. Braga e publicado pela SABER. Veja a apresentação do manual: “As paredes têm ouvidos”. Nada mais certo do que esse velho ditado, principalmente em nossos dias. Com os recursos da Eletrônica, podemos captar, ouvir e gravar os mais fracos sons que o leitor possa imaginar. Até mesmo sons distantes podem ser concentrados por refletores parabólicos e ouvidos nitidamente. A espionagem eletrônica não é um assunto apenas para livros e filmes de ficção científica. O aumento da criminalidade, a necessidade das empresas protegerem cada vez mais informações sensíveis que possam ajudar um concorrente, ou até mesmo questões familiares, exigem recursos tecnológicos apropriados.
Muita coisa pode ser improvisada e até mesmo comprada pronta para se realizar escutas telefônicas, gravações secretas ou mesmo filmagens.”.
Se você clicar AQUI , nem precisa ir à banca, pode comprar direto no site SABERMARKETING, e por apenas R$ 24,90 de investimento ( mas, se quiser procurar na blogosfera, dá para arrumar de 2ª. mão bem mais em conta ).
E, o que é melhor: você recebe, junto com o produto, um circuito-espião para implantar no telefone do suspeito e invadir sua privacidade…

Mickey, famososo espião e detetive dos quadrinhos, influenciou toda uma geração de arapongas, que se deleitavam com a leitura do manual, onde o rato revelava seus métodos e ensinava ao espião-mirim como desmontar os métodos dos inimigos. Que saudade, viu? Hoje, um gibi da Disney da década de 70 custa uma bela grana no Mercado Livre. Nem em sebo a gente acha mais. Apesar disso, eu descolei uns Disney Especial ( Os Motoristas, Os Jornalistas ) e Almanaque Disney da época e não vendo nem fodendo. Mas ( ?! ) por quê é que eu tô falando disso!?

setembro 3, 2008

Diretor da PF: não haverá varredura em linhas do Congresso

AGÊNCIA CÂMARA
Corrêa (E) explica a Chinaglia o início das investigações sobre o episódio de grampo nos telefones do presidente do Supremo.
O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, descartou a possibilidade de a PF realizar uma varredura nos telefones do Congresso. Ele disse que essa medida é uma ação preventiva e, normalmente, não é utilizada no início de uma investigação. A varredura chegou a ser proposta por alguns parlamentares. Corrêa afirmou que há capacidade técnica instalada nas instituições de segurança e que a varredura pode ser feita por eles para preservar o ambiente. “Se os delegados entenderem que precisam de alguma perícia aqui, através desses canais institucionais que nós estabelecemos a agilidade hoje, eles serão acionados para atender essa demanda.” Corrêa esteve hoje na Câmara, acompanhado dos delegados responsáveis pelo inquérito que vai investigar o grampo que interceptou conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
No último fim de semana, a revista Veja divulgou denúncia de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria grampeado os telefones do ministro Gilmar Mendes.
Os delegados comunicaram ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, o início das investigações sobre o episódio. O encontro faz parte de uma série de visitas que o diretor e os dois delgados estão fazendo para informar ao Congresso e ao Judiciário como será realizada a investigação e articular a participação do STF, da Câmara e do Senado no trabalho. Ontem, eles estiveram no STF e, hoje pela manhã, reuniram-se com o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho. Depoimentos Fernando Corrêa ainda informou que o primeiro a ser ouvido será o senador Demostenes Torres, que teve trechos de suas conversas telefônicas divulgados. Ele disse que vai agendar uma reunião com o parlamentar para marcar uma data para o depoimento.
Corrêa também colocou a Polícia Federal à disposição da Câmara para acompanhar o andamento da investigação.

Diretor da PF: não haverá varredura em linhas do Congresso

AGÊNCIA CÂMARA
Corrêa (E) explica a Chinaglia o início das investigações sobre o episódio de grampo nos telefones do presidente do Supremo.
O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, descartou a possibilidade de a PF realizar uma varredura nos telefones do Congresso. Ele disse que essa medida é uma ação preventiva e, normalmente, não é utilizada no início de uma investigação. A varredura chegou a ser proposta por alguns parlamentares. Corrêa afirmou que há capacidade técnica instalada nas instituições de segurança e que a varredura pode ser feita por eles para preservar o ambiente. “Se os delegados entenderem que precisam de alguma perícia aqui, através desses canais institucionais que nós estabelecemos a agilidade hoje, eles serão acionados para atender essa demanda.” Corrêa esteve hoje na Câmara, acompanhado dos delegados responsáveis pelo inquérito que vai investigar o grampo que interceptou conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
No último fim de semana, a revista Veja divulgou denúncia de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria grampeado os telefones do ministro Gilmar Mendes.
Os delegados comunicaram ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, o início das investigações sobre o episódio. O encontro faz parte de uma série de visitas que o diretor e os dois delgados estão fazendo para informar ao Congresso e ao Judiciário como será realizada a investigação e articular a participação do STF, da Câmara e do Senado no trabalho. Ontem, eles estiveram no STF e, hoje pela manhã, reuniram-se com o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho. Depoimentos Fernando Corrêa ainda informou que o primeiro a ser ouvido será o senador Demostenes Torres, que teve trechos de suas conversas telefônicas divulgados. Ele disse que vai agendar uma reunião com o parlamentar para marcar uma data para o depoimento.
Corrêa também colocou a Polícia Federal à disposição da Câmara para acompanhar o andamento da investigação.

Diretor da PF: não haverá varredura em linhas do Congresso

AGÊNCIA CÂMARA
Corrêa (E) explica a Chinaglia o início das investigações sobre o episódio de grampo nos telefones do presidente do Supremo.
O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, descartou a possibilidade de a PF realizar uma varredura nos telefones do Congresso. Ele disse que essa medida é uma ação preventiva e, normalmente, não é utilizada no início de uma investigação. A varredura chegou a ser proposta por alguns parlamentares. Corrêa afirmou que há capacidade técnica instalada nas instituições de segurança e que a varredura pode ser feita por eles para preservar o ambiente. “Se os delegados entenderem que precisam de alguma perícia aqui, através desses canais institucionais que nós estabelecemos a agilidade hoje, eles serão acionados para atender essa demanda.” Corrêa esteve hoje na Câmara, acompanhado dos delegados responsáveis pelo inquérito que vai investigar o grampo que interceptou conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
No último fim de semana, a revista Veja divulgou denúncia de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria grampeado os telefones do ministro Gilmar Mendes.
Os delegados comunicaram ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, o início das investigações sobre o episódio. O encontro faz parte de uma série de visitas que o diretor e os dois delgados estão fazendo para informar ao Congresso e ao Judiciário como será realizada a investigação e articular a participação do STF, da Câmara e do Senado no trabalho. Ontem, eles estiveram no STF e, hoje pela manhã, reuniram-se com o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho. Depoimentos Fernando Corrêa ainda informou que o primeiro a ser ouvido será o senador Demostenes Torres, que teve trechos de suas conversas telefônicas divulgados. Ele disse que vai agendar uma reunião com o parlamentar para marcar uma data para o depoimento.
Corrêa também colocou a Polícia Federal à disposição da Câmara para acompanhar o andamento da investigação.

Diretor da PF: não haverá varredura em linhas do Congresso

AGÊNCIA CÂMARA
Corrêa (E) explica a Chinaglia o início das investigações sobre o episódio de grampo nos telefones do presidente do Supremo.
O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, descartou a possibilidade de a PF realizar uma varredura nos telefones do Congresso. Ele disse que essa medida é uma ação preventiva e, normalmente, não é utilizada no início de uma investigação. A varredura chegou a ser proposta por alguns parlamentares. Corrêa afirmou que há capacidade técnica instalada nas instituições de segurança e que a varredura pode ser feita por eles para preservar o ambiente. “Se os delegados entenderem que precisam de alguma perícia aqui, através desses canais institucionais que nós estabelecemos a agilidade hoje, eles serão acionados para atender essa demanda.” Corrêa esteve hoje na Câmara, acompanhado dos delegados responsáveis pelo inquérito que vai investigar o grampo que interceptou conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
No último fim de semana, a revista Veja divulgou denúncia de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teria grampeado os telefones do ministro Gilmar Mendes.
Os delegados comunicaram ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, o início das investigações sobre o episódio. O encontro faz parte de uma série de visitas que o diretor e os dois delgados estão fazendo para informar ao Congresso e ao Judiciário como será realizada a investigação e articular a participação do STF, da Câmara e do Senado no trabalho. Ontem, eles estiveram no STF e, hoje pela manhã, reuniram-se com o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho. Depoimentos Fernando Corrêa ainda informou que o primeiro a ser ouvido será o senador Demostenes Torres, que teve trechos de suas conversas telefônicas divulgados. Ele disse que vai agendar uma reunião com o parlamentar para marcar uma data para o depoimento.
Corrêa também colocou a Polícia Federal à disposição da Câmara para acompanhar o andamento da investigação.
Posts mais antigos »

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.