O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, anunciou que vai instalar amanhã, às 15 horas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo. Ele aguarda a indicação pelos líderes partidários dos integrantes da comissão. Até o final da tarde de hoje, haviam sido definidos 12 dos 24 titulares da CPI.Um eventual adiamento, segundo Chinaglia, só ocorrerá se houver atraso nas indicações dos integrantes pelos partidos, que têm prazo até a meia-noite de hoje para fazê-las. O PT, no entanto, já anunciou que definirá os nomes de seus oito representantes (quatro titulares e quatro suplentes) somente amanhã. Chinaglia garantiu, no entanto, que um eventual atraso nas indicações não constituirá empecilho à instalação da comissão. Até o momento, PSDB, PPS, DEM, PP, PR, PTB e PDT apresentaram suas indicações. Faltam ainda as demais indicações dos blocos PMDB-PT-PP-PR-PTB-PSC-PTC-PTdoB, que tem direito a 12 vagas, e PSB-PDT-PCdoB-PMN-PAN (3 vagas), além dos nomes do PV (1 vaga) e do Psol (1 vaga).Do total de 24 vagas de titulares da CPI, 16 são destinadas aos partidos da base aliada ao governo e oito à oposição, mas Chinaglia ressaltou que a CPI não será “chapa-branca”.”Todos sabem como CPI começa, mas ninguém sabe como termina”, disse. “Espero, sinceramente, que ao final a comissão cumpra o seu papel”, acrescentou. Recurso Sobre o anúncio do DEM de que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e obstruir as votações em plenário se não ficar com a relatoria ou a presidência da CPI, Chinaglia adverte que a decisão desgastaria a imagem da Casa, já que há temas importantes para serem votados, como o aumento de um ponto percentual nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desvio de foco O vice-líder do governo deputado Henrique Fontana (PT-RS) disse que está preocupado com o desvio de foco nas investigações. Ele criticou a iniciativa da oposição de convocar para depor na CPI a diretora de engenharia da Infraero. Ele não acredita que esse depoimento vá contribuir para o objeto das investigações, que é a crise no setor aéreo e os atrasos nos vôos em todo o País.O vice-líder do governo deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) afirmou que os deputados da base indicados para a CPI terão a responsabilidade de impedir o desvio de foco das investigações. “Acho que não tem lugar na cabeça do cidadão brasileiro agüentar de novo proselitismo, discursos, que não apontam caminhos e não resolvem absolutamente nada. Nós vamos fazer a CPI, vamos participar dela, faremos o inquérito, mas nós queremos soluções para que as coisas que já aconteceram não venham ocorrer novamente.”AcordoOs governistas podem encontrar interlocutores na oposição. O vice-líder do PSDB deputado Arnaldo Madeira (SP) admite que oposição e governo podem chegar a um acordo de procedimentos para que a CPI do Apagão Aéreo não se transforme em palco de disputas. “Acho que essa CPI tem um desafio, que é o de se comportar com seriedade, dentro das tecnicalidades da investigação, e não fazer da comissão um palco de inquisição como eu vi em várias outras.” O deputado acrescenta que esse desafio é tanto da oposição quanto do governo, e que é preciso dar seriedade à CPI, “até para resgatar a imagem do Parlamento como um órgão que faz investigação com critérios técnicos e profissionais”.Após instalada, a CPI do Apagão Aéreo terá quatro meses para concluir seus trabalhos. Esse prazo poderá ser prorrogado pelo plenário por mais dois meses.maio 2, 2007
Chinaglia deve instalar CPI do Apagão Aéreo amanhã
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, anunciou que vai instalar amanhã, às 15 horas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo. Ele aguarda a indicação pelos líderes partidários dos integrantes da comissão. Até o final da tarde de hoje, haviam sido definidos 12 dos 24 titulares da CPI.Um eventual adiamento, segundo Chinaglia, só ocorrerá se houver atraso nas indicações dos integrantes pelos partidos, que têm prazo até a meia-noite de hoje para fazê-las. O PT, no entanto, já anunciou que definirá os nomes de seus oito representantes (quatro titulares e quatro suplentes) somente amanhã. Chinaglia garantiu, no entanto, que um eventual atraso nas indicações não constituirá empecilho à instalação da comissão. Até o momento, PSDB, PPS, DEM, PP, PR, PTB e PDT apresentaram suas indicações. Faltam ainda as demais indicações dos blocos PMDB-PT-PP-PR-PTB-PSC-PTC-PTdoB, que tem direito a 12 vagas, e PSB-PDT-PCdoB-PMN-PAN (3 vagas), além dos nomes do PV (1 vaga) e do Psol (1 vaga).Do total de 24 vagas de titulares da CPI, 16 são destinadas aos partidos da base aliada ao governo e oito à oposição, mas Chinaglia ressaltou que a CPI não será “chapa-branca”.”Todos sabem como CPI começa, mas ninguém sabe como termina”, disse. “Espero, sinceramente, que ao final a comissão cumpra o seu papel”, acrescentou. Recurso Sobre o anúncio do DEM de que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e obstruir as votações em plenário se não ficar com a relatoria ou a presidência da CPI, Chinaglia adverte que a decisão desgastaria a imagem da Casa, já que há temas importantes para serem votados, como o aumento de um ponto percentual nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desvio de foco O vice-líder do governo deputado Henrique Fontana (PT-RS) disse que está preocupado com o desvio de foco nas investigações. Ele criticou a iniciativa da oposição de convocar para depor na CPI a diretora de engenharia da Infraero. Ele não acredita que esse depoimento vá contribuir para o objeto das investigações, que é a crise no setor aéreo e os atrasos nos vôos em todo o País.O vice-líder do governo deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) afirmou que os deputados da base indicados para a CPI terão a responsabilidade de impedir o desvio de foco das investigações. “Acho que não tem lugar na cabeça do cidadão brasileiro agüentar de novo proselitismo, discursos, que não apontam caminhos e não resolvem absolutamente nada. Nós vamos fazer a CPI, vamos participar dela, faremos o inquérito, mas nós queremos soluções para que as coisas que já aconteceram não venham ocorrer novamente.”AcordoOs governistas podem encontrar interlocutores na oposição. O vice-líder do PSDB deputado Arnaldo Madeira (SP) admite que oposição e governo podem chegar a um acordo de procedimentos para que a CPI do Apagão Aéreo não se transforme em palco de disputas. “Acho que essa CPI tem um desafio, que é o de se comportar com seriedade, dentro das tecnicalidades da investigação, e não fazer da comissão um palco de inquisição como eu vi em várias outras.” O deputado acrescenta que esse desafio é tanto da oposição quanto do governo, e que é preciso dar seriedade à CPI, “até para resgatar a imagem do Parlamento como um órgão que faz investigação com critérios técnicos e profissionais”.Após instalada, a CPI do Apagão Aéreo terá quatro meses para concluir seus trabalhos. Esse prazo poderá ser prorrogado pelo plenário por mais dois meses.abril 23, 2007
CPI: De coisa séria a palanque político
Jasson de Oliveira Andrade
CPI é coisa séria. Pelo menos deveria ser. Quando se instalou, no primeiro governo Lula, a CPI que se tornou conhecida como a do Mensalão, graças às denúncias do então deputado Roberto Jefferson em 2005, esse Instituto parlamentar tornou-se popular. Era o comentário geral. As Tevês da Câmara e do Senado obtinham bom IBOPE. Devido a essa popularidade, houve deturpação de sua finalidade. Parlamentares aproveitaram para usá-las como palanque político. Queriam aparecer mais que os fatos a serem apurados. Lamentavelmente o mesmo poderá acontecer com a CPI do Apagão Aéreo. Os deputados oposicionistas querem instalá-la na Câmara. Os senadores da oposição, principalmente do DEM, querem-na no Senado. Assim esses senadores poderiam usá-la também como palanque. Exagero de minha parte? Não. Renata Lo Prete, no Painel da Folha, revela que “o líder do DEM no Senado, José Agripino (RN), escalou para a CPI César Borges, adversário do ministro Waldir Pires (Defesa) na Bahia. Se ACM se recuperar logo [está internado], vai indicá-lo também”. Pires deverá ser investigado pela CPI. Os dois senadores “democratas” baianos são seus adversários. E perderam a eleição na Bahia para Wagner (PT), aliado do ministro da Defesa, que é do mesmo partido do governador eleito. Essa escalação poderá servir agora como vingança. Não existe outra explicação.
A instalação da CPI do Apagão Aéreo na Câmara e no Senado é dose para elefante. Deveria ser ou numa ou no outro. Duas são demais. Segundo a jornalista Christiane Samarco, do Estadão (19/4): “Os dirigentes do DEM também estão convencidos de que, no Senado, a independência da oposição é maior. Ponderam que os cinco governadores do PSDB, sempre preocupados em manter boas relações com o governo, têm mais influência sobre as bancadas da Câmara do que do Senado. “No Senado, governador não manda em voto de ninguém”, resume um líder do DEM”. Revela ainda a jornalista: “O problema é que o PSDB da Câmara, que teve a iniciativa de pedir a CPI, não se conformava em ver o Senado sair na frente e, muito menos, em ficar fora da investigação, como sugeriam alguns dirigentes do DEM”. O governador José Serra sugeriu, então, uma CPI mista. Essa sugestão foi descartada pelo senador tucano Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado: “Na mista, a correlação de força é desfavorável a nós”. Serra aceitou a ponderação: “Pois, então, que se faça nas duas Casas”. Ficou em cima do muro. Como os tucanos da Câmara e do Senado querem a CPI como palanque, o governador paulista aceitou as duas. Se não fosse o palanque político, o correto seria apenas no Senado, onde é mais favorável aos oposicionistas, e descartaria aquela da Câmara.
O Estadão ouviu dois senadores sobre a CPI no Senado. José Agripino, líder do DEM no Senado, declarou: “A CPI será fundamental. Vamos descobrir o que o governo não sabe ou insiste em não explicar”. Em resposta, a senadora Ideli Salvatti, líder do PT no Senado, afirmou: “Eu não acredito nesse espírito de investigação da oposição. Se eles acreditassem mesmo nas investigações em CPIs eles as fariam também em outros lugares. Não impediriam a abertura de CPIs em São Paulo ou no Rio Grande do Sul”.
Elio Gaspari, em artigo na Folha (18/4), escreveu sobre o assunto, dizendo: “A CPI do Apagão começa com um truque. Todas as mutretas que confluirão ao seu plenário já estão sendo investigadas pela Controladoria Geral da União, pelo Tribunal de Contas e pelo Ministério Público. Os sigilos fiscais e bancários de um ex-presidente e da diretora de engenharia da Infraero já foram quebrados. Os funcionários sob investigação chegam a 20, as malfeitorias talvez sejam umas 50. Nelas misturam-se a Infraero e fornecedores de equipamentos de uso civil e militar. Ao contrário do que sucedeu com o mensalão, a investigação já existe e deu frutos. É possível que já se tenha ido mais longe sem CPI no caso Apagão do que com CPI no mensalão. (…) O material disponível nos inquéritos em andamento é suficiente para que a Oposição, numa rotineira atuação parlamentar, faça suas denúncias da tribuna da Câmara e do Senado. A turma do discurso de geladeira prefere uma CPI porque é só abrir a porta e as luzes se acendem”. Em resumo: É O PALANQUE!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu – Abril, 2007
abril 22, 2007
Simăo Pedro e Ciúme de tucanos
Tamanha concentração de gente boa numa única ocasião, somente se Jesus Cristo se recolhesse ao deserto para meditar solitariamente.
O deputado Simăo Pedro, líder do PT na Assembléia Legislativa de Săo Paulo, em mensagem a mim dirigida, fez um comentário ao meu artigo “Batalha das CPIs: Nossa Caixa e Apagăo Aéreo”. O parlamentar petista acrescenta algumas observaçơes às suas declaraçơes aos jornais, os quais, por motivos óbvios, năo as publicaram.
Simăo Pedro năo acha a mesma coisa o que acontece em Brasília e em Săo Paulo: “aqui, diz o deputado, faz 5 anos que os tucanos năo deixam a Assembléia Legislativa implantar qualquer CPI. Veja o caso da Nossa Caixa, do acidente da linha 4 do Metrô, dos escândalos da FEBEM, do Rodoanel… Em compensaçăo, o governo Lula foi submetido a várias CPIs. Uma delas, a dos Bingos, que foi determinada pelo STF, era chamada de CPI do fim do Mundo, pois, năo se investigava os bingos e sim todos os assuntos que eram incômodos ao governo Lula. Se existe um fato determinado e é um assunto de extrema relevância e se o governo năo usa as instituiçơes para investigar-se, aí sim cabe a CPI”. Esta é a opiniăo do deputado Simăo Pedro e que a imprensa năo publicou.
abril 4, 2007
O DEMo sabe coisas a meu respeito !!!
Recitarei a Vossa quadrinha milagrosa e guardarei a Novena dos Fiéis, pois a mórbida sigla e as trevas que a acompanham pairam sobre minha cabeça e acompanham meu caminho. Ó companhia inglória !! Ó infortúnio do espírito !!
PFL acabou: com DEM vai melhorar?
Sem projeto claro, a sigla definha há quase uma década. Elegeu 105 deputados em 1998 [na administraçăo de FHC, quando era governo]. Caiu para 82 em 2002 [vitória de Lula]. No ano passado [reeleiçăo de Lula], só 65 cadeiras. Sofreu um ataque especulativo das agremiaçơes lulistas. Desidratou-se e estacionou em 58 vagas na Câmara”. Quando era governo, o partido “inchou”, com a adesăo de vários deputados de outros partidos. Agora, na oposiçăo, perdeu parlamentares. O que fez entăo? Pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que se manifestasse a quem pertence o cargo: ao partido ou ao parlamentar. O TSE decidiu que o mandato pertence ao partido. Agora o PFL quer os cargos que perdeu. E aqueles que o partido ganhou quando era governo? Silêncio. Na verdade, o PFL era um partido governista. Depois que saiu do governo, como vimos, foi definhando. Por esse motivo, os pefelistas resolveram mudar o nome do partido. O PFL acabou. Escolheram o nome Partido Democrata. Năo prosperou. Agora preferiram “Democratas” (DEM). O presidente escolhido é Rodrigo Maia, filho do prefeito do Rio, César Maia. Em entrevista ao Estadăo, ele reconheceu que o antigo partido só se mantinha por ser governista: “Estamos saindo de uma estrutura partidária [PFL] que tinha sua força na máquina pública, porque era governo. Agora, temos a obrigaçăo de construir um partido mais próximo da sociedade”. Ele quis dizer que o PFL estava longe, distante da sociedade. E perto do governo (mordomias). Por isso, José Simăo diz: “E o Henrique acha que DEM quer dizer Desejamos Empregos e Mordomias. Porque o PFL nasceu com Pero Vaz Caminha escrevendo para o rei de Portugal pedindo emprego. Pero Vaz de Caminha foi o fundador do PFL. Rarará!”. Caminha deve ser o presidente de honra do DEM (ou DEMO?)!
A situaçăo do PFL era ruim. E agora com o novo nome, DEM, vai melhorar? Como opinou o jornalista Fernando Rodrigues, é impossível dizer. No entanto, a tendência é definhar mais. Em Săo Paulo, Capital, tudo leva a crer que vai acontecer. O DEM deverá perder o presente que recebeu de José Serra!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu
Postado por Redaçăo Portal

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
YOU TUBE
ALERTA TRANSGÊNICOS ( OBS: BANIDO )
ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
ADSL Residencial
Antivírus
LIVRARIA CULTURA
Virtual Books


- Shoutwire - Internet News for the Masses






