maio 18, 2008
maio 17, 2008
Primeiro Mundo tenta enfrentar a epidemia de estupidez que se alastra pelo planeta. A estupidez está vencendo.
JAPÃO
Cidade do Japão cria ‘polícia de boas maneiras’
Sessentões pedirão a usuários de trens e metrôs que cedam assentos a grávidas e idosos.
Da BBC/G1
Sessentões pedirão a usuários de trens e metrôs que cedam assentos a grávidas e idosos.
Da BBC/G1
25/03/2008
As autoridades da cidade de Yokohama, no Japão, resolveram transformar a falta de boas maneiras entre usuários de transporte público em caso de polícia.
Recém-nomeados, os guardiões da etiqueta vão pedir a usuários que tomem atitudes como reduzir o volume de seus aparelhos de som para que a música que vaza dos fones de ouvido não perturbe os vizinhos, e ceder seus assentos para idosos.
A iniciativa é tomada em meio à crescente preocupação com a perda de proeminência da etiqueta na sociedade japonesa.
Uma pesquisa recente revelou que quase nove em cada dez entrevistados sentiram que o comportamento do público vem piorando. Os trens e metrôs foram identificados como os principais espaços de violação das normas de etiqueta.
Entre as atitudes vistas como indelicadas estão não oferecer o assento a grávidas e idosos, conversar alto em telefones celulares, colocar maquiagem em público e ouvir música alto demais, a ponto de o som ser ouvido apesar do uso de fones.
‘Sessentões’
A equipe é composta, na maioria, por pessoas de mais 60 anos que conhecem bem os padrões de conduta associados ao Japão tradicional.
Muitos dos sessentões elegantes estarão, porém, acompanhados de guarda-costas mais jovens, que poderão agir nos casos em que a orientação de etiqueta – dada de forma bastante diplomática – não for bem recebida.
Os integrantes do esquadrão das boas maneiras poderão ser identificados por uniformes verdes e não terão poder legal para insistir que a sua orientação seja aceita por passageiros mais resistentes.
Mas os defensores do novo esquema esperam que os guardiões das boas maneiras consigam convencer os violadores a rever o seu comportamento com o seu charme ou fazendo com que eles passem uma boa vergonha.
As autoridades da cidade de Yokohama, no Japão, resolveram transformar a falta de boas maneiras entre usuários de transporte público em caso de polícia.
Recém-nomeados, os guardiões da etiqueta vão pedir a usuários que tomem atitudes como reduzir o volume de seus aparelhos de som para que a música que vaza dos fones de ouvido não perturbe os vizinhos, e ceder seus assentos para idosos.
A iniciativa é tomada em meio à crescente preocupação com a perda de proeminência da etiqueta na sociedade japonesa.
Uma pesquisa recente revelou que quase nove em cada dez entrevistados sentiram que o comportamento do público vem piorando. Os trens e metrôs foram identificados como os principais espaços de violação das normas de etiqueta.
Entre as atitudes vistas como indelicadas estão não oferecer o assento a grávidas e idosos, conversar alto em telefones celulares, colocar maquiagem em público e ouvir música alto demais, a ponto de o som ser ouvido apesar do uso de fones.
‘Sessentões’
A equipe é composta, na maioria, por pessoas de mais 60 anos que conhecem bem os padrões de conduta associados ao Japão tradicional.
Muitos dos sessentões elegantes estarão, porém, acompanhados de guarda-costas mais jovens, que poderão agir nos casos em que a orientação de etiqueta – dada de forma bastante diplomática – não for bem recebida.
Os integrantes do esquadrão das boas maneiras poderão ser identificados por uniformes verdes e não terão poder legal para insistir que a sua orientação seja aceita por passageiros mais resistentes.
Mas os defensores do novo esquema esperam que os guardiões das boas maneiras consigam convencer os violadores a rever o seu comportamento com o seu charme ou fazendo com que eles passem uma boa vergonha.
ÁUSTRIA
Cidade se mobiliza contra celular
O Estado de São Paulo/ INTELOG
O Estado de São Paulo/ INTELOG
11/5/2008
“Vamos mandar na segunda-feira”, gritava um homem de terno escuro no celular, sem se preocupar com a dezena de pessoas no bonde. “Não. Já disse que não lembro o que pediram, mas era muito. Não se preocupe, vamos decidir depois.” E a conversa prosseguiu – o suficiente para as pessoas não conseguirem mais se concentrar na leitura do jornal -, numa cena habitual nos meios de transporte público de todo o mundo.
“Vamos mandar na segunda-feira”, gritava um homem de terno escuro no celular, sem se preocupar com a dezena de pessoas no bonde. “Não. Já disse que não lembro o que pediram, mas era muito. Não se preocupe, vamos decidir depois.” E a conversa prosseguiu – o suficiente para as pessoas não conseguirem mais se concentrar na leitura do jornal -, numa cena habitual nos meios de transporte público de todo o mundo.
Mas Graz, a segunda maior cidade da Áustria, decidiu fazer algo a respeito. No mês passado, a prefeitura lançou um apelo a seus cidadãos para não falarem em celulares no transporte público. Os transgressores não serão multados, mas o prefeito Siegfried Nagl espera contar com o senso de civilidade ou a vergonha dos eleitores para reduzir a poluição sonora. Em vez de mobilizar a polícia anti-ruído para multar, a cidade encheu os bondes e ônibus de cartazes dizendo “por favor, não use seu celular”.
A cidade colocou os avisos depois que uma pesquisa mostrou que 70% dos moradores acham que o ruído do celular é um problema, disse Thomas Rajakovics, porta-voz do prefeito, que usa diariamente o bonde para levar os filhos à escola. Dos 5 mil entrevistados, 46% foram favoráveis à proibição do celular no transporte público e 42% contra.
“Pedimos de maneira educada para as pessoas desativarem o toque do aparelho e usarem apenas mensagens de texto”, disse. “E elas agora começam o usar o celular de modo bem mais educado. Se recebem chamada, dizem que não podem falar e retornarão mais tarde.”
Mas nem todos acham que as coisas melhoraram. Embora os mais velhos estejam mais cuidadosos, adolescentes continuam usando o celular da mesma maneira que antes, disse a jornalista Colette Schmidt, de Graz. E muitos não perdem a chance de ridicularizar a iniciativa do prefeito.
Graz não é a primeira cidade a tentar barrar o incômodo dos celulares. Estocolmo também tentou proibi-lo, mas a lei foi abolida no ano passado. O prefeito de Graz diz ter esperança de ser mais bem-sucedido e promete fazer mais para promover a iniciativa do que Estocolmo. Nos bondes italianos, não é raro ouvir o condutor pedir pelo alto-falante para as pessoas não usarem seus celulares, o que, porém, não tem ajudado muito a diminuir seu uso. Na França, Alemanha, Inglaterra e em outras partes da Europa, ferrovias também já criaram áreas para uso de celular em alguns trens.
“Em Graz, isso está funcionando por causa da grande discussão que começou, mas vamos ver o que ocorrerá daqui a três meses, quando as pessoas esquecerem do debate”, disse o porta-voz do prefeito. “Quando 46% das pessoas são a favor e 42% contra, você não vê muitos políticos assumindo posição sobre o assunto.”
De fato, quando Marco Riurio, o homem do terno escuro de 47 anos, foi informado de que seu bate-papo em alto e bom som no celular, dentro do bonde número 3, faria dele uma espécie de fora da lei em Graz, ele respondeu: “Isso é totalmente ridículo.”

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
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PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
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