ENCALHE

fevereiro 3, 2009

Influência de Kassab e Serra se faz presente, e Quércia passa o facão na redação do DCI. Cortar, cortar e cortar é um mantra bem tucano!!

DCI demite 12 na redação
COMUNIQUE-SE, 02.02.09
O jornal DCI (Diário do Comércio e Indústria) demitiu na sexta (30/01) doze jornalistas, entre editores, sub-editores, repórteres, estagiários e correspondentes. No Rio, deixou o jornal a correspondente Juliana Emmes, e em Brasília, Paula Andrade.
Desta vez, os cortes afetaram também a área de arte e tecnologia, além de cargos nos sites Panorama Brasil e no suplemento Shopping News, num total de 30 contratos reincididos.
Este ano, o DCI também optou por não contratar mais os serviços da agência Bloomberg e houve uma redução nos gastos internos aos jornalistas, como serviços de táxi. O jornal também diminuiu o número de páginas.
Segundo o secretário-geral Theófilo Carnier, as demissões são reflexo da crise. “São os efeitos da crise”, afirmou.
Até o fim do ano passado, os jornalistas foram tranquilizados quanto a demissões. Previa-se, ainda, um aumento de 6% no salário dos funcionários, devido a uma folga no orçamento, um crescimento no jornal. Em janeiro, contudo, chegou a determinação de que a meta precisava ser revista e os funcionários, demitidos.
O DCI foi arrendado em 2001 e seu dono é o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia.

Influência de Kassab e Serra se faz presente, e Quércia passa o facão na redação do DCI. Cortar, cortar e cortar é um mantra bem tucano!!

DCI demite 12 na redação
COMUNIQUE-SE, 02.02.09
O jornal DCI (Diário do Comércio e Indústria) demitiu na sexta (30/01) doze jornalistas, entre editores, sub-editores, repórteres, estagiários e correspondentes. No Rio, deixou o jornal a correspondente Juliana Emmes, e em Brasília, Paula Andrade.
Desta vez, os cortes afetaram também a área de arte e tecnologia, além de cargos nos sites Panorama Brasil e no suplemento Shopping News, num total de 30 contratos reincididos.
Este ano, o DCI também optou por não contratar mais os serviços da agência Bloomberg e houve uma redução nos gastos internos aos jornalistas, como serviços de táxi. O jornal também diminuiu o número de páginas.
Segundo o secretário-geral Theófilo Carnier, as demissões são reflexo da crise. “São os efeitos da crise”, afirmou.
Até o fim do ano passado, os jornalistas foram tranquilizados quanto a demissões. Previa-se, ainda, um aumento de 6% no salário dos funcionários, devido a uma folga no orçamento, um crescimento no jornal. Em janeiro, contudo, chegou a determinação de que a meta precisava ser revista e os funcionários, demitidos.
O DCI foi arrendado em 2001 e seu dono é o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia.

Influência de Kassab e Serra se faz presente, e Quércia passa o facão na redação do DCI. Cortar, cortar e cortar é um mantra bem tucano!!

DCI demite 12 na redação
COMUNIQUE-SE, 02.02.09
O jornal DCI (Diário do Comércio e Indústria) demitiu na sexta (30/01) doze jornalistas, entre editores, sub-editores, repórteres, estagiários e correspondentes. No Rio, deixou o jornal a correspondente Juliana Emmes, e em Brasília, Paula Andrade.
Desta vez, os cortes afetaram também a área de arte e tecnologia, além de cargos nos sites Panorama Brasil e no suplemento Shopping News, num total de 30 contratos reincididos.
Este ano, o DCI também optou por não contratar mais os serviços da agência Bloomberg e houve uma redução nos gastos internos aos jornalistas, como serviços de táxi. O jornal também diminuiu o número de páginas.
Segundo o secretário-geral Theófilo Carnier, as demissões são reflexo da crise. “São os efeitos da crise”, afirmou.
Até o fim do ano passado, os jornalistas foram tranquilizados quanto a demissões. Previa-se, ainda, um aumento de 6% no salário dos funcionários, devido a uma folga no orçamento, um crescimento no jornal. Em janeiro, contudo, chegou a determinação de que a meta precisava ser revista e os funcionários, demitidos.
O DCI foi arrendado em 2001 e seu dono é o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia.

Influência de Kassab e Serra se faz presente, e Quércia passa o facão na redação do DCI. Cortar, cortar e cortar é um mantra bem tucano!!

DCI demite 12 na redação
COMUNIQUE-SE, 02.02.09
O jornal DCI (Diário do Comércio e Indústria) demitiu na sexta (30/01) doze jornalistas, entre editores, sub-editores, repórteres, estagiários e correspondentes. No Rio, deixou o jornal a correspondente Juliana Emmes, e em Brasília, Paula Andrade.
Desta vez, os cortes afetaram também a área de arte e tecnologia, além de cargos nos sites Panorama Brasil e no suplemento Shopping News, num total de 30 contratos reincididos.
Este ano, o DCI também optou por não contratar mais os serviços da agência Bloomberg e houve uma redução nos gastos internos aos jornalistas, como serviços de táxi. O jornal também diminuiu o número de páginas.
Segundo o secretário-geral Theófilo Carnier, as demissões são reflexo da crise. “São os efeitos da crise”, afirmou.
Até o fim do ano passado, os jornalistas foram tranquilizados quanto a demissões. Previa-se, ainda, um aumento de 6% no salário dos funcionários, devido a uma folga no orçamento, um crescimento no jornal. Em janeiro, contudo, chegou a determinação de que a meta precisava ser revista e os funcionários, demitidos.
O DCI foi arrendado em 2001 e seu dono é o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia.

Influência de Kassab e Serra se faz presente, e Quércia passa o facão na redação do DCI. Cortar, cortar e cortar é um mantra bem tucano!!

DCI demite 12 na redação
COMUNIQUE-SE, 02.02.09
O jornal DCI (Diário do Comércio e Indústria) demitiu na sexta (30/01) doze jornalistas, entre editores, sub-editores, repórteres, estagiários e correspondentes. No Rio, deixou o jornal a correspondente Juliana Emmes, e em Brasília, Paula Andrade.
Desta vez, os cortes afetaram também a área de arte e tecnologia, além de cargos nos sites Panorama Brasil e no suplemento Shopping News, num total de 30 contratos reincididos.
Este ano, o DCI também optou por não contratar mais os serviços da agência Bloomberg e houve uma redução nos gastos internos aos jornalistas, como serviços de táxi. O jornal também diminuiu o número de páginas.
Segundo o secretário-geral Theófilo Carnier, as demissões são reflexo da crise. “São os efeitos da crise”, afirmou.
Até o fim do ano passado, os jornalistas foram tranquilizados quanto a demissões. Previa-se, ainda, um aumento de 6% no salário dos funcionários, devido a uma folga no orçamento, um crescimento no jornal. Em janeiro, contudo, chegou a determinação de que a meta precisava ser revista e os funcionários, demitidos.
O DCI foi arrendado em 2001 e seu dono é o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia.

abril 27, 2008

É hora, é hora, é hora de trégua…

Sem me perder nos detalhes, já que não estou acompanhando como se deve, mas calhou de eu ler a Época desta semana.
Falam sobre a aliança formalizada entre Quércia e Kassab. Não deveria surpreeender, afinal. Choque seria se Requião decidisse apoiar Artur Virgílio. Aí sim.
Pois bem. Como se sabe, grande parte da agenda do PSDB, que vem administrando o estado de São Paulo há mais de década, consistiu em vilanizar a administração Quércia – e Fleury, como uma continuação deste. O significado de “Administração Quércia”, sob o prisma tucano: São Paulo estaria quebrada, desmantelada e entregue à corrupção desenfreada. O PSDB, como se sabe, nasceu a partir de uma costela do PMDB.
Os tucanos assumiram o Bandeirantes, e seguiu-se então o programa de – paradoxo! – desmantelamento total, com o ligeiro auxílio do imprensalão comprometido com o “ABC de Washington”. Basicamente, deveria-se reduzir o tamanho do Estado, pois este não passaria de um paquiderme inútil, corrupto, gastador e mau-administrador. Seus – nossos – ativos deveriam, então, ser cedidos a quem ( dizia-se ) saberia administrar com a sabedoria de Salomão: a iniciativa privada. Sem mais delongas, leiam o “Brasil Privatizado” e vejam como foi essa brincadeira.
Pois bem. O Banespa foi um dos ativos estatais cedidos à iniciativa privada. Após ter tido uma dívida ( do próprio governo do Estado ) artificialmente encaminhada para “Créditos de Liquidação Impossível”, o Banespa foi apresentado à opinião pública como exemplo gritante de má-administração, roubalheira, e outras moléstias, e que, por isso, houve um descomunal “rombo” em seu balanço. A seguir, sofreu intervenção federal ( quando então, finalmente, botaram a maçã em sua boca ) e acabou sendo leiloado. Abaixo do preço real ( Leia: Os prejuízos da privatização de bancos públicos , Carlos Drummond, Terra Magazine – 13/11/06 ). Na verdade, seu destino já estava traçado. Só faltava um motivo e uma oportunidade, já que não podiam, simplesmente, dizer que eram ordens do FMI ou coisa que o valha.
Durante mais de década, Quércia foi tratado como sendo pior que Átila. E pegava mal fazer aliança com ele. Até algumas horas atrás, o imprensalão já vislumbrava a chapa “Eixo do Mal”, para a disputa da Prefeitura de São Paulo, como certa. PT de Marta com o PMDB de Quércia.
Só que o PMDB se voltou para Kassab, candidato de José Serra. O mundo dá voltas mesmo.
E, ao lado de uma foto na matéria da Época acima mencionada, aparece a inscrição:
“Nova aliança: ao se desligar de Marta Suplicy e fechar acordo com o prefeito Kassab, Quércia conquista legenda para o Senado em 2010, cargos na prefeitura [ OBS: Pensei que com o DEMo/ PSDB não tinha essa de fisiologismo ] e no Estado e muda o rumo da sucessão paulista [ grifo meu ].
Mas o que eu estou imaginando agora é que, quem perdeu o rumo, foi o imprensalão, que deverá engolir o prato servido com vidro moído, e mudar o tratamento que vem sendo dispensado a Quércia nos últimos ( vários ) anos.
E, talvez agora, o DCI – de propriedade de Quércia – seja considerado o vencedor legítimo e insuspeito da licitação feita pelo governo do Paraná ( governado pelo colega de PMDB ) para a veiculação de propaganda oficial daquele Estado. Como se sabe, não faltou quem questionasse a legitimidade deste resultado.
Águas passadas e sem ressentimentos, hein.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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