ENCALHE

abril 11, 2009

6% da população brasileira são mais capazes, competentes e empreendedore que nós e, por isso, detêm os meios de produção do Brasil!

Meios de produção do país pertencem a 6% da população
Os meios de produção de riqueza do país estão concentrados nas mãos de 6% dos brasileiros. É uma das conclusões apresentadas no livro Proprietários: Concentração e Continuidade lançado, na sede do Conselho Regional de Economia (Corecon), em São Paulo.
A publicação é o terceiro volume da série Atlas da Nova Estratificação Social do Brasil, produzida por Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e vários economistas do órgão. Do livro, consta um levantamento que revela que, de cada 20 brasileiros, apenas um é dono de alguma propriedade geradora de renda: empresa, imóvel, propriedade rural ou até mesmo conhecimento – também considerado um bem pelos pesquisadores.
Em entrevista coletiva organizada para o lançamento do livro, Pochmann afirmou que a concentração das propriedades no Brasil é antiga e remete aos tempo da colonização. Desde a concessão das primeiras propriedades agrícolas, passando pela industrialização ocorrida no século 20, até o aumento da atividade financeira, os meios de produção sempre estiveram sob controle da mesma e restrita parcela da população nacional.
“A urbanização aumentou o número de propriedades e de proprietários, mas não acompanhou o aumento da população. A concentração permanece. Nós [brasileiros] nunca vivemos uma experiência de democratização do acesso às propriedades no nosso país”, disse.
De acordo com o livro, os proprietários brasileiros têm um perfil específico comum. A grande maioria tem entre 30 e 50 anos de idade, é de cor branca, concluiu o ensino superior, e não tem sócios.
Para Pochmann, o quadro da distribuição das propriedades brasileira é grave. O Brasil tem seus meios produção de riqueza mais mal distruídos entre os países da América Latina, por exemplo. E isso não deve mudar em um curto prazo, segundo o economista.
“Estamos fazendo reforma agrária desde os anos 50 e nossa distribuição fundiária é pior do que a de 50 anos atrás; nossa carga tributária onera os mais pobres; a única coisa que vai bem é a educação”, afirmou ele, citando dados que apontam que o percentual dos jovens que frequenta a universidade passou de 5,6%, em 1995, para cerca de 12%, em 2007.
Pochmann disse porem que mesmo com o aumento dos índices da educação, ele ainda está muito aquém do encontrado na Europa, onde 40% dos jovens têm diploma universitário. Ressaltou também que a mudança da distribuição das propriedades por meio da educação é a forma mais lenta de justiça.
( Agência Brasil )

6% da população brasileira são mais capazes, competentes e empreendedore que nós e, por isso, detêm os meios de produção do Brasil!

Meios de produção do país pertencem a 6% da população
Os meios de produção de riqueza do país estão concentrados nas mãos de 6% dos brasileiros. É uma das conclusões apresentadas no livro Proprietários: Concentração e Continuidade lançado, na sede do Conselho Regional de Economia (Corecon), em São Paulo.
A publicação é o terceiro volume da série Atlas da Nova Estratificação Social do Brasil, produzida por Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e vários economistas do órgão. Do livro, consta um levantamento que revela que, de cada 20 brasileiros, apenas um é dono de alguma propriedade geradora de renda: empresa, imóvel, propriedade rural ou até mesmo conhecimento – também considerado um bem pelos pesquisadores.
Em entrevista coletiva organizada para o lançamento do livro, Pochmann afirmou que a concentração das propriedades no Brasil é antiga e remete aos tempo da colonização. Desde a concessão das primeiras propriedades agrícolas, passando pela industrialização ocorrida no século 20, até o aumento da atividade financeira, os meios de produção sempre estiveram sob controle da mesma e restrita parcela da população nacional.
“A urbanização aumentou o número de propriedades e de proprietários, mas não acompanhou o aumento da população. A concentração permanece. Nós [brasileiros] nunca vivemos uma experiência de democratização do acesso às propriedades no nosso país”, disse.
De acordo com o livro, os proprietários brasileiros têm um perfil específico comum. A grande maioria tem entre 30 e 50 anos de idade, é de cor branca, concluiu o ensino superior, e não tem sócios.
Para Pochmann, o quadro da distribuição das propriedades brasileira é grave. O Brasil tem seus meios produção de riqueza mais mal distruídos entre os países da América Latina, por exemplo. E isso não deve mudar em um curto prazo, segundo o economista.
“Estamos fazendo reforma agrária desde os anos 50 e nossa distribuição fundiária é pior do que a de 50 anos atrás; nossa carga tributária onera os mais pobres; a única coisa que vai bem é a educação”, afirmou ele, citando dados que apontam que o percentual dos jovens que frequenta a universidade passou de 5,6%, em 1995, para cerca de 12%, em 2007.
Pochmann disse porem que mesmo com o aumento dos índices da educação, ele ainda está muito aquém do encontrado na Europa, onde 40% dos jovens têm diploma universitário. Ressaltou também que a mudança da distribuição das propriedades por meio da educação é a forma mais lenta de justiça.
( Agência Brasil )

dezembro 3, 2007

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
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Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
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