ENCALHE

abril 7, 2009

"Estado balofo": a "esquizocrisia" dos jornais e de seus leitores

Eu não entendo direito. Deve ser algum caso de “esquizocrisia” ( que acabei de inventar, é a junção entre “esquizofrenia” com “hipocrisia” ). Mostro exemplos: num dia ( 2 de Abril ), o Estadão publicou a opinião de Rolf Kuntz ( link no final ), em que este critica o estudo do IPEA, que diz algo que sentimos diariamente: não há sobra de servidores públicos, mas falta deles. O Rolf, fiel ao princípio da diminuição do Estado na economia, e contrariado pelo esudo do Ipea, bateu na medalhinha: o Ipea já não era mais o mesmo. “Fora tomado pelos bolchevistas”, diria aquele Professor Hariovaldo. Onde antes haviam profissionais e especialistas, agora há “companheiros” e ideólogos. Não vou entrar no mérito da questão. Pois bem, ontem o Estado publicou uma carta de alguém do Ipea, respondendo ao eminente Klutz, ops, Kuntz:
Poucos servidores
Sobre as críticas do sociólogo José Pastore (A febre diminuiu, mas o doente está mal?, 19/3, B3) e do jornalista Rolf Kuntz (O Estado balofo e seus defensores, 2/4, B2), contra pesquisa recentemente divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que revela que o setor público no Brasil é pequeno se comparado a países europeus, aos EUA e a países da América Latina, é preciso destacar que a eficiência depende, sim, da quantidade de servidores. Afirmo e repito, com base em números: o Brasil tem poucos servidores. O número de processos por juiz, por exemplo, é absurdo e não há “produtividade” que dê conta da morosidade da Justiça se o número de juízes por habitantes não aumentar. Esse raciocínio vale para médicos, professores, fiscais, policiais, enfermeiros, pesquisadores, militares nas fronteiras, controladores de voo, etc. O objetivo da pesquisa do Ipea não é “defender o aumento do número de servidores públicos” como um fim em si mesmo, mas defender a qualidade e a extensão dos serviços públicos. É triste constatar que sempre que um novo estudo do Ipea – ou de qualquer outro órgão produtor de conhecimento aplicado ou teórico – não segue o discurso único dos ortodoxos, é rotulado de “não técnico”. Questão de ponto de vista e também de interesses de classe. As convicções graníticas e as técnicas dos economistas ortodoxos levaram o mundo ao impasse em que se encontra hoje.
FERNANDO AUGUSTO M. DE MATTOS, pesquisador, é um dos autores do estudo Emprego Público no Brasil: Comparação Internacional e Evolução Recente, produzido pelo Ipea
São Paulo”
Mas, um negócio que eu não entendo: por quê os mesmos jornais e revistas que dão amplo espaço para a discussão – sem eufemismo: para as “críticas” mesmo – sobre o tamanho do Estado, seu “inchaço” e ineficiência mastodôntica, também têm um discreto costume de, por vezes, mostrar a seus leitores, que o EMPREGO PÚBLICO é uma boa, que os CONCURSOS PÚBLICOS são “uma opção em tempos de crise”, que o emprego público “garante bons salários e estabilidade”, e o car***alho a quatro? Geralmente nos cadernos de empregos encontramos essas informações. Bom, quem lê jornal é, quase que certamente, o público a quem se destinam as opiniões e notícias “anti-Estado”. Mas, esse mesmo público-alvo e consumidor, por vezes, também é brindado com celebrações “ao emprego na máquina”. Meu, se eu fosse funcionário público, eu jamais assinaria veículos que tentam tirar meu ganha-pão. Pior, se alguma estatal ou órgão do governo manter assinaturas e gastar meu dinheiro com isso.
E, se eu fosse leitor contumaz desses veículos, e já tivesse aderido às idéias por eles propostas, eu me recusaria a trabalhar no Estado Leviatânico, e nem deixaria meus filhos prestarem concursos para entrarem lá. Questão de princípios, cacete! E agora? Quem será que não tem princípios sólidos a serem obedecidos? Jornais, leitores ou funcionários públicos?
Na página Ce2, Caderno de Empregos do Estado de SP, em 05 de Abril, saiu essa: “Concursos públicos atraem mais em tempos de crise – Estabilidade e salários convidativos [ Ué? Mas sobre isso não foi dito, na época de FHC, que "estabilidade" quer dizer "QI ( quem indica )" e "salários convidativos" significa "nababescos, exagerados, inchados, desmerecidos"? ] fazem cada vez mais profissionais pensarem na opção”.
Meus amigos, queiram por favor decidir: o Estado é “caro, custoso, incompetente, intrometido e incapaz”, ou é um oásis onde a famigerada classe-média vai buscar refúgio, quando as teorias que ela aceitou – e a elas aderiu entusiasticamente – a partir das leituras de jornais começam a ruir?

O Estado balofo e seus defensores“, por Rolf Kuntz
Estado de São Paulo -02/04/2009

março 17, 2008

The Horrible Latin Axe of Evil: classe média venezuelana e o Imposto de Renda brasileiro

Questão de prestar atenção nos detalhes: o imprensalão fez questão de divulgar o Imposto de Renda que a classe média brasileira pagaria ( sim, pois os expertos devem sonegar a rodo, né? ), e até naquela seção da vEJA “Sobe e Desce”, tá lá: “Desce: classe média”.
Pois eu vou completar: “SOBE: classe média venezuelana”.
Já que, simplesmente, de acordo com os cálculos deste estudo, a mesma faixa de renda naquele país está ISENTA. Pode ser até uma parcela irrisória da população ( históricamente miserável, apesar de todo dia ir dormir sobre reservas fantásticas de petróleo, cujo barril passou, aliás, dos U$ 100 ) mas, se o dado merece figurar em destaque no estudo, para comprovar a “distorção” local, então pode muito bem ser usado em favor do governo chavista, pouco importando as diferenças entre os países estudados neste levantamento.
Em outras palavras: “Classe média venezuelana isenta de imposto de renda”
Classe média [ brasileira ] paga IR mais alto da América do Sul
14.03.2008
Agência Estado
A classe média brasileira é a que mais paga imposto sobre a renda entre os países da América do Sul. É o que mostra um levantamento feito pela consultoria Ernst & Young, com base na comparação do valor salarial a partir do qual o cidadão brasileiro começa a pagar a alíquota máxima aplicada pela Receita Federal, de 27,5%.
Foram pesquisados os salários equivalentes a R$ 2.743,25 em sete países, além do Brasil.
O objetivo do estudo foi avaliar o peso da alíquota máxima, de 27,5%, sobre o cidadão de classe média que vive com um salário na casa de R$ 3 mil. Outros países possuem alíquotas máximas até superiores à nossa, mas elas incidem sobre a renda dos cidadãos mais ricos, explica Frederico Good God, gerente sênior da área de consultoria tributária da Ernst & Young.
Dessa maneira, enquanto uma pessoa que recebe R$ 2.743,25 no Brasil repassa 27,5% de seu salário para o governo, quem recebe quantia equivalente na Colômbia paga 19%. A diferença é ainda maior em relação a países como Peru ( onde quem recebe salário equivalente paga 15% ) e Bolívia (13%). A maior discrepância encontra-se na comparação com o Chile, onde quem ganha salário equivalente desembolsa 5% – sendo a alíquota máxima de 40% -, e com a Venezuela, onde esse mesmo cidadão se enquadraria na faixa de isenção.
O país que mais se aproxima da realidade tributária brasileira é a Argentina, com uma alíquota de 27% sobre essa faixa salarial – embora a alíquota máxima seja de 35%.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

janeiro 16, 2008

Da Série "A inveja que a classe média tem de Lula não tá escrito"…

Estava, como de praxe, a filar um jornalzinho de esportes numa banca de revistas, quando ela apareceu. Sabe a Dona Ingrid? Se não era ela, era parente ou um clone mais maldito que a matriz.
E começou a fuçar as revistas semanais sob a observação atenta e gulosa do jornaleiro, que deixou de prestar atenção em mim. Foi aí que eu soube que o Vampeta foi contratado pelo Juventus ( acho que um bom reforço para o Moleque seria o folclórico Túlio Maravilha, que faz gol até hoje ).
Bem, este exemplar da classe-( co )média dá uma olhada na capa de uma ISTOÉ que ( à época que presenciei isso, foi no fim do ano passado, começo deste ) trazia a chamada “OS 100 brasileiros mais influentes”. Não sei se de 2007 ou prevendo 2008. A habitual listinha esdrúxula para consumo líquido e certo da classe média ignara, sobretudo a paulistana.
Aí ela tascou, num tom entre surprêso, frustrado e puto da vida. Ou invejoso:
” O Lula tá aí !?” ( Sabem, tipo “quem deixou?” ou “Fazendo o quê aqui?” ou, ainda” quem convidou o apedeuta?” ).
Comprou alguma coisa e foi embora.
Não, meu amigo. O fato irrelevante de Lula ser o presidente ( goste ou não ) do Brasil ( aliás, para nossa sorte, conseguiu chegar antes de Serra, que deseja ardorosamente o cargo, mas perdeu a corrida para o torneiro-mecânico, hahaha ) não o torna nem um pouco influente, né? Bestona invejosa.
Contive o engulho e fui dar uma olhada no que trazia a ISTOÉ. As fotos das personalidades influentes, obviamente de acordo com o universo em que atuam.
Ivete Sangalo…
Daniel Dantas…
Nizan Guanaes…
Aécio Neves…
Ana Paula Junqueira ( Sabem quem é? Uma…JET-SETTER!!! )
E MAIS:
Arthur “Golpista” Virgílio, Antonio Palocci, Eliane Tranchesi, Eike Batista, FHC, Galvão Bueno, um tal de Francisco Costa ( da Calvin Klein ), Alckmin, Kassab, Henrique “PSDB” Meirelles, José Márcio Camargo ( Tendências Consultoria ), José Serra, a ultra-gostosa Natália Guimarães, Ricardo Teixeira, Roberto Justus,…
O que as torna “influentes”? Eu não faço idéia. Fica-se na dependência de se descobrir o real significado de “influente”.
Vou tirar, como exemplo, o bafáfá que se faz, a cada declaração de Stédile. Ele não tem influência? Mas, então, por quê se faz tanta história quando ele diz que vai “apertar” o governo, ainda mais sabendo nós que outros países já superaram a estrutura agrária medieval como a que insiste em permanecer neste país. Talvez os senhores de engenho, que têm herdado as terras brasileiras desde que o primeiro bandeirante paulista sentou o bacamarte na cara de um índio, são muito influentes e pautam o imprensalão. Mas, se são influentes a um ponto que não consigo imaginar o limite, por quê não saíram na capa da revista, pelo menos para felicitar os cidadãos zé-ruelas como D. Ingrid e seus clones nefastos?
Stédile fala uma vírgula, e parece que o mundo vai acabar. E tome editoriais que parecem ter saído da Guerra Fria, redigidos por um membro da TFP.
Aliás, a obscuridade de certos personagens presentes na lista ( ou, talvez, uma cuidadosa discrição ) faz com que eu me pergunte o porquê da ausência de gente como Roberto Civita, Ali Kamel, Frias e outros que têm sua audiência cativa ( que sempre escuta e lê, atentamente seus minutos de sabedoria, para depois sair repetindo; em geral, sem reflexão) e são considerados “formadores de opinião”.
Na lista faltou, também, Zé Dirceu, que assombra os pesadelos trevosos de boa parte de nossos zelosos cidadãos de bem e defensores da democracia, sentinelas atentas e incansáveis contra o inimigo comunista. Zé Dirceu abre a boca e o mundo cai num craterão igual o do Metrô tucano. Polêmica. Medo. Pavor. Mas isso não o torna, de maneira alguma, um brasileiro influente, no entender da ISTOÉ. Mesmo sendo o ex-ministro o Anti-Cristo, um Satanás, expresso em editoriais desesperados.
Quem poderia ser influente, em termos não subjetivos? MMmm…
Paulo Nogueira Batista Jr, nosso representante junto ao FMI, merecedor de possantes ataques editoriais, e retratado como um negociados intransigente?
Márcio Pochmann, também recebedor de tal distinção, ainda meis quando deu um jeito de dedetizar o IPEA, cuja ninhada de tucanos hematófagos já começava a feder?
O prefeito de São Paulo, Andrea Matarazzo, que doou US$ 3 milhões para a campanha de FHC em 1998?
Ricardo Sérgio de Oliveira?
Andrea Calabi?
O Chorão?
Luciano Huck? Que tal? Conseguiu toda a atenção da Secretaria de Segurança de São Paulo, naquele episódio do Rolex, é alguém influente, né?
AHHHHH! João Dória Jr. Que tal? Anda sumido. Temos que dar um upgrade em sua imagem.
Aquele Zolotto, o persona non-grata no Piauí. Olha o que ele conseguiu, depois de uma mera declaração irrefletida. A Hebe. A Regininha “Poltergeist” Duarte.
E a Luana Piovani, a iconoclasta blogueira?
Enfim, acabo concordando, de certa maneira, com a D. Ingrid. Para quê Lula deveria estar nesta lista?
E, afinal, emulando aquele desenho animado: quando é que a inveja que a lodosa classe-média sente de Lula vai acabar?

janeiro 2, 2008

2007: Feliz Ano Bom da economia

Opinião por Jasson de Oliveira Andrade
O ano 2007 se encerrou. Com ele, tivemos análises de jornais, a maioria crítico do governo Lula, sobre a economia desse ano que passou. Em editorial sob o título “Ganhos salariais”, o Estadão (10/12) constatou: “Nunca, desde o fim do regime militar, tantos trabalhadores conseguiram reajustes salariais tão satisfatórios como os previstos nos acordos fechados neste ano [2007]. Mais de 90% dos reajustes negociados foram superiores à inflação”.
Dias depois, em 28/12, o jornal, em mais um editorial (“Cresce a massa salarial”) voltou ao assunto, acrescentando: “A massa salarial do Brasil – a soma dos salários pagos aos trabalhadores da economia formal – tem crescido em ritmo acelerado nos últimos anos. Calcula-se que, do início de 2005 até o fim de 2007, o aumento tenha sido de 30% em termos reais. Os ganhos de renda ocorrem em todo o País, mas, em 2005 e 2006, eles foram maiores nos Estados mais pobres; já em 2007, os Estados mais industrializados devem ter puxado o crescimento da massa salarial nacional”. No dia 21 de dezembro, a Folha trouxe essa manchete no caderno DINHEIRO: “Desemprego cai a 8,2%, e a renda sobe”. No entanto, a melhor manchete da Folha, esta na primeira página, foi divulgada no dia 16 de dezembro: “Crescimento tira 20 milhões da classe D/E”. No subtítulo: “Melhoria de vida dos mais pobres se acelerou nos últimos 17 meses, fase de maior avanço econômico”. Na notícia, o jornal revela: “Nos primeiros três anos e meio de governo Lula, iniciado em 2003, 6 milhões de pessoas foram beneficiadas. (…) Já nos últimos 17 meses, PERÍODO DE MAIOR CRESCIMENTO ECONÔMICO ( destaque meu ), a passagem da classe D/E para a C envolveu mais 14 milhões”. Adiante fez ainda essa importante revelação: “Os dados sugerem que, num primeiro momento, foram os programas sociais os responsáveis pela melhoria dos mais pobres. Agora, É O CRESCIMENTO ( destaque meu )”. A Folha não diz, mas o crescimento também beneficiou a classe média!
A Folha, no editorial “Acesso à habitação” (27/12), constatou: “Modernização de regras e redução de juros são essenciais para sustentar a entrada da classe C no mercado da casa própria”. Em Mogi Guaçu, estamos percebendo esse avanço. Vários prédios de apartamentos estão surgindo em nossa cidade. Um exemplo apenas. O Portal das Pedras, perto do Centro Cultural, anos atrás iniciou sua construção e a paralisou, servindo de morada para os “sem casas”. Atualmente, terminou os três conjuntos iniciados e se construíram vários outros. O nosso progresso econômico mais recente, pode-se ver pelo desenvolvimento da Praça Antonio Giovani Lanzi, a praça da Capela, com a instalação de vários bancos e casas comerciais modernas, além de uma filial da Associação Comercial. Até a banca de jornal se modernizou!
Analistas também ressaltaram a economia em 2007. Luís Nassif, em sua Coluna Econômica, afirmou: “Em relação a emprego e rendimento, 2007 foi um ano bastante favorável”. Em artigo (“2007: economia sustenta governo Lula”), Luiz Antônio Magalhães disse: “O ano de 2007 foi extremamente positivo para o Brasil, se o olhar do analista se dirigir à economia nacional”. O economista Pedro de Paulo Brandão, em manchete de um jornal guaçuano, constatou: “2007 foi positivo para a economia”. Gilberto Dimenstein, no artigo “Vou sentir saudades de 2007?”, analisou: “Foi em 2007 que um mestre-de-obras conseguiu ganhar mais de R$ 5.000 mensais e que o mercado disputou um engenheiro, cujo salário duplicou. Foi também em 2007 que melhoraram os rendimentos dos trabalhadores mais qualificados, engrossando a classe média, que nos últimos anos [Era FHC?], só vinha definhando”. Elio Gaspari escreveu uma nota com o título LULA LEVOU: “Lula conseguiu inverter um costume das previsões econômicas. Há mais de uma década, sempre que chegava a hora do balanço, os presidentes (inclusive ele) diziam que o próximo ano “não vai ser igual àquele que passou”. Encerrado um 2007 de êxitos amplos, gerais e irrestritos, agora é a oposição quem diz que 2008 não será igual “àquele que passou”. (Folha, 30/12). Será que não foi por esse motivo que a oposição não aprovou a prorrogação do CPMF? Assim, em 2008, Lula não poderá aplicar R$ 40 bilhões e este ano será, acredita a oposição, pior do que 2007!
O prefeito de Mogi Guaçu, Hélio Miachon Bueno, observou, em sua administração, que a situação econômica melhorou: “Nós tivemos há 20, 30 anos, uma migração violenta de muita gente do Nordeste, Paraná, Minas Gerais. Hoje esse fluxo é menor, a própria Bolsa Família e OS PROGRAMAS SOCIAIS (destaque meu) têm inibido isso”. Sem comentários.
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu
01/01/2008
Postado por Redação Portal Mogi Guaçu

NOTA DO BLOG: Este é o primeiro artigo de Jasson de 2008 aqui no blog, logo no segundo dia do ano. O homem não deve ter descansado nem na virada !! É isso aí, Jasson. Obrigado por ceder-nos mais este artigo, Feliz 2008, e vamos trabalhar!

dezembro 3, 2007

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
PORTAL DO CONSUMIDOR

Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
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Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
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Brasil Grande Pesquisa: queda no endividamento do brasileiro para o Natal deste ano. E classe AB sai às compras: tentará achar neve na Bloomingdale’s.

Final de ano: 38% das pessoas estavam pagando dívidas em outubro
30/11/2007
SÃO PAULO – Neste final de ano, os brasileiros estão mais sossegados em relação às
dívidas do que no mesmo período de 2006. Isso porque, enquanto em outubro do ano passado 50% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Pulso Brasil disseram que estavam pagando algum empréstimo ou financiamento, no décimo mês de 2007 esta proporção foi de 38%.
O levantamento, realizado pela Ipsos a pedido do Ciesp e da Fiesp, aponta que a classe C é a mais endividada, com 45% das pessoas que disseram estar pagando algum empréstimo ou financiamento. Em seguida, estão a AB (41%) e a DE (31%).As pessoas mais endividadas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, com 64% dos pesquisados que disseram possuir débitos pendentes. No Sudeste, são 40%, enquanto no Sul são 35% e no Nordeste, 26%.
Modalidades
A modalidade campeã entre os endividados é a prestação em loja e financiamento de produto, com 77% das respostas em outubro deste ano, mesmo percentual do ano passado. Em seguida, estão o empréstimo bancário, com 21% das respostas, e ambos, com 2%.
A maior parte dos empréstimos é paga com carnê no banco ou débito em conta, com 55% das respostas dos mil entrevistados. O restante é descontado da folha de pagamento, com o crédito consignado.
Menos dívidas
A pesquisa ainda mostrou que 32% dos entrevistados estão sem possibilidade nenhuma de contrair dívidas, enquanto 31% se mostraram menos à vontade para aderir a empréstimos ou financiamentos.
A classe social mais à vontade para contrair débitos é a AB, com 30% das respostas. A menos à vontade, por sua vez, é a C, com 32%. Com relação à região do país, os sulistas se consideram mais aptos a aderir a empréstimos e financiamentos (24%) e os residentes no Norte e Centro-Oeste estão menos à vontade (43%).
Vilões
A chegada do final do ano representa mais gastos para as famílias brasileiras, já que as pessoas costumam aproveitar as férias e comemorar datas como o Natal e o Ano Novo. Diante deste contexto, o cartão de crédito e o 13º salário podem se transformar em vilões para o orçamento doméstico.,
Com o dinheiro “extra” em mãos, as pessoas logo pensam em sair gastando, atitude totalmente equivocada para quem possui débitos pendentes, por exemplo.”No geral, as pessoas costumam primeiro consumir do que pagar as dívidas, o que está errado. Elas devem pagar as dívidas, consumir o que é de necessidade e, o que sobrar, devem investir”, disse, de acordo com o Instituto Akatu, o supervisor do escritório do Dieese de São Paulo, José Silvestre Prado de Oliveira. A atitude previne que as dívidas aumentem ainda mais de valor.
Fonte: Infomoney
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