ENCALHE

maio 13, 2009

Prejuízo com transgênicos foi previsto pelo governador Requião. Mídia escamoteou riscos e é cúmplice nada-inocente

Filed under: CLASPAR, glifosato, imprensalão, Monsanto, OGMs, Roberto Requião, transgênicos — Humberto @ 1:15 am

Prejuízo com transgênicos foi previsto pelo governador Requião
AEN/PR
11/05/2009
Os prejuízos com o cultivo de transgênicos, que agora estão castigando produtores paranaenses, foram previstos pelo governador Roberto Requião que, desde o ano de 2003, vem alertando os produtores do Estado sobre os riscos econômicos de culturas de grãos geneticamente modificados.
Para o agrônomo Valdir Izidoro da Silveira, presidente da Claspar, a contaminação de lavouras convencionais por transgenia vai resultar em pesados custos para agricultores paranaenses, que perderão prêmios pagos pelo produto convencional na sua comercialização.
“Perderão, também, quando obrigados a pagar royalties para as multinacionais das sementes”, lamenta.
O prejuízo previsto – destaca o agrônomo – ocorre porque os arautos e defensores da transgenia ignoraram e, até muitas vezes, repudiavam os alertas que o governador fazia quando afirmava que a transgenia era uma canoa furada. O governador Requião alertava que os únicos a ter lucros seriam as multinacionais das sementes e os dirigentes de cooperativas.
“Infelizmente, a grande mídia, ignorando a gravidade do problema, omitindo informações e adotando posições favoráveis aos transgenicos, tem culpa nesta situação pela sua cumplicidade com a transgenia do veneno”.
Os agricultores que plantaram soja transgênica também estão constatando que suas lavouras estão sendo devastadas pelas ervas daninhas – como a buva -, que se tornaram resistente ao agrotóxico glifosato (Round-up).
Valdir Izidoro afirma que os efeitos econômicos negativos são um dos riscos dos transgênicos. “Há também as conseqüências para o meio ambiente, com a desorganização da biodiversidade e, o mais grave, riscos para a saúde humana, conforme atestam dezenas de pesquisas científicas internacionais”.
O Governo do Estado vem esclarecendo a população paranaense há mais de cinco anos sobre os riscos dos transgênicos para a economia, meio ambiente e saúde, através de publicações e cartilhas. Também são realizados os seminários “Os venenos em nossos pratos” nas universidades paranaenses, que alertam sobre os problemas gerados pelos produtos geneticamente modificados.
O site www.transgenicos.pr.gov.br divulga informações sobre os produtos geneticamente modificados.
TAMBÉM: Observatório da CTNBio AS-PTA

Prejuízo com transgênicos foi previsto pelo governador Requião. Mídia escamoteou riscos e é cúmplice nada-inocente

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Prejuízo com transgênicos foi previsto pelo governador Requião
AEN/PR
11/05/2009
Os prejuízos com o cultivo de transgênicos, que agora estão castigando produtores paranaenses, foram previstos pelo governador Roberto Requião que, desde o ano de 2003, vem alertando os produtores do Estado sobre os riscos econômicos de culturas de grãos geneticamente modificados.
Para o agrônomo Valdir Izidoro da Silveira, presidente da Claspar, a contaminação de lavouras convencionais por transgenia vai resultar em pesados custos para agricultores paranaenses, que perderão prêmios pagos pelo produto convencional na sua comercialização.
“Perderão, também, quando obrigados a pagar royalties para as multinacionais das sementes”, lamenta.
O prejuízo previsto – destaca o agrônomo – ocorre porque os arautos e defensores da transgenia ignoraram e, até muitas vezes, repudiavam os alertas que o governador fazia quando afirmava que a transgenia era uma canoa furada. O governador Requião alertava que os únicos a ter lucros seriam as multinacionais das sementes e os dirigentes de cooperativas.
“Infelizmente, a grande mídia, ignorando a gravidade do problema, omitindo informações e adotando posições favoráveis aos transgenicos, tem culpa nesta situação pela sua cumplicidade com a transgenia do veneno”.
Os agricultores que plantaram soja transgênica também estão constatando que suas lavouras estão sendo devastadas pelas ervas daninhas – como a buva -, que se tornaram resistente ao agrotóxico glifosato (Round-up).
Valdir Izidoro afirma que os efeitos econômicos negativos são um dos riscos dos transgênicos. “Há também as conseqüências para o meio ambiente, com a desorganização da biodiversidade e, o mais grave, riscos para a saúde humana, conforme atestam dezenas de pesquisas científicas internacionais”.
O Governo do Estado vem esclarecendo a população paranaense há mais de cinco anos sobre os riscos dos transgênicos para a economia, meio ambiente e saúde, através de publicações e cartilhas. Também são realizados os seminários “Os venenos em nossos pratos” nas universidades paranaenses, que alertam sobre os problemas gerados pelos produtos geneticamente modificados.
O site www.transgenicos.pr.gov.br divulga informações sobre os produtos geneticamente modificados.
TAMBÉM: Observatório da CTNBio AS-PTA

julho 24, 2008

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

abril 24, 2008

Soja não-transgênica do Paraná interessa a franceses.

França interessada na soja natural do Paraná
O Estado do PR/ Jornal dos Prefeitos
24/04/08
Um grupo de franceses, originários da região de Rhônes-Alpes, está visitando o Paraná para conhecer a cadeia produtiva de soja do Estado, do plantio à colheita, ao armazenamento e ao transporte até o Porto de Paranaguá.
Na manhã de ontem, em Curitiba, eles tiveram um encontro com o secretário de Estado da Agricultura, Valter Bianchini, onde puderam esclarecer dúvidas e falar sobre o motivo da visita.
“Rhônes-Alpes tem uma política forte contra transgênicos. É uma região de criação e que necessita bastante de soja. Estamos aqui ( no Paraná ), para avaliar em que medida a política paranaense de produção é segura e a que preço o Estado pode nos fornecer a torta e o farelo de soja, sendo que na França a torta convencional custa até 30% mais do que a transgênica. Com base nas respostas que obtivermos, nossa visita pode resultar em novas relações comerciais”, declarou o conselheiro regional de Rhônes-Alpes e líder do Partido Verde, Gerard Leras.
Por sua vez, o secretário Bianchini revelou que a visita dos franceses está sendo encarada como uma forma de reconhecimento e valorização à produção agroecologicamente correta que vem sendo desenvolvida pelo Paraná. “O interesse do grupo da França é um incentivo à produção que desenvolvemos. O Brasil tem uma lei de biossegurança bastante rígida e, no Paraná, há monitoramento para saber se a soja é transgênica ou não desde a origem até o Porto de Paranaguá, que tem um armazém específico para receber o produto convencional. Atualmente, a soja não transgênica tem um menor custo de produção e um melhor preço de comercialização”, afirmou.
Na tarde de ontem, o grupo de franceses realizou visitas técnicas aos laboratórios do Tecpar ( Instituto de Tecnologia do Paraná ) e da Claspar ( Empresa Paranaense de Classificação de Produtos ). Hoje, eles devem conhecer a cooperativa Castrolanda, no município de Castro, e a cooperativa Batavo. Amanhã, se deslocam até a cidade de Palmeira e realizam uma visita a um campo de produção. No sábado, terão a oportunidade de conhecer o Porto de Paranaguá.
Atualmente, o Brasil tem 20 milhões de hectares de plantio de soja, devendo produzir, este ano, 60 milhões de toneladas. No Paraná, segundo maior produtor, são 4 milhões de hectares. Este ano, a produção deve ser de cerca de 12 milhões, sendo aproximadamente 55% soja convencional.

fevereiro 29, 2008

Glifosato Round-Up da Monsanto não consegue vencer ervas daninhas. Alguém mentiu sobre as virtudes da soja transgênica. Bastante.

Erva daninha está derrotando o uso do glifosato, diz Claspar
AEN/ PR
28/02/2008
A Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar) anuncia que desmistificou a informação de que a soja transgênica seria imune às ervas daninhas e que as pragas poderiam ser combatidas com eficiência e com menores custos com a aplicação do glifosato Round-Up, o agrotóxico da Monsanto.
“A erva daninha buva tornou-se resistente ao glifosato e agora os produtores estão sendo aconselhados a capinar suas lavouras de transgênicos ”, afirma o engenherio agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Claspar.
Técnicos do Departamento de Fiscalização Sanitária da Secretaria da Agricultura constataram que a erva “buva” infestou as lavouras de soja do Oeste paranaense e a aplicação de glifosato não conseguiu eliminá-la. Os produtores de soja foram obrigados a utilizar outros herbicidas como o 2,4D, Gramocil e Classic, entre outros.
A “buva” compete com a soja, reduzindo a produtividade da lavoura. Como há dificuldade de controle químico pelos herbicidas na soja e como ela se espalha rapidamente por meio das sementes levadas pelo vento, a única forma de diminuir o problema na atual safra é realizar a catação manual ou capina.
“Nesta safra, não existe mais possibilidade de realizar o controle cultural e os herbicidas não têm se mostrado eficientes”, alerta o pesquisador Lineu Domit, da Embrapa-Soja.
Já Dionísio Gazziero, também da Embrapa-Soja, recomenda a rotação de soja convencional com a soja transgênica.
Segundo Valdir, isto é um contra-senso porque esta recomendação desmistifica a superioridade da soja RR sobre a convencional. “Mentiram para os agricultores brasileiros”, afirma o presidente da Claspar.
De acordo com um levantamento realizado pelo Detec da Coamo, em algumas partes das regiões Noroeste e Oeste do Paraná já é bastante visível a resistência da buva ao defensivo. A semente da buva pode ser levada pelo vento até por 65 quilômetros de distância, e por isso se dissemina facilmente com muita rapidez.
O agrônomo Valdir Izidoro alerta também que a buva não é única planta daninha resistente ao glifosato. No Brasil já existem oito espécies que apresentam resistência a herbicidas, entre elas a ‘buva’, o ‘azevém’ e o ‘leiteiro’. A ‘buva’ pode ser encontrada em cinco espécies no mundo, sendo que no Brasil existem duas e são resistentes.
A resistência da “buva” é explicada pela seleção natural. Com o passar dos anos, as mais fortes que não morriam com o glifosato, foram se reproduzindo e agora está quase impossível controlar a planta. O engenheiro agronômo José Carlos Braciforte apresenta duas opções. Para os donos de pequenas áreas, o negócio é voltar ao passado e capinar a lavoura. Já para os grandes produtores, e preciso torcer para que as perdas não sejam muito grandes.

dezembro 31, 2007

Mundo resiste à invasão dos transgênicos!! Os plutoxiitas da Editora Abril sofrem mais uma derrota e sentam no pepino geneticamente superdesenvolvido!

Resistência aos transgênicos cresce e obtém resultados positivos em 2007
A resistência aos transgênicos, tanto no Brasil quanto no exterior, registrou resultados positivos em 2007, na opinião do presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira. O destaque, segundo ele, foi para a decisão judicial que proibiu a Syngenta de realizar experimentos com organismos geneticamente modificados em sua área, em Santa Teresa do Oeste, na região Oeste do Estado.
“Decisões judiciais têm garantido à sociedade civil conquistas importantes relacionadas à obrigatoriedade da rotulagem dos alimentos processados com transgênicos, ao mesmo tempo que foram proibidas liberações para comercialização de grãos geneticamente modificados”, acrescenta Valdir Izidoro.
Segundo o presidente da Claspar, os consumidores estão rejeitando os produtos transgênicos, enquanto que os agricultores que optaram em plantar a soja convencional estão recebendo mais por suas produções.
Valorização - Izidoro ressalta que a rejeição dos importadores, seguindo posição dos consumidores, contrária aos transgênicos, está valorizando cada vez mais a soja convencional. No Oeste paranaense, os produtores de soja não-transgênica estão recebendo R$ 2,20 a mais por saca do grão. Muitas cooperativas estão pagando 6% pelo grão não transgênico, tanto para atender a demanda do mercado interno como para os embarques para o exterior. Destacam-se as cooperativas Castrolanda, Batavo, Agrária e Coamo que negociam com os produtores de soja convencional preços superiores às cotações da soja transgênica.
As cooperativas estão realizando vendas para o mercado europeu e os prêmios variam de U$S 5,00 a U$S 10,00 a tonelada, variando conforme o volume exportado. Também a Imcopa, de Araucária, que processa soja para produção de ração exportada para a Europa e Japão, recebe somente soja convencional. O mesmo está ocorrendo em Mato Grosso e Goiás, outras duas grandes regiões produtoras de soja, onde os grãos de soja convencional têm melhor cotação do que a transgênica.
Reação no exterior – O presidente da Claspar destaca que “as posições francesa e austríaca, contárias aos transgênicos, pressionam a União Européia a manter a restrição ao cultivo de lavouras transgênicas. Também as populações dos países europeus manifestam-se contrárias à produção e comercialização de transgênicos. Mobilizações gigantes estão acontecendo na Itália e em Portugal, com abaixo-assinados, reunindo milhares de signatários, exigindo que seus governos adotem posições enérgicas contra os organismos geneticamente modificados”.
E finaliza, lembrando que até nos Estados Unidos está crescendo a rejeição aos alimentos processados com transgênicos, com centenas de organizações pressionando o governo a adotar a rotulagem. Até agora, não apareceu no mundo, nenhum movimento da sociedade civil defendendo o consumo de transgênicos, conclui Valdir Izidoro.
AEN/ PR
28/12/2007

junho 26, 2007

Jornalista da Veja bebe agrotóxico por ordem do patrão e recebe coroa de flores bio-contaminada !!!

Filed under: Biossegurança, CLASPAR, CNTBio, Paraná, transgênicos — Humberto @ 2:51 am
Presidente da Claspar afirma que decisões da CTNBio são influenciadas por multinacionais
O agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Claspar, alertou que todas as decisões da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio sobre transgênicos são influenciadas pelos interesses de empresas multinacionais do agronegócio. “Até hoje, a CTNBio nunca tomou uma decisão voltada para a defesa da biossegurança, para a saúde e para o meio ambiente ou mesmo para garantir a soberania da agricultura brasileira”, afirma.
As entidades que representam pequenos agricultores, ambientalistas e a sociedade civil têm denunciado a parcialidade dos membros da CTNBio classificando-os como comprometidos com as multinacionais. Para Maria Rita Reis, da organização Terra de Direitos, a CTNBio é totalmente influenciada por pressão de mercado para fazer a análise. “A Comissão não tem sido capaz de discutir profundamente as questões de biossegurança que seriam sua atribuição. Por exemplo, discutir a possibilidade de coexistência de cultivo de transgênicos e não-transgênicos. Até o presente momento, muito pouco foi discutido sobre os direitos dos agricultores e consumidores que não querem nem consumir nem plantar transgênicos”.
A advogada argumenta que o parecer da CTNBio sobre a liberação do milho transgênico é mais uma prova da irresponsabilidade da Comissão e de que a decisão foi tomada sob pressão das transnacionais de biotecnologia. “É um absurdo aprovar uma liberação comercial e somente depois decidir as normas de biossegurança aplicáveis e a as normas de coexistência.”A professora Lia Giraldo, pesquisadora titular da Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz ) e docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Pernambuco – que recentemente pediu afastamento da CTNBio por discordar da forma como as reuniões são conduzidas, afirma que o grande problema é a liberação destes produtos ( transgênicos ) no meio ambiente. “A gente sabe que existe dificuldade de controlar os riscos. A questão é que a pressão pela liberação comercial é maior que o tempo necessário para se verificar questões de biossegurança. É isto que nos preocupa. A CTNBio tem um perfil majoritário de pessoas que são desenvolvimentistas em biotecnologia, não em biossegurança. Isto dá o viés de análise muito menos de precaução do que se espera de uma Comissão que tem por missão, garantir à sociedade de que aqueles produtos que estão sendo aprovados estão de fato analisados, que não oferecem risco para a sociedade, para o meio ambiente, para a saúde e para a segurança alimentar”.
Comprometidos – O agrônomo Valdir Izidoro Silveira classifica os membros da CTNBio que sistematicamente votam pela liberação de transgênicos como “vassalos das multinacionais”, e cita que muitos deles não são idôneos. É o caso de Giancarlo Pasquali, farmacêutico indicado para a CTNBio pelo ministro da Ciência e Tecnologia, como “especialista em meio ambiente”.
“O pesquisador é ligado ao projeto Genolyptus, sobre o genoma do eucalipto, que é financiado pelo MCT e por 12 grandes empresas do setor, como Aracruz, Votorantin, Klabin, International Paper e Veracel. Ele é claro, votou pela aprovação do eucalipto transgênico”, afirmou Silveira.Edilson Paiva, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo e vice-presidente da CTNBio pode ter seu registro profissional cancelado. A Feab – Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil entrou com representação no Crea pedindo o cancelamento do seu registro profissional. A ação foi motivada pela declaração de Paiva ao jornal Valor Econômico que, para defender a liberação dos transgênicos, afirma que “os humanos podem até beber ( o herbicida glifosato ) e não morrer”.
Para Giovana Melo, da coordenação da Feab, afirmar que podemos beber o agrotóxico é um absurdo pois ignora as manifestações clínicas de intoxicação que podem levar pessoas à morte.
Veneno – A cientista Lia Giraldo exemplifica o caso da soja transgênica, produzida para agüentar mais agrotóxicos. “Você utiliza mais agrotóxicos e a planta não morre. Morrem as outras plantas. Hoje, como conseqüência, muitas plantas que seriam alvo dos agrotóxicos, já estão resistentes. Então novos agrotóxicos estão sendo utilizados nestas plantações transgênicas. O cruel nisto é que a produção do transgênico é casada com a do agrotóxico. A mesma empresa produtora dos agrotóxicos ao qual aquele transgênico resiste.”
A professora destaca que a liberação dos transgênicos coloca em risco o direito de produtores e consumidores a uma agricultura e alimentação livres de transgênicos. “Não há como evitar a contaminação de sementes, lavouras e alimentos. Na Europa, por exemplo, em face do uso e da importação de transgênicos, discute-se a porcentagem aceitável de contaminação nos produtos convencionais e mesmo nos orgânicos. Os promotores da transgenia alegam que o produtor deve ter o direito de escolher a semente que quer plantar. Acontece que a inviabilidade de se manter os transgênicos sob controle vem acabando com o direito de o agricultor escolher o que não quer plantar”.
Para a Monsanto, se o produtor orgânico ou convencional tiver que ser compensado por prejuízos decorrentes da contaminação por transgênicos, o mesmo deve acontecer com o produtor de transgênicos que tiver sua produção “contaminada” por sementes convencionais ou orgânicas!
Decisão judicial – Os planos da CTNBio de continuar liberando novas variedades de milho transgênico foram frustrados em decorrência de uma ação civil pública ajuizada contra a União Federal na sexta-feira (15), pelas organizações Terra de Direitos, Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, AS-PTA e ANPA – Associação Nacional dos Pequenos Agricultores.
O objetivo da ação é anular a decisão da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança que autorizou a produção, comercialização e consumo do milho resistente a herbicida Liberty Link, da Bayer. A ação judicial também pretende obrigar a CTNBio a agir com maior rigor e definir suas normas internas antes de tomar decisões sobre liberações comerciais. A liberação do milho da Bayer foi concedida em 16 de maio, mesmo sem a Comissão ter regras sobre como proceder nos casos de liberação comercial. A fundamentação técnica da decisão só foi publicada três semanas após a liberação, em 8 de junho.
As organizações fundamentam a ação em diversas ilegalidades que afrontam a legislação brasileira cometidas durante todo o processo de liberação, como a inexistência de normas de liberação comercial. Além disso, não existem regras para coexistência entre lavouras transgênicas e não-transgênicas.
BOX – CTNBio foi criada para prestar apoio consultivo
A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar, criada com a finalidade de prestar apoio técnico consultivo e de assessoramento ao Governo Federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a organismos geneticamente modificados. Também tem a finalidade de estabelecer normas técnicas de segurança e pareceres técnicos conclusivos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente, para atividades que envolvam a construção, experimentação, cultivo, manipulação, transporte, comercialização, consumo, armazenamento, liberação e descarte de OGM e derivados.
Agência Estadual de Notícias/ PR

junho 20, 2007

Requião, meio esquecido pela mídia, vence mais uma contra os cientistas malucos da comida-Frankenstein

Filed under: CLASPAR, CRIIGEN, OGMs, Roberto Requião, transgênicos — Humberto @ 9:26 pm
horaH News
A Justiça Federal deu, mais uma vez, amparo ao governo do Paraná na questão dos transgênicos. A juíza substituta da Vara Ambiental, Pepita Durski suspendeu a liberação comercial do milho transgênico “Liberty Link” e, ainda, concedeu liminar proibindo a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) de deliberar sobre novos pedidos de aprovação de outros tipos de milho transgênico.
A decisão da juíza reforça o princípio básico da precaução, defendido pelo governador Roberto Requião desde o início do mandato anterior. “Se as pesquisas com transgênicos mostrarem que estamos errados, poderemos liberar o plantio dessas culturas no futuro. Mas se estivermos certos em proibi-lo, teremos evitado enormes prejuízos para o Paraná, pois não há como voltar atrás depois de liberado”, diz sempre Requião.“
A decisão é uma importante medida de precaução”, define o presidente da Claspar, agrônomo Valdir Izidoro Silveira. “O plantio de milho transgênico é uma ameaça real de contaminação para o cultivo tradicional. O milho geneticamente modificado da Bayer só beneficia a multinacional. Os agricultores terão que pagar royalties e ficarão para sempre na mão das gigantes sementeiras internacionais”, alerta Valdir.
O presidente da Claspar destaca também que um novo estudo sobre os impactos na saúde de um tipo de milho geneticamente modificado da Monsanto apontou que cobaias alimentadas com o produto apresentaram 60 diferenças em relação às cobaias alimentadas com milho convencional em seus órgãos internos.
O estudo, desenvolvido pelo instituto de pesquisa Criigen, da França, revelou alteração nos tamanhos de rins, cérebro, fígado e coração, além de mudança de peso, de ratos alimentados com milho transgênico por 90 dias, o que poderia significar sinais de intoxicação.
CLASPAR
CRIIGEN
( Veja um vídeo mostrando o valor nutritivo dos transgênicos, bem ao agrado do exigente paladar dos franceses )

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